perspectivas

Sexta-feira, 27 Janeiro 2012

O “direito” dos gays a ter filhos e a homofobia dos Monty Python

Filed under: politicamente correcto — O. Braga @ 12:49 pm
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http://www.youtube.com/watch?v=sFBOQzSk14c

FRANCIS: Why are you always on about women, Stan?
STAN: … I want to be one.
REG: … What?
STAN: I want to be a woman… I want to have babies.
REG: You want to have babies?!?!?!
STAN: It’s every man’s right to have babies if he wants them.
REG: But you can’t have babies.
STAN: Don’t you oppress me.
REG: I’m not oppressing you, Stan — you haven’t got a womb. Where’s the fetus going to gestate? You going to keep it in a box?
(STAN starts crying.)
JUDITH: Here! I’ve got an idea. Suppose you agree that he can’t actually have babies, not having a womb, which is nobody’s fault, not even the Romans’, but that he can have the *right* to have babies.
FRANCIS: Good idea, Judith. We shall fight the oppressors for your right to have babies, brother. Sister, sorry.
REG: What’s the point?
FRANCIS: What?
REG: What’s the point of fighting for his right to have babies, when he can’t have babies?
FRANCIS: It is symbolic of our struggle against oppression.
REG: It’s symbolic of his struggle against reality.

E ainda dizem que Satanás não existe

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 11:32 am

“Un hombre de Florida ha sido detenido acusado de matar a otra persona y de comerse un ojo y parte del cerebro de la víctima, según el informe policial difundido este jueves.”

via Mata a un indigente y se come un ojo y parte de su cerebro – Libertad Digital.

O provincianismo de Lisboa

Filed under: A vida custa,cultura,Esta gente vota — O. Braga @ 10:10 am
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“O pior é que entretanto a ilusão se estendeu à província. As câmaras arranjaram “vereadores culturais”, com funções para lá da compreensão humana. Promoveram encontros, conferências, colóquios, simpósios, festivais. Convenceram o Estado a comprar os cineteatros de 1905 ou 1940, que se iam desfazendo serenamente em ruínas, para uma “produção nacional” imaginária ou pobre.”

via Povo: Brincadeiras “culturais”, Por Vasco Pulido Valente.

Se há alguma coisa de provinciano nos lisboetas é a mania de chamar de “província” a Portugal. Para o lisboeta, Portugal é província e Lisboa não é Portugal; ou então, Portugal é Lisboa e a província é algures no estrangeiro. É aqui que se revela, de facto, o verdadeiro e genuíno provincianismo português: o lisboeta.

Quem financia a agenda política totalitária da ILGA-Europa ?

A ILGA-Europa diz-se uma ONG (Organização Não-Governamental); porém, para que uma organização possa ser considerada como ONG, deve ter, entre outras características, 1) a condição de que a maioria do seu financiamento deve vir de contribuições de filiados nacionais da organização, 2) de membros individuais da organização, 3) ou de outras ONG’s. Sem estas características e segundo os critérios da ONU, uma organização não pode ser considerada uma ONG (Organização Não-Governamental).

O deputado homocéptico inglês ao parlamento europeu, Godfrey Bloom, chamou à atenção para o facto de a ILGA-Europa ser considerada uma ONG (Organização Não-Governamental) pela União Europeia, por um lado, e por outro lado, estar a ser financiada, em 70% do seu orçamento anual, pela Comissão Europeia do maoísta Durão Barroso e pelo governo holandês — o que lhe retira automaticamente o estatuto de ONG (Organização Não-Governamental).

Se a ILGA-Europa não pode ser considerada uma ONG, a situação torna-se mais grave quando em termos práticos a agenda política/cultural gayzista da ILGA-Europa está a ser financiada pelos próprios cidadãos dos diferentes países da União Europeia, sem que exista a aplicação do princípio da representação e de legitimação desse financiamento.

Ademais, o estatuto de ONG da ILGA-Europa torna-se ainda mais obscuro quando a dita organização política gayzista é financiada e manipulada por George Soros e por Sigrid Rausing.


O totalitarismo defendido pela Esquerda encontra o acolhimento de gente como George Soros e Sigrid Rausing, integrado em uma ideia do paradigma do regime totalitário chinês extensível a todo o mundo: países amordaçados governados pela Esquerda totalitária, por um lado, e por outro lado, off-shores livres de tributação que garantam à elite plutocrata o estatuto de “deuses”.

Tentar compreender a acção de George Soros, que se caracteriza pela promiscuidade total entre negócios e política, é para muita gente um quebra-cabeças, mas de facto o fundamento da acção de George Soros é simples: trata-se de um indivíduo imbuído de um alto grau de imoralidade e uma pessoa sem escrúpulos.

Não existe em George Soros propriamente “um ideal de Esquerda” quando ele financia organizações internacionais que promovem e fomentam a cultura do aborto, da eutanásia, a liberalização do consumo das drogas leves e duras, a promoção cultural da sodomia e do “casamento” gay, etc.

Para o cidadão incauto e para alguns me®dia , George Soros é um “capitalista anti-capitalista”. Puro erro. Quando em 1992/93 George Soros especulou com a Libra inglesa e quase levou a Inglaterra à bancarrota, ele ganhou mil milhões de Euros com essa sua acção especulativa, dinheiro esse que foi transferido para off-shores isentos de impostos nas Antilhas Holandesas — e de cuja existência a Esquerda se queixa.

George Soros tem negócios com os cartéis de droga da América Latina através do controlo de Bancos privados na América do Sul que lavam dinheiro da droga. A megalomania amoral de George Soros é a condição do seu apoio e financiamento de organizações políticas internacionais que fomentam e promovem novas formas de totalitarismo.

Quando George Soros defende, por exemplo, a liberalização das drogas, não faz mais do que defender o embrutecimento generalizado dos povos, condicionando a sua liberdade individual [um drogado não é livre], que assim se tornariam mais manipuláveis por um qualquer sistema totalitário que lhes retirasse poder de reivindicação política e criticismo ideológico. E retirar o espírito crítico a um povo — que é a agenda política da Nova Ordem Mundial — é a melhor forma de o explorar até ao tutano.

George Soros é “anti-capitalista” — ou dá a sensação de ser anti-capitalista — apenas e só quando se trata de ganhar dinheiro ilegítimo e mesmo ilícito com o capitalismo. George Soros é, sem sombra de dúvidas, um monstro moral gerado pelo próprio capitalismo regido pelo paradigma ético do Utilitarismo Marginal.

Ora, é este George Soros que financia a ILGA-Europa.


Sigrid Rausing

Sigrid Rausing faz parte da terceira geração da família sueca de Ruben Rausing que fundou a empresa sueca Tetra-Pak / Alfa Laval. Toda a família Rausing saiu da Suécia para não pagar impostos ao Estado sueco, e é com esta “autoridade moral” que Sigrid Rausing financia a ILGA-Europa. A riqueza do clã Rausing é obscena e está dispersa por tudo quanto é off-shores. O actual patriarca da família Rausing, Hans Rausing, é considerado o homem mais rico de Inglaterra a par com Roman Abramovich [dono do Chelsea de Vilas-Boas].

Quando analisamos a coincidência na acção política existente entre a Esquerda radical [trotskista, nomeadamente] e bilionários como George Soros e Sigrid Rausing, podemos estranhar esta coincidência. Porém, existe de facto uma razão para que “les bons esprits se recontrent…”

O totalitarismo defendido pelo Bloco de Esquerda e/ou pelo Partido Comunista, ou ainda o caminho para um totalitarismo suave defendido pelo Partido Socialista e pelo Partido Social Democrata, encontram o acolhimento de gente como George Soros e Sigrid Rausing, dentro de um acordo tácito que defende a ideia do paradigma do regime chinês extensível a todo o mundo: países amordaçados governados pela Esquerda totalitária, por um lado, e por outro lado, off-shores livres de tributação que garantam o estatuto de “deuses” dessa gente imoral e mesmo maligna. E, sem surpresa, o “negócio” parece agradar à Esquerda.

Quinta-feira, 26 Janeiro 2012

A paixão do “vintage” (2)

Filed under: Fotografia — O. Braga @ 6:47 pm

Sigrid Rausing, de quem falarei num próximo postal

O Partido Socialista, o P.L. 118, e a inversão do ónus da prova

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 5:39 pm

“Pagar novas taxas por cada Gigabyte adquirido é uma das consequências do projecto-lei apresentado pelo PS, que pressupõe que todos fazemos cópias de obras de autores e que vai encarecer muitos suportes de armazenamento digital (discos rígidos, etc) A polémica está lançada na Internet.”

via Destak.pt | Proposta em discussão: Projecto de lei diz que todos fazemos cópias de obras de autores.

A senhora Dona Gabriela Canavilhas sempre me causou alguma estranheza; sempre a considerei tão ministeriável quanto a Fernanda Câncio é jornalista: devem haver ali outras coisas pelo meio, literalmente.

A senhora Dona Gabriela Canavilhas, que apresentou o P.L. 118, inverte o ónus da prova: todos os consumidores são, à partida, culpados de violação de direitos de autor; mais grave: não há forma de os condenados a priori — ou seja, os consumidores, em geral — poderem provar a sua inocência.

Deus abençoe os húngaros, e livre-os do maoísta Durão Barroso

O que a Comissão Europeia — e, portanto, a União Europeia — está a fazer à Hungria não é só uma vergonha descarada: é um verdadeiro escândalo!

God Bless the Hungarians

Não tendo em que se agarrar para julgar qualquer desvio democrático da Hungria, a Comissão Europeia, dirigida pelo ex-militante maoísta José Manuel Durão Barroso, tentou implicar com a putativa falta de independência do Banco emissor húngaro; tratou-se de um problema técnico — e não de um problema de regime político — que, entretanto, foi resolvido, a contento, pelo governo húngaro.

Naturalmente que a Comissão Europeia do maoísta Durão Barroso não poderia ficar por aqui: resolvido o problema do Banco da Hungria, a Comissão inventou outro problema de “défice democrático” da Hungria: a idade de jubilação dos juízes húngaros.

Segundo os patetas das luminárias da Comissão Europeia, quando o governo húngaro da Direita conservadora baixou a idade de reforma dos juízes de 70 para 62 anos — que é a idade de reforma de todos os húngaros — cometeu uma ilegalidade na medida em que, segundo as ditas luminárias, se trata de um acto “discriminação” negativa. Mas isto tem alguma lógica ou cabe na cabeça de alguém?!!! Pelo contrário: os juízes estavam a ser discriminados, e agora já não estão.

Por outro lado, como é que o estabelecimento normativo da idade de reforma de um grupo social, considerado em si mesmo, pode ser discriminatório ?!!! Será que os juízes, no entender das luminárias da União Europeia, não deveriam ter reforma?!

A União Europeia começa a ser uma associação criminosa, um ninho de nepotismo político de burocratas controlados por uma elite política para-totalitária que se dedica a fazer a vida negra aos cidadãos dos diferentes países da Europa.

Será que o PSD do Pernalonga vai convidar os nossos jovens a emigrar para a China?

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,Passos Coelho,Pernalonga — O. Braga @ 12:37 pm

“Las autoridades chinas anunciaron este jueves un programa para atraer a expertos extranjeros cualificados en cinco ámbitos industriales durante los próximos cinco años, al tiempo que aumentan las barreras para la entrada de los emigrantes que huyen de la crisis.”

via China busca trabajadores extranjeros cualificados – Libre Mercado.

Estudo: pessoas divorciadas vivem menos tempo

Filed under: curiosidades — O. Braga @ 12:21 pm

“A new study entitled “Divorce and Death” appearing “Psychological Science” shows that broken marriages can kill at the same rate as smoking cigarettes.”

via Study: Divorce Can Kill at Same Rate as Smoking – MSN Relationships – article.

Bora! Toca a casar!

A democracia egípcia [ou será "egícia"?!!!] já tem barbas

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,Islamismo — O. Braga @ 8:58 am
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“Lange Bärte und Gewänder bestimmen im neuen ägyptischen Parlament das Bild: Die Mehrheit der Abgeordneten zählt zu den Islamisten.”

via Ägypten: Parlament der Bärte – jetzt regieren die Islamisten – Nachrichten Politik – Ausland – WELT ONLINE.

De tantas barbas ter a democracia “egícia”, os seus representantes já se dão ao luxo de dormitar de vez em quando, seguindo o exemplo dos nossos deputados no parlamento. Dois terços dos democratas “egícios” já têm barbas; em contraponto, cada vez mais os nossos representantes na assembleia da república preferem usar “cuecão de couro”.

A Irlanda volta aos “mercados”

Filed under: economia — O. Braga @ 8:13 am
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“THE GOVERNMENT made its first return to the bond markets since September 2010 today as short-term borrowing costs fell.

The National Treasury Management Agency, which manages the State’s debt, swapped bonds due to be repaid in 2014 into new bonds due for repayment at the later date of 2015.”

via Debt Crisis: Government succeeds in re-entering bond market with €3.5bn swap – Irish, Business – Independent.ie.

Uma notícia que vale a pena dar

Filed under: Geral — O. Braga @ 8:03 am

“O Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra irá promover dois cursos intensivos de iniciação ao Grego e ao Latim.”

Ler o resto em De Rerum Natura: Cursos intensivos de iniciação ao Grego e ao Latim.

Jean-Paul Sartre exagerou quando afirmou que “o real não é belo”; a ideia segundo a qual “rerum natura pulchra non est” é manifestamente um juízo universal exagerado. Nem tudo é mau, no reino da Natureza.

Na Mota, e A Guiar, antes fosse o António…

Filed under: A vida custa,cultura,Esta gente vota,filosofia — O. Braga @ 7:21 am

“Existem no mundo dois tipos de pessoas: os dogmatistas conscientes, e os dogmatistas inconscientes. Sempre pensei que os dogmatistas inconscientes são, de longe, os mais dogmáticos.”

— G. K. Chesterton [Generally Speaking]

Abel Salazar foi um excelente cientista mas cometeu o erro de se meter na filosofia; e ao contrário do que está escrito aqui, António Sérgio tinha mais conhecimentos de epistemologia [história da ciência] do que Salazar de filosofia. E a ideia expressa naquele texto, segundo a qual António Sérgio considerava uma condição sine qua non, para o conhecimento da filosofia, ser-se um cientista ou ter “conhecimentos científicos sólidos”, é absolutamente falsa; o escriba incorre em uma falácia lógica non sequitur a partir dos textos de António Sérgio.

Se fosse verdade que para se fazer filosofia fosse necessário um “sólido conhecimento de ciência”, não existiriam Karl Popper nem Thomas Kuhn — estes dois, entre outros como por exemplo Hans Albert, não foram propriamente cientistas nem tinham um “conhecimento sólido da ciência”, até porque não é possível propriamente “ter um conhecimento sólido da ciência” na medida em que a própria ciência se diversificou em uma miríade de sub-ciências e especializações.

Abel Salazar não anunciou a falência da metafísica, ao contrário do que aquele burro escreveu; e por uma simples razão: qualquer forma de negação da metafísica é sempre uma forma de metafísica. O burro que escreveu aquele texto citado em epígrafe seguiu a ignorância de Salazar em uma área em relação à qual ambos deveriam estar calados.

Do que Abel Salazar anunciou a falência foi da religião [neste caso, católica] — e não da metafísica, embora ele estivesse convencido de que “metafísica” era a mesma coisa que “religião”. O burro que escreveu aquele texto já tem idade suficiente para saber que metafísica não é a mesma coisa que religião [no sentido tradicional e convencional]: não confundir o rei “Nabucodonosor” com “Nabo no cu do Sôr”.

Segundo Abel Salazar, “cultura” resumia-se à “conquista da liberdade”; mas o filósofo de laboratório não define liberdade, assim como não é possível definir felicidade. E é assim, de uma forma subjectiva, que o cientista defende a “objectividade e o universal”. Por que é que o Mota não passa os seus dias Aguiar em vez de defender as asneiras “filosóficas” do Salazar?

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Uma heresia da religião laicista

Filed under: aborto,ética — O. Braga @ 5:22 am
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“Si elle tue son enfant, cela pourrait aussi ruiner sa vie. Ce n’est pas un choix facile, je comprends cela. Mais aussi horrible soit la façon dont ce fils ou cette fille a été créée, c’est toujours son enfant. Qu’elle ait cet enfant ou pas, ça sera toujours le sien. Et le saura pour toute la vie.”

“D’une certaine manière, c’est un cadeau, un don de vie humaine, il faut accepter ce que Dieu nous donne. Des tas de choses horribles se produisent. Je peux pas imaginer quelque chose de plus horrible. Mais nous devons tirer le meilleur parti d’une mauvaise situation.”

via “Un bébé né d’un viol est un don de Dieu”.

Quarta-feira, 25 Janeiro 2012

A paixão do “vintage”

Filed under: Fotografia — O. Braga @ 7:37 pm

Lena Olin --- foto original

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