perspectivas

Quarta-feira, 20 Dezembro 2017

O feminismo é a-científico: não reconhece nexo causal

 

Uma gaja que dá pelo nome de Paula Cosme Pinto escreve contra a “objectivação da mulher”, ou seja, contra o simbolismo cultural que transforma a mulher em um objecto sexual desprovido de dignidade intrínseca.

mulheres-vintage-webMas, no mesmo texto, a referida gaja escreve isto:

“Que fique claro, não estou com isto a dizer que uma mulher em lingerie não é um exemplo de força ou poder. E também nada, mesmo nada contra sensualidade e erotismo, mulheres com a carne que bem lhe apetece e agrada à mostra e demonstrações de liberdade sexual, bem pelo contrário. Mas, por favor, não nos resumam a isso. Convenhamos: há ou não há maneiras tão menos pornificadas de mostrar a força feminina?”

Ou seja, o nexo de causalidade cultural — que deu lugar à objectivação progressiva da mulher ao longo das últimas décadas — não se questiona: a gaja não coloca em causa a Revolução Sexual e marxista cultural que está na origem da generalização do símbolo da “mulher-objecto”; e, simultaneamente, a gaja critica as consequências da Revolução Sexual que ela não coloca em causa.

Seria como se a gaja apanhasse uma bebedeira e depois, no dia seguinte, culpasse o vizinho do lado pelo barulhos que lhe acentuassem a ressaca. Para a gaja, a culpa da ressaca não tem nada a ver com a bebedeira: a ressaca da gaja é (alegadamente) causada pelo vizinho que se peida ostensivamente e fala em voz alta.


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Domingo, 10 Dezembro 2017

A Suécia é um país governado por feministas, e onde crianças se casam com adultos Maomerdas

 

“Sweden must be the only country in the world where you can receive child benefit for your wife. We can thank our ‘feminist’ government and the spineless opposition”.

Stå Upp För Sverige

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Segunda-feira, 4 Dezembro 2017

Judith Butler não pode ser levada a sério

 

Dei com um texto assinado pelo Padre José Eduardo de Oliveira e Silva (brasileiro) acerca da ideologia de género segundo a americana Judith Butler. Convém dizer que os americanos, em geral e salvo honrosas excepções, sempre foram péssimos em criação filosófica.

Vejamos o que escreveu o Padre acerca da teoria da Judith Butler :

“Como ela mesma afirma, «o meu trabalho consiste em delinear a última etapa da batalha filosófica contra a vida do impulso, o esforço filosófico de domesticar o desejo como uma instância de lugar metafísico, a luta por aceitar o desejo como princípio de deslocamento metafísico e dissonância psíquica e o esforço orientado por deslocar o desejo  com o fim de derrotar a metafísica  da identidade» (Subjects of desire, p. 15).

Obviamente, para ela, como o desejo não se realiza de acordo com um sujeito que lhe dê suporte, o «eu» seria apenas um discurso. Não haveria um “ser” por detrás do desempenho do género. Seriam estes desempenhos, estas acções, que constituiriam a ficção do sujeito, pois esta ficção seria requerida pelo discurso que nós herdamos da metafísica  da substância, discurso que, segundo ela, precisamos superar (Problemas de género, p. 56)”.


judith-butler-webEu nunca li nada escrito por aquela criatura, mas, a julgar pela amostra, ela contradiz-se — porque o conceito de “género” (por contraposição ao “sexo”) baseia-se na cultura narcísica pós-moderna que se apoderou da nossa sociedade, narcisismo esse que pressupõe a absolutização do sujeito e a supremacia da subjectividade.

A ideia da criatura, segundo a qual “o desejo pode existir sem sujeito”, é um absurdo; e está em contradição com a essência da ideologia de género que, embora considere que os “papéis de género” são construções culturais e sociais, baseia a sua doutrina na absolutização do sujeito e a supremacia da subjectividade.

Se, como escreve o Padre, para a Judith Butler “a feminilidade e a masculinidade são acções desligadas da biologia”, teríamos que saber qual a origem alternativa da feminilidade e da masculinidade — porque se “a masculinidade e a feminilidade não provêm da biologia”, ¿provêm de onde!? ¿qual a sua origem, a sua causa? ¿onde fomos (e ela própria, também) buscar os conceitos de “masculinidade” e de “feminilidade”?

Convém aqui falar novamente do conceito de “ideologia” segundo Hannah Arendt: todo o pensamento ideológico (as ideologias políticas) contém três elementos de natureza totalitária:

1/ a pretensão de explicar tudo;

2/ dentro desta pretensão, está a capacidade de se afastar de toda a experiência;

3/ a capacidade de construir raciocínios lógicos e coerentes que permitem crer em uma realidade fictícia a partir dos resultados esperados por via desses raciocínios — e não a partir da experiência.


“Reduzir a filosofia à análise linguística equivale a assumir que apenas há pensamento alienígena.”

→ Nicolás Gómez Dávila

Por exemplo, para a Judith Butler (e segundo o Padre), “a linguagem é o conjunto de actos, repetidos ao longo do tempo, que produzem efeitos de realidade que acabam sendo percebidos como ‘factos’.

O nazi Goebbels disse a mesma coisa de outra maneira: “uma mentira mil vezes repetida acaba por se tornar verdade”.

Aqui há (da parte da Butler) uma inversão de valores lógicos: para ela, não são os dados da experiência que determinam os conceitos elaborados pela linguagem, mas antes é a linguagem que inventa a realidade a seu bel-prazer e independentemente de qualquer objectividade. Aqui, a Butler já volta à absolutização do sujeito, quando anteriormente negou ao sujeito a sua ontologia.

O conceito de “construção variável da identidade” (segundo a Butler) é uma contradição em termos — porque se a identidade é variável, deixa de ser idêntica. Ou seja, o princípio axiomático (axioma) sobre o qual a Butler constrói a premissa está logicamente ferido de morte.

O texto é longo e não há paciência para o dissecar aqui. Apenas resta dizer que o que a Judith Butler produz, não é filosofia: é ideologia.

Para que valha a pena falsificar notas de Euro, terá que haver notas legais; de modo semelhante, a noção de “ideologia” carece de fundamento se não houver uma teoria de autenticidade acerca do mundo objectivo. E o relativismo axiológico da Judith Butler (“a verdade não existe”) não é teoria da Razão, mas antes é uma ideologia do orgulho.

Domingo, 3 Dezembro 2017

O puritanismo do feminismo

 

O chamado “discurso feminista” é, do ponto de vista formal, muito semelhante ao velho discurso da crítica marxista à sociedade de classes que ouvíamos e líamos logo a seguir ao 28 de Abril de Troca-o-passo — mas que, à medida em que o tempo foi passando, a experiência foi demonstrando que existe uma Natureza Humana que não podemos eliminar, sob pena de sermos tentados a eliminar o próprio ser humano. Aliás, foi o que fez o marxismo a mais de 100 milhões de seres humanos: eliminou-os em nome de uma utopia e de uma ideologia.

Neste sentido, o discurso feminista é extremamente perigoso, porque coloca em causa a natureza do ser humano enquanto tal, sem oferecer alternativas comportamentais que não se baseiem na repressão e no totalitarismo em nome de um ideal.

gorda_gay-webQuando lemos este texto publicado no jornal Púbico e escrito por uma tal Mariana Duarte, verificamos que o politicamente correcto actual tem uma visão extremamente negativa da sexualidade masculina, porque esta é (alegadamente) um impedimento ao ideal da igualdade literal entre os sexos — na medida em que a sexualidade masculina torna impossível a conciliação entre o ideal de “igualdade de género”, por um lado, e os mecanismos do desejo sexual humano, por outro lado. O corolário desta inconciliação é uma forma de puritanismo anti-masculino (e é anti-masculino porque o assédio sexual lésbico, por exemplo, é tolerado pelo politicamente correcto).

Depois da revolução sexual protagonizada pela Esquerda da década de 1960 e segundo o ideário do feminismo de segunda vaga e dos marxistas herdeiros da Escola de Frankfurt, o feminismo actual é um feminismo puritano e anti-masculino que vê no homem um impedimento ontológico para a “igualdade entre géneros”.

O sexo natural (ou seja, heterossexual) deixou de encaixar no ideal de “igualdade de géneros”.

Isto significa que o feminismo actual está em contradição com o feminismo da década de 1960, uma vez que o feminismo actual coloca em causa a própria revolução sexual — uma vez que defende uma espécie de “moral sexual” que contradiz a revolução sexual pós-moderna.

Perante a impossibilidade de encontrar (uma putativa e alegada) justiça no relacionamento sexual entre os dois sexos, o feminismo actual faz apelo à vergonha e ao controlo sexual primordial (o que é uma nova forma de puritanismo).

Para o feminismo e para a Esquerda em geral, o desejo sexual masculino é demasiado “brutal” para poder ser identificado com as noções esquerdistas de “igualdade sexual”. E a única solução que o feminismo encontra para o problema é exigindo do homem um constante sentimento de culpa em relação à sua própria ontologia — porque, para a Esquerda, não pode existir uma diferença significante entre o homem e a mulher: o sexo (sendo uma qualidade pré-determinada) pode-se tornar irrelevante; segundo o politicamente correcto, os homens podem ver nas mulheres “seres iguais” no sentido em que as mulheres podem ser tratadas pelos homens da mesma forma que os homens tratam outros homens.

“É preciso deixar bem claro que o assédio sexual pode implicar não só agressão (ou tentativa de agressão) e contacto físico não consensual, como também insinuações, comentários, piadas, olhares intimidatórios, convites e propostas de teor sexual que não são desejados por quem os recebe. É uma invasão do espaço privado da pessoa, reduzindo-a a um objecto pronto a usar. Não é um elogio, é humilhação”.

Ou seja, para o feminismo não há qualquer diferença entre o assédio sexual propriamente dito (que decorre da assimetria de Poder institucional), por um lado, e o simples piropo, por mais singelo que seja, por outro lado.

Reparem no conceito de “olhar intimidatório”, que é puramente subjectivista: qualquer olhar pode ser transformado em um “olhar intimidatório”, dependendo da subjectividade da mulher — salvo o olhar de uma lésbica em relação a uma mulher que nunca é intimidatório nem é assediante, como é o caso o olhar da Ellen DeGeneres em relação a Katy Perry, conforme tuite aqui em baixo: imaginem o que aconteceria, nos me®dia (e no jornal Púbico) se uma figura pública masculina fizesse no Twitter uma observação idêntica à da lésbica Ellen DeGeneres.

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Sábado, 18 Novembro 2017

As feministas querem censurar a linguagem e destruir o discurso do senso-comum

Filed under: feminazismo,feminismo,politicamente correcto — O. Braga @ 6:16 pm

 

As putas feministas (passo a redundância) não gostam da linguagem do Bruno de Carvalho; e, vai daí, pretendem censurar-lhe a linguagem e destruir o discurso do senso-comum.

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Quinta-feira, 16 Novembro 2017

Homo-correctness against men

Segunda-feira, 13 Novembro 2017

A estratégia da auto-vitimização politicamente correcta

 

Da Fernanda Câncio, a gente já sabe da anormalidade; mas a besta do Paulo Baldaia, foi uma surpresa. Com o seu artigo, o Paulo Baldaia sancionou pessoalmente merda desta.

O feminismo de terceira geração — o chamado “feminazismo” — caracteriza-se pela auto-vitimização que se transforma em uma forma de agressão anti-masculina. Assumir-se como vítima endémica passou a ser uma forma de agressão, não só para o feminazismo, mas também para o marxismo cultural em geral (a chamada “política identitária”). Vemos aqui em baixo um exemplo da auto-vitimização da “política identitária” marxista cultural.

 

Outra característica do feminazismo — de que a Fernanda Câncio é o perfeito exemplo — é a falácia da generalização : pega-se em meia-dúzia de exemplos (ou uma dúzia, que seja) e cria-se uma lei geral que conduz invariavelmente à auto-vitimização.

O politicamente correcto tem imensa dificuldade em conceber um juízo universal, o que é característica de um nominalismo radical e irracional. A mente marxista cultural é anti-científica.

Finalmente, o feminazismo assume um novo tipo de puritanismo religioso. Quem ler a Fernanda Câncio é transportado para o tempo dos calvinistas do século XVII em Inglaterra.

Sábado, 11 Novembro 2017

O Paulo Baldaia é um chico-esperto activo na destruição do discurso

 

É pena que ele seja adepto do FC Porto; calhava melhor no clube do Sistema Político.


Quando alguém mete o “piropo” em um mesmo saco com o “assédio sexual” (que decorre de uma posição de domínio de quem assedia), estamos perante uma criatura que só tem ranho na cabeça.

O oportunismo jornalístico do burro com duas pernas é escandaloso.

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“Assédio sexual” não é a mesma coisa que “piropo”!

O assédio sexual pressupõe a existência de um Poder Fáctico por parte de quem assedia; pressupõe a existência de uma condição de dominação real e concreta que determina uma assimetria das relações de poder entre a vítima e o assediador. Por outro lado, o assédio sexual pressupõe a violação sistemática da intimidade da vítima por parte de quem assedia.

O piropo não é nada disso. O piropo é uma “boca” ocasional, que pode ser, mais ou menos, socialmente polida e eticamente aceitável.

O Paulo Baldaia, na sua condição de chico-esperto, contribui activamente para a destruição da linguagem, o que faz parte de uma estratégia política mais alargada da destruição do discurso — sendo que “discurso”, neste caso, significa a troca espontânea de símbolos linguísticos através das quais as pessoas (do povo, em geral) se encontram e se reconciliam nos seus variados interesses.

Quando o idiota útil Baldaia (ele diz que é menchevique) confunde “piropo” com “assédio sexual”, está a destruir a linguagem e, por essa via, a destruir o discurso — minando assim a liberdade em circulação na sociedade, e seguindo, portanto, o ideário totalitário da Nova Esquerda em relação ao qual o burro diz “ser contra”. Cavalgadura dos me®dia!

Segunda-feira, 6 Novembro 2017

¿Quais são os limites do feminismo nos costumes?

 

ripped-jeans-webUm advogado egípcio (¿ou será “egício”?) defendeu, em um programa de televisão, que uma mulher que ande com metade do rabo à mostra na rua deve ser assediada sexualmente e mesmo violada. Quando vi o vídeo achei (no mínimo) estranha a solução encontrada para o problema — de facto, trata-se de um problema: ¿Até onde vai a “liberdade” feminista? ¿Existirá, um dia destes, o direito de uma mulher andar nua na rua?

Uma literatiqueira que dá pelo nome de Bárbara Wong constrói aqui uma narrativa de mau gosto literário (tinha que ser no jornal Púbico) que se resume em dois pontos:

1/ quando ela tinha 12 ou 13 anos, era criticada pelo povo da aldeia por andar de calções na rua;

2/ hoje, ela orgulha-se da sua (dela) filha e dos seus calções de ganga. “Não sou eu que tenho de mudar, são eles que têm de me respeitar, responde-lhe a filha.

¿Até onde — ou até que ponto — “eles” terão que “as” respeitar?

A partir de certo ponto, já não falamos de “respeito” por elas, mas antes de indiferença ou até de desprezo. Como escreveu G. K. Chesterton :

“A tolerância moderna é realmente uma tirania. É uma tirania porque é um silêncio”.

Hoje, aparece uma mulher na rua com o rabo à mostra, e o que acontece é um silêncio geral que pode traduzir desprezo ou indiferença.

“Estudos recentes revelam que os níveis de esperma de homens no Ocidente desceram 60% desde 1971, evocando a grande distopia de P.D. James «Os Filhos dos Homens», com a sua visão de uma sociedade que já não se consegue reproduzir.

(…)

Na sociedade estéril de P.D. James, o sexo entre os jovens tornou-se «o menos importante dos prazeres sensoriais do homem». E embora os homens e as mulheres ainda se casem, é frequentemente com pessoas do mesmo sexo. O desejo sexual diminuiu a par da fertilidade masculina, não obstante os esforços do Governo para estimular o desejo através de lojas de pornografia patrocinadas pelo Estado”.

Níveis de esperma: Colher o que semeámos

O enorme problema das feministas é o de que, apesar de sentirem, não pensam.

Quarta-feira, 25 Outubro 2017

A Maria quer sol na eira e chuva no nabal

 

Também eu queria; mas não é possível. Se bem que chove, ou faz sol.

Desde que Simone Beauvoir escreveu o livro “O Segundo Sexo” — em que defendeu a ideia segundo a qual a feminilidade não é um facto biológico, mas antes é imposta pela sociedade à mulher — que o diabo anda à solta. Ou seja, a mulher abriu a “caixa de Pandora”, e agora culpa o homem.

A irracionalidade do feminismo foi acolhida carinhosamente pela Esquerda; uma das coisas que a Esquerda faz muito bem é manipular a irracionalidade do Romantismo (seja feminista, ou outro qualquer) a seu favor. Obviamente que há homens na Esquerda. Mas o homem, em geral e em abstracto, não pode ser responsabilizado pela aliança esdrúxula entre o feminismo e o marxismo (que se traduz, por exemplo, na aliança entre Simone Beauvoir e Jean-Paul Sartre).

A ideia do “sexo como construção social” teve origem feminista.

A irracionalidade feminista passou a estar na moda, com o patrocínio do marxismo. A ideia delirante do Bloco de Esquerda e do Partido Socialista, segundo a qual as crianças podem “mudar de sexo” (como se fosse possível mudar de sexo) aos 16 anos sem permissão dos pais, tem origem na mulher.

A partir do momento em que a mulher passou a votar, o Estado começou paulatinamente a crescer a olhos vistos. Foi a mulher que engordou o Estado com o seu voto. A ideia de “Estado Social” é uma ideia que floresceu essencialmente a partir do voto das mulheres.

Não se trata aqui de misoginia: trata-se de dizer a verdade; ou então, a Maria pensa que a verdade é misógina.

Quando o homem recusa a efeminização que a mulher pós-moderna exige, a Maria diz que “o homem é supremacista”. Mas, por outro lado, é essa mesma mulher pós-moderna (incluindo a Maria) que despreza os maneirismos efeminados dos homens convertidos à causa feminista. E, ainda assim, parece que somos obrigados a aturar as maluqueiras e a irracionalidade das mulheres ditas “intelectuais”.

Terça-feira, 24 Outubro 2017

A histeria me(r)diática acerca do caso da Maria Madalena que levou porrada do amante e do ex-marido

 

Vemos uma história extraordinária de uma mulher que levou porrada do ex-marido com a ajuda do amante dela. A história é extraordinária exactamente por isso: amante e ex-marido colaboram na ensaboadela à referida mulher (vamos chamar-lhe “Maria Madalena”). Ela deve ser um bom traste.

Não liguei muito à história até que ouvi a Graça Franco, na Rádio Renascença, a perorar à moda das esganiçadas do Bloco de Esquerda.


A pergunta que se deve fazer é a seguinte: ¿a aplicação da lei foi correcta? Resposta: sim.

O tribunal de primeira instância aplicou correctamente a lei, segundo o Artº 146 § a) do Código Penal que dá pena de prisão até dois anos ou pena de multa, referindo-se às circunstâncias expostas no Artº 133 e no contexto dos factos definido pelo Artº 144.

Normalmente, e não é só neste caso, quando a pena é inferior a três anos e o réu não é reincidente, o juiz dá pena suspensa. Foi o que aconteceu neste caso do ex-marido da Maria Madalena. Mas a sanha feminazi quer sangue.

Os incendiários, por exemplo, que são responsáveis pela morte de dezenas de pessoas, apanham pena suspensa de acordo com a merda da lei que temos; mas as putas e os putos que povoam os nossos me®dia queriam que o ex-marido da Maria Madalena sofresse as consequências de uma lei que não existe.

Portanto, já vimos que, no caso da Maria Madalena, a lei foi aplicada correctamente — embora seja discutível se a lei é correcta; mas isto é outro assunto.

O que aborreceu a Graça Franco, as putas e os putos dos me®dia, e as esganiçadas do Bloco de Esquerda, foram os juízos de valor acerca do adultério feitos pelos juízes do tribunal da Relação do Porto. A opinião do putedo e do panascal é a de que os juízes se devem abster de juízos de valor, excepto se esses juízos de valor forem ao encontro da opinião deles.

Ou a Rádio Renascença já não se distingue da TSF, ou a Graça Franco precisa de emigrar para outras paragens.

Os juízes são livres de emitir juízos de valor, desde que a lei seja aplicada correctamente.

Uma vez, um juiz comunista disse-me que “o roubo é apenas transferência de propriedade”, e que, por isso, “o roubo não tem grande mal”. Eu não gostei desse juízo de valor, mas caguei nele e no juiz. O que me interessa saber é se a lei se aplicou de forma correcta. Podemos questionar se a lei é mais ou menos permissiva; mas isso é assunto que compete ao paralamento alterar, e não aos juízes.

Sábado, 21 Outubro 2017

A igualdade doentia da Esquerda

 

O conceito de “igualdade” tornou-se doentio quando a Esquerda defende que o tarado sexual Harvey Weinstein tratou as mulheres de forma igual, alegadamente porque também tentou violar mulheres negras.

Ou seja, segundo a Esquerda, o Harvey Weinstein não é racista, porque não atacou exclusivamente as mulheres brancas — e porque, alegadamente, as mulheres negras também têm o direito a serem violadas.

Se temos que violar as mulheres, então que as violemos independentemente da raça, sexo, género, e orientação sexual. E ficamos todos contentes.

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