“Uma mulher que viva ou case com uma lésbica que seja mãe de uma criança torna-se também sua mãe. Uma mulher que viva ou case com um homem que tem um filho será sempre madrasta, a bem da criança nunca deverá confundir o seu papel com o da mãe do seu enteado seja ela presente, ausente ou mesmo completamente omissa. Em resumo os heterossexuais são padrastos, madrastas e têm enteados. Os homossexuais têm filhos e são pais e mães.”
Quarta-feira, 22 Maio 2013
‘Decidir faz-nos livres’, dizem os esquerdistas e abortistas espanhóis
“Políticos como Elena Valenciano, actrices como Lola Herrera o escritoras como Maruja Torres son algunas de las más de medio centenar de personalidades de la izquierda que alzan la voz en una campaña en favor del derecho de la mujer a decidir sobre su maternidad, impulsada por la Plataforma “Decidir nos hace libres” — (VIA)
A esquerda é como os animais: é livre porque decide.
O ser humano é diferente dos animais: decide porque é livre.
A esquerda é irracional como as toupeiras ou os burros: é livre porque age. Em contraponto, o ser humano propriamente dito é racional, e por isso age porque é livre.
O ser humano tem livre-arbítrio porque, nele, a vontade é o desejo informado pelo intelecto (ou seja, o desejo informado pela razão). [S. Tomás de Aquino]. A liberdade existe antes da decisão e da acção (a liberdade é anterior à decisão e à acção), por um lado, e por outro lado a acção é filtrada pela razão.
A liberdade pressupõe responsabilidade. A esquerda recusa qualquer responsabilidade. E quem recusa sistematicamente a responsabilidade tem que ser reprimido por meio da força bruta.
A esquerda é, concreta e objectivamente, um atentado à inteligência humana, à civilização e ao humanismo. Se a esquerda teimar em impor a toda a sociedade a irresponsabilidade, a irracionalidade e a animalidade, terá que ser eliminada através da força bruta e da violência mais radical — sem apelo nem agravo, como se de ervas daninhas se tratassem.
Os livros ditos digitais
“O digital tornou o sonho de editar o seu próprio livro mais acessível à generalidade das pessoas.” — via: Publique o seu próprio livro. Saiba como
Quando eu descubro um texto interessante na Internet transformo-o logo em ficheiro PDF, para poder sublinhar as passagens mais importantes. E se o texto é mesmo muito bom, imprimo-o a partir do PDF, para que para além de poder sublinhar o possa sentir entre as minhas mãos, folheá-lo e até fazer anotações.
Nós só aprendemos com a leitura se o texto fizer parte do nosso mundo físico, ou seja, quando o texto se transforma num objecto concreto e manuseável. A dificuldade do Homem em conhecer, antes do surgimento da escrita e em que a cultura se transmitia por via oral, era a de que se vivia num mundo virtual semelhante ao mundo digital actual. O conhecimento do homem pré-histórico era virtual porque o meio de conhecimento não fazia parte do mundo físico, palpável e real; hoje, como os livros virtuais e e-books, o meio de conhecimento volta a ser virtual embora de modo diverso da do homem pré-histórico.
Tocar num ecrã de um computador não é a mesma coisa que tocar numa folha de um livro em papel. Num ecrã de computador, o texto não pertence ao nosso mundo físico e real, como se as palavras pertencessem a uma outra dimensão, como se víssemos o texto através de um espelho e apenas pudéssemos tocar a superfície do espelho e não as palavras escritas em si mesmas.
Quando folheamos um livro, aprendemos a memorizar o local em cada página onde aparecem determinadas palavras. Cada edição de um livro (em papel) tem a sua arrumação própria, a sua organização concreta, a sua ordem intrínseca. Quando precisamos de voltar a consultar esse livro, sentimos as suas páginas pelo tacto e pela memória, e através do tacto e da memória sabemos em que área do livro está aquilo que precisamos de recordar, e nessa área do livro sabemos antecipadamente a posição do texto procurado na página direita ou esquerda, e se está no topo ou no fundo da página. A leitura de um livro em papel é real e física, é uma leitura carnal, é um acto de amor através do tacto, é um acto de inteligência através do exercício constante da memória.
Uma fila de livros expostos numa estante não é a mesma coisa que uma série de ficheiros de e-book escondidos num computador. Os livros expostos numa prateleira apanham ar e raios de luz do sol, ao passo que os e-book nunca serão atómica e fisicamente expostos ao ar e à luz.
Os livros numa estante são exotéricos, porque pertencem ao nosso mundo real e molecular; os e-book são esotéricos, porque os átomos que os compõem não são deles, mas antes pertencem a um dispositivo electrónico que lhes empresta a existência. Um livro existe por si mesmo com a sua estrutura molecular própria; um e-book existe apenas em função de uma estrutura molecular que não é sua.
Um e-book só passa a ser um livro quando é impresso em papel, assim como uma série de canções em MP3 só passa a ser um disco quando gravado em CD. Podemos pegar fisicamente, com as nossas mãos, num CD com canções e emprestá-lo a um amigo, assim como podemos retirar fisicamente um livro de uma prateleira e dá-lo a alguém. Mas já não podemos tocar com os nossos dedos numa canção em MP3, nem podemos pegar fisicamente num e-book para o emprestar a outrem.
A ideia da moda segundo a qual se pode publicar um livro em e-book é uma ilusão; é uma actualização do neolítico, e acaba por ser uma forma de negação da cultura e da civilização.
A classe política e os privilégios dos corcundas
“O socialismo, em vez de ser uma libertação económica, é uma ausência completa de liberdade. O socialismo torna extensivo a toda a gente o servismo da maioria. Não são os escravos que querem libertar-se: são os escravos que querem escravizar tudo. Se eu sou corcunda, sejam todos corcundas.
É esta a razão por que, sem querer mas sabiamente, a Natureza fez o Homem construir o privilégio. (…) Bem diziam os homens da Idade Média, concebendo a liberdade, não como um direito, mas como um privilégio.”
— Fernando Pessoa, “Cinco Diálogos Sobre a Tirania”, Obras em Prosa, Tomo III, edição do Círculo de Leitores, 1975.
Hoje, e ao contrário do que defendeu Fernando Pessoa, a liberdade é entendida exclusivamente como direito no seu sentido negativo (só considera o indivíduo e exclui a sociedade e a nação), ou seja, a liberdade negativa é considerada pelas elites políticas como um direito.
Podemos classificar a cultura política actual em duas categorias.
1/ a negação dos determinismos naturais em nome da autonomia e da liberdade.
Decorre daqui o obscurecimento do conceito de “equidade” que implica a existência dos “direitos dos corcundas”, e, em vez disso, acontece a imposição da “igualdade” da “corcunda para todos”.
Há na actual elite política uma contradição fundamental: por um lado, recusa as diferenças naturais em nome da liberdade negativa e da autonomia do indivíduo; e, por outro, lado cria diferenças artificiais através do Direito Positivo que tendem a limitar a liberdade e a autonomia da maioria dos indivíduos.
E a negação ontológica das diferenças naturais — em nome da igualdade, da liberdade e da autonomia do indivíduo — entre os corcundas e os outros, são utilizadas para impor a condição de corcunda a toda a gente, quanto mais não seja por mimetismo cultural. É nisto que consiste a nova tirania do politicamente correcto. E esta contradição fundamental é propositada, e baseia-se no instrumentalização política de dissonância cognitiva da maioria do povo.
Uma coisa é o facto de os corcundas terem direitos naturais, que lhe são devidos pela lei natural e pelo Direito Natural; outra coisa diferente é exigir que os direitos dos corcundas sejam iguais aos de todas as outras pessoas, transformando os direitos dos corcundas em privilégios, porque a maioria das pessoas não é corcunda. O problema é o de saber se os corcundas, apenas em função do seu estatuto natural, devem merecer privilégios.
2/ a subversão do conceito de “servismo da maioria”, segundo Fernando Pessoa.
O servismo da maioria era, segundo Fernando Pessoa, a condição voluntária do servo: a maioria era serva porque aceitava a sua condição como sendo natural. O servismo da maioria, segundo Fernando Pessoa, era o estatuto natural da maioria.
Hoje, com a actual classe política, já não podemos falar no “servismo da maioria”, mas antes na “servidão da maioria”. A servidão é imposta à maioria pela elite política em nome da putativa e alegada erradicação do servismo da maioria.
E enquanto os privilégios da aristocracia, atribuídos na Idade Média, eram consentidos pelo servismo da maioria, ou seja, eram reconhecidos como válidos pelo povo enquanto privilégios (e não eram direitos), os privilégios actuais atribuídos aos corcundas são impostos coercivamente pela elite política à maioria como sendo direitos. Passamos a ter uma elite de corcundas com privilégios que entram em conflito com os direitos da maioria entendida enquanto sociedade e nação.
O princípio da “igualdade, da liberdade e da fraternidade” é hoje um instrumento essencial e fundamental para a construção de uma nova tirania.
Dominique Venner e a Igreja Católica
O texto testamentário de Dominique Venner incui o seguinte trecho:
“I am healthy in body and mind, and I am filled with love for my wife and children. I love life and expect nothing beyond, if not the perpetuation of my race and my mind. However, in the evening of my life, facing immense dangers to my French and European homeland, I feel the duty to act as long as I still have strength. I believe it necessary to sacrifice myself to break the lethargy that plagues us. I give up what life remains to me in order to protest and to found.
I chose a highly symbolic place, the Cathedral of Notre Dame de Paris, which I respect and admire: she was built by the genius of my ancestors on the site of cults still more ancient, recalling our immemorial origins.”
Podem ler aqui o resto do texto, em PDF.
Dominique Venner diz que respeita e admira a catedral de Notre Dame apenas por duas razões: 1/ foi construída pelos génios seus (dele) ancestrais; e 2/ foi construída (alegadamente) no sítio dos cultos antigos e pagãos do neolítico. Esta foram as duas razões invocadas por Dominique Venner para suicidar dentro de uma catedral católica. O simbolismo do Cristianismo está totalmente ausente em Dominique Venner.
Ambas as alegações não são verdadeiras. Quem dirigiu a construção da catedral de Notre Dame foram mestres maçons que nem sequer eram franceses de origem étnica, e que foram contratados por exemplo em Itália (o estilo gótico surgiu em Itália), e outros mestres maçons eram oriundos do médio oriente. E, por outro lado, não está provado historicamente que o sítio da construção da catedral tenha sido anteriormente um sítio de culto pagão.
Dominique Venner poderia, por exemplo, dar um tiro na cabeça em frente ao parlamento francês, ou suicidar-se em frente ao palácio presidencial do Eliseu. Mas em vez disso, e não sendo ele católico, Dominique Venner resolveu suicidar-se dentro de uma igreja católica. Este tipo de actos de uma certa “direita” — que não é direita propriamente dita porque é socialista ou colectivista, e que não é conservadora porque renega o valor do Cristianismo na edificação da civilização europeia — apenas prejudica a luta dos católicos (e dos cristãos e conservadores em geral) contra o marxismo cultural que alimenta o actual politicamente correcto.
O acto de Dominique Venner revela que a Europa precisa de uma nova direita que respeite a história, as tradições e os costumes, e que respeite a separação do Estado em relação às religiões, mas que não seja a “direita socialista” e laicista (*) de tipo Frente Nacional de Marie Le Pen, por um lado, e que, por outro lado, coloque em cheque a actual “direita” do PPE (Partido Popular Europeu) que mais não é do que uma extensão da esquerda radical e jacobina.
Petição pela saída da Deputada GABRIELA CANAVILHAS do ‘Grupo de Trabalho – Acompanhamento da Aplicação do Acordo Ortográfico’
- Considerando que a Sra. Deputada GABRIELA CANAVILHAS fez parte do Governo minoritário, chefiado pelo PS, ocupando a pasta da Cultura;
- Considerando que, no exercício de funções, deu a sua aprovação à Resolução do Conselho de Ministros n.º 8/2011, de 25 de Janeiro, que mandou aplicar o Acordo Ortográfico à Administração Pública e ao “Diário da República” a partir de 1 de Janeiro de 2012; e ao sistema de ensino, a partir de Setembro de 2011;
- Considerando que, como Ministra, deu sequência ao lançamento do conversor “Lince” e do “Vocabulário Ortográfico do Português” (amplamente noticiado nos “media”);
- Considerando que, nas suas intervenções até ao momento, a Sra. Deputada foi parcial, tendo utilizado argumentos políticos de defesa do AO (por exemplo, dizendo que foi a “Academia” a fazer o Acordo, e que os Deputados apenas lhe deram sequência; quando, na verdade, não houve um único parecer favorável ao Acordo Ortográfico de qualquer linguista ou de qualquer instituição, quer em 1990 quer em 2005-2008 (com excepção do elaborado pelo Sr. Malaca Casteleiro, mas em causa própria, pois, como se sabe, foi um dos autores do Acordo Ortográfico).
Os peticionários consideram que a Sra. Deputada GABRIELA CANAVILHAS não tem o mínimo de condições de imparcialidade, de isenção e de espírito crítico, livre de preconceitos e pré-juízos, para fazer parte do “Grupo de Trabalho – Acompanhamento da Aplicação do Acordo Ortográfico”, criado na 8.ª Comissão da Assembleia da República.
Terça-feira, 21 Maio 2013
O Triplete do Benfica (recebido por email)
O Triplete do Benfica: primeiro era o triplete; depois de perder com o FC Porto, passou a ser o doblete; e agora é o uminete. No fim vão-se sodomizar uns aos outros pois o Guimarães vai surpreender…

A direita Goldman Sachs é contra a saída do Reino Unido da União Europeia
A direita Goldman Sachs, controlada pela ideologia do Banco com o mesmo nome, é contra a independência e soberania dos países da Europa.
« Kevin Daly, part of the investment bank’s economic team, has concluded that a British departure from the EU would result in a “loss/loss scenario” in which both the UK and the rest of the bloc would be damaged.
But in a note to investors, Mr Daly added that Goldman does not expect an in/out referendum because the Tories first need to win an outright majority and, the bank reckons, “at this stage, this doesn’t appear likely”. »
Os pontos nos ii’s sobre o suicídio de Dominique Venner
O ensaísta francês Dominique Venner entrou hoje na catedral de Notre Dame em Paris e deu um tiro na boca, suicidando-se. Para quem não conhece Dominique Venner e considerou esse acto como sendo heróico e contra a política cultural jacobina, convém dizer o seguinte:
Dominique Venner era de um ateísmo total. Repito: Dominique Venner era um ateu radical e defendia uma espécie de paganismo. Aliás, o seu suicídio dentro de uma catedral com um tão grande valor histórico é um duplo acto de blasfémia: por um lado, o suicídio em si mesmo, que é condenado pelo catecismo da Igreja Católica, e por outro lado a profanação de um lugar sagrado.
O suicídio de Dominique Venner, na catedral de Notre Dame, foi um gesto de revolta contra Deus e desprovido de qualquer consistência humana e/ou histórica. Foi um acto gratuito.
Carlos Fiolhais e Galileu
Estava a ler este artigo de Carlos Fiolhais, e estava a concordar com o seu conteúdo até que esbarrei com invocação sistémica de Galileu:
“Esta separação de águas, possível dentro da mesma pessoa, pode ser remontada a Galileu, um homem de fé que não perdeu a fé diante do Tribunal da Inquisição, quando se viu no lugar de actor principal num drama que marcou a história das relações entre igreja e ciência, hoje já resolvido após o papa João Paulo II ter admitido um erro de juízo.”
Qualquer cientista propriamente dito reconhece hoje, e a partir da perspectiva actual segundo o conceito de paradigma de Thomas Kuhn, que a reacção do Papa às teses de Galileu foi absolutamente correcta. As teses de Copérnico receberam o imprimatur porque foram formuladas como hipóteses. Porém, Galileu não quis formular quaisquer hipóteses, mas afirmar verdades absolutas — e isto numa época em que a hipótese de Ptolomeu podia explicar melhor muitos fenómenos celestes.
A Igreja Católica, naquela época, defendeu a concepção científica mais moderna embora se tenha atido a concepções cosmológicas erradas. Um critério semelhante ao da Igreja Católica daquele tempo é hoje utilizado por Carlos Fiolhais quando defende o paradigma do darwinismo: mas Carlos Fiolhais fala sistematicamente em Galileu sem falar nele próprio e naquilo que comprovadamente de errado ele ainda defende.
Carlos Fiolhais comporta-se hoje de forma mais dogmática do que a Igreja Católica do tempo de Galileu.
Não me agrada um certo paternalismo espertalhão de Carlos Fiolhais em relação à religião. “A fé do cientista é a maior que existe, porque é inconfessável” — escreveu o físico francês Roland Omnès. Dizer que “um cientista não tem fé”, e que “a fé só é característica dos religiosos”, só pode vir de um paternalismo espertalhão em relação à religião. O que acontece é que a fé do cientista é uma fé chã, reduzida a uma parte ínfima da realidade. Por isso, comparar negativamente a fé de um ateu com a fé de um religioso é manifestação de má-fé.
Carlos Fiolhais não compreendeu, do alto da sua cátedra, que não existe tal coisa de “não-crença”. A verdade é que a não-crença é sempre uma forma de crença. O que existe é “crença inadequada”, ou reduzida, ou limitada a uma parte da realidade; e a ciência é esta crença limitada e/ou reduzida.
Carlos Fiolhais não percebe que um ateu é herdeiro da cultura cristã; e como não percebe isto que é tão simples de perceber, também não percebe que o Cristianismo está presente na mundividência do ateu mesmo que ele não queira. E depois, como não percebe isto, Carlos Fiolhais vem dizer que “um ateu pode ter um sentido da existência humana impregnado de ética” — como se a ética do ateu existisse independentemente da História do Cristianismo e da ética cristã.
Quando leio Carlos Fiolhais fico mal-disposto — não porque não concorde com ele, mas porque é gente desta estirpe que molda a opinião pública.
Para Obama, o silêncio em relação ao comportamento dos invertidos é sinal de desaprovação
Obama prepara uma nova directriz legislativa para os funcionários públicos americanos, através da qual o silêncio dos funcionários públicos em relação ao estilo de vida dos invertidos será automaticamente classificada de “desaprovação”.
Segundo Obama, não basta que um funcionário público se abstenha de criticar a sodomia e o estilo de vida dos invertidos: pelo contrário, essa abstenção de crítica será entendida, pela nova lei a preparar por Obama, como um sinal de desaprovação. Por isso, os funcionários públicos terão que apoiar publicamente a sodomia, caso contrário poderão sofrer represálias que podem incluir o congelamento da carreira na função pública.
A nova norma homófila está expressa neste documento oficial da administração de Obama, em PDF, em que se diz, preto no branco:
“DON’T judge or remain silent. Silence will be interpreted as disapproval.”
Decorre daqui o obscurecimento do conceito de “equidade” que implica a existência dos “direitos dos corcundas”, e, em vez disso, acontece a imposição da “igualdade” da “corcunda para todos”.













