perspectivas

Terça-feira, 1 Dezembro 2009

O Uganda não brinca em serviço

Arquivado em: Gayzismo, cultura — O. Braga @ 6:44 pm
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O Uganda tem uma taxa de natalidade de 6,7 crianças por mulher e, mesmo assim, o parlamento ugandês vai fazer aprovar ainda este ano uma lei anti-gayzista com as seguintes características:

  • Um homossexual com SIDA (AIDS) que conscientemente a transmita a outrem, apanha pena de morte;
  • O acto homossexual (sem transmissão de SIDA) é punível com pena de prisão perpétua;
  • A propaganda gayzista é punível até sete (7) anos de prisão efectiva;
  • Se alguém souber ou testemunhar de um acto homossexual de alguém e não o participar à polícia em um prazo de 24 horas, apanha até três (3) anos de prisão efectiva.

Fonte

As ideias têm consequências

Arquivado em: Blogosfera, aborto, ética — O. Braga @ 4:41 pm

“Em Espanha, o feminismo radical aborcionista demonstra uma vez mais a sua natureza de ideologia totalitária homicida, através de ameaças explícitas de morte aos membros dos grupos defensores da vida, num crescendo de arrogância e violência que se adivinha onde terminará em breve, caso não lhe seja feita qualquer oposição, mormente por parte dos católicos dignos desse nome. “

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O gayzismo multifacetado e as suas diferentes estratégias políticas

Se pegarem num menino de 3 anos de idade, e partindo do princípio de que ele revelou já uma certa propensão para a música, e passarem a dar-lhe lições de piano de uma forma regular e sistemática, o cérebro dessa criança desenvolve aptidões específicas para a música que de certa forma estariam já nele latentes, e de tal forma que quando esse menino chegar à adolescência, poderemos estar em presença de um génio musical. Isto é tão óbvio e de tal forma faz parte do senso-comum, que não é necessária nenhuma teoria científica para o comprovar; esse facto faz parte da realidade apodíctica e da percepção a priori da realidade de que nos falava Kant; não necessita de sempiternas experiências porque o facto da conjugação do dom com a aculturação é um dado empírico adquirido.
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Segunda-feira, 30 Novembro 2009

A justa aclamação da independência de Portugal

Arquivado em: Portugal — O. Braga @ 9:24 pm
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« O dia 1 de Dezembro amanheceu [...] alegre. [...] Tinham combinado os conspiradores juntar-se às nove horas da manhã, no Terreiro do Paço. Meia hora antes já todos ocupavam os seus postos. Chegavam tão tranquilos que perguntando uns dos da sua companhia a João Pinto Ribeiro “Onde iam?” respondeu-lhe sorrindo: “Não se altere. Chegamos ali abaixo à sala real e é um instante enquanto tiramos um rei e pomos outro.”[..]

Bateram, finalmente, as 9 horas. De súbito abrem-se as portinholas dos coches;[...] saltam por elas os fidalgos [...] e sobem as escadas do paço. Muitos nobres e populares aguardam impacientes que um tiro de pistola, disparado do palácio, lhes dê sinal de travarem também a luta. Os conspiradores, entretanto, investem a sala da guarda, apanhando os soldados atónitos [...]. D. Miguel de Almeida [...] assomando-se às varandas do palácio [...] bradou com voz sufocada de comoção: “Liberdade, portugueses! Viva El-Rei D. João IV! O Duque de Bragança é o nosso legítimo rei!”

Da praça, onde a multidão se agitava em ondas, respondeu-lhe um trovão de vozes.

[...] Chegaram finalmente os conspiradores à porta dos aposentos de Miguel de Vasconcelos. Bateram os fidalgos e, vendo que a porta não se abria, começaram a despedaçá-la com[...] machados [...]. Miguel de Vasconcelos, sentindo a morte próxima, escondeu-se dentro de um armário de papéis. [...] Descoberto, no mesmo instante [...] atravessaram-no com as espadas [...]. Uns criados, mal o viram caído no chão, segurando nos braços do corpo, arremessaram-no por uma janela. Era o infeliz tão detestado [...] que ninguém se comoveu [...]. »

História de Portugal nos Séculos XVII e XVIII de Rebelo da Silva

Fazem 369 anos que António de Mascarenhas, Antão de Almada, Francisco de Melo, Jorge de Melo, Miguel de Almeida, António Telo, Pedro de Mendonça, João Pinto Ribeiro, Sanches Baena, Jorge de Meneses e muitos outros conjurados, que contaram com a preciosa ajuda de D. Luísa de Gusmão, a Duquesa de Bragança, na tarefa de persuasão do seu marido o Duque de Bragança e futuro rei D. João IV ― faz anos que Portugal foi resgatado da infâmia, da humilhação, da ignomínia espanhola.

O budismo não aprova o acto homossexual

Quando falamos em budismo, é preciso ter em atenção daquilo que estamos a falar, porque existem tantas escolas ditas “budistas” que por vezes o cidadão incauto fica sem saber o que pensar das muitas opiniões que grassam por aí. Ao contrário do Chan ou Zen que sofreu influências do Confucionismo (sendo que este último é mais uma filosofia que uma religião), ou do budismo japonês que adquiriu uma dimensão mais filosófica do que propriamente religiosa ― no sentido do ritual e do dogma ―, o budismo indo-tibetano conserva todas as características da religião primordial búdica que inclui a ética, a moral, os ritos e mesmo os dogmas que qualquer religião possui.

Por isso, e à luz da religião budista propriamente dita ― e não do Zen ou outra filosofia búdica das muitas que existem ―, aquilo que é dito aqui pelo Sr. Paulo Borges é uma falsidade de todo o tamanho. Senão atente-se àquilo que S.E. o Dalai Lama afirmou acerca das uniões homossexuais. Com jeitinho, o tal Paulo Borges ainda vai dizer que S.E. o Dalai Lama não tem autoridade moral para se pronunciar sobre a religião budista.

Os me®dia e o referendo suíço acerca dos minaretes

No seguimento do referendo na Suíça cujo resultado determinou a proibição de construção de mais minaretes de mesquitas, os me®dia portugueses e internacionais ― principalmente a Al Reuters ― mostraram-se escandalizados com a “impiedade” e a “islamofobia” do povo suíço. Fazendo zapping televisivo, deparei-me com um programa sobre o mundo rural português, em que o jornalista lamentava a construção de casas de emigrantes de estilo francês e alemão na paisagem rural portuguesa. Se num canal a jornalista se escandalizava com o resultado do referendo suíço, no outro canal um seu colega de profissão mostrava-se incomodado com a intrusão cultural da estranja na paisagem rural portuguesa. Ainda num terceiro canal de TvCabo, decorria uma discussão conduzida por um terceiro jornalista sobre o “casamento” gay ― coisa que no mundo islâmico é absolutamente normal, como Vocês sabem.

A ideia que eu tenho é que a classe jornalística está desfasada da realidade objectiva do povo português ― os jornalistas vivem num mundo virtual, em uma espécie de alienação ideológica e cultural. São capazes de defender uma coisa e o seu contrário com uma desfaçatez tal que até um mentecapto se dá conta que as contradições que só podem ter uma raiz ideológica.

Em primeiro lugar, a proibição de construção de minaretes na Suíça não significa a proibição de construção de mesquitas naquele país. Os muçulmanos continuam livres de fundar locais de culto em qualquer lugar da Suíça ― desde que não coloquem no edifício a chaminé almóada.

Em segundo lugar, os me®dia esquecem-se que nos países muçulmanos em geral, é proibida a construção de igrejas cristãs, e nos países islâmicos mais “tolerantes” como a Turquia ou a Indonésia, os cristãos são perseguidos e muitas vezes assassinados.

Em terceiro lugar, o referendo suíço foi precedido de semanas de discussão pública em que todas as partes envolvidas ― a favor e contra a construção de minaretes ― tiveram a oportunidade igual de colocar os seus pontos de vista.

É tempo de os me®dia ― e o poder político em geral ― começarem a ter mais respeito pela vontade popular.

Citação blogosférica

Arquivado em: Europa, Gayzismo, Portugal — O. Braga @ 10:47 am
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A queda de um anjo

Portugal está a passar de povo soberano e nação historicamente independente, a um terceiro anel de estádio de terceira categoria e a uma agência do casamento homossexual.
Com parlamento, procurador-geral da república e supremo tribunal.
E tudo.

Domingo, 29 Novembro 2009

Escoto Erígena e o gnosticismo

Arquivado em: Religare, filosofia — O. Braga @ 10:33 am
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Em meu entendimento, Escoto Erígena foi, em termos históricos, o primeiro píncaro do gnosticismo depois do nascimento de Cristo (Era cristã), no sentido em que foi a primeira personagem gnóstica de relevância intelectual que agiu dentro da cristandade.

É bom que se diga aqui que o gnosticismo não é uma característica exclusiva da sociedade cristã; no budismo, permanece ainda hoje o antagonismo entre o subitismo e o gradualismo. O subitismo é uma teoria gnóstica budista que acredita que é possível a qualquer ser humano aceder ao Nirvana (a transcendência) sem passar nem pelo Samsara da imanência da reencarnação, nem pelo dia-a-dia do ritual búdico da religião. O subitismo búdico evoluiu através do Zen para uma simples filosofia, enquanto que o gradualismo búdico se manteve a religião budista tradicional indo-tibetana. No gradualismo, o alcançar da transcendência é uma condição dos bodhisattvas ou aspirantes-a-buda que passaram pelo processo purificador do Samsara e pela obediência aos rituais da religião. Para o gradualismo búdico, o conhecimento humano não substitui a fé e o ritual religioso.
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Sábado, 28 Novembro 2009

Uma caixa de robalos

Armando Vara diz que recebeu, do empresário Manuel Godinho, um equipamento de pesca para o filho e uma caixa de roubados de roubá-los de robalos.

O feminismo, os padrões da beleza e o paradigma do pederasta

O feminismo ― como toda a manifestação da mente revolucionária ― é uma doença mental no sentido clínico estrito. Trata-se daquilo a que o psiquiatra francês Paul Sérieux chamou de “delírio de interpretação”. Senão reparem neste texto:
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Sexta-feira, 27 Novembro 2009

Sobre a monogamia

Arquivado em: Sociedade, cultura, ética — O. Braga @ 9:48 pm

Não me agrada a ideia de conceber o Homem moderno como o resultado de uma evolução de tipo hegeliano, porque de facto o único indício de uma “evolução” humana consiste na capacidade de armazenamento de conhecimento ― a quantidade de informação que a Humanidade conseguiu armazenar, começando pelas bibliotecas da antiguidade até aos modernos computadores.

Bernard Fauré escreveu que “temos todos uma alma neolítica”; perante um terramoto ou outro tipo de manifestação apocalíptica da natureza, o Homem moderno reage praticamente da mesma forma que reagiriam os primeiros homo sapiens. Retirem todo o conhecimento acumulado pelo ser humano em sociedade ao longo da História (escrita) e destituam-no da sua capacidade técnica de regeneração desse conhecimento adquirido ao longo de cinco milénios, e voltaremos todos, no decurso de três ou quatro gerações, à Idade do Ferro.
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Sobre Nietzsche e os mitos sociais modernos

Neste postal que escrevi sobre Nietzsche e Fernando Pessoa, os comentários foram diversos e o último deles foi o que se segue:
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Quinta-feira, 26 Novembro 2009

Subscrição por email

Arquivado em: Geral — O. Braga @ 10:26 pm

Aqui, na barra lateral.

Segundo o gayzismo, só o maluco é normal, e só o normal é tolo

O absurdo do “casamento” gay gera um diálogo de surdos. Vejam este postal e depois vejam os comentários. Nestes, podemos ver toda a panóplia de argumentação que parte do princípio da negação do “necessariamente natural” como sendo natural.

Por exemplo, invoca-se a douta decisão da APA (Associação Americana de Psicologia) que retira a homossexualidade das parafilias, quando sabemos que a APA até já retirou a pedofilia da lista das doenças mentais. Hoje, para os psicólogos e psiquiatras, já não existem praticamente doenças mentais e parafilias: existem idiossincrasias e “diferentes subjectividades”.

Portanto, deixou de haver malucos. Segundo a psiquiatria e a psicologia, todos nós somos malucos, e sendo todos malucos, temos todos o mesmo direito à maluqueira; já não existem pessoas normais. As pessoas ditas “normais” passaram a ser anormais porque não se reconhecem como sendo malucas: hoje, só é normal quem se reconhece a priori como maluca. Só o doido é normal. Se não reconheceres que és tolo, então és anormal, e por isso, és tolo. A única forma de não seres tolo, é seres tolo, porque se dizes que não és tolo, então é porque não regulas bem da cabeça.

Entenderam?

Os me®dia e o aquecimento global antropogénico

Hoje ouvi o António Peres Metello ― na TSF, um pouco antes das 7:30 a.m. ― preocupado com o aquecimento global antropogénico e com dúvidas sobre se será possível chegar ao fim deste século com apenas dois graus Celsius de aquecimento global. Entretanto, o que tem vindo paulatinamente a acontecer desde 1998 é o arrefecimento global devido à diminuição actividade solar.
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Terça-feira, 24 Novembro 2009

Quando o marxismo serve de paradigma a um novo fascismo à escala global

« O que quer que venha rotulado como consenso da opinião mundial, aprovado unanimemente por vários governos, pelos organismos internacionais, pela grande mídia, pela indústria do show business e pelos intelectuais públicos mais em moda, ou seja, pela quase totalidade dos “formadores de opinião”, é suspeito até prova em contrário.»

Olavo de Carvalho

O que está a acontecer hoje é a recuperação sistemática dos métodos revolucionários ― que existiam antes da queda do muro de Berlim ― pela plutocracia organizada. Entenda-se por “plutocracia” o “grupo dos quinhentos” a que fez alusão Fernando Pessoa, que manobra, organiza e sustenta as tríades locais que pretendem controlar a sociedade exclusivamente através da mentira endémica como meio de acção política.

O método de acção cultural que serviu a opressão marxista, num passado próximo, é considerado hoje como sendo uma “boa metodologia” para a opressão do futuro ― mas desta vez sem o marxismo económico que atentava contra a super-estrutura capitalista. Vivemos uma espécie de marxismo em que sobrevive a super-estrutura intacta, ao mesmo tempo que se actua na infraestrutura de forma semelhante à que as ditaduras do proletariado o fizeram. Constrói-se uma espécie de ditadura do proletariado global a que escapa o “grupo dos 500” e seus capangas locais. Fascismo puro.

Jorge Ferreira

Arquivado em: Blogosfera — O. Braga @ 2:56 pm

Não podia deixar de fazer referência, não ao político que não conheci o suficiente para emitir um juízo, mas ao colega da blogosfera. Nem sempre estivemos de acordo, mas só um amante da liberdade de expressão escreveria o seu último postal um dia antes de nos deixar.

Segunda-feira, 23 Novembro 2009

Secretismo medieval europeu

Arquivado em: Europa, Nova Ordem Mundial, Política — O. Braga @ 11:17 am
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The EU is coming under fire for shunning democratic principles as candidates for top jobs assemble behind closed doors with secret societies as “selection day” approaches.

What does the ultra-secretive Bilderberger Club, Henry Kissinger, and closed-door meetings made up of anonymous politicians, bankers and industrialists have in common with transparency, democratic procedure and open societies?

If you answered ‘nothing’ you would find yourself in rather cozy company. In fact, the European Union’s secretive election process more resembles a Vatican conclave to elect a new pope than a modern experiment in democratic procedure. Indeed, the only thing the EU needs to do now is build a smokestack in Brussels so that a puff of smoke will tell us when their arcane ritual is complete (Note: a top-ranking EU official will defend the process behind the election process at the end of this article).

European Union gets medieval with ultra-secret elections

Et adventatit asinus…

Arquivado em: A vida custa — O. Braga @ 5:21 am

… pulcher et fortissimus…

Domingo, 22 Novembro 2009

Democracia Directa no mundo

Arquivado em: democracia directa — O. Braga @ 4:46 pm

Alguns links sobre a Democracia Directa no mundo:

http://democracy.mkolar.org/DDlinks.html

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