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Quarta-feira, 8 Maio 2019

Apetece-me votar no PNR (Partido Nacional Renovador) para as Europeias

Filed under: Assunção Cristas,CDS,Globalismo,Nuno Melo — O. Braga @ 8:40 pm

  • Quando eu oiço o Nuno Melo (o tal que diz que é de “direita”) a defender (na TSF, no dia 6 de Maio p.p.) um novo imposto do CO2 a pagar pelo povo português (a chamada “taxa de carbono”);
  • ou quando a chamada “direita” (o CDS do oportunista Nuno Melo e da execrável Assunção Cristas) alinha com o Bloco de Esquerda em relação à vinda a Portugal da Greta “marxismo cultural” Thunberg;

→ apetece-me votar no PNR (Partido Nacional Renovador).

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Quarta-feira, 1 Maio 2019

A hipocrisia do CDS da execrável Assunção Cristas e do oportunista Nuno Melo

 

asscristas-mesquita1-webNuno Melo diz que o partido espanhol VOX “não é de extrema-direita” — tentando assim cativar os votos da população portuguesa que é contra a imigração em massa e descontrolada, contra a Ideologia de Género, contra a islamização da Europa.

Porém, por outro lado, o CDS liderado pela execrável Assunção Cristas defende a Ideologia de Género  — nomeadamente quando “alinha” com as iniciativas políticas gayzistas do Bloco de Esquerda, como é o caso desta iniciativa do CDS de Assunção Cristas em Lisboa.

Nuno Melo acaba (sem querer) por ter alguma razão: o VOX não é de extrema-direita: em vez disso, é o CDS que pertence à Esquerda; ou melhor dizendo: o CDS “fecha” a Esquerda à direita.

As posições dos partidos são relativas: quando o CDS da execrável Assunção Cristas “alinha” com as posições do Bloco de Esquerda no que diz respeito à Ideologia de Género, então segue-se que qualquer partido que se oponha à Ideologia de Género passa a ser de “extrema-direita”.

Terça-feira, 22 Janeiro 2019

Hoje, todo o mundo é de Esquerda ! Que alívio !

 

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Quando a Catarina Martins disse um dia que “as políticas do Bloco de Esquerda são necessárias para salvar o capitalismo”, estava em perfeita comunhão com o Adolfo Mesquita Nunes. As diferenças entre o Bloco de Esquerda e o CDS de Assunção Cristas andam muito esbatidas.

Em 2017, a Suécia (por exemplo, foi o quarto país da OCDE com mais impostos por percentagem do PIB (44% dos rendimentos dos suecos é para dar de mamar ao Estado). A Finlândia foi o quinto país com mais impostos (43,3% dos rendimentos para o Estado). A Dinamarca é o segundo país que mais impostos cobra (46%). A França está em primeiro lugar (em 2017) com 46,2% para sustentar os milhões de imigrantes Maome(r)das (com quatro mulheres e cinquenta filhos) que não trabalham.

Em Portugal, esta percentagem é de 34,7%. Portugal está na média dos países da OCDE, a par com a Espanha.

O que o Adolfo Mesquita Nunes pretende dizer é que é necessário colocar o nível percentual dos impostos em Portugal na casa dos 45% do PIB português. O CDS de Assunção Cristas é a favor do aumento de impostos.

Hoje, todo o mundo é de Esquerda ! Que alívio !

Sábado, 29 Dezembro 2018

O CDS da Assunção Cristas e os direitos de braguilha

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“Se o reaccionário não se desperta dentro do conservador, trata-se então apenas de um progressista paralisado

~ (Nicolás Gómez Dávila)


O CDS da Assunção Cristas e do Adolfo Mesquita Nunes (e do João Távora) é o CDS dos “progressistas paralisados” — dos progressistas “direitinhos” campeões dos direitos de braguilha e do politicamente correcto → pois eu prefiro uma bala marxista a uma palmadinha nas costas de um “direitinha” desses (do CDS da Assunção Cristas e do Adolfo Mesquita Nunes).

A actual situação política em Portugal induz-me ao voto no PNR (Partido Nacional Renovador) — não porque eu o queira expressamente (o PNR é um partido estatista), mas porque não tenho outra hipótese credível.

O espaço político reduziu-se (encolheu) de tal forma que todos os partidos políticos representados no paralamento são de Esquerda — o CDS de Assunção Cristas e do Adolfo Mesquita Nunes fecha a Esquerda à direita.

Sexta-feira, 21 Setembro 2018

O CDS de Assunção Cristas faz parte da estratégia da Geringonça, e tem a função de “amortecedor”

 

feminismo-catolico-cristas-webConcordo, em geral, com um artigo publicado no Observador, relativo à substituição da Procuradora Geral da República, Joana Marquês Vidal, por uma militante comunista do MRPP.

É disto que estamos a falar: da radicalização política da Justiça em Portugal, o que significa uma forte tendência para a judicialização da política. Não me surpreenderia nada que os tribunais passassem, a partir de agora, a substituir esporadicamente o parlamento no acto legislativo.

Em relação ao PSD de Rui Rio, o artigo é claríssimo:

“Foi assim que o Partido Comunista, com os seus sindicatos de funcionários, e o Bloco de Esquerda, com a sua universidade e o seu jornalismo, acabaram na rede – a mesma rede em que um desesperado Rui Rio tenta agora arranjar o seu pequeno lugar.”

Ou seja, o Rui Rio também quer um lugarzinho ao sol da Geringonça. E ¿qual é o papel do CDS da Assunção Cristas?

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O CDS de Assunção Cristas é aparentemente contra a Geringonça (que inclui também o PSD de Rui Rio).

O CDS de Assunção Cristas “amortece”, na opinião pública portuguesa, o impacto do escândalo provocado pelo radicalismo da extrema-esquerda que nos governa.

Neste caso, o “ser contra a Geringonça” é reunir em si a discordância popular em relação à agenda política radical esquerdista que tomou conta da governança e da ruling class  em Portugal.

Assunção-Cristas-webMas esse “ser contra a Geringonça”, por parte do CDS de Assunção Cristas, não oferece alternativas à Geringonça: apenas diz que “é contra a Geringonça” — porque as alternativas à Geringonça (quaisquer que fossem) seriam imediatamente apodadas, pelos me®dia, de “nazis”, “xenófobas”, “homófobas”, “sexistas”, “racistas”, “fassistas”, “nacionalistas”, “patrióticas” e “de extrema-direita”, etc..

Ora, o CDS de Assunção Cristas foge da crítica radical-esquerdista dos me®dia como o diabo da cruz, ou o Maomé foge de um cão. O CDS de Assunção Cristas faz parte da estratégia da Geringonça, e tem a função de “amortecedor”.

O CDS de Assunção Cristas “amortece”, na opinião pública portuguesa, o impacto do escândalo provocado pelo radicalismo da extrema-esquerda que nos governa.

O CDS de Assunção Cristas adopta a Teoria Crítica, mas de sinal inverso: ao criticar sem dar soluções (porque tem medo de assumir quaisquer soluções para não ter a oposição dos me®dia), o CDS da Assunção Cristas apenas vai “trabalhando” para uma postura de resignação da população que não concorda com o radicalismo da Geringonça — nomeadamente, os católicos.

Quando o CDS da Assunção Cristas critica a Geringonça sem dar soluções reais para os problemas (porque tem medo de assumir as soluções que são óbvias!), a população que não concorda com a Geringonça acaba por se resignar, baixar os braços, e habituar-se ao autoritarismo suave imposto ao país pela aliança política entre António Costa, Catarina Martins, Jerónimo de Sousa e Rui Rio.

O CDS de Assunção Cristas faz parte do problema, e não da solução !

Domingo, 1 Julho 2018

O CDS de Assunção Cristas não é de Direita; queremos um CDS da “Direita à Manuel Monteiro”

 

Fazendo uma analogia: o CDS de Assunção Cristas é uma espécie de facção menchevique do partido social-democracia russo do início do século XX — facção esta que soçobrou em confronto com a facção dos bolcheviques (liderada por Lenine) do mesmo partido.

Não devemos esquecer que Lenine militou no partido social-democrata russo, antes de aderir ao Partido Comunista russo que executou o golpe-de-estado de 1917.


O CDS de Assunção Cristas fecha a Esquerda à direita.

ASSCRIS-WEBQuando saiu da presidência do CDS, Paulo Portas deixou o partido armadilhado; e dessa armadilha faz parte o apoio explícito e público de Paulo Portas à eleição de Assunção Cristas para a presidência do partido. Enquanto existirem “fanchonos orgulhosos” nos órgãos de direcção do CDS, este partido nunca será de Direita.

Eu nunca vi um heterossexual dizer que se sente “orgulhoso” por ser heterossexual; e por isso não admito — na direcção de um partido que se diz de Direita — que um fanchono se sinta orgulhoso por se apanascar. E também não é admissível que um dirigente fanchono de um partido dito de “Direita” defenda a legalização da adopção de crianças por pares de invertidos.


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Alguém que diga à Assunção Cristas uma coisa muito simples: a Direita não se reduz à economia — embora a Assunção Cristas vá contra liberdade de mercado ao defender a lei das quotas para as empresas privadas. É é isto que dirige a “Direita” portuguesa…

Não é apenas a economia que faz a política. A política é feita de valores, em geral, e não apenas de dinheiro. O dinheiro é muito importante, mas não é tudo na política. Aliás, a economia depende muito da cultura antropológica e dos valores éticos prevalecentes na sociedade.

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Quinta-feira, 8 Março 2018

O CDS de Assunção Cristas é um partido de Esquerda

 

Concordo com a maior parte do que foi escrito aqui acerca do CDS da Assunção Cristas.

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A sorte dos “partidos do regime” é a reputação do PNR (Partido Nacional Renovador) granjeada à custa dos “cabeças rapadas”: se observarmos os partidos europeus da Direita, como por exemplo, o UKIP (United Kingdom Independent Party), ou o AfD (Alternative für Deutschland), ou a Forza Itália, entre outros, não existe neles um histórico de “cabeças rapadas”. Nem na Front Nationale de Marine Le Pen (já não digo o mesmo da Front Nationale do seu pai) há um histórico “skin head”.

Porém, há que ter em consideração que, em política, não há memória que dure; e é possível que o PNR “limpe” o seu histórico e que cative uma nova geração de portugueses. Ou é possível que surja um outro partido político anti-sistema, como aconteceu em Itália com a LEGA NORD.


Os dois grandes problemas da afirmação de qualquer partido político em Portugal são:

1/ a influência medonha da maçonaria em tudo o que mexe;

2/ e — também conotada com a maçonaria — a agenda política globalista (que é aliada da Esquerda, como podemos ver com o bilionário e judeu George Soros, por exemplo) que controla os me®dia. ASSCRIS-WEB

Em Portugal, é impossível o mínimo sucesso político sem a aquiescência da maçonaria que, por sua vez, dá aos me®dia a luz verde para a cobertura informativa.

Com algum espanto vejo o CDS de Assunção Cristas a querer roubar algum espaço político do Partido Socialista de António Costa, por exemplo quando Assunção Cristas adopta algumas posições políticas próprias do marxismo cultural.

Tal como prevejo para o Partido Social Democrata de Rui Rio, o CDS de Assunção Cristas não tem grande futuro. Grosso modo: a Assunção Cristas entrou em competição com a Catarina Martins.

Vemos em baixo um vídeo de uma conferência dada em 1978 por Milton Friedman acerca da chamada “flat tax” (imposto único e universal). Friedman demonstrou que a percentagem da taxa única não compromete as receitas do Estado, e que a complicação do sistema de impostos apenas serve o carreirismo da classe política – trata-se de uma “classe”, e não de um “escol”, porque “um escol é uma colecção de indivíduos” (Fernando Pessoa).

 

 

Quando um partido político português defender o Imposto Único e Universal (‘flat tax’), ao mesmo tempo que defende os valores da família nuclear antropológica e a sua autonomia face ao Estado, por um lado, e por outro lado defenda a existência e o desenvolvimento de instituições de intermediação entre o indivíduo e o Estado (por exemplo, a afirmação da Igreja Católica, entre outras confissões religiosas cristãs) — então teremos um partido de Direita em Portugal.

Ora, esse partido não é seguramente o CDS de Assunção Cristas, que compete com a Esquerda na agenda política da “nacionalização da família” e da atomização do indivíduo face a um Estado plenipotenciário.

Quinta-feira, 21 Setembro 2017

Eu já baixei os braços. A única solução é o PNR (Partido Nacional Renovador).

 

Eu já baixei os braços — porque a luta ideológica não passa já por factos, por demonstrações lógicas, por verificação de nexos causais, pela ciência.

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left-freakHoje, a dinâmica política é totalitarizante, e temos que escolher entre o Bloco de Esquerda e Partido Comunista, por um lado, e o PNR (Partido Nacional Renovador), por outro lado. Tudo o que está no meio (ou no chamado “centro político”) está minado pelo marxismo cultural.

O terreno político está totalmente minado; por exemplo, ¿quem manda no CDS/PP?

Resposta: Assunção Cristas (que, por exemplo, defende “quotas de género” para as administrações das empresas privadas e públicas) e o Adolfo Mesquita Nunes (um fanchono que defendeu publicamente o "casamento" gay, a adopção de crianças por pares de invertidos e as "barriga de aluguer"). É esta a tipologia da Ordem no CDS/PP: longe vão os tempos de Manuel Monteiro.

Ora, o CDS/PP era suposto ser um partido da Não-Esquerda. O terreno está minado. A diferença ideológica entre o CDS/PP, por um lado, e o Bloco de Esquerda, por outro lado, não é tão grande como os me®dia nos querem fazer crer.

No Partido Social Democrata de Passos Coelho vive-se a “pluralidade”, que é uma forma de dizer que vingam quase sempre as teses ideológicas que estão na moda. Também no Partido Social Democrata o terreno está minado, com Teresa Leal Coelho, Paula Teixeira da Cruz, e merda quejanda. E no Partido Social Democrata impõe-se a espiral do silêncio em quem não concorda com algumas aberrações humanas que por lá pululam.

Eu não tenho dúvidas que chegará o dia em que o Bloco de Esquerda, por exemplo, irá impôr a mudança de sexo aos 12 anos, a despenalização e descriminalização da pedofilia, e a legalização da eutanásia a pedido do freguês. E o Partido Social Democrata e o CDS/PP protestam “para tuga ver”, mas anuem.

Cheguei à conclusão de que a única solução para o problema nacional é o PNR (Partido Nacional Renovador).

Terça-feira, 18 Julho 2017

¿ André Ventura mentiu ? Ou a mulher é estúpida!

 

« Em entrevista ao jornal i, André Ventura afirmava que há pessoas que "vivem quase exclusivamente de subsídios do Estado" e que acham "que estão acima das regras do Estado de direito", considerando que tal acontece particularmente com a etnia cigana. »

CDS rompe coligação e deixa cair André Ventura

Das duas, uma: ou o André Ventura não tem razão, ou tem razão. Não há aqui meio-termo. Se o André Ventura tem razão, então segue-se que, em Portugal, dizer a verdade pode ser  uma forma de manifestação xenófoba; e, portanto, para não se ser xenófobo, somos todos obrigados a mentir.

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Vemos, na imagem acima, a total coincidência ideológica entre o Pedro Marques Lopes, que se diz do Partido Social Democrata, e do Bernardino Soares, do Partido Comunista. E agora temos o CDS/PP da Assunção Cristas a alinhar com o Partido Comunista e com o Bloco de Esquerda:

“O CDS-PP decidiu esta terça-feira romper a coligação com os sociais-democratas em Loures, depois da polémica levantada pelas declarações de André Ventura, candidato à Câmara Municipal de Loures, sobre a comunidade cigana.”

ibidem

O CDS/PP de Assunção Cristas é um partido descaracterizado.

Votar no CDS/PP de Assunção Cristas ou no Partido Socialista de António Costa é praticamente a mesma coisa. Por isso mais vale votar no original que é o Partido Socialista — porque o CDS/PP de Assunção Cristas pretende ser uma cópia de papel carbono do Partido Socialista.

Quando o CDS/PP ficar reduzido ao “partido do táxi”, talvez os militantes desse partido caiam na realidade e verifiquem o enorme erro que foi a eleição de Assunção Cristas para a direcção do partido.


Nós todos, portugueses, queremos a comunidade cigana integrada na sociedade.

Não queremos tratar os ciganos portugueses como o Obama e a Esquerda americana trataram os pretos americanos, com um paternalismo que destruiu a comunidade e os seus indivíduos. Depois de 8 anos de Obama, 70% das crianças negras americanas nascem de mães solteiras que são subsidiadas pelo Estado, e a instituição familiar dos negros americanos foi destruída pelo consulado de Obama e pela Esquerda.

A Esquerda portuguesa, que inclui a Assunção Cristas, pretende que a comunidade cigana não mude de atitude perante a vida e perante a sociedade — porque a Esquerda alimenta-se das deficiências e das carências materiais e morais dos povos: quanto mais miserável é o povo do ponto de vista material e moral, mais força tem a Esquerda.

A contradição da Esquerda verifica-se na atitude incongruente e patética da Assunção Cristas — por exemplo, quando se diz “feminista” e defende quotas para mulherio em tudo o que for possível, ao mesmo tempo que vai fazer visitas a mesquitas sabendo que a mulher muçulmana é tratada abaixo de cão.

A única forma de caracterizar Assunção Cristas é a seguinte: a mulher é francamente estúpida.

Terça-feira, 27 Junho 2017

Votar no CDS/PP narcísico de Assunção Cristas está fora de questão

 

O cronista António Figueiredo e Silva chama-lhe “umbiguismo”; eu diria que é narcisismo, fruto da preponderância inusitada que a mulher adquiriu na política da Europa actual do matriarcado.

“Existe uma infinidade de palermas que se julgam superiores a tudo e todos, e consagram a vida a olhar para o seu umbigo, deixando que o resto da manada entre em imersão para que ele possa boiar, marejando ao sabor da sua cismática bolina. O lhes interessa é manterem-se no topo do monturo, aquilatando-se como o umbigo principal da récua de que fazem parte integrante”.

UMBIGUISMO AGUDO

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Do ponto de vista racional, as quotas (disto e daquilo) na gestão de empresas não são justificáveis.

selfie-webMas da Assunção Cristas (ou da Fernanda Câncio ou da Catarina Martins, pouca diferença faz) pouco podemos esperar de racional, apesar do alvará de inteligência que lhe foi concedido através de um encornanço próprio do feminino. Conheço uma mulher que tirou um curso de Direito à custa de uma prodigiosa memória, que fazia com que a matéria dada fosse “colada com cuspe”: logo depois das Frequências (dos exames), já se tinha esquecido de tudo o que tinha decorado das sebentas que lhe eram emprestadas.

Não é misoginia. São factos. Se os factos me conduzem à realidade concreta e objectiva, pouco me importam os carimbos de uma súcia de imbecis.

O problema não é apenas o narcisismo individual (de que é exemplo a mulher na política, em juízo universal), mas é principalmente a mudança narcísica nos valores da cultura, nas crenças e nas práticas.

O umbiguismo ou narcisismo cultural promove o incremento de um materialismo de chavascal, a proliferação de sibaritas com privilégios vitalícios adquiridos, aumento da agressão e violência públicas, auto-promoção de asnos a doutorados, e a reivindicação sistémica do direito à diferença 1.

A Assunção Cristas não foge à regra; quer parecer que está na moda, e por isso age com o narcisismo próprio de uma celebridade de um qualquer “reality show” da televisão.

quotas

 


Nota
1. Hoje afirma-se muitas vezes o “direito à diferença” (principalmente da esquerda que é a paladina dos “Direitos do Homem”). O “direito à diferença” não é a mesma coisa que “respeito pela diferença”.

O conceito de “direito à diferença” refuta-se a si mesmo — porque se os direitos do Homem se fundamentam no princípio da igualdade natural de todos os seres humanos, o “direito à diferença” é a negação dessa igualdade natural fundamental.

Além de ser contraditória em termos, o conceito de “direito à diferença” é radicalmente nocivo à sociedade, na medida em que a reivindicação de direitos especiais e exclusivistas de determinados grupos sociais — por exemplo, o feminismo, ou o homossexualismo —, pode conduzir a um retrocesso do princípio de igualdade natural, não só entre os dois sexos mas também entre os seres humanos em geral.

O “direito à diferença” é um absurdo e um perigo iminente de retorno à barbárie.

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