perspectivas

Sexta-feira, 8 Janeiro 2010

Um dia triste para o povo português

Hoje é o dia em que a esquerda aprova no parlamento, e contra a vontade da maioria do povo do português, a equiparação entre as uniões entre pessoas do mesmo sexo com o casamento natural e tradicional. (mais…)

Sábado, 30 Janeiro 2010

Manif pela família : Lisboa, 20 de Fevereiro 2010

Arquivado em: Portugal — O. Braga @ 5:25 pm

Terça-feira, 9 Fevereiro 2010

O discurso conservador

« O termo “conservador” denota a adesão a princípios e valores atemporais que devem ser conservados a despeito de toda mudança histórica, quando mais não seja porque somente neles e por eles a História adquire uma forma inteligível. Por exemplo, a noção de uma ordem divina do cosmos ou a de uma natureza humana universal e permanente. »

― Olavo de Carvalho, Por Trás das Palavras

A diferença entre conservadorismo, revolucionarismo (direito e esquerdo) e liberalismo.

Segunda-feira, 8 Fevereiro 2010

O Ministro do Respeito

The Ministry of Silly Walks

No romance “1984” de George Orwell, o governo do Big Brother era composto por quatro ministérios: o Ministério do Amor, o Ministério da Paz, o Ministério da Abundância e o Ministério da Verdade.

O estado federal australiano de Victoria, governado por socialistas, acaba de criar um novo Ministério: o Ministério do Respeito.

O modernismo é um absurdo pegado: O positivismo (Kelsen) tentou reduzir o político ao jurídico; o politicamente correcto (marxismo cultural) tenta reduzir o jurídico ao político ― esquecendo, nos dois casos, tanto as raízes do político como do jurídico (ambas ligadas ao religioso e, consequentemente, à ética axiológica).

Abandonam-se os princípios éticos estabelecidos pelo cristianismo e pelas religiões em geral, e surge o Ministro do Respeito; seguem-se concerteza o Ministro da Delicadeza, o Ministro da Amizade, o Ministro Tudo Numa Boa…

Se o bloco de esquerda sabe desta…estamos tramados! Vamos ter um Ministro “Não-Há-Problema-Com-O-Chuto-Na-Veia” …

Os cinco pilares da religião esquerdista

Arquivado em: Política, gnosticismo, politicamente correcto, religiões políticas — O. Braga @ 8:24 am
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Domingo, 7 Fevereiro 2010

Homofobia

Arquivado em: Gayzismo, cultura, politicamente correcto, ética — O. Braga @ 11:26 am
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« (…) é preciso lembrar que existe um crime muito grave chamado homofobia, que consiste em agredir e prejudicar alguém por ser homossexual. Mas isso é muito diferente da liberdade de opinião acerca da prática. Também há quem seja abertamente contra a Igreja, o que é legítimo na sociedade livre, sem que tal se confunda com a perseguição religiosa concreta, proibida pela lei. »

João César das Neves

Parada de 'orgulho gay'

Eu discordo de João César das Neves num ponto: a homofobia não é, nem pode ser um crime. Hoje, mais do nunca ― e tenho repetido isto até à exaustão ―, há que apelar ao senso-comum. Aquilo a que se convencionou chamar de “homofobia” ― e por evolução semântica e por evolução dos próprios símbolos impostos pelos activistas políticos gay ― consiste na manifestação de repúdio consciente em relação a um determinado comportamento, e não (como muito bem diz JCN) em relação a uma determinada pessoa em si, com as suas características idiossincráticas.

“Agredir e prejudicar alguém” (no sentido de “preconceito negativo”) é crime não só em relação aos homossexuais, como também em relação às mulheres, às crianças, aos deficientes mentais, aos idosos, aos carecas, aos feios, aos pernetas, aos benfiquistas, etc. “Agredir e prejudicar alguém” não é acção de um exclusivismo homofóbico. “Agredir e prejudicar alguém” sem nenhuma justificação plausível de auto-defesa, é um crime per si previsto no Código Penal, independentemente da conotação ideológica que tenha ou da situação em que ocorra.

Não vamos agora criar tipologias legais especiais para as agressões a gays, outras tipologias para as agressões aos carecas, outras para os pernetas, outras para as agressões aos portistas, etc. “Agredir e prejudicar alguém” é, perante a lei, igual para todos.

A “homofobia” distingue-se do “ódio contra homossexuais” por aquela ser racional e consciente, e este ser irracional e inconsciente. O homófobo discrimina e repudia o comportamento e o acto homossexual, e não o ser humano homossexual, assim como a pessoa pró-vida discrimina, critica e condena o aborto (o acto, o comportamento) e não a mulher que aborta (o ser humano).

Uma pessoa pró-vida que sinta ódio por uma mulher que aborta, corre o risco de passar a ter um comportamento irracional; contudo, o seu comportamento torna-se racional e consciente quando essa pessoa pró-vida condena o acto e não a pessoa ― no processo do devir, um homem que, na sua juventude, tenha assassinado alguém, hoje com 75 anos e depois de ter cumprido a sua pena de prisão, já não é um assassino. Não podemos estigmatizar uma pessoa por causa de um acto que ela tenha cometido, porque o ser humano faz parte do processo do devir.

Coisa diferente é categorizar comportamentos e a acção, que é o que a ética faz. E não há outra palavra para definir o repúdio em relação ao acto homossexual senão “homofobia”, assim como não há outra palavra para definir o repúdio em relação ao acto de abortar senão “anti-abortismo”.

Se o termo “homofobia” não serve, inventem outro, mas não se fuja ao senso-comum.

Um dia destes, vamos ter um “subsídio de coito” estatal para José Sócrates

« Esta ideologia “progressista”, “moderna”, que oscila entre banir as mulheres em nome da igualdade de género e remetê-las para o fim das listas eleitorais para fazer a quota, conduz direitinho a estes almoços de senhoras/meninas ministras e secretárias-de-estado ― e, como não chegam para compor a mesa, convidam-se outras para fazer o número e ficarem honradas com o convite.

(…)

Como escreve o João César das Neves, não há mesmo almoços grátis. »

― Zita Seabra, no JN de hoje

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Sábado, 6 Fevereiro 2010

O “esquema” nauseabundo de José Sócrates

Aquilo que soubemos hoje no semanário “SOL”, e em termos de justiça, não aquece nem arrefece. A justiça, através dos seus dignitários (alguns deles pertencentes à maçonaria) já encerrou o processo do “esquema” de José Sócrates e da sua escumalha para controlar os me®dia em Portugal. Nenhum dos protagonistas desse “esquema” sórdido poderá responder em tribunal pelos seus crimes. Mas o facto de a justiça já não poder actuar neste caso ― porque a maçonaria infiltrada na justiça lhe atalhou o passo mandando arquivar o processo ― não significa que os envolvidos saiam politicamente impunes.

A crise não justificaria a manutenção de uma quadrilha no Poder. Cavaco Silva deveria ter demitido José Sócrates, e não o fazendo, tornou-se parte do problema, e perdeu parte da sua credibilidade.

Os 100 anos da república estão manchados sem remédio. Esta é a república de que se comemora este ano o centenário: corrupta, amoral, desnacionalizada, despótico-populista, anti-popular, nepotista. A evolução do nosso sistema republicano, inserido no leviatão europeu, só pode agravar o que já acontece hoje; a tendência é para piorar.

Adenda: a ler: “Os deuses devem estar loucos”

O rei vai nu

Arquivado em: josé sócrates — O. Braga @ 10:11 am
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« O que se está a passar com Mário Crespo não é para mim qualquer surpresa. O que a Casa de Sócrates produz é-me familiar há muito, até como alvo privilegiado do mesmo tipo de ataques.

O mesmo se poderá dizer de outros (Helena Matos, José Manuel Fernandes, Manuela Moura Guedes, Pedro Lomba, Paulo Tunhas, Vasco Graça Moura, Eduardo Cintra Torres e mais alguns, só para falar dos que tem acesso à comunicação social) que fazem parte do rol dos alvos do pequeno grupo de gente amoral e disposta a tudo, entre os aprendizes de feiticeiros profissionais de agência, passando pela variante actual do sectarismo “intelectual” tribal, aos admiradores dos “canalizadores” do Watergate, que se movem nas “informações”. Gente obcecada pelo poder e perigosa, mas que, estando as coisas como estão, irá fazer carreira na profissão. »

José Pacheco Pereira


« Acima disso tudo, acho que este primeiro ministro, pelas fragilidades de carácter que tem vindo a revelar, não tem condições objectivamente para continuar a ser primeiro ministro »

José Eduardo Moniz


« Eu espero que o Presidente da República mande chamar o primeiro-ministro para o demitir porque se assim não for não estamos a viver numa democracia ».

Manuela Moura Guedes

Socraquistão

Arquivado em: Geral — O. Braga @ 9:48 am

Sexta-feira, 5 Fevereiro 2010

Um pouco de coerência e lógica não ficava mal

Arquivado em: Esta gente vota — O. Braga @ 9:39 pm

Base da ETA em Portugal

Arquivado em: Portugal — O. Braga @ 8:57 pm
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Com o tratado de Schengen, era inevitável sermos apanhados na teia dos problemas insolúveis que estão no código genético de Espanha. Se a ETA é uma organização terrorista, o Estado espanhol, etnocida, centrípeto e centralista, nunca foi outra coisa.

Vivenda de Óbidos é “claramente uma base” da ETA, diz presidente do OSCOT

Exemplos da aplicação do neoliberalismo na gestão das empresas

« Há estágios para aprenderem essas técnicas. Posso contar, por exemplo, o caso de um estágio de formação em França em que, no início, cada um dos 15 participantes, todos eles quadros superiores, recebeu um gatinho. O estágio durou uma semana e, durante essa semana, cada participante tinha de tomar conta do seu gatinho.

Como é óbvio, as pessoas afeiçoaram-se ao seu gato, cada um falava do seu gato durante as reuniões, etc.. E, no fim do estágio, o director do estágio deu a todos a ordem de… matar o seu gato. »

“Um suicídio no trabalho é uma mensagem brutal” (Christophe Dejours)

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Maria José Morgado e as bases de dados de ADN

« (…) precisamos de bases de dados de ADN, amostras de ADN, porque essas amostras de ADN previnem erros judiciários, permitem focalizar a investigação no autor verdadeiro dos crimes e afastar as hipóteses de imputação ao autor errado.

(…)

Precisamos de renunciar a uma pequena parte da nossa liberdade para termos toda a liberdade. »

Maria José Morgado

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Quinta-feira, 4 Fevereiro 2010

O populismo de Obama

Arquivado em: Política — O. Braga @ 11:29 am
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A recusa de Obama em vir a Espanha para uma cimeira a realizar em Maio sob os auspícios da União Europeia, revela, por um lado, a constatação de facto da condição da realidade da União Europeia, e por outro lado, a estupidez de Obama em não reconhecer a importância das nações europeias entendidas per si. Obama confunde “União Europeia” com “os países da Europa” considerados isoladamente.
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Um exemplo do que é a “estimulação contraditória” esquerdista

« O crucifixo nas paredes do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro não pode, mas na Sapucaí, pode. O crucifixo a inspirar os julgadores cariocas não pode, mas a “acompanhar” a celebração da luxúria e da pornografia, pode. »

“Na pornografia pode, no tribunal não…”

Livros indispensáveis às nossas vidas

Arquivado em: Livros — O. Braga @ 8:00 am

Aos mais jovens (e não só), e para além da literatura em língua portuguesa que merece um postal à parte mas de que darei aqui algumas “dicas”, é importante saber aquilo que não se pode deixar de ler. Porém, há que ter em atenção duas coisas: a primeira é que é mais difícil ler e entender os livros antigos do que os modernos, pelo que temos que começar pelos livros mais recentes; a segunda é que esta lista traduz apenas a minha opinião pessoal. (mais…)

Quarta-feira, 3 Fevereiro 2010

O maior inimigo de Richard Dawkins é ele próprio

  1. Richard Dawkins, e os neodarwinistas e neo-ateístas em geral, dizem que a vida humana (e a vida em geral) é comandada pelo “gene egoísta” ― nada de religião, nada de valores, nada de ideais; tudo se resume à “passagem dos genes à próxima geração”.
  2. A região do mundo mais secularista e mesmo anti-religiosa ― portanto, mais de acordo com a tese de Richard Dawkins ― é a Europa.
  3. A Europa é o único continente que apresenta um declínio da população autóctone (ou seja, os genes não passam à próxima geração).
  4. Em todo o mundo, é nas comunidades religiosas onde podemos encontrar mais crianças (os tais genes que passam à próxima geração).

  • Conclusão: a maior ameaça ao neodarwinismo é o neodarwinismo. O maior inimigo de Richard Dawkins é ele próprio.

Intolerável abuso de confiança: os socialistas querem eliminar toda a privacidade dos cidadãos portugueses

O que é que interessa, a um habitante do pobre bairro social de Vila d’Este, em Vila Nova de Gaia, saber pela Internet os rendimentos brutos anuais de um seu vizinho que é ajudante de serralheiro e os da respectiva mulher que trabalha a dias? (mais…)

O eunuco espiritual moderno

Arquivado em: gnosticismo — O. Braga @ 8:56 am
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« Sem o efeito de prestígio do cientificismo, os grandes escândalos intelectuais que decorrem de fenómenos de sucesso social como o positivismo, o evolucionismo darwinista, ou o marxismo, seriam impensáveis. » ― Eric Voegelin

Ler aqui.

Terça-feira, 2 Fevereiro 2010

Roma paga aos traidores

Arquivado em: A vida custa, Esta gente vota, Política, Portugal — O. Braga @ 6:51 pm
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« Conheço este problema pessoalmente. Estava em Luanda, quando Alegre se pirou.
(…)

Muitas das emboscadas que sofremos resultaram da traição desses “grandes filhos da mãe”. Uma das vozes que se ouvia era a desse pulha, Pateta Alegre.»

Texto de Paulo Chamorra (a ler aqui na totalidade)

As calhandrices socratinas

Arquivado em: Política — O. Braga @ 6:12 pm
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« O PS passou a campanha eleitoral nos sítios onde estavam previstas as autoestradas, que esta semana o Ministro das Obras Públicas adiou para as calendas gregas, a atacar o PSD “porque queria acabar com elas”.

Em muitos locais (Santarém por exemplo) foi um motivo central da campanha, que Jorge Lacão enunciava sempre que falava, com imensa indignação, a pretexto dos prejuízos imensos que a sua suspensão iria causar às populações. Ora, das duas uma, ou o PS já sabia que os custos dessas autoestradas eram incomportáveis (como o PSD dizia) e estava a mentir ao eleitorado; ou o PS escondia o descalabro das contas públicas e estava a mentir sobre o estado das finanças.

Eu disse das duas uma, mas é só uma: uma política de pura mentira, todos os dias, sem descanso e que só sobrevive porque existe uma espécie de anestesia colectiva para o que contribui a escassez de memória colectiva, mesmo a curto prazo (foi há quatro meses só). »

in Abrupto

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