perspectivas

Quarta-feira, 23 Maio 2018

Não acreditem em tudo o que se diz por aí

 

Leio uma notícia acerca da rodagem de um novo filme sobre o caso de assédio sexual na Fox News que culminou com a demissão de Roger Ailes (na imagem), presidente da referida cadeia de televisão, em Julho de 2016 — no seguimento da denúncia pública de Megyn Kelly e de Gretchen Carlson (na imagem), uma funcionária do referido canal que tinha sido despedida pouco tempo antes.

Roger Ailes web

Ao ler a dita notícia pensei que provavelmente as duas pobres mulheres tivessem sido de facto vítimas de assédio sexual — até que topei com esta fotografia:

Gretchen_Carlson-web

¿Por que razão uma mulher anda sem cuecas no local de trabalho? ¿Não será que, muitas vezes, as mulheres procuram o próprio assédio por interesse próprio (por exemplo, para promoção da carreira profissional)?

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Sábado, 5 Maio 2018

A hipocrisia do movimento ‘feminista’ #metoo

 

Não sou que o digo: são mulheres intelectuais (coisa rara, aliás).

Desde logo uma conferência no Hillsdale College (Michigan, EUA) conduzida por Heather Mac Donald. Podem ver aqui a conferência toda, e em baixo um extracto da dita.

 

Vemos aqui uma intervenção pública da inglesa Melanie Philips acerca do mesmo assunto. E a professora universitária canadiana Janice Fiamengo faz a crítica do movimento #metoo e até do feminismo. E isto para não falar na crítica da feminista (de segunda geração) Germaine Greer ao movimento #metoo.

Mas, em Portugal, vemos mulheres estúpidas — por exemplo, uma tal Ana Sousa Dias — que escrevem nos me®dia e fazem a apologia do #metoo.

Quarta-feira, 2 Maio 2018

O feminismo é isto

 

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Quarta-feira, 4 Abril 2018

Sobre o caso Nasim Aghdam

 

nasin-animalista-webOs me®dia já se esqueceram do episódio de ontem do ataque às instalações do YouTube na Califórnia, porque o caso em si não serve a narrativa de Esquerda. Quem cometeu o crime não era um homem branco heterossexual e rico; por isso, não interessa aos me®dia prosseguir com a cumbersa sobre esse assunto.


O caso de Nasim Aghdam causou-me algum incómodo psicológico, porque ela tinha alguma razão de queixa em relação ao YouTube — embora essa razão de queixa não justificasse uma acção que poderia colocar em causa a vida de gente inocente. O YouTube, assim como o FaceBook e o Twitter, praticam a censura política de forma aberta e descarada, e de tal forma que o senador republicano Ted Cruz já defende a intervenção do Estado em relação ao FaceBook :

“By making editorial judgments about what counts as “quality” news, Facebook has shifted from a neutral platform to a publisher with an editorial opinion. As Sen. Ted Cruz explained to representatives of the tech giants in January, this undermines the case for continued legal immunity under Section 230 of the Communications Decency Act, which exempts online platforms from legal liability for content posted by their users”.


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Quinta-feira, 29 Março 2018

O feminismo joga com as palavras: a indefinição e a ambiguidade ideológicas são armas políticas mortíferas

“Nada enoja mais o progressista do que a teimosia daquele que se recusa a trocar o que é certo pelo que é novo”.

Nicolás Gómez Dávila


 

O Júlio Machado Vaz e a Gabriela Moita destilam veneno nos me®dia — puro veneno ideológico que pretende contribuir para a destruição da sociedade; é gente sem escrúpulos e moralmente deficiente.

Gente como Júlio Machado Vaz e Gabriela Moita é execrável; faz-me lembrar o conceito de “traição dos intelectuais”, de Julien Benda — porque esses dois são o exemplo actual de “intelectuais” no pior sentido do termo: “o intelectual — esse típico representante da burguesia; e o esquerdista — esse fiel executante dos propósitos e dos ideais burgueses” (Nicolás Gómez Dávila).

Acerca da Gabriela Moita, vejo este artigo, assinado por uma tal Carla Amaro: “Como educar os rapazes para o feminismo”.

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Segunda-feira, 26 Março 2018

O sistema de quotas para mulheres é um absurdo que vamos todos pagar muito caro

Filed under: feminazismo,feminismo,Política,politicamente correcto — O. Braga @ 10:28 pm

“A Esquerda nunca atribui o seu fracasso ao erro de diagnóstico, mas antes à perversidade dos factos.”
Nicolás Gómez Dávila


O Ludwig Krippahl defende a ideia segundo a qual — em alternativa ao sistema de quotas — se devem facilitar as condições económicas de um determinado estrato populacional alegadamente desfavorecido :

“Este ano entra em vigor uma lei que impõe quotas de género na direcção de empresas públicas e empresas cotadas em bolsa. Visa obrigar a que haja mais mulheres nestes cargos. É uma má solução e um precedente perigoso.

No ensino superior, alunos provenientes de famílias pobres estão sub-representados. Uma criança nascida num bairro de lata ou numa aldeia pobre do interior dificilmente irá tirar um curso superior. Esta injustiça corrige-se mitigando os efeitos injustos da pobreza. É preciso subsidiar transportes e refeições, melhorar o ensino básico gratuito e acabar com as propinas, por exemplo. Impor quotas para candidatos pobres não iria resolver o problema e só iria criar uma nova injustiça ao preterir candidatos com melhor desempenho académico em favor de alunos mal preparados. Os sistemas de quotas são agnósticos às causas e servem apenas para disfarçar estatísticas”.

Vejamos um vídeo acerca da comunidade negra americana e o sistema de quotas para negros.


“A civilização é produto de actividades deliberadas; a cultura resulta de actuações involuntárias.”
Nicolás Gómez Dávila



A Esquerda nunca tem em consideração a cultura antropológica ou a cultura de uma determinada comunidade: a culpa dos fracassos de uma determinada comunidade restrita (que tem uma cultura própria) é sempre da sociedade em geral.
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Sábado, 10 Março 2018

O feminismo e a destruição do masculino na cultura antropológica

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A tentativa de destruição simbólica do masculino na cultura antropológica — concertada pelo marxismo cultural, e perpetrada pelo feminismo aliado ao homossexualismo.

Domingo, 4 Março 2018

O feminismo é ideologia radical, e produz naturalmente anti-corpos na sociedade

 

O feminismo começou com as mulheres sufragistas — que não tinham em conta que, naquela época, nem todos os homens podiam votar (portanto, não se tratava apenas de uma “discriminação contra as mulheres”).

Depois surgiu o feminismo de segunda vaga, tipo “betty friedan” que foi o feminismo da pornografia, do aborto, das tetas à mostra, e das lésbicas.

Hoje temos um feminismo de terceira vaga, mais destrutivo do tecido social e conotado com o marxismo cultural que pretende destruir a cultura antropológica sem deixar impressões digitais.

Por muito que as actuais feministas tentem dourar a pílula, o feminismo actual é anti-social (sociopatia).

Vemos, por exemplo, na Suécia (que é um país em que existe um partido político feminista que está no governo) em que um imigrante islâmico viola uma menina de 13 anos e apanha 2 meses de prisão; e uma mulher apanha 2 anos de prisão por uma piada “ofensiva” contra os muçulmanos.

O feminismo actual já não é “feminista” — no sentido em que o foco da política dita “feminista” já não é a condição feminina entendida em si mesma, mas antes é o da mulher inserida em um regime político neo-marxista e para-totalitário.

Este “feminismo” marxista cultural cria anti-corpos naturais em qualquer sociedade onde ainda subsista um resquício de espírito crítico.


Sweden has just announced that it will introduce a U.N. resolution on Iran’s human rights record—at the same time as its leaders are being ridiculed worldwide for selling out Iranian women’s rights in their visit this week to Tehran.

Hypocrisy: Sweden to present U.N. resolution on Iran’s human rights record

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Quinta-feira, 15 Fevereiro 2018

As bruxas: as feministas da Idade Média

Filed under: feminazismo,feminismo,Idade Média — O. Braga @ 6:25 pm

 

“ Yo no creo en brujas, pero que las hay, ¡las hay!”


Em 1395 foi publicada pela Faculdade de Teologia de Paris, uma decisão segundo a qual a ofensa a Deus (abnegação do 1º Mandamento) não era uma simples abjuração, mas antes era uma forma de idolatria — o que era uma consequência de a bruxaria ser (naquela época) considerada como uma ofensa ao 1º Mandamento, conforme a tradição da teologia católica; mas também era uma consequência do ensinamento de Jean Gerson segundo o qual a moral pertencia ao domínio da fé, o que dava autoridade ao Antigo Testamento que já considerava a bruxa como uma idólatra (como vemos, o conceito de “bruxa” é anterior ao Cristianismo).

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A ideia segundo a qual a feitiçaria era uma ofensa à “religião” (sendo que a feitiçaria seria organizada em uma ou várias seitas) conduzia à conclusão de que, através da bruxaria, o Diabo não era apenas um agente da actividade maléfica das bruxas, mas antes era o próprio objecto de culto das bruxas.

Em 1480 foi publicado pelos dominicanos Jacob Sprenger e Heirich Krämer (e com aprovação papal), o Malleus maleficarum (ou Martelo das Feiticeiras), que era uma descrição dos actos das bruxas. A partir daí, a bruxa passou a ser, a par com o usurário, um inimigo da raça humana.


Sendo que, no imaginário popular ou/e erudito, as feiticeiras ou bruxas se organizavam em seitas, não é difícil sabermos que as seitas ultra-puritanas (e gnósticas) dos cátaros ou albigenses, considerados os maiores rivais da ortodoxia medieval, foram identificadas com a bruxaria; e outro grupo puritano e gnóstico, também ele identificado com a bruxaria, a Vauderie ou Waldensianos, apenas conseguiu sobreviver, enquanto seita, nas escarpas dos Alpes ocidentais, afastados da comunidade católica.

Interessante, a diferença entre a feiticeira, por um lado, e o feiticeiro, por outro lado.

As feiticeiras, quando a sua ira era provocada, afligiam o corpo dos adultos e das crianças, matavam porcos, espalhavam a doença entre o gado — o conhecido “mau olhado” da bruxa —, tornavam os homens sexualmente impotentes, ou faziam cair tempestades para arruinar as colheitas de alguém. A simples misoginia não chega para explicar por que razão se pensava que a maior parte das criaturas maléficas seriam do sexo feminino.

As mulheres, especialmente se eram simultaneamente velhas, solteiras e de “poucos amigos”, eram como uma espécie de “monges”, e recorreriam a métodos excepcionais para conseguirem os seus objectivos — porque a sua condição existencial impedia-as de utilizarem os métodos supra-naturais convencionais e admitidos.


As bruxas eram portadoras de um ressentimento (a que hoje chamaríamos de “ressentimento feminista”), em contraposição com os feiticeiros que eram frequentemente membros do clero (católico): onde o feiticeiro actuaria pelo fogo e pela espada, a feiticeira actuaria pela doença e pela tempestade.

As bruxas não eram apenas inimigas de um determinado católico, mas faziam parte de uma conspiração geral contra a Igreja Católica. Por exemplo, as bruxas de Macbeth (Shakespeare) colaboravam com outras bruxas para ampliar o dano infligido à sociedade, e elas próprias não negavam que, por detrás de cada manifestação de maldade, se procurava a mão do inimigo universal, isto é, do próprio Diabo.

É ponto assente que se imaginava que as bruxas formavam uma “seita de maldade”, semelhante à dos cátaros ou da mesma espécie da dos Waldensianos — porque a seita era o tipo de dissidência que os ortodoxos (católicos) melhor conheciam.

Quarta-feira, 20 Dezembro 2017

O feminismo é a-científico: não reconhece nexo causal

 

Uma gaja que dá pelo nome de Paula Cosme Pinto escreve contra a “objectivação da mulher”, ou seja, contra o simbolismo cultural que transforma a mulher em um objecto sexual desprovido de dignidade intrínseca.

mulheres-vintage-webMas, no mesmo texto, a referida gaja escreve isto:

“Que fique claro, não estou com isto a dizer que uma mulher em lingerie não é um exemplo de força ou poder. E também nada, mesmo nada contra sensualidade e erotismo, mulheres com a carne que bem lhe apetece e agrada à mostra e demonstrações de liberdade sexual, bem pelo contrário. Mas, por favor, não nos resumam a isso. Convenhamos: há ou não há maneiras tão menos pornificadas de mostrar a força feminina?”

Ou seja, o nexo de causalidade cultural — que deu lugar à objectivação progressiva da mulher ao longo das últimas décadas — não se questiona: a gaja não coloca em causa a Revolução Sexual e marxista cultural que está na origem da generalização do símbolo da “mulher-objecto”; e, simultaneamente, a gaja critica as consequências da Revolução Sexual que ela não coloca em causa.

Seria como se a gaja apanhasse uma bebedeira e depois, no dia seguinte, culpasse o vizinho do lado pelo barulhos que lhe acentuassem a ressaca. Para a gaja, a culpa da ressaca não tem nada a ver com a bebedeira: a ressaca da gaja é (alegadamente) causada pelo vizinho que se peida ostensivamente e fala em voz alta.


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Domingo, 10 Dezembro 2017

A Suécia é um país governado por feministas, e onde crianças se casam com adultos Maomerdas

 

“Sweden must be the only country in the world where you can receive child benefit for your wife. We can thank our ‘feminist’ government and the spineless opposition”.

Stå Upp För Sverige

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Segunda-feira, 4 Dezembro 2017

Judith Butler não pode ser levada a sério

 

Dei com um texto assinado pelo Padre José Eduardo de Oliveira e Silva (brasileiro) acerca da ideologia de género segundo a americana Judith Butler. Convém dizer que os americanos, em geral e salvo honrosas excepções, sempre foram péssimos em criação filosófica.

Vejamos o que escreveu o Padre acerca da teoria da Judith Butler :

“Como ela mesma afirma, «o meu trabalho consiste em delinear a última etapa da batalha filosófica contra a vida do impulso, o esforço filosófico de domesticar o desejo como uma instância de lugar metafísico, a luta por aceitar o desejo como princípio de deslocamento metafísico e dissonância psíquica e o esforço orientado por deslocar o desejo  com o fim de derrotar a metafísica  da identidade» (Subjects of desire, p. 15).

Obviamente, para ela, como o desejo não se realiza de acordo com um sujeito que lhe dê suporte, o «eu» seria apenas um discurso. Não haveria um “ser” por detrás do desempenho do género. Seriam estes desempenhos, estas acções, que constituiriam a ficção do sujeito, pois esta ficção seria requerida pelo discurso que nós herdamos da metafísica  da substância, discurso que, segundo ela, precisamos superar (Problemas de género, p. 56)”.


judith-butler-webEu nunca li nada escrito por aquela criatura, mas, a julgar pela amostra, ela contradiz-se — porque o conceito de “género” (por contraposição ao “sexo”) baseia-se na cultura narcísica pós-moderna que se apoderou da nossa sociedade, narcisismo esse que pressupõe a absolutização do sujeito e a supremacia da subjectividade.

A ideia da criatura, segundo a qual “o desejo pode existir sem sujeito”, é um absurdo; e está em contradição com a essência da ideologia de género que, embora considere que os “papéis de género” são construções culturais e sociais, baseia a sua doutrina na absolutização do sujeito e a supremacia da subjectividade.

Se, como escreve o Padre, para a Judith Butler “a feminilidade e a masculinidade são acções desligadas da biologia”, teríamos que saber qual a origem alternativa da feminilidade e da masculinidade — porque se “a masculinidade e a feminilidade não provêm da biologia”, ¿provêm de onde!? ¿qual a sua origem, a sua causa? ¿onde fomos (e ela própria, também) buscar os conceitos de “masculinidade” e de “feminilidade”?

Convém aqui falar novamente do conceito de “ideologia” segundo Hannah Arendt: todo o pensamento ideológico (as ideologias políticas) contém três elementos de natureza totalitária:

1/ a pretensão de explicar tudo;

2/ dentro desta pretensão, está a capacidade de se afastar de toda a experiência;

3/ a capacidade de construir raciocínios lógicos e coerentes que permitem crer em uma realidade fictícia a partir dos resultados esperados por via desses raciocínios — e não a partir da experiência.


“Reduzir a filosofia à análise linguística equivale a assumir que apenas há pensamento alienígena.”

→ Nicolás Gómez Dávila

Por exemplo, para a Judith Butler (e segundo o Padre), “a linguagem é o conjunto de actos, repetidos ao longo do tempo, que produzem efeitos de realidade que acabam sendo percebidos como ‘factos’.

O nazi Goebbels disse a mesma coisa de outra maneira: “uma mentira mil vezes repetida acaba por se tornar verdade”.

Aqui há (da parte da Butler) uma inversão de valores lógicos: para ela, não são os dados da experiência que determinam os conceitos elaborados pela linguagem, mas antes é a linguagem que inventa a realidade a seu bel-prazer e independentemente de qualquer objectividade. Aqui, a Butler já volta à absolutização do sujeito, quando anteriormente negou ao sujeito a sua ontologia.

O conceito de “construção variável da identidade” (segundo a Butler) é uma contradição em termos — porque se a identidade é variável, deixa de ser idêntica. Ou seja, o princípio axiomático (axioma) sobre o qual a Butler constrói a premissa está logicamente ferido de morte.

O texto é longo e não há paciência para o dissecar aqui. Apenas resta dizer que o que a Judith Butler produz, não é filosofia: é ideologia.

Para que valha a pena falsificar notas de Euro, terá que haver notas legais; de modo semelhante, a noção de “ideologia” carece de fundamento se não houver uma teoria de autenticidade acerca do mundo objectivo. E o relativismo axiológico da Judith Butler (“a verdade não existe”) não é teoria da Razão, mas antes é uma ideologia do orgulho.

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