perspectivas

Sexta-feira, 20 Março 2020

O politicamente correcto volta a matar

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:07 pm
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Um virologista italiano afirmou que as preocupações com as aparências de racismo (em relação aos chineses residentes em Itália) contribuíram para diminuir a capacidade de prevenção do covid19 em Itália.

«Professor of Virology and Microbiology at the University of Padova Dr. Giorgio Palù told CNN that measures imposing travel restrictions and border controls were taken too late due to fears over political correctness.»

Italian Virologist Says Concerns Over “Racism” Crippled Italy’s Coronavirus Response


Domingo, 12 Fevereiro 2017

Animais irracionais tomaram o poder político

 

"There is no neutral ground in the universe. Every square inch, every split second is claimed by God, and counterclaimed by Satan."C S Lewis.

Não existe terreno neutro no universo. As proposições ou são verdadeiras ou falsas; e essas proposições são o resultado de uma linguagem humana que as contêm.

eutanasia-velhariasO Anselmo Borges fala aqui da linguagem humana; mas, através de uma tolerância inusitada, pressupõe ele (o Anselmo Borges) que possa existir um terreno neutro no universo (e no planeta Terra) em que Deus e o diabo possam chegar a um acordo. Portanto: ou acreditamos no Lewis, ou acreditamos no Anselmo. Com todo o respeito pelo Anselmo, eu acredito no Lewis: “não existe terreno neutro no universo”.

De nada vale ao Anselmo Borges procurar compromissos em terrenos moralmente neutros, porque esses compromissos não existem nem são possíveis.

A linguagem humana — para além da expressão que outros animais têm; para além da comunicação que outros animais também têm; e para além do simbolismo que outros animais também têm — tem proposições descritivas que os outros animais não têm. Karl Bühler chamou-lhe a “função representativa” da linguagem especificamente humana, que são proposições que descrevem um estado objectivo de coisas, que podem, ou não, corresponder aos factos; ergo, as proposições podem ser falsas ou verdadeiras.

Para além da função representativa da linguagem humana — que afere a verdade dos factos — temos a função argumentativa da linguagem humana, através da qual se constrói o pensamento crítico que deve obrigar a vontade mediante a razão (S. Tomás de Aquino). O ser humano inventou a crítica que é um método de selecção consciente que permite detectar os nossos erros individuais e colectivos.

O problema da Esquerda actual é o de uma profunda doença espiritual. Em função dessa doença espiritual radical (uma doença que atacou as raízes do “ser de esquerda”), as funções representativa e argumentativa da linguagem humana deixaram de ter qualquer utilidade. A lógica deixou de fazer sentido.

Sexta-feira, 10 Fevereiro 2017

Pacheco Pereira. “Se fosse cidadão dos EUA tinha votado Bernie Sanders”

 

Se o José Pacheco Pereira tivesse vivido na década de 1930, seria seguidor de Heidegger na mesma universidade em que este foi reitor.

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Sábado, 28 Janeiro 2017

A análise vesga do José Pacheco Pereira em relação a Donald Trump

 

clinton_russiaQuando leio o José Pacheco Pereira, faz-me lembrar a Teoria Crítica da Escola de Frankfurt: critica, critica, critica, mas não dá solução alternativa. O José Pacheco Pereira é uma espécie de picareta falante: quando não tem argumentos ideológicos, entra pelo ataque pessoal adentro.

Este texto do José Pacheco Pereira acerca de Donald Trump é próprio de um mentecapto — eu posso afirmar que o José Pacheco Pereira é um atrasado mental sem ter que o demonstrar; porque é o que o José Pacheco Pereira faz em relação a Donald Trump: afirma muita coisa, mas sem demonstração. Ele, José Pacheco Pereira, afirma a “opinião-verdade” que acusa aos outros de terem.

Temos aqui ao lado uma foto de um político americano (marido de uma candidata de esquerda à presidência dos Estados Unidos) que, segundo o José Pacheco Pereira (por oposição a Donald Trump), “respeita as mulheres”; mas quando alguém gravou uma conversa de balneário em que Donald Trump falou de mulheres, o José Pacheco Pereira agarra-se a ela como uma carraça em pêlo de cão. O raciocínio do José Pacheco Pereira funciona em modo de tolerância repressiva.

JPP-ZAROLHOPara o José Pacheco Pereira, o exercício do Poder legitimado pelos votos em urna é “autoritarismo” — excepto se for a Esquerda a exercer o Poder.

Obama governou quase sempre por decretos-lei (executive orders), mas nunca ouvimos do José Pacheco Pereira qualquer acusação de “autoritarismo” em relação a Obama. É esta dualidade de critérios que nos enoja em José Pacheco Pereira e quejandos; metem nojo aos cães! Deixam de ter qualquer credibilidade quando só olham para um dos lados — o José Pacheco Pereira é zarolho.

Em relação à deportação de imigrantes ilegais, o José Pacheco Pereira critica o Donald Trump; mas não critica quem os deixou entrar, ou seja, Obama e comandita: para o José Pacheco Pereira (como para a esquerda radical que nos governa) as fronteiras não existem.

Por isto (entre outras coisas) é que a crítica do José Pacheco Pereira a Donald Trump não tem consistência: é uma crítica zarolha e vesga. O José Pacheco Pereira, para além de só ver do olho esquerdo, ainda por cima é vesgo desse mesmo olho.

Sexta-feira, 13 Janeiro 2017

Carta aberta ao deputado imberbe do Partido Social Democrata, António Carlos Sousa Gomes da Silva Peixoto

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 12:43 pm
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PESTE GRISALHA

(Carta aberta a deputado do Partido Social Democrata)

Exmo. sr.

António Carlos Sousa Gomes da Silva Peixoto:


Por tardio não peca.

Eu sou um trazedor da peste grisalha cuja endemia o seu partido se tem empenhado em expurgar, através do Ministério da Saúde e outros “valorosos” meios ao seu alcance, todavia algo tenho para lhe dizer.

A dimensão do nome que o titula como cidadão deve ser inversamente proporcional à inteligência – se ela existe – que o faz blaterar descarada e ostensivamente, composições sonoras que irritam os tímpanos do mais recatado português.

Face às clavas da revolta que me flagelam, era motivo para isso, no entanto, vou fazer o possível para não atingir o cume da parvoíce que foi suplantado por si, como deputado do PSD e afecto à governação, sr. Carlos Peixoto, quando ao defecar que “a nossa pátria foi contaminada com a já conhecida peste grisalha”, se esqueceu do papel higiénico para limpar o estoma e de dois dedos de testa para aferir a sua inteligência.

A figura triste que fez, cuja imbecilidade latente o forçou à encenação de uma triste figura, certamente que para além de pouca educação e civismo que demonstrou, deve ter ciliciado bem as partes mais sensíveis de muitos portugueses, inclusivamente aqueles que deram origem à sua existência – se é que os conhece. Já me apraz pensar, caro sr., que também haja granjeado, porém à custa da peste grisalha, um oco canudo, segundo os cânones do método bolonhês. Só pode ter sido isso.

Ainda estou para saber como é que um homolitus de tão refinado calibre conseguiu entrar no círculo governativo. Os “intelectuais” que o escolheram deviam andar atrapalhados no meio do deserto onde o sol torra, a sede aperta a miragem engana e até um dromedário parece gente.

É por isso que este país anda em crónica claudicação e por este andar, não tarda muito, ficará entrevado.

Sabe sr. Carlos Peixoto, quando uma pessoa que se preze está em posição cimeira, deve pensar, medir e pesar muito bem a massa específica das “sentenças”, ou dos grunhidos, – segundo a capacidade genética e intelectual de cada um – que vai bolçar cá para fora. É que, milhares pessoas de apurados sentidos não apreciam o cheiro pestilento do vomitado, como o sr. também sente um asco sem sentido e doentio, à peste grisalha. Pode estar errado, mas está no seu direito… ainda que torto.

Pela parte que me toca, essa maleita não o deve molestar muito, porque já sou portador de uma tonsura bastante avantajada, no entanto, para que o sr. não venha a sofrer dessa moléstia, é meu desejo que não chegue a ser contaminado pelo vírus da peste grisalha e vá andando antes de atingir esse limite e ficar sujeito a ouvir bacoradas iguais ou de carácter mais acintoso do que aquelas que preteritamente narrou como um “grande”, porém falhado “artista”.

E mais devo dizer-lhe: quando num cesto de maçãs uma está podre, essa deve ser banida, quando não, infecta as restantes; se isso não suceder, creio que o partido de que faz parte, o PSD, irá por certo sofrer graves consequências decorrentes da peste grisalha na época da colheita eleitoral. Pode contar comigo para a poda.

Atentamente.

António Figueiredo e Silva

Coimbra, 28/04/2013

http://www.antoniofigueiredo.pt.vu

Obs:Esta carta vai ser enviada sob A.R. para a Assembleia da República.

Quinta-feira, 12 Janeiro 2017

A merda intelectual em Portugal

 

O filho-de-puta que escreveu isto esqueceu-se de falar no #pizzagate; ou na descriminalização da prostituição infantil na Califórnia, em nome do progresso: preferiu atirar sobre sobre uma lei russa que coloca a violência doméstica em um determinado contexto cultural que não seja o motor da atomização da sociedade russa.

Quando os americanos legalizam os lupanares para os putos, os filhos-de-puta calam-se; quando os russos calibram a lei da violência doméstica, os filhos-de-puta desatam aos berros. E é este tipo de filho-de-puta, desprovido de espinha dorsal, que tem acesso aos me®dia em Portugal.

Enrabar os putos é o padrão por que se pauta a civilização dos filhos-de-puta — foder os putos é democrático e progressista.

Vem daí toda uma panóplia de teorias progressistas que transformam os russos em trogloditas, e inferem a ideia de que Donald Trump saiu agora da caverna.

E depois transforma o NYT, cujo dono é o multi-bilionário mexicano Carlos Slim, em uma espécie de Bíblia. É desta merda intelectual que temos em Portugal.

Quinta-feira, 5 Janeiro 2017

O gado feminista e a comunicação social

 

Uma criatura da espécie bovina, que dá pelo nome de Patrícia Reis, escreve num blogue “De Litro de Opinião” (opinião ao litro) o seguinte:

«Vejamos: em 2011, uma mulher acusou o marido de violência doméstica (e de violação), além de infligir maus-tratos físicos e psicológicos às três filhas. Diante disso, o tribunal condenou-a por difamação, considerando que a mulher, está na cara (com nódoas negras), agiu com o "propósito de difamar e caluniar" o marido, já que as suas acusações são atentatórias (ui, ui) do "bom nome, hombridade, reputação e decoro" do cavalheiro. De acordo. E mais: como não concordar que se trata de "suspeições desprimorosas"? Evidentemente que são. Nojentas. E como não concordar com o tribunal ao considerar que essas "suspeições" põem em causa a "honorabilidade, consideração, honra e dignidade" do marido? Parece, inclusive – que horror –, que ele passou a ser tratado com ‘comentários e olhares vexatórios’, o que não se pode permitir. Os tribunais têm de defender a honra destes maridos viris. Curiosamente, o tribunal, que condenou a malvada (à primeira), não considera falsas as suas acusações; simplesmente são chatas para o marido. A Relação de Guimarães veio agora anular a sentença. Pobre marido.»


A verdadeira história vem contada aqui.

“O Tribunal da Relação de Guimarães remeteu à primeira instância o processo de uma mulher que foi condenada por um crime de difamação, por ter testemunhado num programa da RTP a violência doméstica que alegadamente lhe seria infligida pelo marido.”

Relação anula condenação de mulher que denunciou violência doméstica na televisão

Ou seja, a mulher daquele senhor, provavelmente ela também da espécie bovina, foi à televisão difamar o marido. Ora, este detalhe do espectáculo na televisão foi retirado da história da bovina Patrícia Reis — porque não convém divulgar.

E é este gado feminista e politicamente correcto que temos que aturar nos merdia.

Segunda-feira, 2 Janeiro 2017

O coimbrinha Pio Abreu

 

Eu tenho uma aversão natural aos coimbrinhas. Tudo o que seja coimbrinha cresceu à sombra de um qualquer alvará de inteligência. É o caso de um tal Pio Abreu: um coimbrinha chapado.

“Começa logo pelo facto de as mulheres serem muito mais resistentes, perfeitas e durarem muito mais tempo do que os homens.”

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Ao contrário do que diz o coimbrinha, o índice de mortalidade precoce da mulher tem aumentado nos Estados Unidos; e tudo leva a crer que na Europa também.

O senhor Pio Abreu pode ter todos os PhD de todas as universidades do mundo; mas é um idiota chapado. 

O homem é uma versão incompleta da mulher por causa do cromossoma Y, elas têm dois cromossomas X e eles têm XY, ou seja têm um cromossoma atrofiado, o que lhes provoca alterações anatómicas.”

Vamos seguir a lógica: a completude abrange um maior leque de características do que a incompletude. E, no entanto, o estúpido coimbrinha Abreu diz que a homogeneidade é mais completa do que a heterogeneidade.

Eu não quero aqui defender o contrário do que defende o Abreu, ou seja, não quero aqui dizer que “a mulher é uma versão incompleta do homem”, porque isso faria de mim um estúpido do mesmo calibre do Abreu — mas não devemos contrariar a lógica para ir ao encontro da estupidez coimbrinha do Abreu.

Quinta-feira, 31 Dezembro 2015

A burrice do Conraria

 

Não sei quem é o Conraria, nem me interessa saber. Interessa dizer que o tipo é burro.

1/ falácia do espantalho

Para justificar a ideia segundo a qual deveriam ser atribuídas quotas a mulheres independentemente do mérito, o Conraria vai buscar o exemplo da má gestão do BES feita por 1 homem.

2/ não tem a noção de juízo universal

Se disserem ao Conraria que “os homens correm mais rápido do que as mulheres”, o Conraria dirá que “não é verdade!”, dando o exemplo da Rosa Mota.

3/ os capitalistas são irracionais

O Conraria pensa que o investimento real (sublinho: real) na economia, é irracional: segundo ele, os investidores na economia real actuam em função de preconceitos não verificados empiricamente. Ou seja, para o Conraria, o investimento na economia real segue uma espécie de ideologia que não tem correspondência com a realidade.

4/ o Conraria contraria a experiência

Uma série de documentários realizados na Noruega, verifica que as tendências são diferentes nos dois sexos desde praticamente o nascimento.

5/ o Conraria confunde “sociedade matriarcal”, por um lado, e “igualdade entre os sexos”, por outro lado

Numa sociedade matriarcal, também não existe igualdade entre os sexos. Ou seja, não é a relação de poder entre os sexos que elimina a diferença dos papéis sociais entre os sexos. O Conraria pensa que “diferença” é sinónimo de “hierarquia”.

6/ o Conraria cita “estudos” da lengalenga politicamente correcta

Eu vivi entre a tribo Macua, em Moçambique, que é uma sociedade matriarcal. Vi por experiência própria:

a/ o tipo de competição entre mulheres é diferente do tipo de competição entre homens; a competição entre mulheres não exige nem hegemonia nem aperfeiçoamento. Por isso, o Conraria compara alhos com bugalhos citando “estudos científicos” parecidos com aqueles que dizem que “os gays já nasceram assim”.

b/ As sociedades matriarcais são, em geral, mais pobres do ponto de vista da economia, exactamente porque o tipo de competição feminino é diferente do masculino.

c/ Para o Conraria, a razão pela qual há muito mais homens a conduzir carros de F1 ou aviões a jacto de combate, não tem nada a ver com uma maior tendência masculina para o risco, mas antes é uma “construção social”.

d/ Para o Conraria, a testosterona é igual ao estrogénio: a diferença entre as duas hormonas é “socialmente induzida”. Puta-que-pariu!

Percebe o leitor por que razão não leio o Observador? (via).

Quarta-feira, 30 Dezembro 2015

O Rendimento Básico Incondicional; e o Paraíso na Terra

 

Nos países europeus com salário mínimo, o desemprego é (em média) duas vezes superior ao dos países que não têm salário mínimo. E mais: nos países que não têm salário mínimo, ganha-se em média mais 1.000 Euros do que nos países que têm salário mínimo. Contra factos não há argumentos.

Portanto, os factos falam por si. E por isso é que o Ludwig Krippahl, para não correr o risco de ser considerado idiota, chegou à conclusão de que o salário mínimo piora o nível de desemprego.

paraiso-na-terra-webPerante os factos, ¿qual é a alternativa proposta pelo Ludwig Krippahl? O Rendimento Básico Incondicional, diz ele. Antes quebrar do que torcer. Perante o fracasso objectivo e verificado da ideologia marxista, reinventa-se a narrativa: muda-se o disco mas toca-se o mesmo.

O Rendimento Básico Incondicional pretende ser um subsídio chorudo pago pelo Estado a cada indivíduo, independentemente de este trabalhar muito ou pouco, ou mesmo nada. É isto o que o Ludwig Krippahl propõe. Para não ser idiota, prefere ser lunático.

O problema da Esquerda é o de que, depois do fracasso do marxismo, deixou de existir uma ideologia clara que a oriente. A Esquerda anda às apalpadelas; e o mesmo se passa com o capitalismo, depois de se ter desligado das suas origens (com o Marginalismo), ou seja, depois de ser ter desligado da ética cristã protestante (Max Weber). Nos países onde a ética cristã protestante ainda se mantém, o capitalismo vai de vento em popa. Por isso é que, para a Esquerda, sempre foi muito importante reprimir o Cristianismo na cultura antropológica (de Karl Marx a Gramsci).

Perante o fim das ideologias do século XX, só resta o reforço infinito do Estado. O Estado, entendido em si mesmo, passou a ser a ideologia.

Para o novo capitalismo (neoliberalismo) desligado das suas raízes culturais cristãs, o Estado é o garante da legalidade, embora a sua legitimidade se tenha perdido com a perda da ética cristã. Para a nova Esquerda, o Estado é a substituição da ideologia marxista que fracassou.

Segunda-feira, 14 Julho 2008

Cuidado! Esta gente vota!

Filed under: Esta gente vota,Política — O. Braga @ 10:16 pm
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Uma sondagem dá 40% de votos ao PS de Sócrates, ao mesmo tempo que só 1 em cada 5 portugueses considera a governação de Sócrates como sendo positiva.

Cuidado! Esta gente vota!

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