perspectivas

Segunda-feira, 24 Abril 2017

O feminazismo e a direitinha educadinha

 

welcome-refugeees-gay-webEu escrevi um verbete com o título “Ter a fama e o proveito — retirando o direito de voto à mulher” que fazia referência a um outro verbete publicado no jornal Huffington Post que, como sabemos, tem um corpo editorial exclusivamente composto por mulheres.
Entretanto, o tal verbete foi apagado, como podemos ver; e foi apagado não pelo conteúdo do mesmo, mas porque a autora do dito artigo era “anónima”. Mas eu guardei o referido artigo em ficheiro PDF, que pode ser lido aqui; e podemos verificar a violência com que o “homem branco” é tratado não só pelas mulheres feministas, mas pelo politicamente correcto em geral.

Podemos ler aqui o actual estatuto jurídico, cultural e social do homem em Espanha (também aqui em PDF).

O leitor português poderá até não acreditar no que está a acontecer ao estatuto do homem em Espanha, mas não perde pela demora: a Esquerda que nos governa está já a preparar legislação de perseguição ao homem português — e já não de protecção à mulher. O que Esquerda pretende é uma sociedade de eunucos, em que toda a gente é  “mulher que depende do Estado”; e, para isso, a classe política (de Esquerda) elabora leis que vão no sentido da emasculação da sociedade em geral.

Nas universidades americanas, em geral, e na de Berkeley (Califórnia) em particular, defende-se já oficialmente o fim da liberdade de expressão (Ann Coulter e Milo Yiannopoulos foram proibidos de falar na universidade, e proibidos por mulheres da direcção da universidade) — tudo o que não corresponda ao politicamente correcto  ou marxismo cultural  é calado; e esta repressão da liberdade de expressão é coordenada principalmente por mulheres colocadas em cargos de direcção nessas universidades — como aconteceu recentemente com o cancelamento de uma conferência do professor Jordan Jefferson na universidade de Portland, nos Estados Unidos, por parte de uma mulher dirigente da universidade que dá pelo nome de Susan Agre-Kippenhan.


Neste contexto, e depois do que foi escrito acima, concluímos que uma certa agenda política feminista é totalitária; e essa agenda política “totalitarizante” conta com o apoio geral da Esquerda e com a aquiescência benevolente de uma certa direita politicamente correcta, como podemos ver aqui, em uma crítica acrítica a meu verbete supracitado:

“Começou tão bem, mas acabou tão mal. Se não foi ironia, concluo que até no melhor pano cai a nódoa.”

É tão “ironia” a minha defesa da proibição do voto da mulher, como é irónica a eliminação da liberdade de expressão, ou a diabolização do “homem branco”.

E só uma direita estúpida não vê isso. As únicas armas para combater a Catarina Martins, Francisco Louçã, Daniel Oliveira, e quejandos, é utilizando as mesmas armas de intolerância contra eles — e não ser o “menino bonzinho da direitinha educadinha” que diz que “no melhor pano cai a nódoa”.

Quarta-feira, 19 Abril 2017

As novas prostitutas finas que trabalham ao nosso lado

 

Bill O’Reilly tem vindo a ser acusado de “coacção sexual” na Fox News. Uma após outra, cinco mulheres exigiram da Fox News 13 milhões de dólares para não irem para tribunal, alegadamente acusando o Bill O’Reilly de coacção sexual. Agora já apareceu uma sexta acusação; com jeitinho, irão surgir umas cem mulheres “vítimas” à procura dos milhões da FOX NEWS. 

“Complaints included verbal abuse, unwanted advances and lewd comments, the paper said, citing documents and interviews.”

Bill O’Reilly sexual harassment scandal explained

Segundo consta, dentro do pacote de 13 milhões de dólares de “coacção sexual” que a Fox News pagou a cinco ex-funcionárias tipo “prostitutas”, cabe eventualmente o “abuso verbal”, alegados “avanços indesejados” e “comentários lascivos”.

A mulher ocidental criou uma fonte de rendimento extra, uma nova forma de prostituição.

Imaginemos uma situação em que uma empregada vem vestida com um decote extraordinário, e o chefe chama à atenção: “Ó Fulana, não venha aqui para o local de trabalho mostrar as mamas ao pessoal!” → É “abuso verbal”; e pode ser considerado “comentário lascivo”, com direito a uns 5 ou 6 milhões de dólares de indemnização.

Ou o chefe diz à subordinada: “Não tenho nada contra as mini-saias normais, mas você escusava de vir para aqui sem cuecas!”. → É “abuso verbal” e “avanço indesejado”, com direito a uns 2 ou 3 milhões de dólares de indemnização.

E basta que a mulher “denuncie”: a palavra do homem nada vale. Ela aponta o dedo ao desgraçado e diz: “abuso verbal”, “avanços indesejados” e “comentários lascivos”ergo, 5 milhões de dólares, e bico calado.

São as putas que trabalham ao nosso lado.

Sábado, 15 Abril 2017

Obama, a Esquerda, o feminismo, e o Estado-providência

 

 

Quinta-feira, 13 Abril 2017

Ter a fama e o proveito — retirando o direito de voto à mulher

 

O Huffington Post é um jornal cujo corpo editorial e direcção é exclusivamente composto por mulheres. Um artigo recente, assinado por uma tal Shelley Garland que se diz “estudante de filosofia”, defende a ideia segundo a qual deveria ser negado o voto aos homens brancos.

“Some of the biggest blows to the progressive cause in the past year have often been due to the votes of white men. If white men were not allowed to vote, it is unlikely that the United Kingdom would be leaving the European Union, it is unlikely that Donald Trump would now be the President of the United States, and it is unlikely that the Democratic Alliance would now be governing four of South Africa’s biggest cities”.

Could It Be Time To Deny White Men The Franchise?

corpo-editorial-huffington-post-webDigamos que, pouco a pouco, as posições vão-se tornando claras; e na minha qualidade de homem branco, eu defendo que se deveria negar o voto às mulheres, em geral.


A aberração do Estado Providência surgiu com o voto feminino — porque a mulher vive mais tempo do que o homem, e não quer depender deste: a mulher prefere o amante chamado “Estado” ao homem-marido. A mulher começou a votar em princípios da década de 1920; e bastaram 10 anos apenas para que surgisse o Estado-providência, por exemplo, na Suécia da década de 1930.

 

Hoje, na Europa (países nórdicos) e nos Estados Unidos (mulheres negras), mais de 50% das crianças nascidas não têm pai reconhecido: essas crianças são “filhas do Estado”, no sentido em que são filhas-de-puta. O voto da mulher conduziu o Estado à bancarrota, por um lado, e por outro lado, instituiu a figura icónica do filho de pai incógnito — e tudo isto realizado com orgulho feminista. E são essas mesmas desconchavadas morais que defendem agora a ideia de que “a culpa é do homem branco que não deveria ter direito a voto”. Pois que seja: chegou a hora de assumirmos que a mulher não pode votar.

zimbabwe-farmer-evicted-web

Na Zâmbia, onde uma grande parte dos agricultores são machos brancos, a produção agrícola atingiu máximos históricos em 2016:

“MAIZE output has increased to 3.3 million tonnes in the current harvesting season, the highest production recorded in Zambia’s history.

Agriculture minister Wylbur Simuusa said this afternoon that the production of rice, millet, groundnuts and tobacco has also increased this season compared to the last season.

He said the country’s maize production rose 32 percent in the 2013/2014 season from 2.5 million tonnes in the 2012/2013 season on the back of improved yields, area planted and increased investment in the sector, signalling a possible sharp drop in mealie-meal prices.”

Mugabe’s White Farmers Reap 3.3 Million Tonnes of Maize In Zambia While Zim Starves

Enquanto isso, no Zimbabué de Mugabe o povo passa fome depois da expulsão dos homens brancos agricultores. E, na África do Sul, prepara-se um movimento político de nacionalização das terras e expulsão os agricultores brancos, tal como reconhece a tal Shelley Garland:

“This redistribution of the world’s wealth is long overdue, and it is not just South Africa where white males own a disproportionate amount of wealth. While in South Africa 90 percent of the country’s land is in the hands of whites (it is safe to assume these are mainly men), along with 97 percent of the Johannesburg Stock Exchange, this is also the norm in the rest of the world.”

A mulher tem, em geral (salvo excepções) e em média, um coeficiente de inteligência baixo (ou mais baixo do que a média do homem). Por isso, o voto da mulher deve ser restrito.

Domingo, 9 Abril 2017

O feminismo é uma questão de classe social

 

“A Marta e o Pedro são dois dos meus melhores amigos. Tinham-me convidado para jantar em casa deles com um jornalista e autor brasileiro, que não me conhecia de lado algum e já ficara a saber que eu era “um porco machista”. Não foi bem isso que a Marta disse, mas foi ao que me soou. Aquilo feriu-me como um insulto”.

Feminismo. A obsessão do politicamente correcto

O que me fere não é o “machista”; em vez disso, o que me chateia é o “porco”. É que um machista que se preze anda sempre bem lavadinho e limpinho e, se possível, bem cheiroso com um “after-shave” caríssimo. Um homem porco, e simultaneamente machista, é uma contradição em termos. Ou se é porco, ou se é machista. O mesmo já não se passa com uma “vaca feminista”: o feminismo e gado vacum complementam-se (pela mesma ordem de ideias, também há por aí muitos machos com um par de cornos).

“Corri para o dicionário, talvez o equívoco fosse meu. “Machismo: ideologia que defende a supremacia do macho; atitude de dominação em relação à mulher baseada na não aceitação da igualdade de direitos”. Lida assim, em voz alta, a coisa soava mesmo feia.”

Ibidem

Se o machismo é uma ideologia, é a ideologia mais antiga que existe — quiçá terá a idade do homem de Neanderthal que é mais antigo que o homo sapiens. Assim, a ideologia machista terá aí 200 mil anos de idade, no mínimo. Já estou a ver um ancestral paleolítico do jornaleiro Nelson Marques a transcorrer filosoficamente acerca dos princípios norteadores da ideologia machista.

Não há a certeza sobre se o australopitecos pitecantropos já teria desenvolvido a ideologia machista; mas tudo leva a crer que a evolução já lhe tinha cobrado a factura da exigência do macho.

Mas a feminista Camille Paglia não concorda com a tese da “ideologia machista”: diz ela que os machos não têm culpa da frustração de determinadas mulheres — aquelas mulheres das classes mais altas que vivem em rede social (e não em comunidade, como acontece com as mulheres das classes mais baixas).

 

Domingo, 19 Março 2017

Como a Isabel Moreira vê o mundo

 

Isabel Moreira: “Eu só quero ser um espírito livre. E pago o preço disso com a solidão. Os homens têm medo de mulheres livres”.


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Quinta-feira, 9 Março 2017

Agora, que já passou o “dia da mulher”…

 

Quando ouço falar em “igualdade”, fico com os cabelos em pé. A liberdade é o direito a ser diferente; e a igualdade é a proibição de o ser.

Quarta-feira, 8 Março 2017

O politicamente correcto também vai acabar com a economia

 

Imaginem um dono de uma empresa que prefere um homem incompetente em determinada função, em vez de uma mulher competente para essa mesma função. ¿Já imaginaram esse patrão? Está falido!

Por isso é que o sistema de quotas defendido pelo gado asinino é um absurdo. Um patrão digno desse nome quer o melhor funcionário para a sua empresa, independentemente de ser homem ou mulher.

O sistema de quotas para mulheres vai dar merda, porque vai reduzir a competitividade das empresas: um estudo publicado pela Forbes revela que homens e mulheres com valor profissional real, preferem trabalhar empresas que não aplicam o sistema de quotas.

“While using a gender quota might seem like an effective way to compete in the war for talent, our research found that it actually drives away the highly talented professionals they were intended to attract”.

Gender Quotas in Hiring Drive Away Both Women and Men

O Dia Internacional da Mulher Progressista e Feminista

Filed under: feminazismo,feminismo,mulher,politicamente correcto — O. Braga @ 1:44 pm

 

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Domingo, 5 Março 2017

Não é verdade, Joana Petiz: não é a verdade. Mas podes mentir à vontade.

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“Nunca defendi sistemas artificiais para impor o que me parece natural, que homens e mulheres, sendo diferentes, são igualmente capazes de desempenhar as mesmas tarefas. O que faz a diferença será o feitio de cada pessoa, as competências, as ambições, as capacidades; mas nunca é o género que determina uma maior ou menor aptidão para o que quer que seja.”

Joana Petiz: No mundo dos homens

Não é por dizeres uma mentira muitas vezes que ela passa a ser verdade. Aconselho a Joana Petiz a ver esta série de vídeos realizados na Noruega acerca da “igualdade da capacidade de desempenhar as mesmas tarefas”: Brainwash.

Há muitas tarefas que são melhor desempenhadas por uma mulher do que por mim; e nem por isso me sinto “discriminado”: é a natureza das coisas.

Dizer a verdade é o novo “discurso de ódio”. Dizer a verdade desperta o ódio de excrementos existenciais, como é o caso da Joana Petiz. E dizer a verdade — doa a quem doer — é hoje um acto revolucionário.

Por exemplo: eu estou absolutamente convencido — provem-me o contrário! — de que o direito de voto da mulher, em geral (há excepções que confirmam a regra), aumenta o Poder do Estado sobre os cidadãos.

A mulher actual procura no Estado a figura do “marido protector” que ela recusa no homem. E quanto mais forte é o Estado, menor é a liberdade: a mulher prefere a protecção do Estado, em lugar da liberdade. A mulher é, em grande parte, responsável pela dinâmica para-totalitária estatal adoptada pelos estados europeus contemporâneos e pelo leviatão europeísta.

 

Quarta-feira, 9 Dezembro 2015

Não existem metas comunitárias para as quotas de mulheres na gestão de empresas privadas

Filed under: feminazismo,feminismo,Política,politicamente correcto — O. Braga @ 12:14 pm

 

“Depois de o anterior executivo ter celebrado um acordo com 13 das empresas cotadas portuguesas para atingir uma quota de 30% mulheres nos assentos dos conselhos de administração até 2018, o recém-empossado Governo socialista está a analisar a melhor forma de atingir as metas propostas pela Comissão Europeia.

A secretária de Estado da Cidadania e Igualdade, Catarina Marcelino, não afasta a hipótese de introduzir legislação que permita alcançar as metas comunitárias em matéria de igualdade de género”.

Governo não exclui imposição de igualdade de género às empresas da bolsa


Os me®dia, em cooperação com o governo marxista-cantinflista do Partido Socialista controlado pela Esquerda radical, fala em “metas comunitárias”. E ¿quais são essas metas comunitárias?

Em boa verdade, essas metas comunitárias não existem — conforme se pode ler aqui. O Conselho da Europa, reunido a 2 de Dezembro p.p., decidiu que o sistema de quotas não é compatível com o princípio da subsidiariedade.

Isto significa que os governos de Passos Coelho e António Costa agiram ou agirão por conta própria, e não seguindo qualquer directiva europeia ou quaisquer “metas comunitárias”.

Domingo, 9 Março 2014

A cibernética e o amor politicamente correcto

Filed under: feminismo,politicamente correcto — O. Braga @ 5:20 am
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Imaginem que um homem apaixona-se por uma mulher, e para estar seguro da sua idoneidade como futura esposa, vai tentar saber em quantas camas ela já dormiu em outras tantas cambalhotas com outros homens. Parece um amor absurdo, mas não é.

Em Inglaterra, as mulheres agora  “podem pedir à polícia que verifique se os seus companheiros têm antecedentes de violência doméstica ou de outro tipo, segundo uma nova legislação que entrou hoje em vigor”.

É o amor politicamente correcto: em vez de a mulher namorar o homem durante algum tempo até perceber o mínimo acerca da índole dele — ela conhece-o de manhãzinha, vai à polícia à tardinha e, se não houver alarde, dá a cambalhota à noitinha. 

E depois, a culpa é sempre do homem…

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