perspectivas

Quinta-feira, 27 Setembro 2018

Um exemplo da filha-da-putice dos globalistas que nos querem amordaçar

Filed under: Faith Goldy,Globalismo — O. Braga @ 2:33 pm

 

Faith Goldy, candidata católica a Presidente da Câmara de Toronto, Canadá, não foi convidada para um debate político televisionado, apesar de as sondagens a colocarem em terceiro lugar na corrida eleitoral (ver o primeiro vídeo).

 

Entretanto, por razões que ninguém explica, a publicidade da campanha eleitoral de Faith Goldy foi recusada por uma grande empresa canadiana de comunicação — o que vai contra os princípios basilares da própria democracia (ver o segundo vídeo).

 

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Quarta-feira, 26 Setembro 2018

O Bloco de Esquerda pretende transformar Portugal em uma espécie de Venezuela

Filed under: Bloco de Esquerda,marxismo,venezuelização — O. Braga @ 6:24 pm

 

Há pelo menos duas características que permitem classificar o esquerdista/marxista como “estúpido”:

1/ a negação da importância do mercado na economia;

2/ a negação da validade do princípio de Pareto na economia (como em tudo, na vida).

É o caso dos militantes do Bloco de Esquerda: gente mais estúpida não pode haver; mas são eles que governam este país.

O Bloco de Esquerda quer que empresas com mais de 10 trabalhadores passem a divulgar as assimetrias salariais. A ideia é fixar um leque entre salários mais baixos e os mais altos e penalizar empresas que não cumpram”.

O caminho que Portugal está a trilhar — quando se permite que o Bloco de Esquerda chegue à governança — é a da venezuelização. O Bloco de Esquerda pretende transformar Portugal em uma espécie de Venezuela.

Já não lhes basta que exista um salário mínimo (eu sou contra: os países com melhor nível de vida não têm salário mínimo): querem também estipular salários máximos. O comunista é um invejoso, por sua própria natureza; vive exclusivamente para manifestar inveja sobre o que os outros conquistam com o seu trabalho. O comunista faz da inveja o valor pelo qual orienta a sua vida.

Terça-feira, 25 Setembro 2018

As 5 características principais do Totalitarismo de Veludo que começamos a sentir em Portugal

 

1/ leis opacas de difícil entendimento, ou de interpretação ambígua e ambivalente, insuficientemente objectivas em relação às punições respectivas; politização da justiça;

2/ presença de comissários políticos que se infiltram em todos os níveis da sociedade, e intelectualmente pouco qualificados (por exemplo, alguns jornalistas — como Daniel Oliveira ou Fernanda Câncio — operam, na prática, como comissários políticos do Totalitarismo de Veludo);

3/ ética definida pelo estatuto da pessoa — por exemplo, o homem branco heterossexual e cristão é um alvo preferencial de perseguição política.

4/ medo da discussão pública de assuntos controversos mas fundamentais (a “espiral do silêncio”) — um medo difuso que atravessa a sociedade e impede o contraditório público e real.

5/ demonização da dissidência ideológica e política (“quem não é por mim, é contra mim”); o Totalitarismo de Veludo não só não admite dissidentes, mas também não faz prisioneiros: a dissidência é constantemente fabricada para alimentar a voragem do puritanismo ideológico.

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Segunda-feira, 24 Setembro 2018

A pertinência ideológica da camarada Raquel Varela

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 8:03 pm

 

Fui suspenso do FaceBook por 3 dias, por ter partilhado um artigo do Blasfémias

Filed under: Facebook — O. Braga @ 7:33 pm

 

Partilhei este artigo do Blasfémias, e o FaceBook mandou-me para a “prisão” por 3 dias.

O Bloco de Esquerda e os seus sequazes estão a ir longe demais. Tenham cuidado!

 

« Todos sabemos do caso “para maiores de 18” que Serralves instalou numa sala com algumas das fotografias feitas precisamente por Mapplethorpe.

É sábio o comentário que um ex-director de Serralves (entre 2003 e 2012), João Fernandes, fez ao Público, ao considerar a decisão censória um uso indevido pela parte do museu: ”Trata-se, simplesmente, de uma questão de cidadania, de direitos cívicos. O pai ou a mãe de um menor devem ter o direito de levar os filhos a qualquer exposição, de decidir com eles a que imagens vão expô-los, que imagens querem discutir. Não deve ser o museu – não pode ser o museu – a decidir por eles, O que um adolescente viu nesta exposição é mais explícito do que viu já, sem filtro, na Internet ou na televisão?” Evidentemente. »

Francisco Santos


O argumento do senhor Santos (e quiçá do Bloco de Esquerda) é o seguinte: os pais das crianças é que sabem que “conteúdos culturais” que os seus filhos podem ver.

Mas só às vezes!, quando convém à extrema-esquerda !

Noutras vezes, por exemplo, na escola, é o Estado que sabe o que as crianças podem ver e aprender, e tudo à revelia dos respectivos pais. Ou seja, segundo o Santos, os pais só mandam nas crianças quando convém a uma determinada agenda política da Esquerda radical.

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Para se perceber o assunto deste verbete, há que ler, em primeiro lugar, o seguinte artigo no Observador : Polémica em Serralves: chovem críticas à administração do museu.

Desde logo, o artigo referido contém informação falsa — porque de facto não houve qualquer censura em relação aos artigos a expor.

Segundo ouvi na TSF e noutras estações de rádio, o critério de selecção das obras (por parte do estafermo João Brito) a expôr não foi sujeito a qualquer tipo censura. O que aconteceu foi que, dado o cariz sexualmente explícito das fotografias expostas, a administração da Fundação de Serralves entendeu que as ditas fotos seriam expostas em uma sala reservada; e é a isto que os filhos-de-puta do Bloco de Esquerda chamam de “censura”.

Portanto, é falso que a administração da Fundação de Serralves tenha retirado / censurado fotos de “conteúdo explícito”— como diz o artigo do Observador. O que chateou o Bloco de Esquerda e os seus sequazes foi a escolha de uma sala reservada para a exposição:

« João Ribas tinha sido citado a 14 de Setembro pelo Público, dizendo que a mostra não teria “qualquer tipo de restrição a visitantes de acordo com a faixa etária”, porque “um museu não pode condicionar, separar ou delimitar o acesso às obras.” »

A ideia segundo a qual “um museu não pode condicionar, separar ou delimitar o acesso às obras”, é um absurdo! — porque se parte do princípio de que uma criança é o mesmo que um adulto. Qualquer pessoa com bom-senso percebe que uma criança não é o mesmo que um adulto!

O que está em causa aqui — com a “indignação” do Santos, do Brito, e do Bloco de Esquerda — é a nova causa fracturante do Bloco de Esquerda:

1/ o abaixamento da idade de consentimento sexual para os 10 ou 11 anos, em uma primeira fase;

2/ numa fase seguinte, a descriminalização da pedofilia.

É isto que está em causa. É isto que o Bloco de Esquerda quer. E para conseguir isto, o Bloco de Esquerda não olha a quaisquer meios.


A transformação da pornografia em “arte para todas as faixas etárias”, ou seja, em Cultura, tem o objectivo de promoção da pedofilia como “orientação sexual”. O que se pretende é a deslocação da Janela de Overton no sentido da permissão legal do sexo entre adultos e crianças. É isto que o Bloco de Esquerda pretende.

Por isso é que a comparação que o Santos faz entre “pornografia na Internet”, por um lado, e “pornografia em um museu”, por outro lado, é absolutamente estúpida — porque a pornografia exibida em um museu (como o da Fundação de Serralves) é avalizada e valorizada como sendo um conteúdo cultural de primeira grandeza, e não já o conteúdo cultural bas-fond e eticamente desprezível da pornografia na Internet. Só um estúpido como o senhor Santos não consegue ver a diferença.

Sábado, 22 Setembro 2018

Os irmãos Dupont e Dupond, na TSF aos Sábados

 

O Pedro Marques Lopes e o Pedro Adão e Silva fazem lembrar as figuras dos irmãos Dupont e Dupond, da banda desenhada do Tintin.

Direi mesmo mais !: as figuras dos irmãos Dupont e Dupond, da banda desenhada do Tintin, fazem lembrar o Pedro Marques Lopes e o Pedro Adão e Silva.

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Sexta-feira, 21 Setembro 2018

O CDS de Assunção Cristas faz parte da estratégia da Geringonça, e tem a função de “amortecedor”

 

feminismo-catolico-cristas-webConcordo, em geral, com um artigo publicado no Observador, relativo à substituição da Procuradora Geral da República, Joana Marquês Vidal, por uma militante comunista do MRPP.

É disto que estamos a falar: da radicalização política da Justiça em Portugal, o que significa uma forte tendência para a judicialização da política. Não me surpreenderia nada que os tribunais passassem, a partir de agora, a substituir esporadicamente o parlamento no acto legislativo.

Em relação ao PSD de Rui Rio, o artigo é claríssimo:

“Foi assim que o Partido Comunista, com os seus sindicatos de funcionários, e o Bloco de Esquerda, com a sua universidade e o seu jornalismo, acabaram na rede – a mesma rede em que um desesperado Rui Rio tenta agora arranjar o seu pequeno lugar.”

Ou seja, o Rui Rio também quer um lugarzinho ao sol da Geringonça. E ¿qual é o papel do CDS da Assunção Cristas?

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O CDS de Assunção Cristas é aparentemente contra a Geringonça (que inclui também o PSD de Rui Rio).

O CDS de Assunção Cristas “amortece”, na opinião pública portuguesa, o impacto do escândalo provocado pelo radicalismo da extrema-esquerda que nos governa.

Neste caso, o “ser contra a Geringonça” é reunir em si a discordância popular em relação à agenda política radical esquerdista que tomou conta da governança e da ruling class  em Portugal.

Assunção-Cristas-webMas esse “ser contra a Geringonça”, por parte do CDS de Assunção Cristas, não oferece alternativas à Geringonça: apenas diz que “é contra a Geringonça” — porque as alternativas à Geringonça (quaisquer que fossem) seriam imediatamente apodadas, pelos me®dia, de “nazis”, “xenófobas”, “homófobas”, “sexistas”, “racistas”, “fassistas”, “nacionalistas”, “patrióticas” e “de extrema-direita”, etc..

Ora, o CDS de Assunção Cristas foge da crítica radical-esquerdista dos me®dia como o diabo da cruz, ou o Maomé foge de um cão. O CDS de Assunção Cristas faz parte da estratégia da Geringonça, e tem a função de “amortecedor”.

O CDS de Assunção Cristas “amortece”, na opinião pública portuguesa, o impacto do escândalo provocado pelo radicalismo da extrema-esquerda que nos governa.

O CDS de Assunção Cristas adopta a Teoria Crítica, mas de sinal inverso: ao criticar sem dar soluções (porque tem medo de assumir quaisquer soluções para não ter a oposição dos me®dia), o CDS da Assunção Cristas apenas vai “trabalhando” para uma postura de resignação da população que não concorda com o radicalismo da Geringonça — nomeadamente, os católicos.

Quando o CDS da Assunção Cristas critica a Geringonça sem dar soluções reais para os problemas (porque tem medo de assumir as soluções que são óbvias!), a população que não concorda com a Geringonça acaba por se resignar, baixar os braços, e habituar-se ao autoritarismo suave imposto ao país pela aliança política entre António Costa, Catarina Martins, Jerónimo de Sousa e Rui Rio.

O CDS de Assunção Cristas faz parte do problema, e não da solução !

Os portugueses que votaram em Marcelo Rebelo de Sousa devem estar envergonhados

 

“Primeiro, mostraram vontade. Depois, fingiram recuar, por entre notícias contraditórias. Finalmente, na noite das facas longas do regime, deram o golpe, e despediram a Procuradora-Geral da República, Joana Marques Vidal. Atreveram-se mesmo.”

Eles atreveram-se

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Quarta-feira, 19 Setembro 2018

A maçonaria e os católicos japoneses

Filed under: Igreja Católica,Maçonaria — O. Braga @ 8:01 pm

 

Hiroxima e Nagasaki eram as cidades japonesas onde a percentagem de católicos era maior. E o presidente dos Estados Unidos daquela época era Harry Truman, um adepto fervoroso da maçonaria.

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Segunda-feira, 17 Setembro 2018

Steve Bannon dá um KO à jornalista chefe do jornal The Economist

 

Domingo, 16 Setembro 2018

¿Qual é a semelhança entre a Theresa May e a Assunção Cristas?

 

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