perspectivas

Terça-feira, 20 Outubro 2020

Eu não vou tão longe… mas o professor Aguilar tem alguma razão

Filed under: feminismo,marxismo,marxismo cultural — O. Braga @ 9:22 pm

O Observador é um jornaleco sem credibilidade maior; e é no contexto dessa parca credibilidade que o Observador publica esta notícia acerca do professor de Direito Francisco Aguilar.

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Vemos aqui outra notícia (ver ficheiro PDF), mais elaborada, que também fala do referido professor. A verdade é que o professor Aguilar compara o “feminismo político”, por um lado, e o “nazismo”, por outro lado.

O “feminismo político” é coisa diferente da minha hipotética vizinha feminista que “assapa” no marido; mas é claro que este tema é demasiado complicado para os jornaleiros do Observador.

Mulheres feministas (“com testículos”), sempre existiram; mas o “feminismo político” é um fenómeno social recente que decorre da evolução (¿ou será “involução”?) do pensamento marxista (desde o conceito de “mulher” e do “casamento”, segundo Engels) até ao Pós-modernismo ideológico actual.

Paradoxalmente, a descrição do feminino, vindo da parte de um professor cristão, coincide essencialmente com a descrição das mulheres vindas do anti-cristão Nietzsche. O professor cristão acaba concordar com Nietzsche ateu no que respeita às mulheres.

Eu não vou tão longe…

… mas, a verdade é que o Feminismo Político tem contribuído para destruição do tecido e coesão sociais — isto é um facto! —, contribui para a atomização da sociedade e para a extrema dependência do cidadão em relação ao Estado; e por isso, o Feminismo Político deve ser considerado um alvo ideológico a abater por parte de qualquer cidadão bem-formado.

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feminismo-e-isto-webQuando o professor confunde o Feminismo Político, por um lado, e a “mulher” entendida individualmente, por outro lado, ele caiu na armadilha montada pelo marxismo cultural.

O marxismo cultural  — ou “politicamente correcto” — tende a negar as (diferentes) categorias da Realidade, mediante (através de) um nominalismo radical e absoluto que pulveriza ad infinitum a categorização do universal que caracteriza necessariamente o pensamento científico. O marxismo cultural (a Esquerda actual) é, por sua própria natureza, anti-cientifico.

A negação (ou o esbatimento) das categorias universais da realidade — que é característica do nominalismo radical do politicamente correcto — tende a impôr, na cultura antropológica, um relativismo ético insidioso que cria uma sociedade de emasculados e cobardes.

Todo o edifício actual do Direito é construído tendo como base fundamental as teorias de Engels (mutatis mutandis, de Marx) acerca da família — e isto é tão evidente que até escandaliza o mais incauto observador. Mas a culpa disto não é das mulheres: é culpa de uma ideologia que foi preferencialmente pensada, adoptada e propalada por homens.

O Feminismo Político é uma ideologia de origem maioritariamente masculina.

Apesar do discurso hiperbólico e exagerado, e de analogias indevidas, a tese do professor Aguilar é uma “pedrada no charco” no contexto da cultura vigente — ou seja, parece-me que o exagero e a hipérbole utilizadas pelo professor tiveram a função de tornar socialmente visível o problema da “marxização” crescente da cultura ocidental.

Se o professor tivesse sido “meigo” nos conceitos e nas palavras, não teria a atenção que teve nos me®dia; e, neste sentido, o professor foi inteligente.

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Terça-feira, 6 Outubro 2020

Imaginem o mulherio se o Trump ganhar outra vez…

Filed under: Donald Trump,feminazismo,feminismo,lixo feminino — O. Braga @ 10:21 am

Domingo, 13 Setembro 2020

A menopausa mental da Maria João Marques

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Domingo, 19 Julho 2020

Engels foi o bisavô do marxismo cultural

Filed under: feminazismo,feminismo,lixo feminino,marxismo,marxismo cultural — O. Braga @ 12:36 pm
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Podemos ler aqui uma crítica pertinente a um livro de uma feminista, de seu nome Lúcia Vicente.

Eu não lerei o livro, certamente, por uma razão: quase tudo o que as feministas pós-modernas gritam está condensado em um livrinho de Engels: “A origem da família, da propriedade e do Estado” (a minha edição é de 1976). A primeira edição do livro é de 1884.

Ao ler o artigo crítico de Lúcia Vicente emA incongruente utopia feminista”, fui identificando, ponto por ponto, algumas teses defendidas por Engels na obra “A origem da família, da propriedade e do Estado”. A julgar pela referida crítica, as teses de Lúcia Vicente têm mais de um século.

engels-familia-webO livro de Engels está cheio de contradições, que não serão abordadas aqui e agora.

Este livro de Engels é a base ideológica do ataque à família natural por parte do marxismo cultural de que faz parte a Lúcia Vicente. Porém, as teses de Engels ou são a-históricas (não têm fundamento histórico, ou seja, são especulações “antropológicas” puras), ou são absurdas (não têm qualquer fundamento na realidade).

No livro, Engels defende (por exemplo) a legitimidade do incesto (na página 59), desde que enxertada na “Gens do direito materno” (conceito de “Gens” segundo Engels: círculo fechado de parentes consanguíneos por linha feminina, que não se podem casar uns com os outros); ou seja, segundo Engels, fora da Gens, o incesto é legítimo.

O ataque feminista (e marxista cultural) ao “homem branco, ocidental, rendimento acima da média, heterossexual”, tem a ver essencialmente com o ataque que Engels faz ao indivíduo (enquanto célula humana): “não são os indivíduos, mas os grupos inteiros que estão casados uns com os outros, classe com classe [página 58].

Segundo Engels, a união conjugal em massa (o “matrimónio grupal”) “não é tão monstruoso como o figura a fantasia dos filisteus, acostumados à sociedade da prostituição” [pág 60]. Verifica-se aqui, por exemplo, como Engels mistura alhos com bugalhos, e o “antropólogo”  faz juízos de valor.

A ideia de Engels segundo a qual, em uma comunidade, todas as mulheres e homens são de uns e doutros (comunismo sexual) em uma cultura de predominância matriarcal, não foi adoptada por Lenine; mas foi ideologicamente adoptada pela Escola de Frankfurt em geral, e em particular por marxistas como Marcuse e/ou Wilhem Reich (entre outros).

Segundo Engels, o homem só é livre quando abandona os seus laços familiares (tradicionais e naturais ) para que surja a horda [página 45]; segundo Engels, a horda é a forma social mais elevada [página 46]; segundo Engels, a horda opõe-se à família. O conceito de “horda” (que Engels foi buscar ao autor E. Espinas, “Sociedades Animais”, 1877), passa (em Engels) a ter uma conotação de “comunitarismo”, “colectivismo”, em oposição ao (horroroso) individualismo.

Para Engels, a “guerra” contra o “individualismo” começará com a destruição da família monogâmica (ou aquilo a ele chamou de “família sindiásmica”). Contudo, Engels incorre flagrantemente em uma falácia de apelo à natureza (quando coloca, em uma mesma categoria ontológica, macacos e seres humanos).

A defesa de uma sociedade matriarcal (em alegada oposição à sociedade patriarcal) está directamente ligada à seguinte tese de Engels (página 55):

“Em todas as formas de famílias por grupos, não se pode saber com certeza quem é o pai de uma criança, mas sabe-se quem é a mãe. Ainda que ela (a mulher) chame filhos seus a todos os da família comum, e tenha deveres maternais para com eles, nem por isso deixa de distinguir os seus próprios filhos entre os demais.

É claro, portanto, que em toda a parte onde existir o matrimónio por grupos, a descendência só pode ser estabelecida pelo lado materno, e por conseguinte apenas se reconhece a linhagem materna.”

A este conceito (matrimónio por grupos), Engels chama de “direito materno”.

Ora, na medida em que o “direito materno” — ou seja, a sociedade matriarcal das “famílias por grupos” — anula o indivíduo macho em favor da horda, Engels considera que o matrimónio por grupos — que é a união conjugal em massa de toda uma classe de homens com toda uma classe de mulheres — é mais positivo do que o casamento monogâmico (página 60).

A grande preocupação de Engels é a destruição cultural do conceito de “indivíduo macho em favor do colectivo.

O conceito de “lar comunista” (pág. 64), segundo Engels, significa “predomínio da mulher no lar” [pág 64]: o homem sai de casa por ordem da mulher [pág 65]. Ora, este lar comunista e matriarcal depende da abolição da exclusividade das relações sexuais (com relação a um determinado homem) na cultura antropológica e por parte da mulher (“o fim do matriarcado imprime um rápido desenvolvimento da monogamia” [pág 80].).

“O desmoronamento do direito materno (ou seja, o desmoronamento do matrimónio grupal) foi a grande derrota histórica do sexo feminino em todo o mundo” (Engels, ibidem, página 76).

No livro, Engels faz comparações sistemáticas entre entre a cultura ocidental, por um lado, e alegadas culturas pré-históricas, por outro lado, invocando uma série de antropólogos do século XIX (como se a antropologia fosse uma ciência exacta). Trata-se de uma obra de um “antropólogo” amador.


As ideias fundamentais propaladas pelas feministas radicais (da laia da Lúcia Vicente) desenvolveram-se a partir de Engels. Engels foi o bisavô do marxismo cultural.

Segunda-feira, 10 Fevereiro 2020

Ó Diogo Faro: levanta esse focinho!, e fareja!

Um palerma, de seu nome Diogo Faro, escreve o seguinte:

“A Cristina [Miranda] é anti-feminista, logo, essencialmente é contra a igualdade de género.”


pass-auf-ao-burro-webOu seja, o asno parte do princípio de que as feministas [em geral] são “a favor da igualdade de género”.

Desde logo, não sabemos o que ele quer dizer com “igualdade”: ¿será que “igualdade”, na opinião do burro, é o “direito” da mulher a ter um pénis? — porque se a uniformidade sexual dos dois sexos for um critério de igualdade, nem vale a pena continuar a “cumbersa”!

Se as feministas (em geral) fossem a favor da igualdade de direitos naturais dos dois sexos” (é nisto que consiste verdadeiramente a “igualdade de género”), então seriam elas (as feministas) as primeiras a criticar a condição feminina nos países de maioria islâmicao que não acontece!, devido à aliança entre Karl Marx e Maomé.

O chamado “feminismo” é um instrumento ideológico e de acção política do neomarxismo.

Ao lermos o texto todo do burro Diogo, verificamos o enorme problema de indigência cognitiva em Portugal: é gente desse calibre que controla a política e os me®dia!

É caso para dizer: Ó Diogo Faro: abre esses olhos, mula! Levanta esse focinho, e fareja!


Nota: embora o textículo do asno em epígrafe seja de 8 de Fevereiro de 2020, o texto original da Cristina Miranda é de 4 de Março de 2019.

Terça-feira, 31 Dezembro 2019

Corrida de São Silvestre em Espanha

Filed under: #MeToo,feminazismo,feminismo,lixo feminino — O. Braga @ 7:01 pm

Domingo, 22 Setembro 2019

A Maria João Marques é um dos píncaros da intelectualidade portuguesa de “direita”

Publico aqui em baixo um tuite do humorista Rui Cruz, em que podemos ver uma imagem da interacção da Maria João Marques — uma escriturária do blogue da “direita liberal” Insurgente e do jornal de “direitinha” O Observador — com um indivíduo do sexo masculino, acerca do feminismo:

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Note-se que a Maria João Marques bloqueou-me no Twitter — não porque eu tivesse comentado qualquer coisa acerca dela no Twitter, mas sim pelo que eu escrevi neste blogue acerca das ideias dela (ver a categoria “Maria João Marques”).

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Contudo, é deste tipo de gente que se alimenta a “Direitinha” portuguesa — a “Direitinha” do PSD do Rui Rio e da “Aliança” do Pedro Santana Lopes; a “Direitinha” do Bilderberger Pinto Balsemão que tem sustentado o José Pacheco Pereira que afirma que “o PSD é de esquerda”; a “Direitinha” do CDS da Assunção Cristas, do gayzista Adolfo Mesquita Nunes e do espertalhão Michael Seufert que são a “quinta coluna” da Esquerda no CDS e que fecham a Esquerda à direita; ou a “Direitinha” do “Telmo Três Nomes” do Blasfémias, que se distingue de um qualquer militante do Bloco de Esquerda apenas porque aquele defende a propriedade privada dos meios de produção.

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É desta merda que é feita a Direita em Portugal.

Sexta-feira, 26 Julho 2019

A Esquerda criando a nova geração do eleitorado de Direita

“Arte feminista” imposta a crianças (vejam a expressão corporal dos rapazes): é a Esquerda criando a nova geração do eleitorado de Direita.

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Sábado, 13 Julho 2019

O mulherio na política

Filed under: feminismo,mulheres na política — O. Braga @ 2:07 pm

A democracia ocidental está hoje confrontada com um sério problema que ameaça o seu funcionamento.

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Quarta-feira, 10 Julho 2019

A mulher inteligente e o feminismo

Filed under: feminazismo,feminismo,lixo feminino — O. Braga @ 7:50 pm

Quarta-feira, 27 Março 2019

Feminismo significa “mulismo”

 

É falso que “o feminismo prossegue a igualdade de género (equidade)”; “feminismo” e “equidade” são conceitos contraditórios, por um lado, e, por outro lado, “igualdade” não é a mesma coisa que “equidade”.

Aconselho à senhora que escreveu aquele texto que aprenda alguma coisa com a Janice Fiamengo.


O conceito de “feminismo” tem mudado ao longo do tempo, e hoje “feminismo” é exactamente o oposto de “marialvismo”, ou seja, feminismo é sinónimo de “mulismo”, ou oposto de “machismo”.

Hoje, uma feminista é uma mula (em contraposição ao macho marialva).

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O conceito de “equidade” deve ser entendido conforme foi concebido por Aristóteles :

A equidade é acção do espírito sobre a lei.

A aplicação do conceito aristotélico de “Equidade”, distingue-se do direito porque consiste na correcção da lei positiva mediante a consideração da lei natural nos casos em que a sua aplicação pudesse contribuir para uma maior e melhor justiça.

mineiros-feminismo-webSegundo Aristóteles, a equidade é a Justiça que diz mais respeito ao espírito do que à lei e que pode mesmo moderar ou rever esta última, na medida em que se mostre insuficiente devido ao seu carácter geral.

A equidade é acção do espírito sobre a lei — em que esta (a lei) é subordinada àquele (ao espírito).

A equidade não significa que se justifique a existência de privilégios concedidos por intermédio do Direito Positivo — como, por exemplo, a restrição da liberdade individual quando o Estado impõe as chamadas “quotas de género” às empresas privadas, o que a Assunção Cristas também defende: aqui, não se trata de “equidade”: é mulismo (feminismo) puro e duro!

A equidade não garante igualdade de rendimentos (ou igualdade de qualquer outra coisa) — exactamente porque “equidade” não é a mesma coisa que “igualdade”. Esta confusão generalizada entre “igualdade” e “equidade” mexe-me com os nervos.

Terça-feira, 12 Março 2019

O Observador e as escrevinhadoras com cabeça de alho-chocho

 

O maior problema que temos na nossa democracia não são já os ignorantes, mas antes é a ignorância dos licenciados das academias, detentores de alvarás de inteligência, e que escrevem nos me®dia — como é o caso da maior parte dos escriturários de alpaca que escrevinham no Observador. É o caso, por exemplo, de uma jovenzinha que dá pelo nome de “Teresa Cunha Pinto” (sempre e invariavelmente os três nomes!):

“A lei da paridade é não só uma lei extremamente discriminatória e por isso injusta como tenta favorecer um dos sexos em detrimento do outro quando o que deve estar em cima da mesa é o mérito. O mérito falará pelas mulheres e pelos homens deste mundo.

(…)

Uma sociedade igualitária prende-se com relações que se caracterizam pela entre-ajuda e pela correcta e justa divisão das responsabilidades. Não queiramos atribuir funções a cada um dos sexos quando enquanto sociedade conseguimos ver que a diferença nos une e nos torna, também, iguais”.

Ainda sobre a mulher, o feminismo e a lei da paridade

Aquela pobre criatura não se deu conta de que os dois parágrafos citados (e da sua lavra) são contraditórios entre si — porque a lei da paridade só faz sentido em uma sociedade igualitária. Não é possível (logicamente) ser contra a lei da paridade, por um lado, e por outro lado ser a favor de uma sociedade igualitária.

Atribuir funções endógenas a cada um dos sexos é inevitável; desde logo, por exemplo, porque o homem não pode parir. E ainda estou para ver quantas mulheres trabalham em minas de carvão, por exemplo.

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Esta coisa do “feminismo” já começa a meter nojo; e este assunto só me incomoda porque a imbecilidade de certas mulheres (do género da supracitada) tem audiência garantida — este tipo de mulheres idiotas fazem escola, em uma espécie de imbecil colectivo que alimenta a idiotização progressiva (e progressista) da sociedade.

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