perspectivas

Sexta-feira, 24 Outubro 2014

A ILGA Portugal, os me®dia, e a destruição linguagem

 

ilga filhos de gays

Repare-se na linguagem: “Portugal ainda não protege filhos de casais homossexuais”. Parece que os “casais” homossexuais dão filhos.

Um gay adopta uma criança, por exemplo, e automaticamente a criança passa a ser “filha” de outro gay com quem ele vive. Através da destruição da linguagem e do senso-comum, pretende-se a destruição da família natural.

Se um homem tem uma filha, essa filha tem uma mãe. E se uma mulher tem um filho, esse filho tem um pai. Mas o politicamente correcto elimina, da cultura, a noção de maternidade e de paternidade naturais. E os me®dia aplaudem. E depois temos toda a gente a dizer que existe uma crise de natalidade em Portugal.

Se um homem tem uma filha de uma mulher e depois casa-se com outra mulher, ninguém diz que a filha é da segunda mulher do referido homem. Mas se um gay tem um filho de uma mulher e depois “casa-se” com um outro gay, os me®dia e o politicamente correcto dizem que o filho é também do outro gay com quem ele vive. Os gays passam a parir pelo cu.

fascista familiar

O Frei Bento Domingues e o fim dos tabus

 

“Será que ainda existem católicos que acham que Deus se enganou ao dizer que o ser humano é homem e mulher?”Frei Bento Domingues

1/ Frei Bento Domingues cometeu propositadamente um erro lógico: de facto, Deus não se enganou ao dizer que o ser humano é homem ou mulher. É “ou”, e não “e”. O erro lógico do Frei Bento Domingues só pode ser propositado. Se perguntarem a um lógico “se é homem ou mulher”, ele responderá que “sim”. Mas parece que para o Frei Bento Domingues, a lógica é uma batata.

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Quinta-feira, 23 Outubro 2014

A Raquel Varela vai aderir ao Partido Social Democrata de Pinto Balsemão

 

Pinto Balsemão disse um dia na SICn (eu ouvi e vi!) que “se Portugal tivesse metade da população que tem hoje, não teria problemas económicos”.

A comunista Raquel Varela escreveu o seguinte:

“No debate sobre a natalidade, argumentei que tenho dúvidas sobre a existência de um problema populacional em Portugal.”

Um dia destes vamos ver o Jerónimo de Sousa a participar em uma reunião do grupo de Bilderberg a convite de Pinto Balsemão.

E Raquel Varela vai lá estar como militante de Pinto Balsemão.

O idiota volta a atacar

 

A Lufthansa (a congénere alemã da TAP) tem um capital privado de 88 % do total das acções da companhia. O resto das acções — 12% — pertencem a instituições ligadas directa ou indirectamente ao Estado alemão.

Mas desses 88% de acções da Lufthansa que estão em mãos privadas, 68% estão em mãos de cidadãos e/ou empresas alemães.

masoquistasOu seja, a Alemanha — enquanto nação — controla, directa ou indirectamente, cerca de 80% do capital da Lufthansa. E isto não aconteceu por acaso: a privatização da Lufthansa foi desenhada de forma tal que a maioria do capital da empresa permanecesse na Alemanha. E mais: os estatutos da empresa prevêem a possibilidade de uma intervenção do Estado (leia-se, compra de acções por parte do Estado) no caso de uma OPA hostil.

Aquilo que não é pecado na Alemanha, já é pecado em Portugal.

Existe em Portugal um grupo de sado-masoquistas que se auto-intitulam de “liberais”, que pretendem que a TAP saia do controlo português. É o caso deste idiota.

Os “liberais” de pacotilha não se importam que o Estado pague biliões de Euros dos contribuintes para salvar um Banco privado (como vai acontecer com o caso do BES); mas já ficam incomodados se o Estado mantém uma qualquer posição accionista em uma empresa estratégica como é a TAP.

É certo que Portugal não é a Alemanha; e por isso teremos que ter soluções portuguesas, e não copiar as soluções alemãs. A Alemanha “blindou” a Lufthansa de uma determinada maneira; Portugal terá que “blindar” a TAP de uma forma diferente.

Se a Alemanha, enquanto nação, controla 80% da Lufthansa, segue-se que Portugal, enquanto nação, tem também o direito de controlar pelo menos a maioria do capital da TAP. E se os meios a utilizar não podem ser os mesmos, terão que ser diferentes. E mais!: PQP as “regras europeias”!

Quarta-feira, 22 Outubro 2014

Um capitalismo errado tomou conta de Portugal

Filed under: Passos Coelho,Política,Portugal — O. Braga @ 9:33 am
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Antes de entramos no tema, aconselho a leitura de três artigos:

O “capitalismo errado” é o neoliberalismo que se traduz na ideologia política que orienta o governo de Passos Coelho. O exemplo vem de cima.

Há cerca de dois anos fui contactado para assumir funções de Director Comercial de uma empresa; foi-me dito pelo dono da empresa que eu teria que despedir mensalmente o pior vendedor do mês, mesmo que ele tivesse sido o melhor vendedor do mês imediatamente anterior. Ou seja, todos os meses seria despedido um vendedor e admitido um novo vendedor. Isto é o neoliberalismo em todo o seu esplendor. Recusei a oferta.

Em nome da produtividade, o neoliberalismo mina e destrói a produtividade. Os ganhos são a curto prazo. Tal como acontece com o jogo na Bolsa, a gestão neoliberal das empresas vive apenas o momento imediato. O futuro e a sua construção não interessam. Não há futuro. As pessoas tornam-se absolutamente intermutáveis, o que significa que a especialização e a experiência do trabalhador são negadas pelo neoliberalismo empresarial.

Uma coisa é não deixar o trabalhador acomodar-se e/ou ganhar vícios (e aqui, estou de acordo). Outra coisa é tentar transformar um ser humano em uma máquina — o que é uma contradição em termos, porque uma máquina tem sempre os vícios inerentes à sua programação, seja qual for. Só o ser humano consegue corrigir vícios e evoluir por si mesmo.

Mas a Esquerda — por exemplo, o antropólogo João Carlos Louçã — não tem autoridade moral para criticar o neoliberalismo empresarial: a intermutabilidade do ser humano, nos seus papéis sociais, é uma característica de esquerda. Por exemplo, a ideologia de género, característica da Esquerda e recuperada pelo neoliberalismo, é uma ideologia de intermutabilidade do ser humano. A Esquerda também está metida na merda neoliberal até ao pescoço.


A ler: Ruthless narcissists churned out by The Apprentice aren’t fit for the real business world

Terça-feira, 21 Outubro 2014

As três dimensões da Realidade

Filed under: Ciência,filosofia,Quântica — O. Braga @ 9:36 am
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“A distinção entre matéria e espaço vazio teve que ser finalmente abandonada, quando se tornou evidente que as partículas virtuais podem ser criadas espontaneamente, a partir do vazio, e nele desaparecem novamente, sem que esteja presente algum nucleão ou qualquer outra partícula que interactue fortemente.

As partículas formam-se a partir do nada e desaparecem novamente no vácuo. De acordo com a “teoria de campo”, acontecimentos deste tipo estão constantemente a acontecer. O vácuo está longe de se encontrar vazio. Pelo contrário, contém um ilimitado número de partículas que surgem infinitamente.”

→ Fritjof Capra, “O Tau da Física”, página 184

Temos que compreender alguns conceitos exarados no texto supracitado, como por exemplo, os conceitos de “nada”, “vazio”, “partícula virtual”. E temos também que perceber a linguagem metafórica e anti-positivista não só de Fritjof Fritjof Capra, mas também a da maior parte dos físicos actuais.


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Segunda-feira, 20 Outubro 2014

O Diabo sobre o Vaticano

Filed under: Igreja Católica — O. Braga @ 7:49 pm
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diabo sobre o vaticano

Emissão “Brigada do Reumático”

Filed under: Geral — O. Braga @ 7:32 pm

 

Até às  22 horas, a partir do meu computador.

O ressurgimento dos Estados-Nação na Europa

Filed under: Europa — O. Braga @ 9:24 am
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Estado-Nação significa “território em que o Estado coincide (exclusivamente ou quase) com a Nação”.

Na Europa existem poucos Estados-Nação. Por exemplo, a Bélgica, a Itália, a Espanha, a Áustria, o Reino Unido, a Suíça — não são Estados-Nação porque as diversas nações que habitam em um determinado território estão subordinadas a um mesmo Estado.

Em contraponto e como podemos ver no mapa abaixo, Portugal, a Holanda, a Dinamarca, a Suécia, a Noruega, a Irlanda (república), a Grécia, a Estónia, a Bulgária, a Hungria, são Estados-Nação porque a única nação existente coincide com o Estado.

E depois existem países que sendo basicamente Estados-Nação, têm pequenos movimentos separatistas internos, como é o caso da ilha mediterrânica da Córsega ou do país basco francês, a Sérvia, a república Checa, a Alemanha (o problema da independência da Baviera), a Roménia, etc..

separatismo

Um bovinotécnico de serviço escreve aqui o seguinte:

“Há poucas semanas, a Escócia não se separou do Reino Unido por menos de dez pontos percentuais em relação ao não. Se os estados compostos da União Europeia se começarem a cindir, não há mecanismo previsto nem para os integrar, nem para os excluir.

Este é o problema político que a Europa enfrentará nos próximos anos, e que de alguma forma corresponde ao fim do Estado-Nação, onde ele nasceu e provavelmente se esgotou.”

O que acontece na realidade é exactamente o contrário daquilo que o bovinotécnico escreve. O que está a acontecer na Europa não é o fim do Estado-Nação, mas antes são as nações europeias que não têm Estado a quererem afirmar os seus respectivos Estados-Nação!

Domingo, 19 Outubro 2014

A melhor prova científica do Ser de Deus

Filed under: Religare — O. Braga @ 10:33 am
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O Dr. Ricardo Castañón Gómez não consta na Wikipédia: para além de ser uma pessoa inconveniente, é politicamente incorrecta. Tal como ele diz, 50% dos cientistas não acreditam que o ser humano tenha espírito; pensam que o Homem é uma espécie de macaco.

Portanto, o sistema cientificista e empirista impõe as suas regras na cultura antropológica, uma vez que o cientismo tende a substituir a religião e a transformar-se, ele próprio, em uma religião.

O Dr. Ricardo Castañón Gómez é um neurologista boliviano e foi, até há poucos anos, um ateu convicto. No seguimento de investigações científicas, mudou de ideias.

 

Sábado, 18 Outubro 2014

S. João Baptista não é santo e S. Paulo foi um psicopata

 

O Padre Gonçalo Portocarrero de Almada chama aqui à atenção para o facto de S. João Baptista ser hoje considerado um falso santo. Os argumentos são muito bons e modernos; e tudo o que é moderno é sempre melhor do que aquilo que é antigo.

Mas o Padre esqueceu-se de falar de S. Paulo que, à luz dos conceitos modernos, era um psicopata — porque não demonstrava uma empatia em relação a todas as pessoas, demonstrava uma temeridade desmedida, tinha uma auto-confiança inabalável, uma capacidade fora do vulgar de focalização nas suas tarefas, etc.. — conforme se lê aqui, segundo a sentença do conhecido psicólogo inglês Kevin Dutton:

“Bill Clinton, Steve Jobs, Franklin Roosevelt, James Bond, John F. Kennedy, Vladimir Putin, King David, the Apostle Paul – all of these, Dr. Dutton suggests, would doubtless score well on any psychopathic test.”

Portanto, segundo a ciência moderna, S. Paulo era um psicopata perigoso; e nós devemos acreditar na ciência como um muçulmano acredita em Alá.

Por isso seria pertinente que se propusesse ao “papa Francisco” um sínodo com a intenção de “descanonizar” S. Paulo, porque não é admissível que a Igreja Católica tenha um psicopata como santo.

Por exemplo, quando S. Paulo classificou a penetração anal como sendo “passiones ignominiae”, “usum contra naturam” e “turpitudinem operantes” (Romanos 1, 26-27), revela um discurso fora de moda, porque o latim é uma língua morta.

Hoje já ninguém fala latim — nem o “papa Francisco” usa o latim! Por isso é que o “papa Francisco” não liga grande coisa ao que S. Paulo escreveu, porque o latim é mais ou menos como a escrita cuneiforme: é uma espécie de grafiti do tempo das cavernas.

O “papa Francisco” aluga a Capela Sistina para publicidade da Porsche

Filed under: Igreja Católica — O. Braga @ 8:29 am
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O “papa Francisco” alugou a Capela Sistina para um evento publicitário da marca alemã de automóveis Porsche. Vamos analisar a notícia:

1/ alegadamente, o evento publicitário da Porsche é um concerto que vai render ao papa 200 mil Euros — ou seja, o valor de um apartamento T3 na cidade do Porto.

2/ o jornal em causa, que não é propriamente de Esquerda, tem a preocupação de misturar o aluguer da Capela Sistina à Porsche, por um lado, com as visitas de turistas à dita capela, por outro lado — metendo tudo no mesmo saco.

O raciocínio do jornal é o seguinte: “se um turista qualquer pode visitar a Capela Sistina e tirar fotografias, ¿por que não se poderá alugar a capela para um evento publicitário de uma marca de automóveis ou de uma marca de preservativos? Afinal, o que conta é angariar dinheiro para dar aos pobrezinhos…”

A “lógica” do jornal é a de que os fins justificam os meios; e o “papa Francisco” concorda com esta “lógica”.

Ou seja, é uma “lógica” teleológica. A diferença é que a visita do vulgar turista à capela insere-se em uma lógica diferente: tem em vista o interesse da pessoa que a visita, e é portanto uma “lógica” ontológica.

Além disso, a ideia do papa segundo a qual “os fins justificam os meios” é contraditória nos seus próprios termos, porque a justificação dos meios não se pode remeter para um futuro que é contingente — para além do facto de os meios utilizados, quaisquer que sejam, modificarem sempre os fins pretendidos à partida.

Mas esta contradição não preocupa este papa, porque ele tem a certeza absoluta do futuro: ele pensa dele próprio que é uma hipóstase do próprio Deus e uma manifestação directa da Providência na Terra.

Ademais, não percebo como um papa que critica o capitalismo acaba por alugar um local sagrado da Igreja Católica a uma empresa capitalista, e por um prato de lentilhas. Há, por parte deste papa, uma necessidade de afirmação de um poder quase absoluto encapotado por uma humildade hipócrita. Este papa argentino transportou para dentro da Igreja Católica o peronismo cultural característico do seu país natal.

Haveria outras formas mais ortodoxas de utilizar a Capela Sistina para angariar 200 mil Euros. Mas este papa gosta do escândalo que se aproxima do acto gratuito. A sorte dos católicos é a de que ele já não tem muito tempo de vida; e o que é necessária é uma estratégia de limitação de danos enquanto a (verdadeira) Providência não actua.

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