perspectivas

Quinta-feira, 3 Agosto 2017

Para ser polícia, em Portugal, é preciso ter um QI inferior a 85

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,Portugal — O. Braga @ 7:31 pm

 

Vemos na foto em baixo uns polícias de bicicleta a multar automóveis estacionados em cima do passeio de uma rua marginal a uma praia em Vila Nova de Gaia.

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Mas os polícias deveriam saber que, num raio de 7 quilómetros partir deste local, não existem parques de estacionamento públicos (a pagar). Portanto, a polícia deveria saber que a alternativa dos automobilistas seria a de andar 7 quilómetros a pé para ir à praia, ou meter o respectivo automóvel no cu.

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Na foto em baixo, vemos uma rua adjacente à rua acima referida; nesta rua, os automóveis também estão em cima do passeio, mas os polícias já não passaram multas. E por quê? Porque a rua é adjacente, ou seja, não dá directamente para a praia. A preocupação dos polícias foi a de multar os automobilistas que se deram ao luxo de estacionar na rua da praia; ora, os luxos pagam-se com multas. Já os outros automobilistas que também estacionaram em cima do passeio mas em ruas adjacentes, foram arbitrariamente poupados pela polícia.

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O mais caricato foi ver um dos polícias a multar um carro com matrícula polaca. Dirigi-me ao polícia: “Sr. Guarda, esse é polaco e nunca vai pagar essa multa! A Polónia não está em Schengen nem no Euro!”. A resposta simpática: Bócê não tem nada a ber com isso!”.

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Quando os polícias sabem que não existem parques de estacionamento públicos num raio de 7 quilómetros, necessitam de um QI inferior a 85 para passar multas. Ou então são uma cambada de filhos da puta.

Quarta-feira, 2 Agosto 2017

O YouTube já está em 1984 de George Orwell

 

O conhecido professor de psicologia da universidade de Toronto, Jordan B. Peterson, foi bloqueado pelo YouTube que se baseia em um algoritmo matemático para bloquear contas de utentes que pareçam praticar de “crimes de ódio”. Por outras palavras, o YouTube passou a ter computadores que policiam os conteúdos dos vídeos publicados: não se trata de censura humana: trata-se de computadores-polícias. Estamos já em 1984.

 

 

Este tipo de censura já se estendeu ao FaceBook do Fuckerberg e ao Twitter. Trata-se de uma censura que serve os interesses de uma elite plutocrata globalista representada, por exemplo, pelo próprio Fuckerberg, e por George Soros, Bill Gates, Warren Buffet, os Rothschild, Rockefeller, etc., — elite essa que se alia aos caciques regionais e locais representados pela Esquerda em geral [em Portugal, todos os partidos representados no parolamento são de Esquerda].

Existe neste momento uma estranha aliança entre a Esquerda mais radical e a plutocracia globalista; mas, se virmos bem, não é tão estranho como parece, porque se trata de uma divisão consensual de Poder: “uma mão lava a outra”. Não foi por acaso que o “Pauduro” da Venezuela vendeu recentemente a companhia venezuelana de petróleo à Goldman Sachs com 30% de desconto. bannon_facebook_web

Entretanto, face a esta política arbitrária de censura política, o estratega da Casa Branca de Donald Trump, Steve Bannon, classifica o FaceBook, o YouTube, o Google, o Twitter, como “monopólios naturais e, por isso, devem ser regulados pelo Estado americano. E esta tese tem vindo a ganhar uma enorme adesão na opinião pública americana.

Morreu Jeanne Moreau, abortista, pedófila, globalista, gayzista, marxista

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 11:31 am

 

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Que a terra lhe seja pesada.

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Domingo, 30 Julho 2017

Não custa nada mencionar as fontes de informação

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:30 am

 

A Internet é um espaço de liberdade onde não existe plágio desde que se mencione a fonte dos dados ou da informação que utilizamos. Não custa nada mencionar a fonte dos textos que publicamos. Por exemplo, este verbete meu foi publicado noutro sítio sem menção da fonte — o que é coisa feia de se fazer.

Sábado, 29 Julho 2017

A psicose do Boaventura Sousa Santos

 

“A Venezuela vive um dos momentos mais críticos da sua história. Acompanho crítica e solidariamente a revolução bolivariana desde o início. As conquistas sociais das últimas duas décadas são indiscutíveis. Para o provar basta consultar o relatório da ONU de 2016 sobre a evolução do índice de desenvolvimento humano.”

Boaventura Sousa Santos

boaventura sousa santos web

Quinta-feira, 27 Julho 2017

¿Como é possível o Sardica escrever no sítio da Rádio Renascença?

 

Um tal Sardica escreve no sítio da Rádio Renascença utilizando argumentos ad Hominem contra o André Ventura. Hoje parece estar na moda ir buscar a história de vida inteira de um indivíduo para justificar a crítica a uma única frase dele.

Por exemplo: eu não concordo com uma declaração de Fulano; e vou vasculhar a vida privada dele, descobrir que ele é cornudo, que o pai dele era bastardo, que a mãe fazia bolos para fora, que a irmã frequenta o Bairro Alto até altas horas, etc., — para que possa, com maior autoridade de direito, fazer a crítica ideológica à declaração do Fulano em relação à qual eu não concordo. É o que faz o Sardica em relação ao André Ventura e às suas declarações acerca dos ciganos em geral.

Eu quero lá saber se o Ventura participava em programas de televisão, ou não. O que me interessa saber é se ele tem ou não razão quando diz que “os ciganos se sentem acima da lei” e que “vivem à custa do Estado”.

Ir buscar a vida privada do homem para criticar uma pequena declaração dele, só lembra ao Sardica.

E são as luminárias do estilo Sardica, que se julgam os donos da “democracia boa”, que justificam a lei a rolha e a repressão da liberdade de expressão — quando eles não se concentram nas ideias e preferem falar de pessoas e das suas vidinhas.

Não contente com a utilização da falácia lógica ad Hominem, o Sardica passa a seguir ao ataque ignorando o conceito de juízo universal. Diz ele que “também há brancos de classe média delinquentes, e devemos falar deles”. Ou seja: de forma implícita, a existência de “brancos de classe média delinquentes” justifica que “os ciganos se sintam acima da lei” (falácia Tu Quoque).

Diz o Sardica (como todos os idiotas da elite nacional) que as declarações do Ventura sobre os ciganos foram “infelizes”. Mas então não se percebe por que razão continuam a malhar em ferro frio em relação a essas declarações: se são “infelizes”, se não são pertinentes, se não têm razão de ser, então que não se fale mais delas.

Por um lado, o Sardica critica a “infelicidade” da liberdade de expressão do Ventura e do dr. Gentil Martins; mas por outro lado, o Sardica critica o politicamente correcto. Ou seja, o Sardica critica uma coisa e, simultaneamente, o seu contrário.

Esta Rádio Renascença está na linha do CDS/PP de Assunção Cristas: não é carne nem é peixe. E, com jeitinho, ainda iremos ver o Daniel Oliveira como director da Rádio Renascença; é apenas uma questão de “evolução”.

Escreve a avantesma:

“Ao exagero de linguagem de André Ventura ou de Gentil Martins (e note-se que só para este efeito os coloco lado a lado…), responde-se com o zelo pidesco da criminalização da opinião alheia; a diferença torna-se, em algumas mentes, um verdadeiro delito de opinião.”

Mas ¿o Ventura “exagerou” em alguma coisa?! Sejamos honestos: o que ele disse é verdade! ¿E o dr. Gentil Martins mentiu quando disse que “a homossexualidade é uma anomalia”?! ¿Por que é que o Sardica escreve no sítio da Rádio Renascença?

Quarta-feira, 26 Julho 2017

A família real portuguesa é descendente de Maomé — dizem eles

Filed under: A vida custa,Cuidado que esta gente tem opinião! — O. Braga @ 7:17 pm

 

Li algures, na Internet, uma tese segundo a qual Donald Trump era descendente da família real inglesa (através da mãe de Trump, que era escocesa), directamente desde Henrique VIII.

A tese era verosímil: havia no artigo uma “árvore genealógica” que ia buscar parentesco real a todo o lado, e todo o bicho-careta ascendente da mãe de Donald Trump tinha sangue azul. É claro que é possível que Donald Trump possa ser eventualmente descendente de um bastardo real qualquer; pode ser, mas não há factos documentados que sejam credíveis e que comprovem que Donald Trump seja descendente de Henrique VIII.

Portanto, não havendo provas, teremos que ser racionais e considerar falsa a alegação segundo a qual Donald Trump é descendente da família real inglesa. Ponto final.


Hoje vi uma tese ainda mais extraordinária: “a família real portuguesa é descendente de Maomé” — ver imagem em baixo, ou ir a esta ligação.

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A tese é defendida por um indivíduo que se chama “Nova Portugalidade”; ou seja, a defesa desta tese é anónima.

Segundo a tese, O Condestável D. Nuno de Álvares Pereira seria descendente dos “califas de Damasco” e “através da Casa da Maia” (?).

catarina-martins-neanderthal-webO leitor repare bem nisto: os historiadores não sabem, com certeza, o local de nascimento de D. Nuno Álvares Pereira [uns dizem que ele nasceu em Cernache de Bonjardim, e outros dizem que ele nasceu em Flor da Rosa]: mas o “Nova Portugalidade” sabe com certeza que ele era descendente de Maomé através dos “califas de Damasco”. Prodigioso!

E ¿o que são os “califas de Damasco”? É o califado Omíada, que tinha capital em Damasco, e que foi extinto e derrotado pelo califado Abássida que mudou a capital de Damasco para Bagdade.

Ora, os herdeiros políticos do extinto califado Omíada foram os califas de Córdova que constituíam o Al-Andalus que o Nova Portugalidade diz que “não tem nada a ver com o Aga-Khan” — e aqui é possível que ele tenha razão, ou não: simplesmente não há provas de uma coisa ou do seu contrário.

O leitor repare bem : todos nós somos descendentes de Adão e Eva.

O primeiro problema é o de saber se Adão e Eva existiram de facto — é possível que tenha “surgido” um primeiro casal da espécie Homo Sapiens Sapiens em um qualquer ponto remoto da Pré-história; e depois teremos que saber se alguns dos nossos ancestrais do paleolítico não se misturaram com a espécie de Neanderthal que se extinguiu há cerca de 30.000 anos — o que faz com que a descendência de Adão e Eva seja menos directa em uns homens actuais do que noutros.

O que nós sabemos de Maomé é que (entre outras coisas) ele tinha uma doença que se chama Acromegalia que tinha como consequência (entre outras) uma imensa dificuldade em procriar a partir de determinada idade; por isso é que Maomé chegou a ter 11 “esposas”, sendo que nove delas em simultâneo.

Maomé teve três filhos e quatro filhas de duas mulheres apenas: as outras nove mulheres (incluindo uma “cunhada” que ele obrigou a divorciar-se do respectivo marido) não tiveram filhos dele. Todos os filhos e filhas de Maomé morreram antes dele e antes de chegarem à idade adulta — excepto uma filha, Fátima, que sobreviveu e que garantiu a descendência de Maomé com o acasalamento com Ali que é o chefe espiritual xiita.

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Dos dois filhos de Fátima e de Ali, apenas um deles deixou descendência: Husayn Bin Ali. Dizer que D. Nuno Álvares Pereira é descendente de Husayn Bin Ali — mesmo sabendo que existiu cruzamento de sangue árabe com sangue godo na península ibérica no reino de Granada — é quase uma impossibilidade matemática. Ou especulação histórica.

IUS SOLI

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:58 am

 

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Terça-feira, 25 Julho 2017

Temos que controlar o acesso das mulheres ao Poder político

 

Uma jornaleira do Jornal de Notícias que dá pelo nome de Catarina Pires escreveu esta pérola; e ¿o que são os “discursos de ódio”? São aqueles discursos em relação aos quais ela não concorda: tudo o que ela discorda é “de ódio”.

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Por exemplo, eu também poderia considerar que o discurso da Catarina Pires é “de ódio”; e, já agora: ¿que tal uma guerra civil para limpar o sebo ao esquerdalho inteiro? Por este andar e com esse ódio, lá virá o dia…. já não estamos muito longe: quanto mais não seja, a escumalha decadente de Esquerda será eliminada pela Sharia islâmica que se prepara para tomar conta da Europa. Ainda veremos a Catarina Pires vestida de Burka.

No Irão anterior a 1979, aconteceu um fenómeno político que se caracterizou pela aliança entre a Esquerda (marxista, ou marxista cultural) iraniana, por um lado, e o xiismo islâmico dos Aiatólas, por outro lado. E ambos, coligados, derrubaram o Xá da Pérsia. Depois, surgiu a revolução islâmica que massacrou a Esquerda de uma forma impiedosa: centenas de milhares de militantes da Esquerda (marxista) foram silenciosamente fuzilados ou enforcados sem julgamento.

Uma situação semelhante já está a acontecer na Europa, com a aliança entre Karl Marx e Maomé; e mais uma vez, os marxistas irão dar com os cornos no chão, porque os esquerdistas nunca aprendem com a experiência → o que é próprio dos psicóticos e dos psicopatas.

Reparem no título do textículo da tal Catarina: “Só a educação (e um mundo mais justo) pode salvar-nos”.

Traduzindo: trata-se de uma soteriologia, de uma ideologia de “salvação”, de uma religião imanente. Deparamo-nos com uma doutrina de salvação terrena, com a ideia da construção de um paraíso na Terra que será a “salvação da humanidade”. Para que a humanidade se possa “salvar”, há que classificar as pessoas de boas ou más — o maniqueísmo moral é imprescindível à “salvação”. Estamos perante uma nova espécie de “puritanismo” que necessita da existência dos “maus”, para que possam existir os “bons” que são eles.

Tal como aconteceu com os Quacres (puritanos) ingleses do tempo de Cromwell, a existência dos “maus”, dos “ímpios”, dos “pecadores”, era o combustível soteriológico que impelia o crente para uma superioridade moral e para um exibicionismo moral que o conduzia à “salvação”.

Hoje, ser “mau” ou/e “ímpio” é não concordar com o pensamento único emanado do marxismo cultural — mesmo que nos baseemos na ciência para contestar a sua “doutrina da salvação”. Tal como no tempo dos Quacres, quem pensa cientificamente é “pecador”: a irracionalidade voltou a estar na moda.

Esta irracionalidade (que voltou a estar na moda) deve-se, em grande medida, ao aumento da influência da mulher na sociedade e no Poder político — o que está a criar na Europa uma espécie de matriarcado, e a cultura islâmica imigrante aproveita-se para implantar um patriarcado muitíssimo mais marcante e feroz do que o patriarcado da “família cristã” segundo Karl Marx.

Ou seja, para podermos controlar a influência islâmica na Europa, temos que controlar previamente o acesso das mulheres ao Poder político e limitar a sua influência social — porque é o sentimentalismo feminino, e a sua força social, a principal causa da cedência cultural europeia ao Islamismo (como podemos verificar no caso da Suécia, por exemplo, ou da Alemanha de Angela Merkel).

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Em 1754, Rousseau publicou um ensaio denominado “Discurso sobre a Desigualdade”; nele, afirmou que “o homem é naturalmente bom e só as instituições o tornam mau” — ou seja, a antítese da doutrina do pecado original.

Nos românticos, o erro (o “pecado”) não é do âmbito da psicologia, mas antes é derivado do padrão de valores (meio-ambiente, educação, etc.). Para o romântico, o hábito de renunciar a satisfações presentes para obter vantagens futuras é muito penoso (vem daí o dito que está na moda: “carpe Diem”); e quando as paixões despertam, as restrições prudentes do comportamento social são difíceis de suportar.

A revolta dos instintos contra as restrições, é a chave da filosofia, da política, e dos sentimentos, não só do chamado “movimento romântico”, mas também da sua progénie até hoje. Hoje temos românticos da estirpe de Byron (os nietzscheanos ou os anti-semitas, por exemplo), ou românticos da estirpe de Rousseau (os marxistas, igualitaristas): as duas estirpes, cada uma à sua maneira, são uma ameaça à nossa civilização.

O absurdo da teologia do Frei Bento Domingues

 

Não é preciso ser teólogo para verificar o absurdo na “teologia” do Frei Bento Domingues.

“O Cardeal Robert Sarah, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, dirigiu uma Carta aos Bispos diocesanos — ou àqueles que, por direito, lhe são equiparados — para lhes recordar o dever de vigiarem a qualidade do pão e do vinho destinados à Eucaristia e à idoneidade daqueles que os fabricam. Um amigo, pouco versado na linguagem litúrgica, reagiu: querem ver que a ASAE já chegou à Missa!? Acrescentei: ou será que já andam para aí a celebrar com broa de milho?

Esta Carta […] liga a verdade e a eficácia sacramental da Eucaristia à pureza de um cereal — o trigo — e ao produto da videira, o vinho fermentado ou não.

Urge uma alteração de paradigma na teologia dos sacramentos e da liturgia.”

Frei Bento Domingues : ¿Jesus não gostava de broa?


Temos aqui uma descrição hipotética da última ceia de Jesus Cristo.

Sendo hipotética ou não, ou tendo sido de outra forma, existiu — para além do conteúdo — com certeza uma forma que tradicionalmente se opõe à matéria bruta. É o formal, que respeita à forma, por oposição ao material: a distinção lógica entre verdade formal e verdade material permite precisar dois tipos de critérios que devem satisfazer os enunciados ou raciocínios, para serem verdadeiros: conformidade “formal” às regras da lógica, e adequação ao conteúdo — e portanto, adequação do sentido — dos enunciados à realidade a qual se referem.

Ou seja, a crítica do Frei Bento Domingues à preocupação do cardeal Sarah com o formalismo eucarístico é simultaneamente uma crítica a qualquer conteúdo ideológico ou de sentido que a forma requerida implica. Mas os historiadores, ao fazerem a reconstituição do menu da última ceita de Jesus Cristo, revelaram (para além do conteúdo ideológico) o simbolismo da forma que contribuiu também para dar sentido ao acontecimento.

Ou, por outras palavras, o Frei Bento Domingues é estúpido — porque ele parece preocupar-se com o conteúdo [da Eucaristia], sem que demonstre uma equivalente preocupação com a forma. E conteúdo sem forma é o absurdo, não tem sentido nenhum.

Petição à Ordem dos Médicos #SomosTodosGentilMartins

Filed under: Gentil Martins — O. Braga @ 9:33 am

 

Clique na imagem

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Segunda-feira, 24 Julho 2017

A boa informação da SIC NOTÍCIAS

Filed under: comunicação social,me®dia,merdia,SIC NOTÍCIAS — O. Braga @ 6:13 pm

 

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