perspectivas

Sexta-feira, 10 Fevereiro 2017

Pacheco Pereira. “Se fosse cidadão dos EUA tinha votado Bernie Sanders”

 

Se o José Pacheco Pereira tivesse vivido na década de 1930, seria seguidor de Heidegger na mesma universidade em que este foi reitor.

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Sábado, 28 Janeiro 2017

A análise vesga do José Pacheco Pereira em relação a Donald Trump

 

clinton_russiaQuando leio o José Pacheco Pereira, faz-me lembrar a Teoria Crítica da Escola de Frankfurt: critica, critica, critica, mas não dá solução alternativa. O José Pacheco Pereira é uma espécie de picareta falante: quando não tem argumentos ideológicos, entra pelo ataque pessoal adentro.

Este texto do José Pacheco Pereira acerca de Donald Trump é próprio de um mentecapto — eu posso afirmar que o José Pacheco Pereira é um atrasado mental sem ter que o demonstrar; porque é o que o José Pacheco Pereira faz em relação a Donald Trump: afirma muita coisa, mas sem demonstração. Ele, José Pacheco Pereira, afirma a “opinião-verdade” que acusa aos outros de terem.

Temos aqui ao lado uma foto de um político americano (marido de uma candidata de esquerda à presidência dos Estados Unidos) que, segundo o José Pacheco Pereira (por oposição a Donald Trump), “respeita as mulheres”; mas quando alguém gravou uma conversa de balneário em que Donald Trump falou de mulheres, o José Pacheco Pereira agarra-se a ela como uma carraça em pêlo de cão. O raciocínio do José Pacheco Pereira funciona em modo de tolerância repressiva.

JPP-ZAROLHOPara o José Pacheco Pereira, o exercício do Poder legitimado pelos votos em urna é “autoritarismo” — excepto se for a Esquerda a exercer o Poder.

Obama governou quase sempre por decretos-lei (executive orders), mas nunca ouvimos do José Pacheco Pereira qualquer acusação de “autoritarismo” em relação a Obama. É esta dualidade de critérios que nos enoja em José Pacheco Pereira e quejandos; metem nojo aos cães! Deixam de ter qualquer credibilidade quando só olham para um dos lados — o José Pacheco Pereira é zarolho.

Em relação à deportação de imigrantes ilegais, o José Pacheco Pereira critica o Donald Trump; mas não critica quem os deixou entrar, ou seja, Obama e comandita: para o José Pacheco Pereira (como para a esquerda radical que nos governa) as fronteiras não existem.

Por isto (entre outras coisas) é que a crítica do José Pacheco Pereira a Donald Trump não tem consistência: é uma crítica zarolha e vesga. O José Pacheco Pereira, para além de só ver do olho esquerdo, ainda por cima é vesgo desse mesmo olho.

Segunda-feira, 23 Janeiro 2017

Descasca!, Pacheco!

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 12:03 pm
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JPP-ZAROLHOQuando a Troika voltar a entrar em Portugal, o José Pacheco Pereira vai dizer que a culpa é da oposição de Passos Coelho. Está-lhe na massa do sangue manipular factos de forma enviesada, ou negá-los.

Para já, ainda vamos nos 4% de taxa de juro a 10 anos. Mas o Pacheco diz que não há problema: até aos 7% de taxa de juro, ainda temos espaço de manobra da gerigonça. O diabo afinal não chegou; nem chegará; “o diabo não existe” — o que convém ao diabo que se diga.

Entretanto temos brevemente eleições em França e Marine Le Pen lidera as sondagens; e temos eleições na Holanda; surgiu o Brexit (menos 10 mil milhões de Euros no budget da União Europeia) e o Donald Trump ganhou nos Estados Unidos. Mas o Pacheco está preocupado com “a inevitabilidade dos juros e do mercado”, que ele considera coisa estúpida.

Faz lembrar alguém que diz ao condutor do automóvel: “Olha, tem cuidado que o carro vai em contra-mão!”, ao que o condutor responde: “Porra, para o teu pensamento único! Merda de Vulgata que julgas ser a realidade”. E bum!, p.a.f.! (Portugal à Frente).

Terça-feira, 19 Julho 2016

O José Pacheco Pereira, a Banca portuguesa, e Angola

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 6:28 pm
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Lembramo-nos das críticas (por exemplo, do José Pacheco Pereira) em relação ao investimento angolano na Banca portuguesa; e agora vemos isto:

FMI aponta os casos de Portugal e de Itália como sendo de risco para a economia mundial até 2017.

O capital angolano era (alegadamente) “podre” e “mau”; e parece que é melhor não haver capital nenhum: é preferível uma Banca falida do que uma Banca com capital angolano. O José Pacheco Pereira deve andar feliz: quanto mais se destrói Portugal, mais ele (e os seus compagnons de route) rejubilam.

Domingo, 3 Julho 2016

O mérito do José Pacheco Pereira

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:46 am
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“É pelo “negócio” que se chega à salvação. É pela Vulgata da linguagem dos “business plan” que se encontra o caminho para a “luz” ou seja, para o “sucesso”. O neo-PSD dos nossos dias pensa assim, ou seja, não pensa, tem uma fé. Na prática, quase tudo o que faz é de outra natureza, muito mais antiquada, a gestão de cunhas e acordos, de controlos e influências, mas precisa de “espírito”, de uma espécie de religião barata e que não dê muito trabalho e vai procurá-lo aqui. Não é uma religião verdadeira, é mais uma seita, uma confraria, uma irmandade, uma loja”.

José Pacheco Pereira

¿Alguma vez viram recentemente o José Pacheco Pereira escrever sobre algumas seitas que apoiam o governo da geringonça?

JPP-ZAROLHO

Por exemplo, escrever sobre a seita do Bloco de Esquerda que pediu um referendo à permanência de Portugal na União Europeia quando temos uma dívida pública de 130% do PIB; ou sobre as seitas que fazem do mérito pessoal uma qualidade diabólica. Nunca ouvirão nada do José Pacheco Pereira contra essas seitas, porque a negação do mérito, em geral, é a forma que ele encontra para fazer sobressair o seu.

Sábado, 11 Junho 2016

José Pacheco Pereira: ¿ambivalência ou ambiguidade?

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 2:24 pm
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A “ambivalência” é psicológica, em geral resultante de um recalcamento. Mas não é legítimo falar de “ambivalência de conceitos”, que não traduzem directamente situações concretas, e por isso não podem ser objecto de um juízo de valor: tratando-se de ideias ou de proposições, é preferível falar em “ambiguidade”. Mas no caso do José Pacheco Pereira e no que diz respeito ao comunismo, não sei se o problema dele é a ambivalência ou se é ambiguidade.

O José Pacheco Pereira reclama para os ex-comunistas a autoridade de direito na crítica ao comunismo — o que implicitamente o inclui a ele. Quem não foi comunista — tenha ou não vivido em um país comunista — tem menos autoridade na crítica ao comunismo. Mas o José Pacheco Pereira nunca viveu em um regime comunista. E eu nunca fui comunista.

Memórias de adolescente (a todos os marxistas-leninistas)

O guerrilheiro apontou-me a Kalachnikov. "Senta-te! ", berrou. Sentei-me de imediato na areia húmida do cacimbo que impregnava os meus ossos naquela noite de Agosto. Centenas estavam já de cócoras ou sentados da mesma forma, no meio da noite escura que me confinava o espírito numa angústia que em vão tentava racionalizar.

Os grupos eram organizados metodicamente. No meu grupo, umas largas dezenas. Outro grupo, mais além. E outro, e outro e mais outro até onde a minha vista podia detectar os vultos e a percepção de sombras em movimento, ou a minha audição de silêncios mitigados poderia alcançar.

Não tinha a noção exacta onde estava. Poderia ser uma parada de um quartel qualquer, enorme com certeza, porque não lhe via os limites ou porque a noite cerrada lhe fazia aumentar as fronteiras. Mais ao longe, grita-se: "Diz Viva à Frelimo! "; segue-se um silêncio angustiador. Uma rajada de metralhadora ressoa com estrondo abafando gritos de morte que se prolongam com gemidos moribundos, exânimes. "São Testemunhas de Jeová, os gajos! Só dizem ‘Viva a Deus ‘, e a ninguém mais. Foderam-se!", balbuciou-me o acocorado mais próximo. O absurdo tomou conta de mim, inspirei profundamente o ar da noite e deixei de sentir medo.

Sábado, 4 Junho 2016

O José Pacheco Pereira é zarolho

 

be-jc
JPP-ZAROLHOAlguém se apercebeu que o José Pacheco Pereira tenha feito alguma crítica a este cartaz do Bloco de Esquerda? Nope! O José Pacheco Pereira não critica a Esquerda; e quando critica, é para criticar sobretudo o que não é de Esquerda — como acontece com esta crítica à JSD na questão do cartaz e Estaline.

Para o José Pacheco Pereira, a Esquerda pode dizer qualquer tipo de dislate que passa despercebida — é a tolerância repressiva do José Pacheco Pereira; mas quando a não-esquerda (porque não existe Direita em Portugal: em vez disso, existe uma esquerda positiva e outra negativa) diz asneiras, temos o José Pacheco Pereira a berrar na praça pública.

O cartaz da JSD do “Mário Nogueira estalinista” é insultuoso; mas o cartaz do Bloco de Esquerda sobre Jesus Cristo não é nem insultuoso nem tem importância alguma.

Sexta-feira, 6 Maio 2016

O José Pacheco Pereira e sanha contra Angola

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 10:39 am
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Na Quadratura do Círculo de ontem, até o Jorge Coelho teve que se desmarcar do Pacheco em relação a Angola. Por vezes dá-me a ideia de que, para o Pacheco, qualquer rico é corrupto; ele não o diz, mas pensa — a não ser que o rico seja mentor dele, como é o Bilderberger Pinto Balsemão: nunca ouvirão o Pacheco criticar Bilderberg ou o Chico dos Porsches.

¿Se há corrupção em Angola? Com certeza, assim como há corrupção em Portugal; e parece que o Partido Socialista de António Costa protege os corruptos, convidando-os para cerimónias oficiais de inaugurações.

Existem presos políticos em Angola? Sim, mas também existem presos políticos na França socialista do progressista e maçon François Hollande que o Pacheco tanto preza.

Boris Le Lay

Quarta-feira, 4 Maio 2016

O tipo de censura que o José Pacheco Pereira gosta

 

Ele há dois tipos de censura: a boa censura (defendida pelos “intelectuais” “progressistas” como o José Pacheco Pereira) e a má censura (a Salazarista).

O Primeiro – Ministro húngaro, Viktor Orbán esteve em Portugal, onde no dia 15 de Abril, participou na Conferência da Internacional Cristã Democrata. Que se saiba apenas o Jornal “Expresso” noticiou o evento.

Entretanto quase todos os órgãos de comunicação social (OCS) verteram horas de imagens, som e resmas de escrita, sobre a multitude de jogos de futebol entretanto ocorridos.

As eleições presidenciais na Áustria deram, na 1ª volta, o apuramento para o despique final, um candidato tido de extrema – direita, juntamente com outro de extrema – esquerda (camuflado com o rótulo de ecologista), com a “originalidade” da derrota clamorosa de todos os candidatos do “centrão”.

Pois o país ficou a ignorar, praticamente tais resultados e o que se passou…

Adamastor

A boa censura é aquela que garante o pensamento único e que impede o contraditório. É a censura correcta, a que o José Pacheco Pereira e quejandos gostam. É a censura do agit-prop pachequiano que impede as pessoas de pensar — porque essa coisa de as pessoas pensarem, é perigoso!, tão perigoso que justifica a lobotomia colectiva da pseudo-informação e da sub-informação.

Para justificar a boa censura, o José Pacheco Pereira utiliza palavras-mestras: fascista, nazi, direita radical, racistas, xenófobos, etc.. Com um nome destes colado nas costas, a censura e a caça às bruxas ficam automaticamente justificadas.

Terça-feira, 3 Maio 2016

A religião oficial de “intelectuais” como o José Pacheco Pereira ou Isabel Moreira

 

Quando chegamos à conclusão de que a “democracia está cansada”, (“nós”, os que pensam como eu), não o fazemos com gáudio ou prazer. Fazemo-lo com tristeza. É triste constatar que a democracia está exausta.

A principal causa da exaustão da democracia é a ideia laicista segundo a qual o Direito Positivo substitui a ética: acredita-se que se os valores da ética forem sujeitos a regulação jurídica, então tudo é regulável.

Ou seja, na democracia cansada, a lei pretende substituir a ética. Mas, sendo que os valores da ética só se impõem através do sacrifício do interesse próprio, esses valores impõem-se por intermédio da religião; mas, na democracia cansada, a religião foi afastada da praça pública pelo Poder político; a democracia cansada acredita que a lei substitui a religião.

A democracia cansada acredita que a vigilância da polícia tem o mesmo efeito prático do sacrifício do interesse próprio que os valores da ética impõem. Segundo a democracia cansada, basta que se regule por lei, por exemplo, a eutanásia ou as "barriga de aluguer", para que a eutanásia e a "barriga de aluguer" se tornem eticamente legítimas. É como se os valores da ética se esfumassem e fossem substituídos por uma norma policial.

No caso da eutanásia, a democracia cansada acredita que, regulando-a por lei, se evitam assassinatos. Sendo que os valores da ética são eliminados e substituídos pelo Direito Positivo (por normas policiais), os democratas cansados acreditam que é possível regular a eutanásia de modo a evitar homicídios. E quando esses homicídios não são evitáveis, os democratas cansados dizem que se tratam de “danos colaterais”. O assassínio passa a ser um dano colateral, em nome do sacrifício radical da ética e da sua submissão ao império do Direito Positivo.

No caso das "barriga de aluguer", a democracia cansada fractura a maternidade em três partes: biológica, gestacional e social.

Tal como uma prostituta é reduzida ao sexo, a mãe da "barriga de aluguer" é reduzida aos seus atributos físicos e à capacidade de ter filhos. E a criança fruto da "barriga de aluguer" é reduzida a um objecto que se compra e se vende. E a democracia cansada acredita que, através da regulação do Direito Positivo, a transformação da mulher e da criança em objectos são perfeitamente legítimos por via da norma legal, e por isso, os valores da ética se tornaram obsoletos e anti-modernos. A ética passou a ser um fenómeno anacrónico.

Mas são os mesmos que defendem o anacronismo da ética que pretendem regular os offshores através do Direito Positivo.

Pensam que através da repressão policial o mundo se tornará perfeito; e que a ética não é necessária para nada, e a religião também não. A nova religião da democracia cansada é o Direito Positivo, e a nova Bíblia é o Código Penal. Esta é a religião oficial de “intelectuais” como o José Pacheco Pereira ou Isabel Moreira.

A democracia cansada está doente. Ou acabamos com ela, ou ela acaba connosco.

Segunda-feira, 2 Maio 2016

O José Pacheco Pereira é como o “era e não era”

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 7:47 pm
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Escrevi há dias que o José Pacheco Pereira sempre foi marxista; e eis que ele escreve aqui um artigo digno de um páleo-conservador libertário texano.

Por um lado, qualquer ataque à Esquerda estatista é reaccionário e próprio da “direita radical”; mas, por outro lado, o Estado plenipotenciário que a Esquerda estima é coisa má.

JPP-WANT-YOU

É assim o José Pacheco Pereira se safa: uma no cravo e outra na ferradura. E vai-se mantendo à tona de água.

jpp-marx

Domingo, 1 Maio 2016

O José Pacheco Pereira sempre foi um marxista

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 12:31 pm
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“O que torna o Pacheco Pereira um traste moral não é as ideias que tem ou não tem. Passamos a semana inteira a ouvir coisas tão ou mais estúpidas do que aquelas que ele faz questão de repetir por todo lado em que lhe derem atenção, sem as acharmos, por isso, indignas. O que faz dele um traste é não ter a coragem de sair do PSD, e ir para Associação 25 de Abril, para o Bloco, para a Bloca, ou para onde lhe der na realíssima gana. Toda a gente tem direito de mudar.”

Insurgente

A ideia que o José Pacheco Pereira tem do Partido Social Democrata é a de que é um partido de esquerda. E ser de esquerda é sofrer de influência marxista.

jpp-marxOu seja, o José Pacheco Pereira é de opinião de que as experiências dos partidos comunistas (URSS, Cuba, etc.) não traduzem o desígnio de Karl Marx: foram erros históricos; e que o ideal marxista pode ser resgatado através do socialismo fabiano, em que o colectivismo vai sendo construído através da desconstrução do indivíduo — o individualismo radical que coloca o indivíduo isolado face ao Estado plenipotenciário; com o indivíduo isolado e atomizado, o reforço do Poder do Estado conduzirá ao colectivismo que o comunismo clássico não construiu de forma eficaz.

O José Pacheco Pereira sempre foi um marxista, embora relapso em relação ao comunismo soviético.

Nunca ouvirão de José Pacheco Pereira qualquer crítica às engenharias sociais propostas pelo Bloco de Esquerda e pela ala esquerdista do Partido Socialista. O José Pacheco Pereira é um gramsciano inconfesso, e por isso, hipócrita — pelo menos, o Bloco de Esquerda assume o estapafúrdio e o irracional. O silêncio de José Pacheco Pereira em relação à estratégia gramsciana de alienação do indivíduo na sociedade, faz dele um submarino marxista no Partido Social Democrata. Mas não é só ele: há muitos mais submarinos marxistas no Partido Social Democrata e no CDS/PP.

“Em 2013, a então maioria propôs que a expressão "Direitos do Homem" fosse substituída por Direitos Humanos. PS e BE votaram a favor, PCP e Verdes abstiveram-se”.

"Homem" não engloba as mulheres, disseram PSD e CDS em 2013

Alguém se admira que o Bloco de Esquerda quisesse alterar o Cartão de Cidadão para Cartão de Cidadania? O Partido Social Democrata e o CDS/PP defendem os mesmos princípios do Bloco de Esquerda.

A ideia de José Pacheco Pereira segundo a qual o Partido Social Democrata é um partido de Esquerda corresponde à verdade. E, como bom marxista, o José Pacheco Pereira não admite nem tolera que hajam correntes ideológicas divergentes dentro do Partido Social Democrata.

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