perspectivas

Sexta-feira, 13 Janeiro 2017

Carta aberta ao deputado imberbe do Partido Social Democrata, António Carlos Sousa Gomes da Silva Peixoto

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 12:43 pm
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PESTE GRISALHA

(Carta aberta a deputado do Partido Social Democrata)

Exmo. sr.

António Carlos Sousa Gomes da Silva Peixoto:


Por tardio não peca.

Eu sou um trazedor da peste grisalha cuja endemia o seu partido se tem empenhado em expurgar, através do Ministério da Saúde e outros “valorosos” meios ao seu alcance, todavia algo tenho para lhe dizer.

A dimensão do nome que o titula como cidadão deve ser inversamente proporcional à inteligência – se ela existe – que o faz blaterar descarada e ostensivamente, composições sonoras que irritam os tímpanos do mais recatado português.

Face às clavas da revolta que me flagelam, era motivo para isso, no entanto, vou fazer o possível para não atingir o cume da parvoíce que foi suplantado por si, como deputado do PSD e afecto à governação, sr. Carlos Peixoto, quando ao defecar que “a nossa pátria foi contaminada com a já conhecida peste grisalha”, se esqueceu do papel higiénico para limpar o estoma e de dois dedos de testa para aferir a sua inteligência.

A figura triste que fez, cuja imbecilidade latente o forçou à encenação de uma triste figura, certamente que para além de pouca educação e civismo que demonstrou, deve ter ciliciado bem as partes mais sensíveis de muitos portugueses, inclusivamente aqueles que deram origem à sua existência – se é que os conhece. Já me apraz pensar, caro sr., que também haja granjeado, porém à custa da peste grisalha, um oco canudo, segundo os cânones do método bolonhês. Só pode ter sido isso.

Ainda estou para saber como é que um homolitus de tão refinado calibre conseguiu entrar no círculo governativo. Os “intelectuais” que o escolheram deviam andar atrapalhados no meio do deserto onde o sol torra, a sede aperta a miragem engana e até um dromedário parece gente.

É por isso que este país anda em crónica claudicação e por este andar, não tarda muito, ficará entrevado.

Sabe sr. Carlos Peixoto, quando uma pessoa que se preze está em posição cimeira, deve pensar, medir e pesar muito bem a massa específica das “sentenças”, ou dos grunhidos, – segundo a capacidade genética e intelectual de cada um – que vai bolçar cá para fora. É que, milhares pessoas de apurados sentidos não apreciam o cheiro pestilento do vomitado, como o sr. também sente um asco sem sentido e doentio, à peste grisalha. Pode estar errado, mas está no seu direito… ainda que torto.

Pela parte que me toca, essa maleita não o deve molestar muito, porque já sou portador de uma tonsura bastante avantajada, no entanto, para que o sr. não venha a sofrer dessa moléstia, é meu desejo que não chegue a ser contaminado pelo vírus da peste grisalha e vá andando antes de atingir esse limite e ficar sujeito a ouvir bacoradas iguais ou de carácter mais acintoso do que aquelas que preteritamente narrou como um “grande”, porém falhado “artista”.

E mais devo dizer-lhe: quando num cesto de maçãs uma está podre, essa deve ser banida, quando não, infecta as restantes; se isso não suceder, creio que o partido de que faz parte, o PSD, irá por certo sofrer graves consequências decorrentes da peste grisalha na época da colheita eleitoral. Pode contar comigo para a poda.

Atentamente.

António Figueiredo e Silva

Coimbra, 28/04/2013

http://www.antoniofigueiredo.pt.vu

Obs:Esta carta vai ser enviada sob A.R. para a Assembleia da República.

Quinta-feira, 12 Janeiro 2017

A merda intelectual em Portugal

 

O filho-de-puta que escreveu isto esqueceu-se de falar no #pizzagate; ou na descriminalização da prostituição infantil na Califórnia, em nome do progresso: preferiu atirar sobre sobre uma lei russa que coloca a violência doméstica em um determinado contexto cultural que não seja o motor da atomização da sociedade russa.

Quando os americanos legalizam os lupanares para os putos, os filhos-de-puta calam-se; quando os russos calibram a lei da violência doméstica, os filhos-de-puta desatam aos berros. E é este tipo de filho-de-puta, desprovido de espinha dorsal, que tem acesso aos me®dia em Portugal.

Enrabar os putos é o padrão por que se pauta a civilização dos filhos-de-puta — foder os putos é democrático e progressista.

Vem daí toda uma panóplia de teorias progressistas que transformam os russos em trogloditas, e inferem a ideia de que Donald Trump saiu agora da caverna.

E depois transforma o NYT, cujo dono é o multi-bilionário mexicano Carlos Slim, em uma espécie de Bíblia. É desta merda intelectual que temos em Portugal.

Quinta-feira, 5 Janeiro 2017

O gado feminista e a comunicação social

 

Uma criatura da espécie bovina, que dá pelo nome de Patrícia Reis, escreve num blogue “De Litro de Opinião” (opinião ao litro) o seguinte:

«Vejamos: em 2011, uma mulher acusou o marido de violência doméstica (e de violação), além de infligir maus-tratos físicos e psicológicos às três filhas. Diante disso, o tribunal condenou-a por difamação, considerando que a mulher, está na cara (com nódoas negras), agiu com o "propósito de difamar e caluniar" o marido, já que as suas acusações são atentatórias (ui, ui) do "bom nome, hombridade, reputação e decoro" do cavalheiro. De acordo. E mais: como não concordar que se trata de "suspeições desprimorosas"? Evidentemente que são. Nojentas. E como não concordar com o tribunal ao considerar que essas "suspeições" põem em causa a "honorabilidade, consideração, honra e dignidade" do marido? Parece, inclusive – que horror –, que ele passou a ser tratado com ‘comentários e olhares vexatórios’, o que não se pode permitir. Os tribunais têm de defender a honra destes maridos viris. Curiosamente, o tribunal, que condenou a malvada (à primeira), não considera falsas as suas acusações; simplesmente são chatas para o marido. A Relação de Guimarães veio agora anular a sentença. Pobre marido.»


A verdadeira história vem contada aqui.

“O Tribunal da Relação de Guimarães remeteu à primeira instância o processo de uma mulher que foi condenada por um crime de difamação, por ter testemunhado num programa da RTP a violência doméstica que alegadamente lhe seria infligida pelo marido.”

Relação anula condenação de mulher que denunciou violência doméstica na televisão

Ou seja, a mulher daquele senhor, provavelmente ela também da espécie bovina, foi à televisão difamar o marido. Ora, este detalhe do espectáculo na televisão foi retirado da história da bovina Patrícia Reis — porque não convém divulgar.

E é este gado feminista e politicamente correcto que temos que aturar nos merdia.

Segunda-feira, 2 Janeiro 2017

O coimbrinha Pio Abreu

 

Eu tenho uma aversão natural aos coimbrinhas. Tudo o que seja coimbrinha cresceu à sombra de um qualquer alvará de inteligência. É o caso de um tal Pio Abreu: um coimbrinha chapado.

“Começa logo pelo facto de as mulheres serem muito mais resistentes, perfeitas e durarem muito mais tempo do que os homens.”

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Ao contrário do que diz o coimbrinha, o índice de mortalidade precoce da mulher tem aumentado nos Estados Unidos; e tudo leva a crer que na Europa também.

O senhor Pio Abreu pode ter todos os PhD de todas as universidades do mundo; mas é um idiota chapado. 

O homem é uma versão incompleta da mulher por causa do cromossoma Y, elas têm dois cromossomas X e eles têm XY, ou seja têm um cromossoma atrofiado, o que lhes provoca alterações anatómicas.”

Vamos seguir a lógica: a completude abrange um maior leque de características do que a incompletude. E, no entanto, o estúpido coimbrinha Abreu diz que a homogeneidade é mais completa do que a heterogeneidade.

Eu não quero aqui defender o contrário do que defende o Abreu, ou seja, não quero aqui dizer que “a mulher é uma versão incompleta do homem”, porque isso faria de mim um estúpido do mesmo calibre do Abreu — mas não devemos contrariar a lógica para ir ao encontro da estupidez coimbrinha do Abreu.

Quinta-feira, 31 Dezembro 2015

A burrice do Conraria

 

Não sei quem é o Conraria, nem me interessa saber. Interessa dizer que o tipo é burro.

1/ falácia do espantalho

Para justificar a ideia segundo a qual deveriam ser atribuídas quotas a mulheres independentemente do mérito, o Conraria vai buscar o exemplo da má gestão do BES feita por 1 homem.

2/ não tem a noção de juízo universal

Se disserem ao Conraria que “os homens correm mais rápido do que as mulheres”, o Conraria dirá que “não é verdade!”, dando o exemplo da Rosa Mota.

3/ os capitalistas são irracionais

O Conraria pensa que o investimento real (sublinho: real) na economia, é irracional: segundo ele, os investidores na economia real actuam em função de preconceitos não verificados empiricamente. Ou seja, para o Conraria, o investimento na economia real segue uma espécie de ideologia que não tem correspondência com a realidade.

4/ o Conraria contraria a experiência

Uma série de documentários realizados na Noruega, verifica que as tendências são diferentes nos dois sexos desde praticamente o nascimento.

5/ o Conraria confunde “sociedade matriarcal”, por um lado, e “igualdade entre os sexos”, por outro lado

Numa sociedade matriarcal, também não existe igualdade entre os sexos. Ou seja, não é a relação de poder entre os sexos que elimina a diferença dos papéis sociais entre os sexos. O Conraria pensa que “diferença” é sinónimo de “hierarquia”.

6/ o Conraria cita “estudos” da lengalenga politicamente correcta

Eu vivi entre a tribo Macua, em Moçambique, que é uma sociedade matriarcal. Vi por experiência própria:

a/ o tipo de competição entre mulheres é diferente do tipo de competição entre homens; a competição entre mulheres não exige nem hegemonia nem aperfeiçoamento. Por isso, o Conraria compara alhos com bugalhos citando “estudos científicos” parecidos com aqueles que dizem que “os gays já nasceram assim”.

b/ As sociedades matriarcais são, em geral, mais pobres do ponto de vista da economia, exactamente porque o tipo de competição feminino é diferente do masculino.

c/ Para o Conraria, a razão pela qual há muito mais homens a conduzir carros de F1 ou aviões a jacto de combate, não tem nada a ver com uma maior tendência masculina para o risco, mas antes é uma “construção social”.

d/ Para o Conraria, a testosterona é igual ao estrogénio: a diferença entre as duas hormonas é “socialmente induzida”. Puta-que-pariu!

Percebe o leitor por que razão não leio o Observador? (via).

Quarta-feira, 30 Dezembro 2015

O Rendimento Básico Incondicional; e o Paraíso na Terra

 

Nos países europeus com salário mínimo, o desemprego é (em média) duas vezes superior ao dos países que não têm salário mínimo. E mais: nos países que não têm salário mínimo, ganha-se em média mais 1.000 Euros do que nos países que têm salário mínimo. Contra factos não há argumentos.

Portanto, os factos falam por si. E por isso é que o Ludwig Krippahl, para não correr o risco de ser considerado idiota, chegou à conclusão de que o salário mínimo piora o nível de desemprego.

paraiso-na-terra-webPerante os factos, ¿qual é a alternativa proposta pelo Ludwig Krippahl? O Rendimento Básico Incondicional, diz ele. Antes quebrar do que torcer. Perante o fracasso objectivo e verificado da ideologia marxista, reinventa-se a narrativa: muda-se o disco mas toca-se o mesmo.

O Rendimento Básico Incondicional pretende ser um subsídio chorudo pago pelo Estado a cada indivíduo, independentemente de este trabalhar muito ou pouco, ou mesmo nada. É isto o que o Ludwig Krippahl propõe. Para não ser idiota, prefere ser lunático.

O problema da Esquerda é o de que, depois do fracasso do marxismo, deixou de existir uma ideologia clara que a oriente. A Esquerda anda às apalpadelas; e o mesmo se passa com o capitalismo, depois de se ter desligado das suas origens (com o Marginalismo), ou seja, depois de ser ter desligado da ética cristã protestante (Max Weber). Nos países onde a ética cristã protestante ainda se mantém, o capitalismo vai de vento em popa. Por isso é que, para a Esquerda, sempre foi muito importante reprimir o Cristianismo na cultura antropológica (de Karl Marx a Gramsci).

Perante o fim das ideologias do século XX, só resta o reforço infinito do Estado. O Estado, entendido em si mesmo, passou a ser a ideologia.

Para o novo capitalismo (neoliberalismo) desligado das suas raízes culturais cristãs, o Estado é o garante da legalidade, embora a sua legitimidade se tenha perdido com a perda da ética cristã. Para a nova Esquerda, o Estado é a substituição da ideologia marxista que fracassou.

Segunda-feira, 14 Julho 2008

Cuidado! Esta gente vota!

Filed under: Esta gente vota,Política — O. Braga @ 10:16 pm
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Uma sondagem dá 40% de votos ao PS de Sócrates, ao mesmo tempo que só 1 em cada 5 portugueses considera a governação de Sócrates como sendo positiva.

Cuidado! Esta gente vota!

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