perspectivas

Domingo, 31 Julho 2016

A inversão democrática da relação entre a Autoridade e o Poder

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 1:22 pm
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“Cum potestas in populo auctoritas in senatus ist” → Cícero.

(“O poder está no povo, e a autoridade está no senado”).

Isto era no tempo dos romanos. Hoje é o contrário: o poder está no senado e a autoridade está no povo. Mas como o povo está dividido, a Autoridade é difusa e quase extinta.

Diz o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada: “Casa roubada? Porta escancarada!”

 

Sai a notícia nos jornais segundo a qual uma dúzia de portugueses foram apanhados a roubar bicicletas em Amesterdão. ¿Será que todos os portugueses na Holanda são ladrões de bicicletas? Claro que não! O bom-senso diz-nos que não devemos generalizar. Mas, se eu fosse holandês, e se me visse perante um português na rua, eu colocaria um cadeado na minha bicicleta; chama-se a isso “prudência”, que também faz parte do “bom-senso”.

Mas o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada diz que eu não tenho razão.

Sendo eu holandês, e perante um português qualquer identificado por mim na rua, diz o Padre Portocarrero de Almada que eu devo sempre confiar que esse português (que eu não conhecia) não é um ladrão de bicicletas; e por isso, perante a sua presença, eu não devo colocar o cadeado na minha bicicleta. E se eu não confiar a segurança da minha bicicleta na presença do tal português, sou um holandês xenófobo (diz o Gonçalo Portocarrero de Almada).

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O povo diz que “casa roubada, trancas à porta!”; o Padre Portocarrero de Almada diz que o povo (e eu também) é burro: o ditado deve ser alterado: “casa roubada, porta escancarada” — porque ele (o Padre) é que o licenciado em direito e filosofia; ele tem dois alvarás de inteligência. G. K. Chesterton tinha razão quando escreveu que “sem a educação e o ensino para todos, somos colocados numa situação horrível e de perigo mortífero de termos que levar a sério as pessoas cultas” (que são as tais que têm alvarás de inteligência).

Ou seja, o bom-senso é reaccionário, xenófobo, “fassista”, homofóbico, sexista, racista, etc.. E o senso comum deve ser contrário ao bom-senso; o princípio natural da auto-conservação deve ser abolido.

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Eu não vou aqui entrar na análise das comparações que o Padre Portocarrero de Almada fez entre a Jihad, por um lado, e Hitler e Mao Tsé Tung, por outro lado — porque são absurdas. Poderei fazê-lo noutro verbete, porque, como escreveu Olavo de Carvalho, “a mente humana é constituída de tal forma que o erro e a mentira podem sempre ser expressos de maneira mais sucinta do que a sua refutação. Uma única palavra falsa requer muitas para ser desmentida.”

Sábado, 30 Julho 2016

É difícil entender o arquétipo mental da Raquel Varela

 

Por juízo universal (ver), dizemos que “a mulher e o homem são diferentes”. É claro que há mulheres e mulheres, e homens e homens: por isso é que falamos em juízo universal, conceito que o nominalismo radical do politicamente correcto tem imensa dificuldade em apreender.

“A pergunta é: será que para se ter o apoio das pessoas progressistas basta ser mulher? Mulher e negra?”Raquel Varela

¿O que é uma “pessoa progressista”? Ou antes, ¿o que é o “progresso”?

A experiência diz-nos o seguinte: só existe progresso, propriamente dito, na ciência. Mas, quando os factos parecem dar razão à tese de uma necessidade interna do progresso científico, esta necessidade começa a aparecer como uma obrigação (cientismo) que é preciso conseguir dominar.

Ou então existe de facto “progresso” na evolução da pessoa enquanto indivíduo (até Proudhon defendeu esta ideia!).

Em termos de sociedade, do que podemos falar não é de “progresso”, mas antes de “civilização”, que pode mais ou menos agradável ao nosso gosto.

A civilização é o conjunto de fenómenos sociais de ordem religiosa, moral, estética ou técnica e científica, que determinam o estado dos costumes e conhecimentos de uma sociedade. O conjunto coerente de regras, saberes e crenças que correspondem a uma determinada civilização, não podem ser hierarquizadas numa escala de “progresso”.

Talvez o que a Raquel Varela pretende dizer com “progresso” é a defesa de um tipo diferente de civilização. Mas então que fale claro e em uma “civilização diferente” (e explique qual é), e deixe de conceber o “progresso” como uma lei da Natureza e da História.

O terrorismo e a singularidade islâmica

 

“As sociedades europeias / ocidentais são hoje muito diversas face à realidade de há meio século atrás. Abandonaram a ideia de uma cidadania culturalmente homogénea, a qual foi substituída por uma cidadania multicultural. O ideal é apreciável, especialmente face aos excessos nacionalistas do passado e a modelos de cidadania pouco inclusivos. Parece em sintonia com a diversidade do mundo globalizado. Mas enfrenta um problema delicado.

Entre as elites políticas, empresariais, académicas e artísticas emergiu uma cidadania cosmopolita e multicultural. Na grande maioria da população a ideia não teve ressonância. O principal quadro de referência continua a ser o Estado-nação, como se viu na crise da Zona Euro”.

O Daesh cresce no multiculturalismo de gueto na Europa


O conceito de “elite” é hoje pejorativo; a elite é hoje uma espécie de classe kitsch ou filistina cujos membros aparecem amiúde nos me®dia e que se regulam por um utilitarismo básico e bacoco a que chamam de “cosmopolitismo”.

Em vez de “elite”, adoptemos o conceito de “escol” segundo o critério de Fernando Pessoa: um escol é tanto mais perfeito quanto mais diferente é do resto da população em grau de tudo; quanto mais está, contudo, unido a esse resto da população por um interesse nacional; e na acção que tem sobre esse resto da população.

O escol não significa uma classe de pessoas, mas antes é uma série de indivíduos. Pode pertencer ao escol um rico ou um remediado e até um indivíduo despojado (como foi Agostinho da Silva), um intelectual ou um artista, um industrial ou um operário. Um membro do escol não frequenta necessariamente o Jet7 e a figuração pública, e a maioria prefere até o recato da privacidade.

As condições auxiliares do escol: a aristocracia de sangue, pois estabelece a cisão no país; segundo Fernando Pessoa, um país democratizado baixa imediatamente o nível do escol. A aristocracia não é estritamente necessária, mas ajuda. São condições biológicas do escol: não intervenção do Estado em matéria biológica ou demótica. Condições económicas do escol: regime concorrencial o mais apertado possível.


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A tese do “gueto islâmico na Europa” (conforme vemos no texto) que pretende explicar o terrorismo islâmico, é própria do Romantismo positivista do século XIX que voltou a estar na moda.

Para os românticos, o erro humano não é do domínio da psicologia, mas antes decorre do padrão de valores de uma sociedade; desde logo, a culpa do erro do indivíduo é da sociedade entendida de uma forma quase abstracta. O Positivismo é o romantismo na ciência que alimenta o laicismo radical actual das elites que transformam a ciência em uma religião (o Positivismo é uma metafísica): é a Religião da Humanidade de Augusto Comte que voltou a estar na moda depois da queda do muro de Berlim.


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Conforme constata o texto referido, o problema do terrorismo islâmico escora-se na diferença radicais entre culturas; mas a cultura tem pressupostos metafísicos e éticos.

Por exemplo, existem na Europa comunidades de siques ou comunidades de budistas, mas não vemos os membros dessas comunidades a cometer actos de terrorismo. São os tipos de metafísica e de ética que determinam a forma de uma determinada cultura antropológica e a sua psicologia.

A sociedade europeia actual é herdeira do Cristianismo que, desde as suas origens, separou o Poder político e a religião (“Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”). Esta separação entre o Estado e a religião marcou a metafísica e a ética cristãs e, por isso, determinou um padrão cultural comum a quase todos os povos da Europa ocidental.

A metafísica islâmica tem como consequência, na ética e na política, exactamente o oposto da cristã: defende a teocracia, ou seja a fusão do Estado e da religião, e neste sentido é uma ideologia política, e não uma religião propriamente dita.

Esta diferença cultural entre o Cristianismo e o Islamismo é impossível de ultrapassar, porque tem origem na metafísica que marca indelevelmente uma mundividência (a ética e a cultura antropológica). A única forma de “secularizar” o Islamismo é a repressão cultural do Islamismo — o que iria contra a ideologia dos direitos humanos e contra a Religião da Humanidade. Portanto, a solução do problema do Islamismo é o de o confinar (dentro do possível) aos países de origem, por um lado, e por outro lado regular os fluxos de imigração islâmica para a Europa.

A partir de um certo patamar de influência na sociedade, a comunidade islâmica tende a exigir uma lei separada para ela — a Sharia, ou lei islâmica. Nestas condições estão, para além da França, a Suécia, a Inglaterra, a Bélgica e a Holanda.

A partir de uma determinada percentagem de muçulmanos (digamos, 10%) em relação à população total em uma sociedade europeia, surge o fenómeno da “singularidade islâmica1, que é o ponto através do qual a sua influência se começa a aproximar do infinito. É preciso que se note que a intenção do Islão não é só a conversão dos infiéis; é sobretudo a imposição da lei da Sharia em todo o mundo, independentemente da fidelidade ou não fidelidade ao Islão.

A partir dos 10% do total da população, começa uma guerra civil autêntica, como acontece na Índia (14%), Israel (16%), Rússia (15%), Etiópia (33%). A partir dos 40% começam os massacres em massa contra as populações não-islâmicas, como na Bósnia (40%), no Chade (53%), ou no Líbano ( 60%). A partir dos 60% começam as limpezas étnicas e a aplicação do imposto islâmico (Jizya) — Iraque, Malásia, Catar, Sudão…E por aí fora.


Nota
1. Em termos matemáticos, uma “singularidade” é o ponto em um determinado domínio de uma função no qual o valor da função se torna indefinido. Em uma singularidade típica, a função “aponta para o infinito”, ou seja, na área em torno da singularidade o valor da função aumenta à medida em que este se aproxima daquela ― quanto mais próximo da singularidade, maior é o valor; quando o valor chega à singularidade, torna-se infinito. Em termos da lógica, a singularidade aponta para o absurdo de uma função.

Na astrofísica, o buraco-negro é também referido como uma “singularidade”. Quando a matéria de uma estrela em fim de vida é comprimida para além de um terminado ponto — conhecido como “radius de Schwarzchild” —, torna-se impossível a alguma coisa escapar à sua gravidade, produzindo um ponto de massa de uma “densidade infinita”. Na singularidade, as leis da Física (e da ciência em geral) deixam de ser aplicáveis.

Sexta-feira, 29 Julho 2016

A União Europeia e o materialismo marxista

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:33 am
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O materialismo marxista do século XIX (conforme a 1ª Internacional) tinha três características principais:

  1. a negação de Deus;
  2. a negação da pátria;
  3. a negação da propriedade privada.

A Constituição da União Europeia (o Tratado de Lisboa) difere dessas três características do materialismo marxista apenas no ponto 3.

Portanto, a Esquerda marxista europeia já teve sucesso em dois pontos essenciais: 1/ a negação do papel fundamental da religião na sociedade e na civilização; 2/ a negação da pátria como lugar da nação que é fundamental para a instituição da democracia.

A luta da Esquerda marxista é agora restrita à limitação ou mesmo negação da propriedade privada. Sem Deus e sem pátria, a vitória da Esquerda marxista é certa.

Quinta-feira, 28 Julho 2016

Papa Chico: um enorme erro de casting

 

Quem elegeu o papa Chiquinho bem pode limpar as mãos à parede. A culpa não é dele: é dos cardeais que o elegeram; e não me venham falar do Espírito Santo: é política pura e dura!

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Quando Chico fala dentro de um avião, ou entra mosca ou sai asneira. Durante a viagem para a Polónia, o Chico afirmou, a propósito da degolação do Padre Jacques Hamel, que “todas as religiões querem a paz”.

Para além de o Chiquitito não se ter pronunciado directa e pessoalmente acerca do assassínio do sacerdote (remeteu para um comunicado do Arcebispo de Rouen), não teve em consideração o exemplo do Iraque (entre outros países): dos cerca de 3 milhões de cristãos que existiam no Iraque há apenas 10 anos, restam cerca de 400 mil. Se isto não é uma guerra religiosa, então o Chico é um Imã da Mafoma.

Este papa é o pior desastre que poderia acontecer à Igreja Católica. Pior do que aquela criatura é difícil de imaginar.

Kant e a beleza

Filed under: cultura — O. Braga @ 11:46 am
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“Silvana Lima é a melhor surfista do Brasil e foi duas vezes vice-campeã do mundo. Apesar disso, como não é “bonitinha”, não consegue patrocínios.

A sexualização feminina é muito comum. Enfatiza-se atributos que estimulam a atracção sexual no sexo oposto e usa-se esses atributos para avaliar as mulheres. As mini-saias das jogadoras de ténis, as poses sugestivas das raparigas nos anúncios e a atenção dispensada à roupa da ministra ilustram esta prática que muitos dizem ser machista. Ironicamente, o machismo está no diagnóstico”.

Ludwig Krippahl

Kant define o “belo” como “o que agrada universalmente, sem conceito (“Crítica do Juízo”, §9); e, por isso, distingue a beleza livre (por exemplo, a beleza de uma flor), que não pressupõe nenhum conceito, e a beleza aderente (por exemplo, a de uma mulher ou de um edifício) que pressupõe o conceito daquilo que a coisa deve ser. A beleza aderente não é um juízo de gosto propriamente dito, porque supõe o conceito daquele gosto que deve ser válido: é, em vez disso, um conceito de gosto construído por critérios intelectuais (me®dia, elite intelectual e as elites em geral, etc.).

Por isso, Kant diz que “a beleza é a forma da finalidade de um objecto, na medida em que é nele (no objecto) percebida (a beleza) sem a representação de uma finalidade”.

Ou seja, a beleza não se identifica necessariamente com o útil (a finalidade), embora o útil esteja já incluído na beleza em situação valorativa subalterna. Toda a gente (ou quase toda a gente) está de acordo sobre a validade do juízo aderente ou juízo intelectual acerca da beleza, mas o juízo do gosto ou beleza livre não tem necessidade do juízo intelectual. O senso comum acerca da beleza é apenas uma norma ideal que depende da cultura intelectual de cada época: em uma época de cultura intelectual miserável, como é a nossa, o senso comum acerca da beleza também é miserável.


Há que distinguir entre a intuição da beleza, por um lado, e o instinto sexual (masculino, por exemplo), por outro lado.

Intuição (que é uma forma de inteligência) e instinto não são a mesma coisa. O Ludwig Krippahl confunde as duas coisas. A intuição do belo não pressupõe a sua finalidade e utilidade; mas o instinto sexual não pressupõe outra coisa; a intuição do belo não pode ser manipulada pelas elites: ou é clara na consciência do Homem, ou está obnubilada pela cultura intelectual através do belo aderente do “deve ser assim e não de outra forma”.

O Ludwig Krippahl diz que a Silvana Lima “apesar de ser campeã (ou por causa disso), é sexualmente menos atraente do que uma rapariga bonitinha que não faça nada de jeito”.

Mas o juízo de beleza a que se refere o Ludwig Krippahl é o da beleza aderente, e não a da beleza livre; ele refere-se a um padrão de beleza “que deve ser”, fabricada pelas elites intelectuais do nosso tempo. A beleza aderente é determinada pela cultura antropológica imposta, pela propaganda persuasiva dos me®dia, pelas elites em relação às massas.

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Podemos ver na Silvana Lima a beleza livre (uma beleza exótica, até!) de que nos fala Kant. É a simetria e a harmonia das formas que define a beleza, e não os elementos e detalhes secundários do corpo. É evidente que a atracção sexual (o instinto) é, em grande parte, determinada pela beleza aderente (a da cultura antropológica imposta pelas elites) que é aquela que “deve ser válida”; mas qualquer pessoa com intuição mínima sabe imediatamente que a Silvana Lima é bela.

O Ocidente ainda não percebeu o arquétipo mental do muçulmano comum

 

Os me®dia franceses (com excepção do Le Figaro) pretende tornar anónimos os terroristas islâmicos, não publicando os nomes e as fotos dos terroristas.

Em termos objectivos, o que resulta desta decisão dos me®dia (patrocinada pelo governo de François Hollande e pela maçonaria) é que o público, em geral, deixará de saber se um ataque terrorista é islâmico ou de outra índole qualquer; e aumentará a informação paralela (nos blogues), e proliferarão as teorias de conspiração.

Por outro lado, a Justiça não funciona da mesma maneira que os me®dia. Logo que uma investigação judicial é lançada, a Justiça não pode esconder os nomes dos arguidos no processo.

Parte-se de um princípio errado — o de que a não divulgação dos nomes e das fotos dos terroristas terá um efeito preventivo nas futuras acções de terror. O princípio está errado porque o que interessa aos mentores do terrorismo islâmico é o terror real (concreto, físico) causado nas comunidades de que são alvo; a divulgação, nos me®dia, desses actos (o terror virtual) tem uma importância secundária para os mentores do terror, até porque os islamitas têm canais próprios de difusão de informação.


Os me®dia ocidentais dizem amiúde o seguinte: “O terrorismo mata mais muçulmanos do que não-muçulmanos, e, por isso, o terrorismo islâmico não tem como alvo apenas os não-muçulmanos”.

jacques-hamelEsquecem-se do seguinte: segundo o Alcorão, todos os muçulmanos sunitas que são vítimas inocentes da Jihad têm entrada directa do paraíso com as suas 72 virgens. Se o atentado terrorista de Nice matou muçulmanos sunitas, estes (segundo o Alcorão) já estão no paraíso na companhia das 72 virgens; e portanto, a morte de muçulmanos sunitas inocentes, durante a Jihad, é justificada pelo Alcorão. A morte de muçulmanos sunitas inocentes, durante a Jihad, até é vista pelo Alcorão como um facto positivo.

É esta inversão da cultura europeia que confunde o Ocidente: o verdadeiro catolicismo não pretende o martírio (ao contrário do que acontece no Islamismo): para o católico, o martírio é um mal que a comunidade católica terá que aceitar a contra-gosto. Os católicos vêem o assassínio do Padre Jacques Hamel como um mal, não obstante o martírio; mas se o cidadão Jacques Hamel fosse muçulmano, o seu martírio seria visto pela comunidade muçulmana como um bem.

Quarta-feira, 27 Julho 2016

A polícia francesa perde a paciência

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 6:45 pm
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Uma refugida islâmica recusa-se a sair de um campo de refugiados ad hoc que foi fechado pela polícia francesa.

É inevitável que, depois dos atentados terroristas islâmicos em França, a própria polícia francesa comece a perder a paciência com os “refugiados”: muita desta gente é mesmo refugiada de guerra, mas a maioria são imigrantes económicos ou gente da pior espécie. Cabe ao poder político estabelecer critérios de selecção que distinga os que são realmente refugiados, e os oportunistas; e é isto que os países da Europa não sabem fazer.

Donald Trump e a “carta LGBT” [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros]

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 5:35 pm
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Um político nunca faz aquilo que pensa, mas antes aquilo que julga ser mais eficaz.

Apagar a História

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 11:47 am
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“Atacar uma igreja, matar um Padre, é profanar a república” → François Hollande

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A maior parte dos sacerdotes católicos mártires franceses foram assassinados pela república.

O convite à resignação, perante o terrorismo islâmico (2)

 

O Anselmo Borges considera o Islamismo como uma religião como outra qualquer; é das mentiras mais imundas que grassam pelos me®dia, e o Anselmo Borges é um dos mentores desta mentira generalizada.

O Islão é um princípio de ordem política, e não uma religião propriamente dita.

Decorre dessa mentira obscena e imunda, a ideia de que a causa do terrorismo islâmico está na sociedade; escreve o Anselmo Borges:

“Daí, a urgência da educação para os grandes valores humanistas, para a paz, para a convivência na comunicação humana, e a atenção que é necessário prestar às causas que podem agudizar a violência: marginalização, não integração, falta de comunidade e de sentido, desorientação, injustiça. Certamente, o niilismo de valores reinante e o aliciamento das redes sociais para ideais de vinculação, com a participação na restauração do califado universal, por exemplo, ajudam nesta explicação”.

A História parece que se repete, e voltamos hoje ao Romantismo dos séculos XVIII e XIX que explicava o comportamento do ser humano em função da influência da sociedade. “A culpa é os outros”. Gente como o Anselmo Borges escreve obscenidades deste calibre sem qualquer responsabilização e sem contraditório. A filha-da-putice parece estar impune.

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