perspectivas

Sábado, 21 Outubro 2017

A igualdade doentia da Esquerda

 

O conceito de “igualdade” tornou-se doentio quando a Esquerda defende que o tarado sexual Harvey Weinstein tratou as mulheres de forma igual, alegadamente porque também tentou violar mulheres negras.

Ou seja, segundo a Esquerda, o Harvey Weinstein não é racista, porque não atacou exclusivamente as mulheres brancas — e porque, alegadamente, as mulheres negras também têm o direito a serem violadas.

Se temos que violar as mulheres, então que as violemos independentemente da raça, sexo, género, e orientação sexual. E ficamos todos contentes.

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Quarta-feira, 4 Outubro 2017

Feminismo : Entrevista de Carolina Reis a Clarice Falcão

 

“A palavra [feminismo] volta e meia é estigmatizada, como se fosse o contrário de machismo. Mas além de as pessoas não entenderem, há muita gente mal intencionada. Há um retrocesso muito grande e muita misoginia, há muita gente com ódio de mulheres. É como se sentissem que estamos a roubar o lugar de alguém, mas é um lugar que sempre foi nosso. É muito confortável a posição de homem branco, de mandar em tudo.

Entrevista de Carolina Reis a Clarice Falcão

clarice-falcao-web

Vemos aqui em baixo algumas imagens que traduzem a “confortável posição do homem branco” que pretende “mandar em tudo” — o que dá razão às feministas e ao imbecil colectivo.

islamismo-escravatura-mulheres-web

islamismo-mulheres-para-venda1Nunca veremos uma feminista criticar o Islamismo; jamais!, porque a cultura europeia é que é uma merda!

Terça-feira, 3 Outubro 2017

A Rita Silva Avelar, o feminismo e a emasculação do homem

 

A Ritinha escreve o seguinte:

« Nunca dizer que se deve fazer ou deixar de fazer uma coisa por se ser rapariga. Esta é uma das ideias reforçadas por Adichie no seu livro. O mesmo para os rapazes: a formação de estereótipos deve evitar-se na infância. Um dos exemplos dados no livro é o de cozinhar. "Saber cozinhar não é um conhecimento pré-instalado na vagina, cozinhar é algo que se aprende", escreve a autora”. »

Vamos ver a definição nominal de “estereótipo”:

  • Ideia, conceito ou modelo que se estabelece como padrão.
  • Ideia ou conceito formado antecipadamente e sem fundamento sério ou imparcial. = PRECONCEITO
  • Coisa que não é original e se limita a seguir modelos conhecidos. = LUGAR-COMUM

Quando a Ritinha burrinha diz que “a formação de estereótipos deve evitar-se na infância”, apenas defende a formação de tipos diferentes de estereótipos (quando comparados com os ditos “estereótipos tradicionais”: ou seja, ela não deixa por isso de defender a formação de estereótipos).

feminidade e feminismo-web

feminismo actual webVoltamos a cair no mesmo erro romântico da negação da metafísica: é que a negação da metafísica é, ela mesma, uma forma de metafísica. De modo análogo, a negação de estereótipos é uma forma de estereótipo; a negação de determinados padrões é, em si mesmo, um padrão. O que me admira é que os livros feministas sejam lidos por homens que se julgam “inteligentes”.

Todo o ser humano tem preconceitos (incluindo a Ritinha burrinha): a diferença está no preconceito negativo, que é aquele que se transformou em dogma, por um lado, e por outro lado o preconceito positivo que é aquele que está aberto à discussão. O feminismo aliado à Ideologia de Género (defendido pela Ritinha burrinha) assumem a forma de preconceito negativo, uma vez que se transformaram a “igualdade”, em dogma.

Naturalmente que “cozinhar é algo que se aprende”; por isso é que os melhores cozinheiros do mundo são homens (vá-se lá saber por quê !).

O problema tem a ver com a divisão de trabalho, ou com a forma como o trabalho é, ou não é, dividido entre o homem e a mulher. Por exemplo, está cientificamente verificado que uma das razões (senão mesmo a razão principal) da extinção do homem de Neanderthal foi a ausência da divisão de trabalho entre o homem e a mulher: a mulher Neanderthal acompanhava o homem quando este ia à caça, e por isso ela deixava a prole no acampamento (as crianças) abandonada e mal alimentada. A exumação de ossadas comprovou que — ao contrário do que normalmente acontecia com o homo sapiens que dividia o trabalho entre a mulher e o homem — as crianças de Neanderthal eram muito mal alimentadas por causa da ausência sistemática da mãe e da mulher.

Ou seja: o feminismo pretende transformar o Homo Sapiens em Homo Neanderthalensis: desejo muita sorte às feministas — por exemplo, com o advento do Islão na Europa; com jeitinho, converto-me ao Islão para combater o feminismo e para evitar a castração cultural do homem.

O homem idealizado pelas feministas é eunuco.

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« A justiça e a igualdade de direitos são conceitos reforçados por Nuria Varela em Feminismo para Principiantes. Nele, a autora explica que "o contrário da igualdade é a desigualdade, não a diferença; todos e todas somos diferentes e isso é maravilhoso nos seres humanos, mas o problema começa quando sobre essa diferença construímos desigualdades". E é por isso importante, e referindo-se aos filhos, "ensinar-lhes que não sejam indiferentes à injustiça e à desigualdade, para que sejam adultos solidários e comprometidos em tornar o mundo cada vez mais justo". »

A desigualdade injusta não se cura com igualdade, mas antes com desigualdade justa (Nicolás Gómez Dávila).

STOP-opressing-me-feminism-400-webA Ritinha burrinha confunde (como faz toda a Esquerda) “igualdade”, por um lado, com “identidade”, por outro lado. A Ritinha burrinha, mesmo que não tenha consciência disso, é comunista. A igualdade de direitos (ou igualdade cívica e política), isto é, a “igualdade perante a lei”, é diferente da “igualdade social” segundo Karl Marx que a Ritinha burrinha defende.

A “igualdade perante a lei” baseia-se numa ideia de igualdade natural entre os Homens (extenditur ad speciem humanam, et etiam feminis); isto não significa que todos tenham o mesmo Poder ou as mesmas características, mas que têm uma dignidade igual.

Em contraponto, a “igualdade social” que a Ritinha burrinha defende, pretende igualar os meios e as condições de existência, orientando-se em direcção a um igualitarismo totalitário.

O feminismo, à semelhança da Ideologia de Género, é uma ideologia totalitária.

A Ritinha burrinha — tal como acontece com toda a Esquerda — identifica “diferença” com “hierarquia”, quando ela diz que “construímos desigualdades sobre as diferenças”. Sem tirar nem pôr.

A Ritinha burrinha sacrifica a liberdade individual em favor da igualdade; e esse sacrifício da liberdade individual tem como alvo principal as características biológicas endógenas (em juízo universal) do homem enquanto indivíduo e pessoa.

Ela confunde igualdade e identidade — porque a igualdade parte do princípio de que os indivíduos têm uma natureza ou uma dignidade comuns, mas não que são semelhantes em todos os outros aspectos. Igualdade e diferença são, portanto, perfeitamente conciliáveis.

E mais: a Ritinha burrinha não concebe que seja possível distinguir a “igualdade”, por um lado, e a “justiça”, por outro lado: a desigualdade social (ou entre sexos) não é injusta em si mesma, só o sendo quando impede os indivíduos de usufruir os seus direitos naturais (não confundir Direito Natural e Direito Positivo). Perante a desigualdade injusta, impõe-se a “equidade” (entre sexos, por exemplo) , que não é a mesma coisa que “igualdade”.

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Quinta-feira, 28 Setembro 2017

O feminismo é uma espécie de mulismo

 

Longe vão os tempos das sufragistas (ver em baixo imagem de uma sufragista que se prendeu com um cadeado a uma vedação, em sinal de protesto, cerca de 1900), que reclamavam por direitos inequívocos; hoje, as feministas não pretendem direitos: exigem privilégios. Isto aplica-se tanto à Joana Amaral Dias como a quem a critica, por exemplo, a uma tal Paula Cordeiro.

A suffragette chaining herself to railings in protest in the early 1900s-web.

O textículo da tal Paula é venenoso (ver em PDF); revela alguém que já sabe a cartilha de cor e salteado.

Mas a cartilha que ela decorou só serve para lidar com gente com QI abaixo de 90 — por exemplo, quando ela diz que “o feminismo existe por força do seu contrário”: ela não diz que “contrário” é esse; mas se a afirmação do feminismo (que ela defende) implica a negação do seu “contrário (seja qual for esse “contrário”), a negação de um não conduz automaticamente à afirmação do seu “contrário” (por exemplo: não possuir uma qualidade não significa obrigatoriamente possuir uma qualidade inversa).

Isto significa uma coisa muito simples (seguindo o raciocínio da Paula): o feminismo legitima o machismo. Eu costumo dizer que, sendo o feminismo o contrário do machismo, o feminismo é mulismo, porque a fêmea do macho é a mula.


Dentro da gama de privilégios que as feministas reclamam, está a condição de uma vida profissional sem “sabores agridoces” — como reclama a tal Paula.

Note-se que ninguém deve estar, à partida, dogmaticamente contra a existência de privilégios; o problema é o de saber se os privilégios concedidos (a uma pessoa ou a uma categoria de pessoas) contribuem decisivamente para a sobrevivência da sociedade. É por isso que a sociedade normalmente concede privilégios às instituições.

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Diz a Paula que a mulher portuguesa (e por extensão, a mulher ocidental) pode tomar decisões sobre o seu corpo (é claro que se refere ao aborto livre e grátis, mas pago com o meu dinheiro dos impostos); e, como termo de comparação da condição feminina, ela vai buscar a Arábia Saudita.

Por aqui vemos o discurso venenoso e pouco credível. A lógica é sempre a mesma: por exemplo, para justificar a legalização da eutanásia, eles vão buscar uma doença fatal que vitima uma pessoa em um milhão; para justificar o aborto grátis e à la carte, elas vão buscar (por exemplo) aquele caso excepcional daquela mulher que estava grávida de um feto sem cabeça. E por aí afora.

O irónico deste absurdo todo (que é o discurso feminista) é o de que a proposta de Joana Amaral Dias não é original: foi, em primeiro lugar, uma proposta do comuna inglês Jeremy Corbyn, para defesa das mulheres contra o real perigo dos Maomerdas que frequentam o Metro londrino.

Sexta-feira, 22 Setembro 2017

Esta classe política dita democrática não serve; ou o fim da democracia

 

Lendo aqui um bom pequeno texto (ver em ficheiro PDF) do Henrique Raposo acerca da dita “emancipação da mulher”; há quem lhe chame “autonomia”, desvirtuando o conceito de “autonomia”.

isabel-moreira-tinder-webDe desgraça em desgraça, o Ocidente pós-moderno (e Portugal também) tem hoje que escolher entre o radicalismo marxista cultural que sustenta o feminismo, por um lado, ou, por outro lado, o radicalismo islâmico que trata hoje a mulher como nunca o Cristianismo a tratou, até mesmo na Idade Média!

O problema cultural apontado pelo Henrique Raposo é agravado por “galináceos com vagina importante” — como por exemplo, Isabel Moreira, Paula Teixeira da Cruz, Teresa Leal Coelho, Raquel Varela, Catarina Martins e as outras esganiçadas do Bloco de Esquerda, etc. — que formam opinião em Portugal. Não me esqueço de a Isabel Moreira aconselhar publicamente às mulheres a frequência do TINDER.

A pergunta que se faz é a seguinte: ¿como é possível que uma criatura moralmente enfezada, como é a Isabel Moreira (entre outras quejandas), possa formatar a opinião pública?

E já agora outra pergunta: ¿quem controla os me®dia? Quando gente da pior espécie moral, como é por exemplo o psicopata Pinto Balsemão, detêm um certo Poder nos me®dia, não nos podemos admirar que gentalha como a Isabel Moreira ou a Catarina Martins tenha a primazia da opinião publicada.

Quando verificamos a decadência cultural da nossa sociedade, temos que seguir as conclusões e soluções até às últimas consequências.

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Quando a democracia defendida por gente da laia do Bilderberger Pinto Balsemão (por exemplo) conduz a sociedade para uma cultura antropológica decadente, somos obrigados pela lógica e pela razão a colocar em causa a própria democracia.

A democracia só é benéfica para a sociedade se existir nesta um verdadeiro “escol” (que não é a mesma coisa que “elite”) — no sentido dado por Fernando Pessoa a “escol”.

Quando o escol português é constituído por gente eticamente invertebrada e sociopata, como (por exemplo) Pinto Balsemão, não há democracia que se aconselhe: neste caso, a democracia conduz à completa desestruturação e decadência da nossa sociedade.

Ademais, a democracia é incompatível com o internacionalismo (ou seja, com o sacrifício da soberania) que a classe política defende: defender a democracia (como faz o Pinto Balsemão, por exemplo) e simultaneamente defender a alienação da soberania portuguesa em nome de um qualquer internacionalismo (por exemplo, o federalismo europeísta), é uma contradição em termos.

Por isso é que invertebrados morais e sociopatas, como por exemplo o Paulo Rangel, pertencem a uma escória nacional que faz da auto-contradição um instrumento de luta política (ver estimulação contraditória).

O que está a acontecer — não só em Portugal, mas no Ocidente em geral — é que a democracia tem vindo a conduzir as sociedades a uma polarização política que serve essencialmente os radicais marxistas sociopatas da laia do José Pacheco Pereira ou do Fernando Rosas (por exemplo), e o futuro da sociedade deixa de ter um grau credível de previsibilidade.

Em suma: só é possível uma boa democracia, em uma sociedade nacionalista/soberanista (ou seja, em uma nação soberana) e com um escol.

Terça-feira, 19 Setembro 2017

As feministas da FEMEN levam porrada dos Maomerdas

Filed under: feminazismo,feminismo,Islamismo,islamização,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 9:02 pm

 

As feministas do grupo FEMEN pensavam que os Maomerdas eram uma espécie de “católicos”.

E, vai daí, invadiram uma conferência dos Maomerdas em Paris, com as mamas à mostra. O resultado está à vista: verificaram que os Maomerdas não são católicos, porque expulsaram as feministas à porrada e ao pontapé.

 

Quarta-feira, 6 Setembro 2017

Inês Relvas: o feminismo é uma ideologia.

Uma das características da época actual é a negação da realidade, a convicção de que as coisas não existem em si mesmas mas apenas como projecção da nossa subjectividade.

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Esta demência contemporânea é uma consequência do Romantismo dos séculos XVIII e XIX (por exemplo, o jacobinismo da Revolução Francesa), que obliterou o Iluminismo: o racionalismo idealista é irracional, quando afirmou impunemente que o mundo se formava e mudava mediante “ideias” (por exemplo, Hegel); foi assim que nasceram as ideologias (“a lógica de uma ideia”, segundo a Hannah Arendt criticando o nazismo), estruturas de pensamento ou meras colecções de sinais que negam a realidade das coisas e submetem essa realidade à vontade humana que se crê capaz de a moldar a seu bel-prazer, rumo a um paraíso na Terra. (more…)

Quinta-feira, 31 Agosto 2017

A Maria João Marques consegue ser pior do que a Fernanda Câncio

 

Das mulheres que escrevem nos me®dia, não há ninguém mais repugnante que a Maria João Marques; ela consegue ser mais repugnante do que a Fernanda Câncio — porque esta toda a gente sabe que é de Esquerda e não engana ninguém.

A Maria João Marques é uma “feminazista de Direita”, o que é uma contradição em termos.

A Maria João Marques é especialista na argumentação sem argumentos válidos. Por exemplo, quando afirma aqui que o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada mente, mas ela nunca diz onde é que ele mente. “Ele mente! Prontos!”

E neste sentido, também é pior do que a Fernanda Câncio — que é o mais aproximado que temos da Maria João Marques: é que a Fernanda Câncio, mesmo entrando por uma interpretação delirante qualquer, fundamenta com argumentos (mesmo que em delírio interpretativo) aquilo que escreve.

Lendo o texto da Maria João Marques, fiquei sem saber em que é que o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada mente neste texto.

O único argumento da Maria João Marques que merece alguma atenção é uma falácia do espantalho, por um lado, e por outro lado é uma falácia tu Quoque. Ou seja, para a Maria João Marquês, o facto de um homem ser um putanheiro justifica perfeitamente que a respectiva mulher seja uma puta. Vemos aqui plasmada a falácia lógica tu Quoque. Escreve ela:

“Também é notório, pelo que vai escrevendo, que o articulista, apesar de padre católico, gostaria de um deus-juiz e não aprecia grandemente a misericórdia. Por isso aproveita para terminar o texto informando que Diana não se portou sempre como a sua posição exigia. Sinceramente, que nojo. Isto perante uma pessoa que já morreu, e que com todos os defeitos que teria (todos temos, e os de Gonçalo Portocarrero de Almada são gritantes), e problemas de saúde vários, tinha um inegável espírito de serviço, grande coragem e – algo que o articulista não percebe – empatia pelo sofrimento alheio. Mostrando o ranço que lhe vai na alma, apesar de declarar que Diana nem sempre se portou como devia, branqueia o comportamento do seu marido, falando na ‘alegada infidelidade conjugal de Carlos’. Bom, Carlos de Gales assumiu numa famosa entrevista televisiva que foi infiel a Diana. Não há nada de alegado nisto.”

Ademais, ela faz uso da falácia do espantalho, porque o artigo do Padre Gonçalo Portocarrero de Almada foca-se especificamente em Diana Duquesa de Gales — e é absurdo que a análise da personalidade, do carácter e do comportamento de uma determinada pessoa (neste caso, de Diana Spencer), dependa da personalidade, do carácter e do comportamento de terceiros!


Noutro artigo, a Maria João Marques acusa uma pessoa de agir de uma determinada forma, mas ao mesmo tempo utiliza o mesmo tipo de argumentário para criticar essa mesma pessoa.

« ‘Sabem quem deu indicação à Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) que ‘recomendou’ (pois) retirada dos cadernos da Porto Editora? O ministro da tutela, Eduardo Cabrita. O deputado socialista que em 2013, para fins políticos, chamou ‘frígida’ a Maria Luís Albuquerque. Cabrita é, além de malcriado e censor, um protozoário machista que não sabe debater política envolvendo uma mulher sem ir buscar ataques sexuais. Donde, para António Costa e PS, é o ministro ideal para tutelar a promoção da igualdade de género. »

Dizer que a Maria Luís Albuquerque é frígida, é “ataque sexual”; mas dizer que o dito cujo é um protozoário machista já não é ataque sexual — porque, pelo que parece, o “ataque sexual” só se define por “coisas feitas na cama”. Por este andar, a Maria João Marques deixará de ver a diferença entre “uma bica e um queque”, por um lado, e “um bico e uma queca”, por outro lado.

A Maria João Marques é daquele género de mulher que faz com que um machista empedernido se sinta orgulhoso.


A realidade é sexista

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Quarta-feira, 23 Agosto 2017

A Maria João Marques merece a lei da Sharia

 

Um sueco disse-me (há dias) que — devido à forma como as mulheres suecas, escudadas pela lei, tratam os homens suecos —, com o advento da Sharia islâmica, não se iria opôr à islamização do país.

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O feminismo é uma guerra política contra o masculino.

Neste aspecto, a Maria João Marques não se distingue das esganiçadas do Bloco de Esquerda.

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Eu começo a dar razão ao meu amigo sueco, quando verifico que feministas como a Maria João Marques começam a perceber o contra-senso do “feminismo contra o patriarcado da cultura cristã”. Elas não sabem o que as espera… venha daí o Islamismo, que “eu alinho”; e bico calado! (“vai lavar a loiça!”). Smile


A Maria João Marques é feminista; mas quando os Maomerdas se impõem ao matriarcado que ela defende, são os homens europeus que têm que resolver o problema. Assim não custa ser feminista: são os homens que lhe resolvem os problemas reais e sérios.

Podem ver aqui uma série sobre as consequências culturais do feminismo na Suécia.

O problema da Maria João Marques em relação ao Islamismo é a preocupação com o estatuto superior da mulher, e apenas isso.

O meu problema com o Islamismo é o de que se trata de uma doutrina política totalitária; mas a Maria João Marques não se preocupa muito com o totalitarismo, desde que este seja feminista — conforme se pode ver documentado no vídeo abaixo.

É caso para dizer: a Maria João Marques merece a lei da Sharia. E vai tê-la — se não for ela, as mulheres europeias por ela, porque a paciência masculina tem limites.

Entre o totalitarismo islâmico e o totalitarismo feminista, prefiro o primeiro.

 

O feminismo que a Maria João tanto gosta.

Sexta-feira, 11 Agosto 2017

A Esquerda é burra que nem uma porta

 

Quando olhamos para a realidade e teimamos em negá-la; ou quando não temos a noção do que é um juízo universal → somos burros que nem uma porta de um quintal.

« Atheism turns out to be too simple. If the whole universe has no meaning, we should never have found out that it has no meaning. »Clive Staples Lewis


gender-studies-webÉ claro que há mulheres pedem meças com muitos homens em áreas como a engenharia ou a informática — assim como há mulheres que correm muito mais rápido do que a maioria dos homens (juízo universal).

Mas ficou claro para mim que o memorando do engenheiro da Google, James Damore, referiu-se às características dos homens e das mulheres em termos de juízo universal: são as excepções que confirmam a regra, por um lado, e por outro lado são as excepções que tornam um determinado assunto objecto de ciência.

Se visitarmos as instalações da Google em Nova Iorque, por exemplo, mais de 90% dos engenheiros informáticos são homens brancos ou asiáticos (problema do QI); e quando James Damore constatou um facto, foi despedido da Google. Ou seja, a própria Google quer esconder a realidade para não ofender os burros da Esquerda.


O Ludwig Krippahl escreve o seguinte:

Até aos anos 80, a proporção de mulheres na informática cresceu a par com as outras áreas, chegando aos 35% antes de começar a cair conforme a informática deixou de ser uma disciplina académica para se tornar numa profissão de engenharia bem remunerada”.

Não sei a idade do Ludwig Krippahl — mas ele só pode estar a brincar.

Os primeiros PC’s com o sistema DOS da Microsoft só apareceram em meados da década de 1980; em 1989, 99% das empresas europeias não utilizavam ainda o sistema Windows: a informática empresarial era dominada pelos computadores da IBM que eram do tamanho de um automóvel. Eu sei isto por experiência própria; quando, em 1989 comprei o meu primeiro computador Desktop com sistema DOS, chamaram-me maluco: “¿Para que serve essa merda?!”.

Portanto, é impossível que “até aos anos 80 a proporção de mulheres na informática” tivesse crescido “a par com as outras áreas, chegando aos 35%” — em primeiro lugar, porque o mercado da informática era minúsculo até meados da década de 1980; insignificante mesmo. Em segundo lugar, porque tanto a Apple como a Microsoft, e mesmo a IBM, iniciaram as suas actividades informáticas comerciais com geeks rapazolas, e não com mulheres. Isto é um facto irrefutável.

A seguir, o Ludwig Krippahl diz que a maior apetência dos homens pelas matemáticas, pelas engenharias e pela informática, se deve “a milhões de anos de competição violenta entre machos por causa das fêmeas”.

Em hebreu antigo, “hawa” significa “que dá a vida”, e significava “mulher”. Vem daí o nome “Eva”, metaforicamente a primeira mulher. Ora esta característica de “dar a vida” é independente da “evolução” dos hominídeos em particular → porque está presente em todas as fêmeas dos mamíferos, e mesmo em algumas espécies “menos evoluídas” do reino animal.

Os homens e as mulheres são tão diferentes entre si que até as bactérias que existem nos respectivos sistemas digestivos são diferentes neles e nelas. Investigadores de uma universidade australiana verificaram que, determinadas bactérias, como por exemplo o streptococcus, o lactobacillus e o clostridium, comportam-se modo diferente nos homens e nas mulheres.

Ou seja, em termos de tratamento médico, uma determinada maleita bacteriana tem que ser combatida de forma diferente nos homens ou nas mulheres!

 


pigmeus-webPorém, reduzir as características dos homens e das mulheres à “evolução”, é uma burrice de todo o tamanho.

A velha ideia de que um galo existe só para “cobrir” a galinha que, por sua vez, existe apenas para pôr ovos no sentido da “evolução”, é uma ideia um pouco ridícula quando aplicada à galinha, e ainda é mais absurda quando alargada aos seres humanos.

Quando a sociobiologia descreve por exemplo, a relação entre homem e mulher com uma “guerra eterna dos sexos”, na qual homem e mulher procuram reproduzir-se à custa um do outro — com isso não se pretende sancionar a desagregação cultural da família humana (embora, em termos práticos na cultura antropológica, é isso que acontece). Procura-se explicar o facto de um homem ser estimulado para a infidelidade pelos seus genes e quais as causas desse facto: a mulher — a “Hawa” do hebreu antigo — tem sempre a certeza no que diz respeito ao parentesco com os seus próprios filhos; mas o mesmo já não acontece com o homem. Por isso, na sua vida, o homem lança entre 200 e 500 milhões de espermatozóides, ao passo que a mulher produz apenas 400 óvulos em toda a sua vida porque tem uma maior certeza na luta pela transmissão dos seus genes.

Mas em outras espécies, a evolução de que fala o Ludwig Krippahl não é a favor do macho. Por exemplo, os machos das abelhas, os zangãos, têm a rara “sorte” de poder acompanhar a rainha no seu voo de acasalamento, e então explodem literalmente no ar, justamente no momento em que ela está pronta para recebe-los: ele explode, catapultando messe momento os seus órgãos genitais para o interior dos dela, transmitindo assim os seus genes.

Mas temos que convir que nos animais superiores, por exemplo, nos mamíferos, já não acontece uma submissão tão literal à transmissão genética; e no ser humano existe a cultura antropológica, o que não existe em todo o resto do reino animal.

 

Sexta-feira, 4 Agosto 2017

O Islão vai eliminar o matriarcado sueco

 

Suécia, 2017.

The Swedish Viking, 2017...Isto é o produto de uma sociedade em que a mulher assumiu um Poder político que não poderia, de modo nenhum, ser-lhe concedido.

A feminização do homem é uma consequência de um matriarcado que torna quase impossível a uma sociedade defender-se das ameaças vindas do exterior: as mulheres nunca foram eficientes na função de vigia do perímetro do acampamento.

O homem sueco tradicional está condenado à extinção por culpa das próprias mulheres suecas que educaram os seus filhos de uma forma tal que será impossível evitar a islamização do país.

Segunda-feira, 29 Maio 2017

A “cultura da violação” das esganiçadas do Bloco de Esquerda

 

A palavra passou de mulher em mulher, de associação em associação, de mão em mão. Falou-se da luta diária das mulheres, de todos os abusos e violações já normalizados na sociedade, do machismo, dos direitos humanos. Cada voz apelou à sua causa, e todas as causas estiveram, ali, de mãos dadas. Todos lutavam pelo mesmo.”

“NÃO À CULTURA DA VIOLAÇÃO”: AS VOZES QUE SE OUVIRAM NO PORTO

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Dando de barato que “as palavras passem de mão em mão” (?) — eu não sabia que havia actualmente uma “cultura de violação das mulheres” em Portugal.

Reparem: uma “cultura de qualquer coisa” significa a generalização dessa coisa; por exemplo, uma “cultura da excisão feminina” significa a generalização (constituindo-se uma regra) da excisão feminina, e não são as excepções que são a regra.

Parece evidente que não existe uma “cultura de violação das mulheres”, em Portugal. Portanto, aquela manifestação no Porto foi organizada para “lutar” contra um fenómeno social generalizado (a cultura da violação) que não existe de facto. Seria como se nos juntássemos todos na Praça dos Leões no Porto para lutar contra “a tirania dos extraterrestres” — mesmo sabendo que os extraterrestres não exercem qualquer tipo de tirania sobre nós.

Quando não há problemas, a Esquerda inventa-os.

É este mulherio esganiçado, ligado politicamente ao Bloco de Esquerda, que defende a entrada irrestrita de “refugiados” islâmicos — porque embora elas sejam contra uma hipotética “cultura de violação dos brancos”, elas adoram ser violadas por pretos, e por isso é que elas são contra o racismo: pénis de preto é coisa fina, e já admite violação.

Por exemplo, vemos aqui uma mulher ser lapidada até à morte por se recusar a casar com um concidadão de um “refugiado” islâmico.

Ora, para as esganiçadas do Bloco de Esquerda, isso já não é “cultura de violação”: em vez disso, é “diversidade” e “enriquecimento cultural”.

E quando os “refugiados” islâmicos enforcam os homossexuais, trata-se de um “tipo de cultura diferente”, e não de homofobia: a homofobia é uma característica exclusiva dos filhos da puta dos brancos.

E mesmo que os pretos “refugiados” sejam homofóbicos, eles são vítimas da sociedade, e por isso podem ser homofóbicos à vontade. Temos que ser tolerantes com os pretos homofóbicos que atiram os gays dos prédios abaixo. O que não podemos tolerar são as piadas homofóbicas dos brancos acerca de paneleiros.

Por fim, o machismo é apenas heterossexual. Não há machismo gay. Aquela coisa do “macho gay” não existe: é uma invenção dos homens reaccionários brancos filhos da puta.

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