perspectivas

Terça-feira, 24 Março 2020

A estória do #Coronavirus está mal contada

Filed under: A vida custa,China — O. Braga @ 4:32 pm
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Em 2018, a China gabava-se de possuir o maior banco de vírus de toda a Ásia (1.500 estirpes diferentes de vírus!), no Instituto de Virologia da cidade de Wuhan. E ainda dizem que o vírus não é chinês !

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Segunda-feira, 23 Março 2020

O Bloco de Esquerda e a lógica subjacente às seitas

Filed under: Bloco de Esquerda — O. Braga @ 10:00 am

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Domingo, 22 Março 2020

A sociedade Costista e Marcelista perdeu o bom-senso, e já não há paciência

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 8:00 pm

Esta epidemia de Coronavirus revelou a enorme quantidade de hipocondríacos em circulação.

Hoje fui a uma farmácia (a farmácia Castro Carneiro, no Gaia Shopping; nunca mais lá volto!) e o respectivo funcionário não aceitou a minha receita em papel (eu tive que ler a receita em voz alta!) — apesar de a criatura estar com luvas e com máscara facial, e de eu estar a dois metros do balcão conforme uma fita vermelha que marcava a fronteira da “invasão dos clientes”.

Quando esta crise do covid19 acabar, e durante muitos anos, iremos continuar a ver os hipocondríacos com máscaras e com luvas nas ruas, a pretexto de que “tudo pode acontecer!”.

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Sexta-feira, 20 Março 2020

O politicamente correcto volta a matar

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:07 pm
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Um virologista italiano afirmou que as preocupações com as aparências de racismo (em relação aos chineses residentes em Itália) contribuíram para diminuir a capacidade de prevenção do covid19 em Itália.

«Professor of Virology and Microbiology at the University of Padova Dr. Giorgio Palù told CNN that measures imposing travel restrictions and border controls were taken too late due to fears over political correctness.»

Italian Virologist Says Concerns Over “Racism” Crippled Italy’s Coronavirus Response


Terça-feira, 17 Março 2020

A notícia da morte de Pedro Barroso chocou-me

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 8:56 pm

Vêm-me à memória as romarias de Verão da década de 1980, por esse Portugal do norte, onde as canções do Pedro Barroso eram imprescindíveis.

Não é só a questão da ausência do cantor: é também o truísmo que é a consciência de que essas boas memórias são de um tempo que não volta mais.

Segunda-feira, 16 Março 2020

Entretanto, na Coreia do Norte…

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 5:35 pm

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O vírus da China e discurso apocalíptico dos me®dia

O João Miranda há muito tempo que andava afastado do Blasfémias (graças a Deus!), mas agora apareceu a escrever asneira — mas a culpa não é só dele: a um tal Bruno Arroja, é (desgraçadamente) dado tempo de antena na RTP com um discurso apocalíptico.

Pergunta: ¿a quem serve esta narrativa escatológica dos me®dia?!

Vemos aqui em baixo um gráfico sobre os casos de vírus da China na Coreia do Sul, nos últimos 30 dias: vemos como no espaço de um mês se deu o pico e o decréscimo abrupto de novas infecções com o vírus da China nesse país.

Não há nenhuma razão objectiva e racional para crer que, no país do senhor Bruno Arroja, a evolução da epidemia seja diferente — a não ser que esse senhor (e os me®dia) faça parte de uma agenda política com interesse na propagação do medo na população.

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Domingo, 15 Março 2020

O clero do papa-açorda #Chico manda fechar igrejas …

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,papa-açorda — O. Braga @ 8:52 pm

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… e o Anselmo Borges deve “estar-se” cagando …

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Sábado, 14 Março 2020

O efeito “cebola” do Bloco de Esquerda: a Hannah Arendt é que os topa ao longe

Filed under: António Costa,Bloco de Esquerda,Hannah Arendt — O. Braga @ 9:14 pm

O Insurgente João Cortez escreve um artigo com o título “Retrato do Bloco de Esquerda em Tempo de Crise”, com tuites do Bloco de Esquerda e outras imagens (convém clicar para ver), e remata o artigo da seguinte forma: “que este partido reúna cerca de 10% dos votos em Portugal é um mistério para mim”.


«Em oposição quer aos regimes tirânicos quer autoritários, a imagem mais adequada do governo e organização totalitários parece-me ser a estrutura de uma cebola, em cujo centro, numa espécie de espaço vazio, está situado o líder; o que quer que este faça — quer integre o corpo político como numa hierarquia autoritária, quer oprima os seus súbditos à maneira de um tirano — fá-lo a partir de dentro, e não de cima ou de fora.

coronavirus_beToda a extraordinária diversidade de partes deste movimento — as organizações e as várias agremiações profissionais, os membros do partido e a burocracia do mesmo, as formações de elite e os grupos de polícia — estão relacionadas de tal como que cada uma forma uma fachada numa direcção e o centro noutra, ou seja, desempenha o papel de um mundo normal exterior numa das faces, e o de um radicalismo extremo noutra.

A grande vantagem deste sistema é que, mesmo numa situação de governo totalitário, o movimento fornece a cada uma das suas camadas a ficção de um mundo normal e, ao mesmo tempo, consciência de ser diferente dele e mais radical.

Assim, os simpatizantes nas chamadas organizações de fachada, cujas convicções só em intensidade diferem das dos membros do partido, rodeiam todo o movimento e providenciam uma enganadora fachada de normalidade para o mundo exterior devido à sua ausência de fanatismo e de extremismo, ao mesmo tempo que representam o mundo normal para o movimento totalitário, cujos membros acabam por acreditar que as suas convicções só em grau diferem das crenças das outras pessoas e que, desse modo, nunca precisam de ser conscientes do abismo que separa o seu mundo do mundo que de facto o rodeia.

A estrutura em forma de cebola faz com que , do ponto de vista da organização, todo este sistema seja invulnerável à factualidade do mundo real. »

(Hannah Arendt, “Entre o Passado e O Futuro”, 2006, página 113)


A “casca da cebola” do partido Bloco de Esquerda dá uma aparência de um partido político benigno, igual aos outros, ou provavelmente igual ao Partido Socialista de António Costa. O Bloco de Esquerda passa a mensagem, nos me®dia, segundo a qual votar no Bloco de Esquerda não é muito diferente que votar no Partido Socialista.

É claro que a influência do Bloco de Esquerda na sociedade portuguesa, com os seus 10% de votos, ainda não atingiu um ponto de não-retorno (que é, numa primeira fase da revolução, o Estado de Polícia, em lugar do Estado de Direito), mas o apoio (ou, pelo menos, a abstenção crítica) de António Costa ao Bloco de Esquerda amplia a influência deste partido na sociedade portuguesa.

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O radicalismo revolucionário de Rui Rio afasta o PSD do Poder

Filed under: eutanásia,PSD,Rui Rio — O. Braga @ 8:12 pm

«O PSD, Partido Social Democrata, tem como votantes, simpatizantes e militantes várias tendências. Personalistas, humanistas, liberais, populares e muitos Cristãos. O seu actual líder, Rui Rio, é um homem de rupturas, não agregador, que, em nosso entender, embora tenha ganho o partido, dificilmente ganhará parte significativa do país.

Tem todo o direito de ser agnóstico ou ateu mas terá de respeitar todos aqueles que, não sendo como ele, são Cristãos.

Na questão da eutanásia tomou partido semelhante aos radicais de políticas fracturantes da sociedade. Não respeitou as deliberações do último congresso do seu partido, não quis e não quer esclarecer o povo, não quer um referendo para ouvir os portugueses e, possivelmente, quer impor a eutanásia à força

Rui Rio e a Eutanásia

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Quinta-feira, 12 Março 2020

O Bloco de Esquerda e “O Rinoceronte” de Ionesco

Filed under: A vida custa,Bloco de Esquerda,Esta gente vota — O. Braga @ 7:09 pm

O Bloco de Esquerda parece fazer parte da obra de ficção “O Rinoceronte”, de Eugéne Ionesco: quando vários rinocerontes circulam pela cidade lançando o caos, um representante esquerdista da burocracia do Estado vem responder às angústias dos cidadãos por intermédio de silogismos.

Paulo Portas não é credível

Filed under: Globalismo,imigração — O. Braga @ 5:47 pm
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Não há muitos anos (talvez uma década), lembro-me de Pinto Balsemão afirmar, num programa de televisão da SIC acerca da demografia portuguesa, que Portugal estaria muito melhor (economicamente) se tivesse menos população.

Hoje vemos o Paulo Portas a defender a imigração para Portugal.

Não há, nas duas personagens acima referidas, uma grande diferença de background político — dado que os dois estão vendidos ao globalismo; servem ambos o mesmo amo (a plutocracia globalista) —, o que denota a desorientação das “elites”.
Esta gente não é credível.

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Naturalmente que, para os globalistas portugueses (e para a Esquerda trotskista), está fora de questão a defesa de políticas de apoio estatal à natalidade indígena (como acontece, por exemplo, na Hungria de Viktor Orbán) — porque o que a plutocracia globalista defende é a substituição populacional nos países europeus (carpe Diem!: fica mais barato contratar a pretalhada do que subsidiar a natalidade; ¿e o futuro? que se foda!).

Naturalmente que, sendo ele guei, o Paulo Portas (à semelhança do inglês Douglas Murray) é avesso à imigração islâmica — não vá ele ser defenestrado em nome de Maomé; mas, como bom globalista, o Paulo Portas continua a querer enganar o povo português ao afirmar que uma cultura antropológica é passível de ser mudada com uma varinha de condão política, ou com uma mera moderação do discurso religioso — como se o que está escrito no Alcorão e nos Hadith não existisse; como se os muçulmanos não soubessem ler; e como se a epigenética cultural não fosse uma realidade independentemente da preponderância das convicções religiosas individuais.

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