perspectivas

Quinta-feira, 31 Janeiro 2019

O Bloco de Esquerda é um partido político inimigo do Estado de Direito

Filed under: Bloco de Esquerda,feminazismo,feminismo,marxismo cultural — O. Braga @ 8:29 pm

 

Uma das características do Estado de Direito é a presunção de inocência — a pessoa é inocente até eventual prova em contrário transitada em julgado; mas é exactamente a presunção de inocência que o Bloco de Esquerda pretende ver eliminada do ordenamento jurídico português.

“(…) a deputada do Bloco, Sandra Cunha, cuja bancada fez descer sem votação a sua proposta para alterar a tipificação do crime de violação de modo a incluir nele qualquer acto sexual sem consentimento da vítima (…)”

Deputadas esgrimem argumentos sobre quem é mais contra a violência de género (ver aqui ficheiro PDF)


Para o Bloco de Esquerda, basta que uma mulher aponte o dedo a um homem (que pode até ser o homem com quem vive, ou tem vivido em união -de-facto, ou mesmo casada) e afirmar que foi violada por ele, para que a presunção de inocência não se aplique a esse homem. Deixemo-nos de tretas: é isto que o Bloco de Esquerda pretende.

O que se pretende é criminalizar ontologicamente o macho: o homem padece de um pecado original que é o de ter nascido com pénis.

O Bloco de Esquerda diz que “é necessário alterar a lei para garantir que a violação é um acto de violência em si”.

O que o Bloco de Esquerda pretende dizer com isto é que a presunção de inocência deve ser retirada ao homem (pelo facto de ser homem) — porque, de outro modo, a não faz qualquer sentido o conceito de “garantir que a violação é um acto de violência em si”, porque o crime de violação já existe no Código Penal com pena de prisão de 3 a 10 anos.

Mas o Bloco de Esquerda pretende ir mais longe : criminalizar o pretenso e alegado acto sexual conjugal a pedido da mulher — dar total liberdade à mulher para cilindrar a presunção de inocência do homem, e assim tramar um homem sempre que ela quiser; trata-se de conceder à mulher a possibilidade da perpetrar um acto gratuito (total isenção da presunção de inocência) judicialmente protegido contra qualquer homem, e sempre que ela quiser.

Vemos neste vídeo, em baixo, o ideal do macho segundo o Bloco de Esquerda : o futuro do homem português: os “camarados” do Bloco, depois de serem libertados da “masculinidade tóxica” e do “privilégio branco”.

 

Quando o Bloco de Esquerda defende o fim da presunção de inocência por uma questão política de engenharia cultural e social, o Bloco de Esquerda justifica automaticamente qualquer acto de violência contra os seus deputados e militantes.

O Bloco de Esquerda e os seus militantes passam a ser alvos legítimos de violência, em uma lógica de auto-defesa contra uma lei injusta que criminaliza o homem mediante um acto gratuito ou capricho político feminista.

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Quarta-feira, 30 Janeiro 2019

A Hungria não necessita de imigrantes

Filed under: imigração — O. Braga @ 5:36 pm
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O Vaticano do papa Chico é um antro de paneleiros

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 5:01 pm
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Um livro a ser brevemente publicado pelo sociólogo francês Frédéric Martel (ele próprio um invertido), revela que o Vaticano do papa Chicozinho é um antro de panascas onde funciona a maior rede de apanascamento do mundo inteiro.

vaticano-antro-de-panascas-veb

O livro será publicado em 20 países, mas não conta que o Bloco de Esquerda autorize a sua publicação em Portugal.

o chico e NSF

Terça-feira, 29 Janeiro 2019

O pesadelo da imigração ilegal na cidade de Bruxelas, Bélgica

Filed under: Europa,imigração,União Europeia — O. Braga @ 8:29 pm

 

Tal como acontece nos Estados Unidos, a Europa não precisa de mão-de-obra desqualificada (trabalhadores indiferenciados). Os imigrantes económicos ilegais que os políticos globalistas (aliados aos trotskistas) deixam entrar na Europa, constituem um peso financeiro enorme para a sociedade.

A boa vizinhança islâmica no Reino Unido

Filed under: Inglaterra,Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo — O. Braga @ 8:17 pm

 

Um monge budista em Burma descreveu assim os muçulmanos:

“Os muçulmanos são como as carpas africanas : destroem o ecossistema em que vivem, e depois devoram-se uns aos outros”.

 

Londres, de manhã, à hora de ir para a escola

Filed under: imigração,Inglaterra,Islamismo,islamização,islamofobismo — O. Braga @ 7:08 pm

 

O vídeo fala por si; ¿palavras para quê?!

 

Segunda-feira, 28 Janeiro 2019

¿Julgamos uma coisa boa porque a desejamos (Espinoza) ? — ¿Ou porque não temos (ainda) consciência (desconhecemos, ainda) de outras coisas melhores ? (S. Tomás de Aquino)

Filed under: filosofia — O. Braga @ 9:49 pm
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¿Julgamos uma coisa boa porque a desejamos (Espinosa) ? — ¿ou porque não temos (ainda) consciência (desconhecemos, ainda) da existência de outras coisas melhores ? (S. Tomás de Aquino)


“Há também muitos casos em que agimos contra o nosso melhor julgamento e que não podemos descrever isso como sucumbindo à tentação. Nos relatos usuais de incontinência existem, começa agora a aparecer, dois temas bem diferentes que se entrelaçam e tendem a confundir-se. Um é que o desejo nos distrai do bem ou força o mal; a outra é que a acção incontinente sempre favorece a paixão egoísta suplantando o chamamento do dever e da moralidade”.


Este trecho é de Dostoievski e foi repescado neste verbete da professora Helena Serrão.

Acontece que Dostoievski foi um literato, e não propriamente um filósofo (tal como Nietzsche). O literato não se preocupa muito com a lógica — por isso é que as mulheres cabem melhor na poesia do que na filosofia.

Neste trecho, vemos como Dostoievski inverteu os termos do nexo causal: é a paixão egoísta (endógena) que está na causa da acção incontinente, e não o contrário disto. Neste sentido estrito, o desejo é própria a paixão egoísta.

Os “estados contraditórios” derivados do desejo, a que se refere Dostoievski no texto, são as dissonâncias cognitivas e as ambivalências que nos afligem enquanto seres humanos, por um lado, e por outro lado, as ambiguidades que desafiam a nossa coerência lógica.

A posição de Dostoievski (utilizando / parafraseando Austin) parece aproximar-se mais de Espinosa (um ateísmo camuflado e sofisticado) do que de Platão (realismo).

Espinosa criou uma falsa dicotomia  entre o desejo  e o valor, fazendo com que o objecto do desejo seja (alegadamente, segundo ele) uma fabricação humana (Espinosa faz lembrar aqueles “Prometeus” cientificistas modernos que dizem que “o ser humano inventou os números primos” e/ou que “a lógica evolui”).

Existem valores que o ser humano ainda não descobriu (realismo de Platão, Nicolau Hartmann, Louis Lavelle).

Não se trata de racismo; trata-se de factos comprovados pela ciência mas negados pela ideologia dominante

Filed under: Bloco de Esquerda,imigração,Racismo — O. Braga @ 7:19 pm

 

“O racista exaspera-se porque suspeita, em segredo, que as raças são todas iguais; o anti-racista exaspera-se também, porque em segredo suspeita que as raças não são todas iguais”.

Nicolás Gómez Dávila


E ambos acabam por ter alguma razão: as raças não são todas iguais (como suspeita o anti-racista), mas a dignidade ontológica (dos indivíduos de todas as raças) é igual.

catarina-martins-neanderthal-webMas a igualdade ontológica dos indivíduos (independentemente da raça ou etnia) não autoriza que se defenda o fim do Estado-Nação e a abolição das fronteiras nacionais — como defendem simultaneamente (em uma aliança contra-natura) os neoliberais (em Portugal chamam-se “liberais”) e os trotskistas. Les bons esprits se rencontrent…

Por outro lado, afirmar que “as raças são todas iguais” (ou que “os indivíduos de todas as raças são iguais entre si”) é não só cientificamente falso (demonstrável através da estatística), como é uma falsidade auto-evidente que não precisa sequer da ciência para ser demonstrada.

Por exemplo, se nós dissermos que a ciência demonstrou (através da estatística) que o QI médio dos asiáticos (chineses ou japoneses) é superior ao QI médio dos europeus do norte (alemães, suecos, e ingleses, por exemplo) — a Esquerda europeia aceita pacificamente este facto (porque é um facto “contra os europeus”).

Mas se nós dissermos que o QI médio dos africanos oriundos da África sub-sariana é inferior a 80, então temos o Bloco de Esquerda, o Mamadou Ba e o Henrique Pereira dos Santos (outro com três nomes!) a chamar-nos de “racistas” — ou seja, os factos (cientificamente comprovados!) são negados em nome da ideologia marxista cultural, e porque “o discurso do PNR é troglodita” (que é uma forma que a “direitinha” do CDS da Assunção Cristas encontrou para se alinhar com o Bloco de Esquerda na narrativa marxista cultural).

Alguém em França afirmou recentemente que “O SOS BALEIAS serve para salvar as baleias; e o SOS RACISMO serve para salvar o racismo”.

Por alguma razão, nos Estados Unidos, um cidadão com o QI inferior ou igual a 83 (cerca de 10% da população americana) não pode ser admitido nas Forças Armadas. Ou seja, se considerarmos a média do QI africano sub-sariano, a maioria deles não poderia ser admitida na tropa americana. Isto são factos; não é treta politicamente correcta do CDS da Assunção Cristas.

Se é verdade que um indivíduo com um QI de 80, por exemplo, é ontologicamente igual a um outro indivíduo qualquer, este facto (esta igualdade ontológica) não lhe dá privilégios que obliterem o mérito (como defende o politicamente correcto) e que transformem uma minoria no paradigma da Curva de Bell que submeta o mérito à mediocridade (como defende o Bloco de Esquerda).

Não se trata de racismo; trata-se de factos comprovados pela ciência, mas negados pela ideologia dominante na nossa cultural actual.

Manif pacífica de patriotas alemães na cidade de Cottbus, na Alemanha

Filed under: imigração — O. Braga @ 6:18 pm
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Cidadãos patriotas alemães da pequena cidade de Cottbus manifestam-se pacificamente contra a violência dos imigrantes ilegais (os amigos da Angela Merkel) que já mataram várias raparigas, mulheres e homens.

 

Cientistas africanos recém-chegados à costa espanhola

Filed under: imigração — O. Braga @ 6:02 pm
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Vemos na imagem alguns cientistas africanos altamente qualificados, acabadinhos de desembarcar na Costa Del Sol em Espanha, e que vieram para enriquecer a cultura espanhola.

 

A acção dos imigrantes ilegais na cidade de Bolzano, Itália (coitadinhos!)

Filed under: imigração — O. Braga @ 5:46 pm
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Os imigrantes ilegais, coitadinhos, vão (sem querer!) contra os carros da polícia e atiram pedras à polícia — tudo isto sem querer!, e quem disser que é de propósito é racista e deve comparecer a um auto-de-fé inquisitorial presidido pela Catarina Martins.

 

Os imigrantes ilegais, coitadinhos, chegam às costas da Europa muito sofridos

Filed under: Europa,imigração — O. Braga @ 5:31 pm

 

Os imigrantes ilegais, coitadinhos, chegam às costas da Europa sujeitos às ondas alterosas e ao tempo frio, e com muitas crianças a bordo — ou com mar calmo, banhos de sol, maioria de machos com auscultadores e telemóveis de última geração.

 

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