perspectivas

Sábado, 5 Maio 2018

A hipocrisia do movimento ‘feminista’ #metoo

 

Não sou que o digo: são mulheres intelectuais (coisa rara, aliás).

Desde logo uma conferência no Hillsdale College (Michigan, EUA) conduzida por Heather Mac Donald. Podem ver aqui a conferência toda, e em baixo um extracto da dita.

 

Vemos aqui uma intervenção pública da inglesa Melanie Philips acerca do mesmo assunto. E a professora universitária canadiana Janice Fiamengo faz a crítica do movimento #metoo e até do feminismo. E isto para não falar na crítica da feminista (de segunda geração) Germaine Greer ao movimento #metoo.

Mas, em Portugal, vemos mulheres estúpidas — por exemplo, uma tal Ana Sousa Dias — que escrevem nos me®dia e fazem a apologia do #metoo.

Anúncios

Quarta-feira, 2 Maio 2018

O feminismo é isto

 

feminismo-e-isto-web

Quarta-feira, 4 Abril 2018

Sobre o caso Nasim Aghdam

 

nasin-animalista-webOs me®dia já se esqueceram do episódio de ontem do ataque às instalações do YouTube na Califórnia, porque o caso em si não serve a narrativa de Esquerda. Quem cometeu o crime não era um homem branco heterossexual e rico; por isso, não interessa aos me®dia prosseguir com a cumbersa sobre esse assunto.


O caso de Nasim Aghdam causou-me algum incómodo psicológico, porque ela tinha alguma razão de queixa em relação ao YouTube — embora essa razão de queixa não justificasse uma acção que poderia colocar em causa a vida de gente inocente. O YouTube, assim como o FaceBook e o Twitter, praticam a censura política de forma aberta e descarada, e de tal forma que o senador republicano Ted Cruz já defende a intervenção do Estado em relação ao FaceBook :

“By making editorial judgments about what counts as “quality” news, Facebook has shifted from a neutral platform to a publisher with an editorial opinion. As Sen. Ted Cruz explained to representatives of the tech giants in January, this undermines the case for continued legal immunity under Section 230 of the Communications Decency Act, which exempts online platforms from legal liability for content posted by their users”.


(more…)

Sábado, 31 Março 2018

Se os géneros são iguais, ¿para que serve “mudar de género”?!

 

O politicamente correcto, na voz da deputeda socialista Isabel Moreira, defende simultaneamente a ideia segundo a qual “os géneros ao iguais”, por um lado, e por outro lado a ideia de que “a mudança de género” não se deve a doença.

Ora, se “os géneros só iguais”, ¿por que razão há quem pretenda “mudar de género”?!como se fosse possível mudar de sexo!: mesmo que retirem o útero a uma mulher, ela não deixa de ser mulher!

isabel-moreira-jc-web

A Isabel Moreira é uma personagem sinistra — tenebrosa, mesmo! — que tem ensombrado ultimamente a política portuguesa através de uma tomada radical de poder sobre o Partido Socialista.

A diferença entre a Isabel Moreira e a Fernanda Câncio é a de que a primeira é considerada pelos me®dia como sendo “constitucionalista”, o que lhe concede uma aura de autoridade de direitoo rei vai nu!. De resto, as duas galdérias são semelhantes.

A ideia peregrina — da galdéria Isabel Moreira — segundo a qual “a mudança de sexo não se deve a disforia de género e que “não é uma doença”, é desmentida pela APA (Associação Americana de Psiquiatria) através do DSM-5.

A posição anticientífica da Isabel Moreira, e da Esquerda em geral, tem que ser denunciada publicamente. O silêncio, nestas matérias, é criminoso.

Quinta-feira, 29 Março 2018

O feminismo joga com as palavras: a indefinição e a ambiguidade ideológicas são armas políticas mortíferas

“Nada enoja mais o progressista do que a teimosia daquele que se recusa a trocar o que é certo pelo que é novo”.

Nicolás Gómez Dávila


 

O Júlio Machado Vaz e a Gabriela Moita destilam veneno nos me®dia — puro veneno ideológico que pretende contribuir para a destruição da sociedade; é gente sem escrúpulos e moralmente deficiente.

Gente como Júlio Machado Vaz e Gabriela Moita é execrável; faz-me lembrar o conceito de “traição dos intelectuais”, de Julien Benda — porque esses dois são o exemplo actual de “intelectuais” no pior sentido do termo: “o intelectual — esse típico representante da burguesia; e o esquerdista — esse fiel executante dos propósitos e dos ideais burgueses” (Nicolás Gómez Dávila).

Acerca da Gabriela Moita, vejo este artigo, assinado por uma tal Carla Amaro: “Como educar os rapazes para o feminismo”.

(more…)

Segunda-feira, 26 Março 2018

O sistema de quotas para mulheres é um absurdo que vamos todos pagar muito caro

Filed under: feminazismo,feminismo,Política,politicamente correcto — O. Braga @ 10:28 pm

“A Esquerda nunca atribui o seu fracasso ao erro de diagnóstico, mas antes à perversidade dos factos.”
Nicolás Gómez Dávila


O Ludwig Krippahl defende a ideia segundo a qual — em alternativa ao sistema de quotas — se devem facilitar as condições económicas de um determinado estrato populacional alegadamente desfavorecido :

“Este ano entra em vigor uma lei que impõe quotas de género na direcção de empresas públicas e empresas cotadas em bolsa. Visa obrigar a que haja mais mulheres nestes cargos. É uma má solução e um precedente perigoso.

No ensino superior, alunos provenientes de famílias pobres estão sub-representados. Uma criança nascida num bairro de lata ou numa aldeia pobre do interior dificilmente irá tirar um curso superior. Esta injustiça corrige-se mitigando os efeitos injustos da pobreza. É preciso subsidiar transportes e refeições, melhorar o ensino básico gratuito e acabar com as propinas, por exemplo. Impor quotas para candidatos pobres não iria resolver o problema e só iria criar uma nova injustiça ao preterir candidatos com melhor desempenho académico em favor de alunos mal preparados. Os sistemas de quotas são agnósticos às causas e servem apenas para disfarçar estatísticas”.

Vejamos um vídeo acerca da comunidade negra americana e o sistema de quotas para negros.


“A civilização é produto de actividades deliberadas; a cultura resulta de actuações involuntárias.”
Nicolás Gómez Dávila



A Esquerda nunca tem em consideração a cultura antropológica ou a cultura de uma determinada comunidade: a culpa dos fracassos de uma determinada comunidade restrita (que tem uma cultura própria) é sempre da sociedade em geral.
(more…)

Sábado, 10 Março 2018

O feminismo e a destruição do masculino na cultura antropológica

destruição-do-masculino-web

A tentativa de destruição simbólica do masculino na cultura antropológica — concertada pelo marxismo cultural, e perpetrada pelo feminismo aliado ao homossexualismo.

Sexta-feira, 9 Março 2018

O João Távora e o “macho beta”

Filed under: feminismo,marxismo cultural,politicamente correcto — O. Braga @ 11:08 am

 

“Ainda há muito caminho para percorrer no que diz respeito à igualdade entre os homens e as mulheres (a ultima vez que em Portugal tivemos uma mulher na Chefia de Estado foi em monarquia). No entanto, à medida que a força bruta vai paulatinamente perdendo préstimo num lento processo civilizacional que já dura há séculos, eu antecipo que nas próximas décadas, se nenhum cataclismo acontecer no ocidente, a mulher ultrapassará o homem em quase todas as vertentes e assumirá socialmente a liderança. Só espero que, na sua diversidade de estágios, formas e expressões, nunca deixe de ser genuinamente feminina, a única forma de nós os homens aprenderemos alguma coisa nisto de se lidar com a vida.”

O melhor comentário que se pode fazer a este texto do João Távora é o vídeo abaixo em que intervém o professor universitário Jordan B. Peterson. Mas, ainda assim, vou dizer alguma coisa mais.

Quando vemos o João Távora, que se diz da “Não-esquerda” (porque de Direita ele não é certamente) falar de “igualdade” naqueles termos (de uma forma abstracta e vaga), compreendemos até que ponto o marxismo cultural tem contaminado a cultura no nosso país.

E quando ele se refere à rainha D. Maria, esqueceu-se de dizer que trono dela foi imposto (pela força das armas) ao povo e ao país pelo seu pai, o liberal e maçon D. Pedro; e que D. Maria reinou em um tempo de monarquia constitucional, portanto, praticamente uma monarquia meramente simbólica: não seria possível a existência de uma rainha antes do século XIX.

Fico “pior que estragado” com a desonestidade intelectual de gente que se diz alinhada com o povo e com a História de Portugal !

macho-beta-web

O pior que pode acontecer à Não-esquerda, à possibilidade de restauração da monarquia, e ao país, é a afirmação política de gente como o João Távora que alinha com a ideologia politicamente correcta da “possibilidade de alteração da Natureza Humana” — quando ele diz que, através de um processo histórico hegeliano, o ser humano vai alterando a sua natureza e “perdendo a força bruta” (basta olharmos para a paulatina e crescente usurpação islâmica violenta do poder político na Europa para percebermos que o João Távora é um idiota).

 

Domingo, 4 Março 2018

O feminismo é ideologia radical, e produz naturalmente anti-corpos na sociedade

 

O feminismo começou com as mulheres sufragistas — que não tinham em conta que, naquela época, nem todos os homens podiam votar (portanto, não se tratava apenas de uma “discriminação contra as mulheres”).

Depois surgiu o feminismo de segunda vaga, tipo “betty friedan” que foi o feminismo da pornografia, do aborto, das tetas à mostra, e das lésbicas.

Hoje temos um feminismo de terceira vaga, mais destrutivo do tecido social e conotado com o marxismo cultural que pretende destruir a cultura antropológica sem deixar impressões digitais.

Por muito que as actuais feministas tentem dourar a pílula, o feminismo actual é anti-social (sociopatia).

Vemos, por exemplo, na Suécia (que é um país em que existe um partido político feminista que está no governo) em que um imigrante islâmico viola uma menina de 13 anos e apanha 2 meses de prisão; e uma mulher apanha 2 anos de prisão por uma piada “ofensiva” contra os muçulmanos.

O feminismo actual já não é “feminista” — no sentido em que o foco da política dita “feminista” já não é a condição feminina entendida em si mesma, mas antes é o da mulher inserida em um regime político neo-marxista e para-totalitário.

Este “feminismo” marxista cultural cria anti-corpos naturais em qualquer sociedade onde ainda subsista um resquício de espírito crítico.


Sweden has just announced that it will introduce a U.N. resolution on Iran’s human rights record—at the same time as its leaders are being ridiculed worldwide for selling out Iranian women’s rights in their visit this week to Tehran.

Hypocrisy: Sweden to present U.N. resolution on Iran’s human rights record

feministas-suecas-web

Quinta-feira, 15 Fevereiro 2018

As bruxas: as feministas da Idade Média

Filed under: feminazismo,feminismo,Idade Média — O. Braga @ 6:25 pm

 

“ Yo no creo en brujas, pero que las hay, ¡las hay!”


Em 1395 foi publicada pela Faculdade de Teologia de Paris, uma decisão segundo a qual a ofensa a Deus (abnegação do 1º Mandamento) não era uma simples abjuração, mas antes era uma forma de idolatria — o que era uma consequência de a bruxaria ser (naquela época) considerada como uma ofensa ao 1º Mandamento, conforme a tradição da teologia católica; mas também era uma consequência do ensinamento de Jean Gerson segundo o qual a moral pertencia ao domínio da fé, o que dava autoridade ao Antigo Testamento que já considerava a bruxa como uma idólatra (como vemos, o conceito de “bruxa” é anterior ao Cristianismo).

isabel-moreira-bruxa-web

A ideia segundo a qual a feitiçaria era uma ofensa à “religião” (sendo que a feitiçaria seria organizada em uma ou várias seitas) conduzia à conclusão de que, através da bruxaria, o Diabo não era apenas um agente da actividade maléfica das bruxas, mas antes era o próprio objecto de culto das bruxas.

Em 1480 foi publicado pelos dominicanos Jacob Sprenger e Heirich Krämer (e com aprovação papal), o Malleus maleficarum (ou Martelo das Feiticeiras), que era uma descrição dos actos das bruxas. A partir daí, a bruxa passou a ser, a par com o usurário, um inimigo da raça humana.


Sendo que, no imaginário popular ou/e erudito, as feiticeiras ou bruxas se organizavam em seitas, não é difícil sabermos que as seitas ultra-puritanas (e gnósticas) dos cátaros ou albigenses, considerados os maiores rivais da ortodoxia medieval, foram identificadas com a bruxaria; e outro grupo puritano e gnóstico, também ele identificado com a bruxaria, a Vauderie ou Waldensianos, apenas conseguiu sobreviver, enquanto seita, nas escarpas dos Alpes ocidentais, afastados da comunidade católica.

Interessante, a diferença entre a feiticeira, por um lado, e o feiticeiro, por outro lado.

As feiticeiras, quando a sua ira era provocada, afligiam o corpo dos adultos e das crianças, matavam porcos, espalhavam a doença entre o gado — o conhecido “mau olhado” da bruxa —, tornavam os homens sexualmente impotentes, ou faziam cair tempestades para arruinar as colheitas de alguém. A simples misoginia não chega para explicar por que razão se pensava que a maior parte das criaturas maléficas seriam do sexo feminino.

As mulheres, especialmente se eram simultaneamente velhas, solteiras e de “poucos amigos”, eram como uma espécie de “monges”, e recorreriam a métodos excepcionais para conseguirem os seus objectivos — porque a sua condição existencial impedia-as de utilizarem os métodos supra-naturais convencionais e admitidos.


As bruxas eram portadoras de um ressentimento (a que hoje chamaríamos de “ressentimento feminista”), em contraposição com os feiticeiros que eram frequentemente membros do clero (católico): onde o feiticeiro actuaria pelo fogo e pela espada, a feiticeira actuaria pela doença e pela tempestade.

As bruxas não eram apenas inimigas de um determinado católico, mas faziam parte de uma conspiração geral contra a Igreja Católica. Por exemplo, as bruxas de Macbeth (Shakespeare) colaboravam com outras bruxas para ampliar o dano infligido à sociedade, e elas próprias não negavam que, por detrás de cada manifestação de maldade, se procurava a mão do inimigo universal, isto é, do próprio Diabo.

É ponto assente que se imaginava que as bruxas formavam uma “seita de maldade”, semelhante à dos cátaros ou da mesma espécie da dos Waldensianos — porque a seita era o tipo de dissidência que os ortodoxos (católicos) melhor conheciam.

Quinta-feira, 18 Janeiro 2018

O Henrique Raposo anda a ver mal a “coisa”

 

“No entanto, meu caro, o problema central não é a rapariga. É o rapaz, é o homem. O problema não é o corpo vestido ou tapado da rapariga, é a cabeça do rapaz e do homem. No passado, nas sociedades ocidentais, as mulheres andavam tapadas, mas isso não impedia o abuso sistemático”.

Henrique Raposo


O Henrique Raposo faz uma confusão de tal forma que torna o texto dele ininteligível; é uma logomaquia acerca do fenómeno cultural feminista que é o #metoo .

Vejamos este vídeo do Tucker Carlson da Fox News:

 

Ao contrário do que parece, e ao contrário do que ele próprio diz, o Henrique Raposo segue o feminismo de quarta geração (que saiu da Revolução Sexual pós-moderna); e Catherine Deneuve segue o paradigma cultural vigente anterior aos pós-modernismo.

Nota bem: “seguir um paradigma” não é a mesma coisa que “voltar ao passado” — como parece implicitamente defender o Henrique Raposo. “Seguir um paradigma” é adoptar o conceito de Fernando Pessoa de “velhice do eterno novo”: as coisas podem ser novas dentro de um paradigma antigo.


O movimento #metoo é uma manifestação do feminismo radical americano, que é um liberalismo (“liberalismo” no sentido anglo-saxónico de “esquerdismo”), uma ode ao indivíduo que se emancipa das tradições e das estruturas colectivas: o feminismo americano é comunitarista (no sentido de “identitário”).

Mas quando o predador masculino vem dos países do sul e/ou dos países muçulmanos, o feminismo americano do #Metoo encontra todas as desculpas possíveis para os abusos sexuais, porque é um feminismo aliado às minorias raciais: feministas e minorias raciais combatem em conjunto o inimigo comum: o macho heterossexual branco.

Por isto é que o Henrique Raposo anda a ver mal a “coisa”.


A terceira parte do vídeo é a mais importante, no minuto 8:30 — uma conversa com Heather MacDonald do Manhattan Institute. A opinião desta senhora é exactamente a mesma expressa por Catherine Deneuve e que (alegadamente) o Henrique Raposo diz que decorre da Revolução Sexual pós-moderna.

  • “Homens e mulheres são diferentes, não se trata de construções sociais”: têm biologias diferentes e libidos distintos.
  • Antes da Revolução Sexual (antes de 1968, nomeadamente), tínhamos um conjunto de normas que condicionavam e reprimiam a libido do macho — normas (culturais) de cavalheirismo e de cortesia, e as mulheres tinham, por definição cultural, o poder primordial de dizer “não” e, por isso, não tinham que negociar com o homem o relacionamento sexual.

A Revolução Sexual acabou com essa cultura, e decidiu que os homens e mulheres são iguais, e é isto que o Henrique Raposo parece não ter compreendido, talvez porque só tem filhas.

Quarta-feira, 20 Dezembro 2017

O feminismo é a-científico: não reconhece nexo causal

 

Uma gaja que dá pelo nome de Paula Cosme Pinto escreve contra a “objectivação da mulher”, ou seja, contra o simbolismo cultural que transforma a mulher em um objecto sexual desprovido de dignidade intrínseca.

mulheres-vintage-webMas, no mesmo texto, a referida gaja escreve isto:

“Que fique claro, não estou com isto a dizer que uma mulher em lingerie não é um exemplo de força ou poder. E também nada, mesmo nada contra sensualidade e erotismo, mulheres com a carne que bem lhe apetece e agrada à mostra e demonstrações de liberdade sexual, bem pelo contrário. Mas, por favor, não nos resumam a isso. Convenhamos: há ou não há maneiras tão menos pornificadas de mostrar a força feminina?”

Ou seja, o nexo de causalidade cultural — que deu lugar à objectivação progressiva da mulher ao longo das últimas décadas — não se questiona: a gaja não coloca em causa a Revolução Sexual e marxista cultural que está na origem da generalização do símbolo da “mulher-objecto”; e, simultaneamente, a gaja critica as consequências da Revolução Sexual que ela não coloca em causa.

Seria como se a gaja apanhasse uma bebedeira e depois, no dia seguinte, culpasse o vizinho do lado pelo barulhos que lhe acentuassem a ressaca. Para a gaja, a culpa da ressaca não tem nada a ver com a bebedeira: a ressaca da gaja é (alegadamente) causada pelo vizinho que se peida ostensivamente e fala em voz alta.


casamento-catolico-sofia-loren-web

Página seguinte »

Create a free website or blog at WordPress.com.