perspectivas

Domingo, 15 Julho 2018

Quando vejo mulheres destas, questiono-me sobre a diferença de inteligência entre membros dos dois sexos

 

MAFALDA COUTINHO
Este texto é inacreditável (ver ficheiro PDF, para memória futura). Depois de o ler, por uma fracção de segundo pensei que as mulheres têm uma grave deficiência cognitiva.

FIFA CUMPIR ORDENS-web


O meu problema não é o de deixar de ver as “hot girls” nos jogos transmitidos pela televisão: o meu problema é o de saber o que vem a seguir a isto: ¿irão proibir os homens de olhar para as mulheres na rua?

Fico com pele de galinha e os pêlos eriçados quando se defende, na praça pública (embora no pasquim Púbico), que se deve proibir alguma coisa porque alguém exerce a sua liberdade de uma forma inócua: as “hot girls” são livres de se manifestarem nos estádios, mas as televisões devem censurar as “hot girls”. Ou seja, as feministas tratam as mulheres como sendo irracionais ou com cérebro de galinha, e por isso as feministas defendem a censura da expressão pública das próprias mulheres.

A ideia segundo a qual as “hot girls” são a causa de “assédio” nos estádios, só pode vir de uma mente com uma grave deficiência cognitiva. E, a julgar pelo que foi escrito por aquele supracitado galináceo, em um Mundial que teve muitas centenas de milhares de espectadores nos estádios, houve 30 casos de assédio. TRINTA CASOS.

As abéculas que defendem que as “hot girls” desapareçam das imagens de futebol, são as mesmas que defendem a violência da Ideologia de Género sobre as crianças através da manipulação política do Ensino e da educação.

A ideia segundo a qual se pode conduzir uma sociedade à perfeição e à “igualdade” por intermédio do Direito Positivo, só pode vir de atrasados mentais. As “elites” não aprenderam nada com o sanguinário século XX.

puritanos-ursos-web

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Segunda-feira, 9 Julho 2018

Quando a “igualdade” incomoda a Fernanda Câncio

 

Será que a Fernanda Câncio sabe que os prémios para as e os tenistas do Grand Slam são iguais?

Ou seja, por exemplo: quem chega (por exemplo) a uma final ATP de mulheres, ou de homens, ganha o mesmo dinheiro.

Mas os jogos não são iguais: as mulheres jogam apenas 3 Sets, e os homens jogam 5 Sets — o que significa que os homens têm que suar mais tempo para ganhar o mesmo que as mulheres.

Quarta-feira, 6 Junho 2018

A irracionalidade da ideologia dominante

 

O João Miguel Tavares escreveu o seguinte acerca do feminazismo português representado, por exemplo, pelo assalto da Isabel Moreira ao Partido Socialista :

“(…) esta pequena elite que pratica o ultra-feminismo semântico não pode ser menosprezada, porque tem uma influência significativa junto do poder político. O clube de Isabel Moreira, da CIG, das Capazes, mais respectivos amigos e amigas, tem uma presença parlamentar e mediática de peso, e está sustentada numa poderosa moda internacional que passa os dias em universidades e jornais a colocar cordões sanitários à volta do vocabulário de cada um, com o mesmo desvelo com que a Santa Inquisição escrutinava os sussurros dos cristãos-novos”.

Exactamente porque penso que o João Miguel Tavares tem razão, é que eu tenho perdido algum tempo com escritos acerca da Isabel Moreira — porque, de resto, não lhe reconheço (a ela) qualquer autoridade intelectual (de direito e/ou de facto) para discutir qualquer coisa que não seja a discricionariedade política do actual Direito Positivo português que cria normas a partir de factos.

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«Qualquer pessoa com uma mente informada e reflectiva que viva no século XX a partir do fim da primeira guerra mundial ― como é o meu caso ― acaba por se se sentir cercada ― senão oprimida ― por todos os lados por uma inundação da linguagem ideológica.

Essa pessoa não consegue lidar com os utilizadores da linguagem ideológica como parceiros de uma discussão, mas terá antes que fazer destes o objecto de investigação.

Não existe uma comunidade de linguagem entre os representantes das ideologias dominantes. Por isso, a comunidade da linguagem que essa pessoa pretende usar para criticar os utilizadores da linguagem ideológica (dominante) deve ser, em primeiro lugar, descoberta e, se necessário, estabelecida.»

Eric Voegelin.


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Esta citação de Eric Voegelin mantém-se actual.

JPP-ZAROLHOA “ideologia dominante” é hoje protagonizada principalmente pelo Bloco de Esquerda e pelo Partido Socialista, com alguma extensão no PSD através do Bando dos Seis1 e pela maçonaria irregular (Grande Oriente Lusitano), orientados politicamente pelo Rui Rio e ideologicamente pelo José Pacheco Pereira.

A verdade é que não existe uma comunidade de linguagem entre os representantes da actual ideologia dominante — como escreveu Vladimir Volkoff:

o chamado “marxismo cultural” (ou “utopia negativa”) representa a entropia do pensamento político, e como tal, é de impossível definição dado que carece de um verdadeiro e consensual conteúdo.

Daí a dificuldade do José Pacheco Pereira (o mais lúcido deles todos) em definir uma linguagem ideológica comum. Como vimos com a sua posição acerca da eutanásia, o Partido Comunista está fora da actual ideologia dominante.

A actual entropia do pensamento político — eloquentemente representado pela Isabel Moreira e por apedeutas como, por exemplo, Catarina Marcelino, entre outras — manifesta-se por intermédio de um maniqueísmo irracional e arbitrário que depende dos humores circunstanciais dos protagonistas da ideologia dominante.

Em contraponto, o combate contra a irracionalidade (a irracionalidade voltou a estar na moda, depois do nazismo e do estalinismo) da ideologia dominante deve enformar-se em uma comunidade de linguagem racionalizada — e não apenas fundar-se no conceito subjectivo de “liberdade individual”.

A tentativa de controlo da linguagem, por parte da ideologia dominante, é atabalhoada e irracional; mas é, ainda assim, perigosa — porque não se trata apenas de “controlo da linguagem” (como escreve aqui o Miguel Pinheiro), mas antes de uma tentativa de imposição arbitrária e discricionária de uma linguagem que não é exactamente definida a priori. Entramos já no domínio de uma esquizofrenia cognitiva das “elites” que pretendem definir a ideologia dominante.


Nota
1. Paula Teixeira da Cruz, Teresa Leal Coelho, Adão Silva, Cristóvão Norte, Margarida B. Lopes e Duarte Marquês

Quarta-feira, 23 Maio 2018

Não acreditem em tudo o que se diz por aí

 

Leio uma notícia acerca da rodagem de um novo filme sobre o caso de assédio sexual na Fox News que culminou com a demissão de Roger Ailes (na imagem), presidente da referida cadeia de televisão, em Julho de 2016 — no seguimento da denúncia pública de Megyn Kelly e de Gretchen Carlson (na imagem), uma funcionária do referido canal que tinha sido despedida pouco tempo antes.

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Ao ler a dita notícia pensei que provavelmente as duas pobres mulheres tivessem sido de facto vítimas de assédio sexual — até que topei com esta fotografia:

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¿Por que razão uma mulher anda sem cuecas no local de trabalho? ¿Não será que, muitas vezes, as mulheres procuram o próprio assédio por interesse próprio (por exemplo, para promoção da carreira profissional)?

Sábado, 5 Maio 2018

A hipocrisia do movimento ‘feminista’ #metoo

 

Não sou que o digo: são mulheres intelectuais (coisa rara, aliás).

Desde logo uma conferência no Hillsdale College (Michigan, EUA) conduzida por Heather Mac Donald. Podem ver aqui a conferência toda, e em baixo um extracto da dita.

 

Vemos aqui uma intervenção pública da inglesa Melanie Philips acerca do mesmo assunto. E a professora universitária canadiana Janice Fiamengo faz a crítica do movimento #metoo e até do feminismo. E isto para não falar na crítica da feminista (de segunda geração) Germaine Greer ao movimento #metoo.

Mas, em Portugal, vemos mulheres estúpidas — por exemplo, uma tal Ana Sousa Dias — que escrevem nos me®dia e fazem a apologia do #metoo.

Quarta-feira, 2 Maio 2018

O feminismo é isto

 

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Quarta-feira, 4 Abril 2018

Sobre o caso Nasim Aghdam

 

nasin-animalista-webOs me®dia já se esqueceram do episódio de ontem do ataque às instalações do YouTube na Califórnia, porque o caso em si não serve a narrativa de Esquerda. Quem cometeu o crime não era um homem branco heterossexual e rico; por isso, não interessa aos me®dia prosseguir com a cumbersa sobre esse assunto.


O caso de Nasim Aghdam causou-me algum incómodo psicológico, porque ela tinha alguma razão de queixa em relação ao YouTube — embora essa razão de queixa não justificasse uma acção que poderia colocar em causa a vida de gente inocente. O YouTube, assim como o FaceBook e o Twitter, praticam a censura política de forma aberta e descarada, e de tal forma que o senador republicano Ted Cruz já defende a intervenção do Estado em relação ao FaceBook :

“By making editorial judgments about what counts as “quality” news, Facebook has shifted from a neutral platform to a publisher with an editorial opinion. As Sen. Ted Cruz explained to representatives of the tech giants in January, this undermines the case for continued legal immunity under Section 230 of the Communications Decency Act, which exempts online platforms from legal liability for content posted by their users”.


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Sábado, 31 Março 2018

Se os géneros são iguais, ¿para que serve “mudar de género”?!

 

O politicamente correcto, na voz da deputeda socialista Isabel Moreira, defende simultaneamente a ideia segundo a qual “os géneros ao iguais”, por um lado, e por outro lado a ideia de que “a mudança de género” não se deve a doença.

Ora, se “os géneros só iguais”, ¿por que razão há quem pretenda “mudar de género”?!como se fosse possível mudar de sexo!: mesmo que retirem o útero a uma mulher, ela não deixa de ser mulher!

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A Isabel Moreira é uma personagem sinistra — tenebrosa, mesmo! — que tem ensombrado ultimamente a política portuguesa através de uma tomada radical de poder sobre o Partido Socialista.

A diferença entre a Isabel Moreira e a Fernanda Câncio é a de que a primeira é considerada pelos me®dia como sendo “constitucionalista”, o que lhe concede uma aura de autoridade de direitoo rei vai nu!. De resto, as duas galdérias são semelhantes.

A ideia peregrina — da galdéria Isabel Moreira — segundo a qual “a mudança de sexo não se deve a disforia de género e que “não é uma doença”, é desmentida pela APA (Associação Americana de Psiquiatria) através do DSM-5.

A posição anticientífica da Isabel Moreira, e da Esquerda em geral, tem que ser denunciada publicamente. O silêncio, nestas matérias, é criminoso.

Quinta-feira, 29 Março 2018

O feminismo joga com as palavras: a indefinição e a ambiguidade ideológicas são armas políticas mortíferas

“Nada enoja mais o progressista do que a teimosia daquele que se recusa a trocar o que é certo pelo que é novo”.

Nicolás Gómez Dávila


 

O Júlio Machado Vaz e a Gabriela Moita destilam veneno nos me®dia — puro veneno ideológico que pretende contribuir para a destruição da sociedade; é gente sem escrúpulos e moralmente deficiente.

Gente como Júlio Machado Vaz e Gabriela Moita é execrável; faz-me lembrar o conceito de “traição dos intelectuais”, de Julien Benda — porque esses dois são o exemplo actual de “intelectuais” no pior sentido do termo: “o intelectual — esse típico representante da burguesia; e o esquerdista — esse fiel executante dos propósitos e dos ideais burgueses” (Nicolás Gómez Dávila).

Acerca da Gabriela Moita, vejo este artigo, assinado por uma tal Carla Amaro: “Como educar os rapazes para o feminismo”.

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Segunda-feira, 26 Março 2018

O sistema de quotas para mulheres é um absurdo que vamos todos pagar muito caro

Filed under: feminazismo,feminismo,Política,politicamente correcto — O. Braga @ 10:28 pm

“A Esquerda nunca atribui o seu fracasso ao erro de diagnóstico, mas antes à perversidade dos factos.”
Nicolás Gómez Dávila


O Ludwig Krippahl defende a ideia segundo a qual — em alternativa ao sistema de quotas — se devem facilitar as condições económicas de um determinado estrato populacional alegadamente desfavorecido :

“Este ano entra em vigor uma lei que impõe quotas de género na direcção de empresas públicas e empresas cotadas em bolsa. Visa obrigar a que haja mais mulheres nestes cargos. É uma má solução e um precedente perigoso.

No ensino superior, alunos provenientes de famílias pobres estão sub-representados. Uma criança nascida num bairro de lata ou numa aldeia pobre do interior dificilmente irá tirar um curso superior. Esta injustiça corrige-se mitigando os efeitos injustos da pobreza. É preciso subsidiar transportes e refeições, melhorar o ensino básico gratuito e acabar com as propinas, por exemplo. Impor quotas para candidatos pobres não iria resolver o problema e só iria criar uma nova injustiça ao preterir candidatos com melhor desempenho académico em favor de alunos mal preparados. Os sistemas de quotas são agnósticos às causas e servem apenas para disfarçar estatísticas”.

Vejamos um vídeo acerca da comunidade negra americana e o sistema de quotas para negros.


“A civilização é produto de actividades deliberadas; a cultura resulta de actuações involuntárias.”
Nicolás Gómez Dávila



A Esquerda nunca tem em consideração a cultura antropológica ou a cultura de uma determinada comunidade: a culpa dos fracassos de uma determinada comunidade restrita (que tem uma cultura própria) é sempre da sociedade em geral.
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Sábado, 10 Março 2018

O feminismo e a destruição do masculino na cultura antropológica

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A tentativa de destruição simbólica do masculino na cultura antropológica — concertada pelo marxismo cultural, e perpetrada pelo feminismo aliado ao homossexualismo.

Sexta-feira, 9 Março 2018

O João Távora e o “macho beta”

Filed under: feminismo,marxismo cultural,politicamente correcto — O. Braga @ 11:08 am

 

“Ainda há muito caminho para percorrer no que diz respeito à igualdade entre os homens e as mulheres (a ultima vez que em Portugal tivemos uma mulher na Chefia de Estado foi em monarquia). No entanto, à medida que a força bruta vai paulatinamente perdendo préstimo num lento processo civilizacional que já dura há séculos, eu antecipo que nas próximas décadas, se nenhum cataclismo acontecer no ocidente, a mulher ultrapassará o homem em quase todas as vertentes e assumirá socialmente a liderança. Só espero que, na sua diversidade de estágios, formas e expressões, nunca deixe de ser genuinamente feminina, a única forma de nós os homens aprenderemos alguma coisa nisto de se lidar com a vida.”

O melhor comentário que se pode fazer a este texto do João Távora é o vídeo abaixo em que intervém o professor universitário Jordan B. Peterson. Mas, ainda assim, vou dizer alguma coisa mais.

Quando vemos o João Távora, que se diz da “Não-esquerda” (porque de Direita ele não é certamente) falar de “igualdade” naqueles termos (de uma forma abstracta e vaga), compreendemos até que ponto o marxismo cultural tem contaminado a cultura no nosso país.

E quando ele se refere à rainha D. Maria, esqueceu-se de dizer que trono dela foi imposto (pela força das armas) ao povo e ao país pelo seu pai, o liberal e maçon D. Pedro; e que D. Maria reinou em um tempo de monarquia constitucional, portanto, praticamente uma monarquia meramente simbólica: não seria possível a existência de uma rainha antes do século XIX.

Fico “pior que estragado” com a desonestidade intelectual de gente que se diz alinhada com o povo e com a História de Portugal !

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O pior que pode acontecer à Não-esquerda, à possibilidade de restauração da monarquia, e ao país, é a afirmação política de gente como o João Távora que alinha com a ideologia politicamente correcta da “possibilidade de alteração da Natureza Humana” — quando ele diz que, através de um processo histórico hegeliano, o ser humano vai alterando a sua natureza e “perdendo a força bruta” (basta olharmos para a paulatina e crescente usurpação islâmica violenta do poder político na Europa para percebermos que o João Távora é um idiota).

 

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