perspectivas

Domingo, 17 Setembro 2017

É preciso acabar com isto

Filed under: marxismo,marxismo cultural — O. Braga @ 9:17 am

 

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Segunda-feira, 28 Agosto 2017

Faz-nos muita falta a Vera Lagoa

Filed under: Esquerda,esquerdalho,marxismo,marxismo cultural — O. Braga @ 7:23 pm

 

A Maria João Avilez escreve aqui um texto que se deve ler. Começa a aparecer gente que está a “sair da casca” (está a sair da espiral do silêncio), e que, por isso, tem que ser reprimida pela Esquerda. Essa Esquerda inclui o Partido Socialista do António Costa; não tenham dúvidas nenhumas; por detrás daquele sorriso de monhé vendedor ambulante mora um filho-de-puta — por detrás de cada “progressista” está um sargento da polícia. Nada pode curar o “progressista”: nem sequer os frequentes ataques de pânico causados pelo “progresso”.

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Há alguns anos que eu venho a chamar à atenção do fenómeno do marxismo cultural. Final- e felizmente começam a aparecer pessoas que “saem da toca” dos seus comodismos para denunciar o avanço de um totalitarismo aparentemente “mole”, mas que poderá rapidamente “endurecer”.

A Maria João Avilez diz que “a coisa” ainda não chegou cá; mas, desde que o Jaime Nogueira Pinto foi proibido de falar em uma universidade, eu soube logo que “a coisa” já cá está dentro.

estudantes-universidade-web“Lá fora tudo “isto” está em estado de mais adiantada convulsão mas é fraco consolo: algo nos separa – para pior — do resto da Europa democrática e dos Estados de Direito a que gostamos de dizer que pertencemos.

Separa-nos uma fractura que agrava a vulnerabilidade da nossa condição face à dimensão da catástrofe: o caminho está livre (ou parece livre) para ela, não há entrave, nem resposta aos novos proprietários.

Refiro-mo obviamente a esse imenso espaço (metade do país?) do PS para a direita. Pouco o representa, poucos dele cuidam a não ser partidos exaustos e envelhecidos e meia dúzia de respeitáveis (e resistentes) políticos ou intelectuais.

Não há instituições que se reclamem desse espaço, há pouco vigor, são escassas as iniciativas doutrinadoras ou políticas por ele produzidas. A discordância é expressa quase em surdina e desastradamente, e basta pensar na CIP para só citar um exemplo. Quanto à Universidade, faz pagar caro a professores e mestres fora do reduto da esquerda e agora fora do jardim envenenado do pensamento único ou da tirania do politicamente correcto”.

Aqui, não concordo com a Maria João Avilez. Continuamos a inventar álibis internos, quando o problema vem de fora e principalmente da União Europeia. Por exemplo, o Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos" é um tribunal dos “direitos desumanos”, ou um tribunal dos direitos de braguilha, uma peça da engrenagem política das engenharias sociais que nos são impostas a partir de Bruxelas. Ora, os direitos de braguilha são essenciais para controlar a populaça.

“O caminho está livre” — como diz a Maria João Avilez —, mas quem abriu a picada foi a União Europeia; quem apoia abertamente as engenharias sociais e o presentismo cultural da Esquerda, é o leviatão da União Europeia.

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O grande inimigo dos países da Europa é a União Europeia. E a chamada “direita” portuguesa não pode ter “sol na eira e chuva no nabal”; e é essa uma das razões por que não há discordância audível e clara por parte da “direita”; ou se pertence ao Euro e à União Europeia, e, neste caso, tem que se “comer tudo o que vem no pacote”; ou não se pertence ao Euro e há problemas com a França e com Alemanha — como é o caso da Polónia, da Hungria, e até do Reino Unido, que não querem “comer” tudo o que vem no pacote da União Europeia do Directório Globalista.

A actual direita de Passos Coelho e de Assunção Cristas só discorda publicamente do Bloco de Esquerda e do Partido Socialista de António Costa, em questões de lana caprina. O que se passa é o seguinte:

Os debates públicos entre a Esquerda e a Direita são muito animados (por exemplo, entre a Mariana Mortágua e o Adolfo Mesquita Nunes), mas a grande animação (artificial) dos debates serve apenas para esconder do povo a fraca discordância no que diz respeito às mundividências e aos valores essenciais.

vera-lagoa-webAo contrário do que diz a Maria João Avilez, o espartilho da Direita portuguesa vem (é imposto pela) da União Europeia — basta olhar para o que anda a fazer a Angela Merkel, que se diz de Direita; ou o Macron, que diz que não é de Esquerda, mas que é do “Centro”. Até o papa Chico diz que “não é de Esquerda”, mas o Bloco de Esquerda concorda com ele em tudo o que diz respeito a posições políticas seculares e mundanas.

Vivemos em uma tempestade perfeita.

Por isso é que o Donald Trump é “faxista” e “nazi”, porque veio incomodar os donos da tempestade. Por isso é que quem discorda do Bloco de Esquerda, no que quer que seja, é “faxista” — e ninguém da “direitinha” portuguesa gosta que lhe chamem de “faxista”.

¿Então faxisto?! Faz-nos falta a Vera Lagoa.

Quarta-feira, 23 Agosto 2017

Ó Graça Fonseca: o povo está se cagando!

 

Numa altura em que simples factos científicos acerca do sexo biológico se vão tornando “indizíveis” e proibidos na educação escolar das crianças, um membro da elite política confessou-se publicamente com sendo “lésbica”.

A criatura não se dá conta de que a confissão pública dos “pecados” tem raízes no catolicismo da Alta Idade Média em determinadas regiões da Europa — incluindo Portugal.

É a sociedade inteira que tem de se penitenciar, através da adopção de uma cultura niilista que não transforme a categorização da idiossincrasia homossexual em uma discriminação injusta.

Quando se confunde o não-conformismo em relação a um determinado estereótipo masculino ou feminino, por um lado, com “fluidez de género” ou “não-binário”, por outro lado, algo de muito sinistro se passa. E quem impõe coercivamente esta política anti-científica de “género” são os mesmos elitistas que, em uma espécie de acto de contrição, se confessam publicamente que são “isto e aquilo”.

O Carnaval apareceu nas regiões da Europa da Idade Média onde a tradição da confissão pública (bem como da penitência que se seguia) perdurou na cultura antropológica mesmo depois do avanço da privacidade, a partir de 1215.

public-confession-webHoje, a tradição da confissão pública mantém-se no substrato cultural da maioria das regiões da Europa continental — o que é novo é que o processo de penitência é hoje transferido para a sociedade, que é considerada culpada pelo sofrimento do “pecador”; é a sociedade que se tem de penitenciar pelo “sofrimento idiossincrático” do indivíduo.

As categorias humanas, como por exemplo, o local de nascimento, a altura da pessoa, o seu peso, a sua genética, a existência de determinadas doenças (como a SIDA, por exemplo), a cor do cabelo ou dos olhos, as taras sexuais, etc., — nenhuma destas categorias é importante, e quem se refere a elas como existentes em outrem, é contra a “igualdade” e contra a “diversidade”.

A confissão pública da existência de uma determinada categoria humana só pode ser feita pelo próprio e em nome pessoal; porque, se assim não for, estamos em presença de um “discriminação injusta” (porque, dizem os puritanos pós-modernos, que existem “discriminações justas” que coincidem com o conceito de tolerância repressiva

Tal como acontecia na Idade Média, o povo está se cagando para as confissões públicas impostas pelo novo clero politicamente correcto.

Apesar da insistência dos clérigos em tornar a confissão pública amiúde, o cidadão medieval só se confessava publicamente (o confessionário e a confissão privada só surgiram no século XVI) uma vez por ano, normalmente na Páscoa, para ter acesso à comunhão Pascal.

Desde que o comportamento de um indivíduo, ou de um grupo de indivíduos (que pode ser uma classe social, cultural ou política) não ameace a sobrevivência e a continuidade da sociedade, o povo não quer saber se a Graça Fonseca é lésbica ou não.

O problema é o de que, de facto, a continuidade da sociedade portuguesa está colocada em causa pela imposição ao povo de uma cultura anti-reprodutiva que se reflecte em uma elite anti-natalista e decadente.

E aqui, Ó Graça, é que está o problema da tua confissão pública: é a sociedade inteira que tem de se penitenciar, através da adopção de uma cultura niilista que não transforme a categorização da tua idiossincrasia em uma discriminação injusta. E isto não pode levar a bom fim.

Terça-feira, 22 Agosto 2017

Ó burrinhos dos me®dia!: digam a verdade acerca de Donald Trump

 

margaret-sanger-kkk-webHá um burrinho (coitadinho!) que dá pelo nome de Edward Luce e que escreve no Diário de Notícias (¿onde mais poderia ser?):

“Ao dispensar protecção aos neonazis locais, o comandante-em-chefe da América está a ajudar a ideologia mais mortífera da história. O facto de o presidente dos EUA não compreender isto – ou pior, saber isto, mas não se importar – é uma mera questão académica. O Ku Klux Klan e simpatizantes mal podem acreditar na sua sorte. Trump é Trump. A questão é saber o que o Partido Republicano tenciona fazer com ele.”

Ora, o burro, para além de ser burrinho, é mentiroso — porque Donald Trump criticou a violência dos chamados “neonazis”, e também criticou a violência da extrema-esquerda. O burrinho é aldrabão.

Não é porque os burrinhos mentem nos jornais que vão influenciar o povo português, porque o povo está se cagando (nomeadamente) para os burros que escrevem no Diário de Notícias.

E quanto ao povo americano: se os me®dia americanos continuam nesta senda de maledicência mentirosa, Donald Trump tem a vitória garantida em 2020.

Finalmente: o esclavagismo, o racismo, o eugenismo, nos Estados Unidos, são heranças culturais da Esquerda americana representada pelo Partido Democrático.

A Esquerda americana tem uma longa história de apoio político à escravatura, apoio ao racismo e ao eugenismo (por exemplo, por intermédio de Margaret Sanger, que foi uma apaixonada apoiante do Partido Democrático e do Ku Klux Klan).

Segunda-feira, 21 Agosto 2017

Esta é digna do Daniel Oliveira e da Catarina Martins: “o eclipse solar é racista”

 

Segundo uma revista americana, uma professora universitária (de Direito; tinha que ser de Direito) afirma que “o eclipse do Sol é racista” porque não é visto em África.

Já temos concorrência à irracionalidade do Podemos, do Livre e do Bloco de Esquerda.

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Sexta-feira, 18 Agosto 2017

Intelectualóides de merda, como a Alexandra Lucas Coelho

 

A julgar pela amostra, nunca comprarei qualquer coisa escrita por aquela criatura. E você, caro leitor, se se quer um pouco mais embrutecido, leia os livros dela.

Com muita pena minha, aquela criatura é estúpida quando defende a ideia segundo a qual todas as culturas são equivalentes (ou têm um valor similar). Aliás, aquela cabeça de alho-chocho entra na mesma contradição de Rousseau com o conceito do “bom selvagem”; vira o disco e toca o mesmo: o romantismo e a irracionalidade (característica do feminino) estão de volta com a chancela de alvará de inteligência.


Em 1754, Rousseau escreveu um livro com o título “Discurso Sobre a Desigualdade” em que afirmou que “o “homem é naturalmente bom e só as instituições [da sociedade] o tornam mau”.

“O primeiro homem que vedou um terreno e disse: ‘isto é meu’, e achou pessoas bastantes simples para acreditar nisso, foi o verdadeiro fundador da sociedade civil”.

Rousseau vai ao ponto de deplorar a introdução da metalurgia e da agricultura. O trigo é símbolo da nossa infelicidade. A Europa é um continente infeliz por ter o máximo do trigo e do ferro. Para abandonar o mal, basta abandonar a civilização, porque “o homem é naturalmente bom, e o selvagem depois de jantado está em paz com toda a natureza e é amigo de todas as criaturas.”

Rousseau enviou uma cópia do livro a Voltaire que depois de o ler, escreveu-lhe em 1755 uma carta em que dizia o seguinte:

“Recebi o seu novo livro contra a raça humana, e agradeço. Nunca se utilizou tal habilidade no intuito de tornar-nos estúpidos. Lendo este livro, deseja-se andar de gatas; mas eu perdi o hábito há mais de sessenta anos, e sinto-me incapaz de readquiri-lo. Nem posso ir ter com os selvagens do Canadá porque as doenças a que estou condenado tornam-me necessário um médico europeu, e por causa da guerra actual naquelas regiões; e porque o exemplo das nossas acções fez os selvagens tão maus como nós.”


Ora, a criatura em epígrafe não tem a originalidade de Rousseau; é alguém à procura do protagonismo vulgar e ordinário que honra o certo intelectualismo luso-brasileiro (em alternativa, existe uma intelectualidade que se concentra principalmente naquilo que é português).

A ideia da criatura acerca dos “descobrimentos portugueses” é uma espécie de Teoria Crítica aplicada à História e à Nação Portuguesas. É um conjunto de conceitos pós-modernos que constituem, em si mesmos, a redução ao absurdo das suas próprias teses.

Por exemplo: “se cá nevasse, fazia-se cá ski”; ou “se a minha avó tivesse asas seria um Boeing 747”. A exploração ad Nauseam da superioridade histórica do contra-factual está na base de um discurso niilista e absurdo que vai beber a sua essência à Teoria Crítica  do marxismo cultural  da Escola de Frankfurt.

A narrativa da criatura convida à inacção — na medida em que toda a acção recomendada por ela é utópica ou desvalidada pelo contra-factual.

“Os descobrimentos portugueses foram” — segundo a criatura — “sinónimo de horror, dor, sangue e sofrimento”; e, quiçá, talvez até melhor teria sido que Portugal nunca tivesse existido … 

O discurso da criatura está exactamente nos antípodas do discurso de Fernando Pessoa: “tudo vale a pena, se a alma não é pequena”.

O Portugal dos intelectualóides de merda é feito de almas pequenas.

Domingo, 13 Agosto 2017

Raquel Varela: é o sol na eira e a chuva no nabal

Filed under: Comunismo,marxismo,Raquel Varela — O. Braga @ 12:06 pm

 

“A onda de violência contra os turistas em Espanha, que não subscrevo – não tenho admiração alguma por violência gratuita ou aquela tese da violência entre trabalhadores como sintoma da violência do Estado e outras palermices – tem um fundo muito elementar, o drama não são os turistas (eu sou turista em muitos lugares) mas as rendas da propriedade em busca desesperada de valorização fora da produção – onde cai a taxa de lucro. Estas rendas estão a tornar a cidade para a maioria dos habitantes – de Paris ao Rio – num espaço inabitável para quem esteja lá mais do que 3 dias.”

Raquel Varela


Imaginemos uma renda de 500 Euros mensais para um T2 na zona da Boavista, no Porto.

São 6.000 Euros anuais brutos. Retiremos os 7% mensais da praxe para a imobiliária que tratou de alugar o apartamento: menos 420 Euros anuais = 5.580 Euros. Além disso, a imobiliária cobra uma renda inteira: menos 500 Euros = 5.080 Euros.

Depois temos o IMI : menos 250 Euros anuais = 4.830 Euros.

Depois temos as despesas de condomínio: 600 Euros anuais. Ou seja, 4.830 Euros menos 600 Euros = 4.230 Euros.

Depois temos o IRS: 28 % sobre 4.230 Euros = menos 1184,40 Euros = 3.045,60 Euros.

Ora, 3.045,60 Euros a dividir por 12 meses dá 253,80 Euros mensais — o que até não seria um mau rendimento mensal (livre de impostos) para o senhorio.

Mas o problema é que o apartamento necessita de manutenção : um cilindro que avaria, uma pintura de vez em quando, o vídeo-porteiro que avariou, o sistema de canalização que necessita de ser reparado ou/e renovado, trabalhos de carpinteiro aqui e ali, trabalhos de electricista, etc..

Portanto, o senhorio tem que ter uma reserva no mínimo de 1.000 Euros anuais para obras de manutenção de urgência — ou seja, 85 Euros mensais a menos = dá um rendimento líquido de 168 Euros por mês para um T2 em uma zona nobre da cidade do Porto. É um fraco rendimento para um investimento actual que ronda os 150 mil Euros (o custo de um T2 de boa construção em uma zona central da cidade do Porto).

Investir 150 mil Euros para ter um rendimento mensal líquido de 160 Euros, é negócio de burro. É só fazer as contas. Mas a Raquel Varela diz que “as rendas estão caras”.

Em primeiro lugar, para a Raquel Varela não há um “mercado”; tanto faz uma casa no centro de Lisboa como uma outra na Amadora. A mentalidade e a doutrinação comunista bloqueia a noção de “mercado”.

Em segundo lugar, na mente comunista da Raquel Varela, os impostos não podem baixar: o IMI e os 28% sobre o valor da renda, depois de deduzidas as despesas, é chupa-chupa (no cu do senhorio). Na mentalidade comunista, a única coisa que pode baixar ad infinitum é o rendimento do investidor / senhorio.

Segunda-feira, 7 Agosto 2017

Não vejo outra alternativa ao politicamente correcto e ao marxismo cultural senão o voto no PNR

Filed under: Esquerda,imigração,marxismo,marxismo cultural,PNR — O. Braga @ 9:48 pm

 

Vemos aqui a posição de um filho-de-puta que dá pelo nome de Pedro Schacht Pereira, segundo a qual toda a gente do mundo inteiro deveria ser autorizada a emigrar para os Estados Unidos.

Segundo o filho-de-puta, se (por absurdo que seja) 6 mil milhões de pessoas quisessem emigrar para os Estados Unidos, o governo americano deveria autorizar essa imigração — porque se não existem barreiras fronteiriças (o filho-de-puta defende que não devem existir barreiras fronteiriças), a imigração não tem um controlo objectivo. E esse filho-de-puta é professor universitário de “Estudos Lusófonos” na Universidade do Ohio.

Portanto, verificamos que as elites actuais, em geral, e principalmente na Academia, são constituídas por doentes mentais.

19e arrondissement de Paris-webAquele filho-de-puta deveria ser internado compulsivamente. Mas o filho-de-puta vai mais longe: confunde “raça”, por um lado, com “cultura”, por outro lado. Esta “confusão” ou é propositada (o que faria dele um filho-de-puta elevado à décima potência) ou deve-se a pura ignorância (e perguntamo-nos como pode o filho-de-puta ser professor universitário).

“Testemunha de como o racismo supremacista branco perdeu a vergonha nos EUA de Trump, acredita que Portugal, onde se crê que a questão rácica "está resolvida", é "uma seara pronta a arder". Basta, diz, que a extrema direita se organize ou que um partido como o PSD a acolha – à imagem do que fez o Partido Republicano”.

O filho-de-puta 

É claro que o filho-de-puta confunde “raça” e “cultura”. Mas não é só ele: toda a Esquerda faz propositadamente essa confusão, porque perfilha a teoria (pós-modernista e marxista cultural) da identidade: trata-se de um nominalismo quase absoluto e radical, que nega as categorias naturais do ser humano, por um lado, e por outro lado nega as evidências e verificações científicas que classificam como “construções culturais e sociais”.

Ou seja, para a Esquerda actual, a própria Ciência é uma “construção social”.

Chegámos a um ponto em que a própria Ciência é desconstruída para que seja depois negada — a desconstrução da Ciência leva à sua negação, como se fosse possível desconstruir as evidências; como se a “evidência”, por um lado, e por outro lado a “coerência” (necessária à desconstrução) não se excluíssem entre si, e de tal forma que não é possível desconstruir as evidências e os primeiros princípios.

Ou seja: quando falamos de Bloco de Esquerda ou de Partido Comunista, estamos a falar de filhos-de-puta malucos. E quando falamos de Partido Socialista, de Partido Social Democrata e de CDS/PP de Assunção Cristas, estamos a falar de cobardes da pior espécie.

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Quem diz que “o racismo supremacista branco perdeu a vergonha nos EUA de Trump” são as mesmas pessoas que dizem que “o Brexit é produto do racismo supremacista branco que perdeu a vergonha no Reino Unido”. Reduzir o fenómeno de Trump ou do Brexit ao “supremacismo branco” é próprio de um filho-de-puta.

E mesmo que o Brexit fosse apenas e só uma manifestação da identidade étnica inglesa enquanto tal, esta tem a mesma legitimidade de expressão pública que tem uma outra qualquer expressão de identidade, como por exemplo a identidade LGBT (se é que existe) ou a identidade dos “Black Lives Matter”.


É neste contexto de filha-da-putice da Esquerda (Bloco de Esquerda, Partido Comunista e Partido Socialista) e da cobardia de uma pseudo-direita (Partido Social Democrata e CDS/PP de Assunção Cristas) que sai esta notícia no Diário de Notícias:

« Contra o parecer do SEF, os imigrantes podem agora ser legalizados apenas com "promessa" de trabalho e sem visto de entrada.

A "promessa de um contrato de trabalho" passou a ser admitido como requisito para um estrangeiro poder obter uma autorização de residência no nosso país, de acordo com a alteração à lei de estrangeiros publicada em Diário da República.

O diploma – aprovado pela esquerda no parlamento, sob propostas do PCP e do BE e em contra-ciclo com o resto da Europa-, revogou ainda a exigência de permanência legal em Portugal ou no espaço Schengen, previsto no anterior regime para os casos de legalização, a título excepcional, de imigrantes já com contratos de trabalho. A nova lei impede também que sejam expulsos imigrantes que tenham cometido crimes como homicídios, roubos violentos ou tráfico de droga. »

Governo aprova lei para legalizar mais imigrantes

Another day - another enrichment. This time in France.

Para a Esquerda, nem sequer é preciso um contrato de trabalho para legalizar um imigrante: basta uma “promessa” de contrato de trabalho; pode até ser uma “promessa” que não se cumpra. E se um imigrante legalizado se transformar em um assaltante e em um assassino em série, a Esquerda nega a hipótese de deportação do filho-de-puta para o seu país de origem — os filhos da puta protegem-se uns aos outros, e a Esquerda já se habituou, ao longo da História, a proteger assassinos.


2012-Coisa-está-pretaO PNR (Partido Nacional Renovador) é um partido estatista (defende uma grande influência do Estado na sociedade civil); é tão estatista quanto são estatistas e centralistas os outros partidos. Por ser estatista e centralista, o PNR (Partido Nacional Renovador) não merece a minha simpatia; mas não vejo outra alternativa ao politicamente correcto e ao marxismo cultural senão o voto no PNR.

E se eu estiver errado, por favor elucidem-me.

Terça-feira, 25 Julho 2017

Temos que controlar o acesso das mulheres ao Poder político

 

Uma jornaleira do Jornal de Notícias que dá pelo nome de Catarina Pires escreveu esta pérola; e ¿o que são os “discursos de ódio”? São aqueles discursos em relação aos quais ela não concorda: tudo o que ela discorda é “de ódio”.

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Por exemplo, eu também poderia considerar que o discurso da Catarina Pires é “de ódio”; e, já agora: ¿que tal uma guerra civil para limpar o sebo ao esquerdalho inteiro? Por este andar e com esse ódio, lá virá o dia…. já não estamos muito longe: quanto mais não seja, a escumalha decadente de Esquerda será eliminada pela Sharia islâmica que se prepara para tomar conta da Europa. Ainda veremos a Catarina Pires vestida de Burka.

No Irão anterior a 1979, aconteceu um fenómeno político que se caracterizou pela aliança entre a Esquerda (marxista, ou marxista cultural) iraniana, por um lado, e o xiismo islâmico dos Aiatólas, por outro lado. E ambos, coligados, derrubaram o Xá da Pérsia. Depois, surgiu a revolução islâmica que massacrou a Esquerda de uma forma impiedosa: centenas de milhares de militantes da Esquerda (marxista) foram silenciosamente fuzilados ou enforcados sem julgamento.

Uma situação semelhante já está a acontecer na Europa, com a aliança entre Karl Marx e Maomé; e mais uma vez, os marxistas irão dar com os cornos no chão, porque os esquerdistas nunca aprendem com a experiência → o que é próprio dos psicóticos e dos psicopatas.

Reparem no título do textículo da tal Catarina: “Só a educação (e um mundo mais justo) pode salvar-nos”.

Traduzindo: trata-se de uma soteriologia, de uma ideologia de “salvação”, de uma religião imanente. Deparamo-nos com uma doutrina de salvação terrena, com a ideia da construção de um paraíso na Terra que será a “salvação da humanidade”. Para que a humanidade se possa “salvar”, há que classificar as pessoas de boas ou más — o maniqueísmo moral é imprescindível à “salvação”. Estamos perante uma nova espécie de “puritanismo” que necessita da existência dos “maus”, para que possam existir os “bons” que são eles.

Tal como aconteceu com os Quacres (puritanos) ingleses do tempo de Cromwell, a existência dos “maus”, dos “ímpios”, dos “pecadores”, era o combustível soteriológico que impelia o crente para uma superioridade moral e para um exibicionismo moral que o conduzia à “salvação”.

Hoje, ser “mau” ou/e “ímpio” é não concordar com o pensamento único emanado do marxismo cultural — mesmo que nos baseemos na ciência para contestar a sua “doutrina da salvação”. Tal como no tempo dos Quacres, quem pensa cientificamente é “pecador”: a irracionalidade voltou a estar na moda.

Esta irracionalidade (que voltou a estar na moda) deve-se, em grande medida, ao aumento da influência da mulher na sociedade e no Poder político — o que está a criar na Europa uma espécie de matriarcado, e a cultura islâmica imigrante aproveita-se para implantar um patriarcado muitíssimo mais marcante e feroz do que o patriarcado da “família cristã” segundo Karl Marx.

Ou seja, para podermos controlar a influência islâmica na Europa, temos que controlar previamente o acesso das mulheres ao Poder político e limitar a sua influência social — porque é o sentimentalismo feminino, e a sua força social, a principal causa da cedência cultural europeia ao Islamismo (como podemos verificar no caso da Suécia, por exemplo, ou da Alemanha de Angela Merkel).

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Em 1754, Rousseau publicou um ensaio denominado “Discurso sobre a Desigualdade”; nele, afirmou que “o homem é naturalmente bom e só as instituições o tornam mau” — ou seja, a antítese da doutrina do pecado original.

Nos românticos, o erro (o “pecado”) não é do âmbito da psicologia, mas antes é derivado do padrão de valores (meio-ambiente, educação, etc.). Para o romântico, o hábito de renunciar a satisfações presentes para obter vantagens futuras é muito penoso (vem daí o dito que está na moda: “carpe Diem”); e quando as paixões despertam, as restrições prudentes do comportamento social são difíceis de suportar.

A revolta dos instintos contra as restrições, é a chave da filosofia, da política, e dos sentimentos, não só do chamado “movimento romântico”, mas também da sua progénie até hoje. Hoje temos românticos da estirpe de Byron (os nietzscheanos ou os anti-semitas, por exemplo), ou românticos da estirpe de Rousseau (os marxistas, igualitaristas): as duas estirpes, cada uma à sua maneira, são uma ameaça à nossa civilização.

Domingo, 23 Julho 2017

Os pretos da Cova da Moura e os brancos da África do Sul : a filha-da-putice comunista

 

A mulher do Frankenstein — à semelhança da Fernanda, a tal que “cansava” o Sócrates — fala de “racismo na Cova da Moura”.

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Diz ela (a mulher do Frankenstein) que ninguém fala da Cova da Moura, e que, por isso, é alegadamente uma manifestação do racismo dos brancos. Mas o racismo contra os brancos já não é mau: até é muito bom porque (alegadamente) ajusta as contas da História, como acontece na África do Sul, onde a minoria branca é tratada de uma maneira tal que faz com os pretos da Cova da Moura sejam uns privilegiados.

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Quando (alegadamente) ninguém fala dos pretos da Cova da Moura, é racismo. Quando ninguém fala dos brancos da África do Sul, que se lixem estes porque merecem ser todos assassinados.

Quarta-feira, 19 Julho 2017

A formidável inimiga da Esquerda, e a única capaz de a derrotar, é a chamada Direita Alternativa

 

Quando emitimos uma opinião, sobre qualquer assunto, é porque queremos que toda a gente concorde connosco.

Mesmo que digamos que não pretendemos obrigar alguém a seguir a nossa opinião, esta nossa pretensão negativa pretende vincular todas as pessoas que nos ouvem: queremos convencer os outros de que “não queremos convencer os outros”. Ou seja, uma opinião é sempre uma forma de coerção através da persuasão.


Este texto da Maria João Marques começa com uma contradição, que consiste em apenas aceitar a liberdade negativa e negar a liberdade positiva, por um lado, e por outro lado, ela nega (pelo menos implicitamente) que a opinião dela pretenda vincular ou persuadir quem a lê — o que é uma contradição em termos.

O problema do libertarianismo, e dos seus promotores com cabeça de alho chocho, é o de que desprezam a liberdade positiva; e depois invocam o Iluminismo para justificar esse desprezo — quando o maior filósofo do Iluminismo, Immanuel Kant, não concebeu a liberdade negativa  sem a liberdade positiva 

É claro que o libertarianismo não tem argumentos para combater a Esquerda, porque a Esquerda actual adoptou uma dialéctica utilitarista (“joga em dois carrinhos, ou em dois tabuleiros”): por um lado, é normativa quando faz uso da liberdade positiva que afirma que os interesses dos indivíduos, a começar pelo meu próprio, devem ser subordinados e mesmo sacrificados à felicidade geral ou do "maior número"; e simultaneamente defende a liberdade negativa (no Direito Positivo) que diz que os homens devem ser considerados como indivíduos egoístas, calculadores e racionais, e que tudo deve ser pensado e elaborado a partir do seu ponto de vista.

Os libertários só defendem a liberdade negativa — ou seja, “cada um é como é, desde que não me chateiem”.

Em suma, quando defendemos a liberdade negativa do indivíduo, temos que ter em conta a liberdade positiva do “cidadão-legislador” — e não fazer de conta que se ignora a liberdade positiva. Ou seja: “o outro é livre, mas eu tenho uma opinião acerca do tipo de liberdade desse outro, e segundo a qual eu quero que se transforme em lei”; e é assim que a Esquerda raciocina. E através da dialéctica utilitarista entre a liberdade negativa e positiva, a Esquerda vai restringindo as liberdades individuais (da maioria) em nome das “liberdades individuais” (de uma pequeníssima minoria).

Por tudo isto é que o tipo de “Direita” a que pertence a Maria João Marques já perdeu a batalha com o marxismo cultural. Ela apenas vive em estado de negação. Como escreveu o poeta, essa Direita “jaz morta e arrefece”. A “Direita” que apoiou (explicita- ou implicitamente) o "casamento" gay e a adopção de crianças por pares de invertidos, não tem autoridade de direito — nem autoridade de facto — para se bater contra a ideologia de género, que é a ideologia contra a qual se revolta a Maria João Marques.


Em Portugal, 1 em cada 4.500 crianças nascidas é hermafrodita. Ou seja: 0,02% das crianças nascidas é hermafrodita porque têm os dois sexos. ¿O faz a Esquerda (marxismo cultural)? “Agarra-se” a esses 0,02% e, em nome dos seus alegados “direitos”, impõe uma ditadura da minoria aos restantes 99,98% de pessoas que não são hermafroditas e que têm o sexo biologicamente definido.

Mas a Esquerda (marxismo cultural) vai mais longe: se uma pessoas com cromossomas XY se identifica subjectivamente como sendo mulher, então, segundo a Esquerda, ele deve ser tratado e identificado como mulher. É neste sentido que surgiu a polémica nos Estados Unidos em volta do processo judicial de Yvette Cormier contra o Estado do Michigan, em que ela foi expulsa de um ginásio porque apresentou uma reclamação contra a presença de um homem (que se dizia “transgénero”) no balneário feminino.

 

Ou seja, o transgenderismo é visto pela Esquerda (absurdamente) como uma forma de identidade — ao contrário do que escreveu a Maria João Marques. Seria absurdo, por exemplo, que eu me identificasse subjectivamente como negro, embora eu fosse branco; mas, para a Esquerda, já não é absurdo que alguém com cromossomas XY se identifique subjectivamente como sendo alguém com cromossomas XX (ou vice-versa).


O que está em causa é o ataque do marxismo contra a  família natural; a chamada “super-estrutura”, segundo referido por Karl Marx no seu livro “Das Kapital”, nada mais é do que a moral cristã.

A moral cristã é a “super-estrutura”, segundo o marxismo; a família natural, que é a base da moral cristã (a base da “super-estrutura”) é a inimiga a abater pelo marxismo, mas também pelo libertarismo de Ayn Rand — e por isso é que gente da laia da Maria João Marques já perdeu a guerra: resta-lhes esbracejar antes de se afogarem na corrente de lodo moral que elas próprias ajudaram a fazer correr.

A formidável inimiga da Esquerda, e a única capaz de a derrotar, é a chamada Direita Alternativa.

Terça-feira, 2 Maio 2017

Alexandre Costa, um burro que escreve no Expresso

 

Vejam o título de um artigo do Expresso escrito por um tal Alexandre Costa — ao que parece, feminista, homófilo, e anti-patriota.

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Hoje, quem não oferece o cu, é “homófobo”; quem é patriota, é “racista”; e quem não é efeminado e feminista, é “misógino”.

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