perspectivas

Domingo, 19 Março 2017

Como a Isabel Moreira vê o mundo

 

Isabel Moreira: “Eu só quero ser um espírito livre. E pago o preço disso com a solidão. Os homens têm medo de mulheres livres”.


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Quinta-feira, 9 Março 2017

Agora, que já passou o “dia da mulher”…

 

Quando ouço falar em “igualdade”, fico com os cabelos em pé. A liberdade é o direito a ser diferente; e a igualdade é a proibição de o ser.

Quarta-feira, 8 Março 2017

O politicamente correcto também vai acabar com a economia

 

Imaginem um dono de uma empresa que prefere um homem incompetente em determinada função, em vez de uma mulher competente para essa mesma função. ¿Já imaginaram esse patrão? Está falido!

Por isso é que o sistema de quotas defendido pelo gado asinino é um absurdo. Um patrão digno desse nome quer o melhor funcionário para a sua empresa, independentemente de ser homem ou mulher.

O sistema de quotas para mulheres vai dar merda, porque vai reduzir a competitividade das empresas: um estudo publicado pela Forbes revela que homens e mulheres com valor profissional real, preferem trabalhar empresas que não aplicam o sistema de quotas.

“While using a gender quota might seem like an effective way to compete in the war for talent, our research found that it actually drives away the highly talented professionals they were intended to attract”.

Gender Quotas in Hiring Drive Away Both Women and Men

O Dia Internacional da Mulher Progressista e Feminista

Filed under: feminazismo,feminismo,mulher,politicamente correcto — O. Braga @ 1:44 pm

 

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Domingo, 5 Março 2017

Não é verdade, Joana Petiz: não é a verdade. Mas podes mentir à vontade.

verdade

“Nunca defendi sistemas artificiais para impor o que me parece natural, que homens e mulheres, sendo diferentes, são igualmente capazes de desempenhar as mesmas tarefas. O que faz a diferença será o feitio de cada pessoa, as competências, as ambições, as capacidades; mas nunca é o género que determina uma maior ou menor aptidão para o que quer que seja.”

Joana Petiz: No mundo dos homens

Não é por dizeres uma mentira muitas vezes que ela passa a ser verdade. Aconselho a Joana Petiz a ver esta série de vídeos realizados na Noruega acerca da “igualdade da capacidade de desempenhar as mesmas tarefas”: Brainwash.

Há muitas tarefas que são melhor desempenhadas por uma mulher do que por mim; e nem por isso me sinto “discriminado”: é a natureza das coisas.

Dizer a verdade é o novo “discurso de ódio”. Dizer a verdade desperta o ódio de excrementos existenciais, como é o caso da Joana Petiz. E dizer a verdade — doa a quem doer — é hoje um acto revolucionário.

Por exemplo: eu estou absolutamente convencido — provem-me o contrário! — de que o direito de voto da mulher, em geral (há excepções que confirmam a regra), aumenta o Poder do Estado sobre os cidadãos.

A mulher actual procura no Estado a figura do “marido protector” que ela recusa no homem. E quanto mais forte é o Estado, menor é a liberdade: a mulher prefere a protecção do Estado, em lugar da liberdade. A mulher é, em grande parte, responsável pela dinâmica para-totalitária estatal adoptada pelos estados europeus contemporâneos e pelo leviatão europeísta.

 

Quarta-feira, 9 Dezembro 2015

Não existem metas comunitárias para as quotas de mulheres na gestão de empresas privadas

Filed under: feminazismo,feminismo,Política,politicamente correcto — O. Braga @ 12:14 pm

 

“Depois de o anterior executivo ter celebrado um acordo com 13 das empresas cotadas portuguesas para atingir uma quota de 30% mulheres nos assentos dos conselhos de administração até 2018, o recém-empossado Governo socialista está a analisar a melhor forma de atingir as metas propostas pela Comissão Europeia.

A secretária de Estado da Cidadania e Igualdade, Catarina Marcelino, não afasta a hipótese de introduzir legislação que permita alcançar as metas comunitárias em matéria de igualdade de género”.

Governo não exclui imposição de igualdade de género às empresas da bolsa


Os me®dia, em cooperação com o governo marxista-cantinflista do Partido Socialista controlado pela Esquerda radical, fala em “metas comunitárias”. E ¿quais são essas metas comunitárias?

Em boa verdade, essas metas comunitárias não existem — conforme se pode ler aqui. O Conselho da Europa, reunido a 2 de Dezembro p.p., decidiu que o sistema de quotas não é compatível com o princípio da subsidiariedade.

Isto significa que os governos de Passos Coelho e António Costa agiram ou agirão por conta própria, e não seguindo qualquer directiva europeia ou quaisquer “metas comunitárias”.

Domingo, 9 Março 2014

A cibernética e o amor politicamente correcto

Filed under: feminismo,politicamente correcto — O. Braga @ 5:20 am
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Imaginem que um homem apaixona-se por uma mulher, e para estar seguro da sua idoneidade como futura esposa, vai tentar saber em quantas camas ela já dormiu em outras tantas cambalhotas com outros homens. Parece um amor absurdo, mas não é.

Em Inglaterra, as mulheres agora  “podem pedir à polícia que verifique se os seus companheiros têm antecedentes de violência doméstica ou de outro tipo, segundo uma nova legislação que entrou hoje em vigor”.

É o amor politicamente correcto: em vez de a mulher namorar o homem durante algum tempo até perceber o mínimo acerca da índole dele — ela conhece-o de manhãzinha, vai à polícia à tardinha e, se não houver alarde, dá a cambalhota à noitinha. 

E depois, a culpa é sempre do homem…

Terça-feira, 29 Outubro 2013

A idiota perigosa e útil

 

Edite Estrela pegou no “trabalho” da organização de origem americana “International Planned Parenthood Federation” (IPPF), delegação de Bruxelas, assumiu-o como se fosse dela e apresentou o chamado Relatório Estrela no parlamento europeu.

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Domingo, 20 Outubro 2013

Edite Estrela: uma mulher execrável

 

Edite Estrela é a autora de um relatório que pretende transformar em lei, para todos os países da União Europeia:

1/ o aborto como um “direito humano”;

2/ a restrição, ou mesmo proibição, da objecção de consciência em relação ao aborto por parte dos profissionais de saúde;

3/ negação do princípio do papel principal dos pais na educação sexual dos seus filhos (ver § 47 do documento);

4/ e, finalmente, a imposição da “educação sexual” (dentro e fora da escola) segundo os critérios do chamado Standards for Sexuality Education in Europe, que reza assim:

Children aged 0-4 should be informed about: “enjoyment and pleasure when touching one’s own body”, “early childhood masturbation”,different family relationships”, “the right to explore gender identities”, “the right to explore nakedness and the body, to be curious”, etc. and they should develop “curiosity regarding own and others‘ bodies” and “a positive attitude towards different lifestyles”.

Children aged 4-6 should be informed about “enjoyment and pleasure when touching one’s own body”, “early childhood masturbation”, “same-sex relationships”, “sexual feelings (closeness, enjoyment, excitement) as a part of all human feelings”,“different kinds of (family) relationship”, “different concepts of a family”, and should develop “respect” for those different lifestyles and concepts.

Children aged 6-9 should go on learning about “enjoyment and pleasure when touching one’s own body (masturbation/self-stimulation)”, but they also should be informed about “different methods of conception” and “the basic idea of contraception (it is possible to plan and decide about your family)”

Children aged 9-12 should be informed about “first sexual experience”, “orgasm”, “masturbation”, and should learn to “make a conscious decision to have sexual experiences or not” and “use condoms and contraceptives effectively”.

Sábado, 31 Agosto 2013

A piropofobia da Adriana Lopera e a psicologia do piropo

O jornal Púbico publica algumas frases de Adriana Lopera, a piropófoba do Bloco de Esquerda , como segue:

“O assédio verbal é uma frase que um homem diz a uma mulher no espaço público, na rua. Por exemplo, num metro cheio, ninguém diz nada porque sabe que está a fazer algo de errado. O piropo, algo bonito, que um amigo ou um companheiro nos diz baseia-se numa relação humana“,

“Está a falar do nosso corpo, da nossa estrutura física, é sobre nós, vindo de um estranho e nós não pedimos opinião. Isso é agressão verbal“.

Há pessoas muito amargas e amargadas pela vida, e não há nada mais a fazer senão tentar compreender essa amargura. Parece ser este também o caso de Adriana Lopera, feminista encardida do Bloco de Esquerda. Vamos desconstruir os seus (dela) pseudo-argumentos.

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Sexta-feira, 30 Agosto 2013

Duas lésbicas do Bloco de Esquerda querem proibir os piropos

“Ó Jóia!, vem cá ao Ourives!” (piropo)

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Chego a sentir pena das lésbicas, tão frustradas são por não terem homem. E em função dessa frustração inconsciente, querem proibir as mulheres em geral de qualquer contacto com homens. A verdade é que o piropo não é só masculino: a mulher também tem a sua forma peculiar de piropo que passa por uma abordagem indirecta, ao passo que o piropo masculino é directo.

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O Bloco de Esquerda é um partido político incoerente: por um lado, é o paladino da expressão pública desbragada e incontrolada do desejo homossexual e das paradas gay; mas, por outro lado, quando se trata dos relacionamentos entre os dois sexos, pretende proibir a expressão pública do desejo.

Muitos casamentos felizes e famílias unidas começaram com um piropo. Ele há piropos e piropos.

Em vez de sermos machistas, vamos ser realistas

Infelizmente, já morreram cinco bombeiros este Verão, na luta contra incêndios. Desses cinco, duas foram mulheres bombeiras. Vamos fazer um simples exercício hipotético.

bombeira-250-web.jpg Se, por exemplo, em todo o país, 90% dos bombeiros forem homens, e se tivermos 3 mortes de homens, então: 3/90=0.033. A probabilidade de um bombeiro morrer num incêndio é de 0,033:1.

E sendo que 10% dos bombeiros são mulheres, e se tivermos 2 mortes de mulheres, então: 2/10=0,2. A probabilidade de uma bombeira morrer num incêndio é de 0,2:1 – ou seja, 6 vezes maior do que um bombeiro. Uma bombeira corre seis vezes mais risco de morte do que um bombeiro.

Contudo, eu penso que esse risco é maior ainda, porque a percentagem de bombeiras pode ser menor do que 10% do total. Se a percentagem de bombeiras for, por exemplo, de 5% do total, o risco de morte de mulheres no combate aos incêndios é 0,6:1, ou seja, 18 vezes maior do que nos homens.

As bombeiras devem estar na retaguarda da “guerra” ao incêndio, e não na linha da frente. Quando os bombeiros colocam as suas mulheres na linha da frente, estão a cometer um crime moral, para além de ser uma manifestação de cobardia por parte dos homens.

Uma mulher não é um homem. Será muito difícil compreender isto?!

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