perspectivas

Sexta-feira, 31 Agosto 2018

O João Távora é um “conservador da lata”

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 8:35 pm

 

Dizia Agostinho da Silva: “Ele há dois tipos de conservador: o conservador da lata e o conservador da sardinha.”


O conservador da lata preocupa-se muito com a imagem (externa) que pretende fazer passar, com a “boa imprensa” (como escreve o João Távora a propósito do papa Chiquinho); são os “túmulos caiados” que frequentam o Sinédrio (como é o caso do Chico).

Por outro lado, o conservador da lata João Távora diz que os conservadores da sardinha são “reaccionários” (o que quer que isto signifique), porque, para o conservador da lata, o conteúdo é inimigo da forma.

O conservador da lata não concebe a ideia de que a lata serve para conservar a sardinha, e por isso diz que os conservadores da sardinha são “reaccionários”.

Entre o conservador da lata, por um lado, e o utopista progressista, por outro lado, não há diferença senão em grau de estupidez.

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Segunda-feira, 27 Agosto 2018

Afinal, o Chico é hipócrita!

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 7:36 pm

 

A protecção do papa Chicozinho em relação ao comportamento gay não é novidade: desde o início da sua função — como uma espécie de “papa” — que ele tem protegido não só os gays, mas principalmente tem protegido e promovido o estilo de vida gay.

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Naturalmente que a declaração do +Carlo Maria Viganò contra o Chico é um ajuste de contas pessoal. Não vou aqui e agora invocar as razões pessoais e políticas que estiveram na origem da invectiva do Viganò contra o Chico, porque isso seria prolixo.

Porém, foi este “papa” que reiniciou, na Igreja Católica, a tradição da supremacia da política sobre a teologia — o que já não acontecia desde que, no século XIX, um papa declarou o dogma da infalibilidade papal, dogma que não existia em quase dois mil anos de Igreja Católica. O Chico ainda consegue ser pior do que esse tal papa do século XIX que instituiu o dogma político da infalibilidade do papa — porque o Chico “mexe” arbitrariamente na doutrina católica, modifica discricionariamente o catecismo e não dá cavaco a ninguém.

Mais grave do que o Chico saber ou não saber da actividade homossexual dentro da Igreja Católica (porque não é novidade que ele não só sabia, como até apoiava essa actividade gay!), é o facto de ele se arrogar no direito de alterar a doutrina da Igreja Católica de uma forma arbitrária, como tem feito tácita- ou desavergonhadamente.

O papa Chico é um monstruoso erro de “casting”; em uma Igreja Católica saudável, ele nunca teria sido escolhido para papa.

Portanto, o problema não é o da renúncia do Chico (que nunca acontecerá, porque se trata de um tirano, e os tiranos nunca renunciam à tirania): o problema é o que ele nunca deveria ter sido reconhecido como papa, e por isso não é o verdadeiro papa. O Chico é um usurpador.

Como o mal já está feito, vamos deixar que a Natureza siga o seu curso; se o Chico pensa que é eterno, está seguramente enganado; e quem pensa que o seu legado é eterno, também está enganado.

O clero da Igreja Católica não é necessariamente composto por santos; são todos seres humanos, e, portanto, erram. Ora, a suprema e santíssima hipocrisia do Chiquinho é a de criticar ferozmente o clero católico ao mesmo tempo que esconde os actos criminosos dos seus amigos — como acontece, por exemplo, com o ++Maradiaga, de quem o Chico esconde os pecadilhos.

Quando o clero é composto por gente da confiança política do Chicozinho, então “o clero é bom”; mas se existe qualquer oposição clerical ao tirano, então o clero passa a ser o diabo!

O problema da Igreja Católica começou em meados do século XX, quando a Esquerda se infiltrou na Igreja Católica através da entrada massiva de homossexuais para o clero sacerdotal. Podem ver aqui em baixo um vídeo sobre um livro de Michael S. Rose, com o título “Goodbye, Good Men: How Liberals Brought Corruption into the Catholic Church”.

 

Sábado, 25 Agosto 2018

O Diário de Notícias é uma vergonha escandalosa

 

O Diário de Notícias é o exemplo do que o jornalismo não deve ser.

Eu, que não sou jornalista, tenho uma preocupação mínima em verificar a veracidade das fontes de notícias que publico aqui; e, por maioria de razão, um jornalista deveria ter muito mais cuidado com as fontes do que eu.

Vemos aqui uma “notícia” do Diário de Notícias segundo a qual “Bolsonaro defende a esterilização dos pobres no Brasil”. A “notícia” teve a sua origem em um blogue brasileiro de Esquerda (pasme-se!, em um blogue!) e rapidamente alastrou como fogo em palheiro esquerdista.

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¿Verificar a veracidade da notícia? ¿Para quê? O que interessa é fazer do jornalismo um meio de propaganda política!

Vemos aqui em baixo um vídeo que esclarece a “notícia”.

 

O Diário de Notícias é uma vergonha. Em um país (como é Portugal), em que um jornal economicamente deficitário não fosse subsidiado por empresas privadas que dependem directamente dos favores do Estado, o Diário de Notícias já teria ido à falência.

Quinta-feira, 23 Agosto 2018

Os Novos Marxistas

Filed under: marxismo,marxismo cultural — O. Braga @ 7:33 pm

Os novos marxistas têm vozes de Rato Mickey, pintam o cabelo, têm argolas nas orelhas e tomam no cu.

 

Terça-feira, 21 Agosto 2018

A liberdade de expressão e os tubarões da Internet

Filed under: Facebook,liberdade de expressão,Twitter,YouTube — O. Braga @ 5:21 pm

 

1/ Um padeiro americano ganhou uma batalha judicial contra um par de gays, porque estes se queixaram em tribunal de discriminação, porque o padeiro se recusou a cozinhar um bolo para o seu (deles) “casamento” gay.

¿E por que razão o padeiro ganhou o processo judicial? Porque o direito à liberdade e consciência religiosas é garantido pela Constituição dos Estados Unidos (a Primeira Emenda). Não fosse essa garantia constitucional americana, o padeiro perderia a contenda judicial.

2/ Quando dois direitos colidem ou entram em conflito (por exemplo, o direito do padeiro a não cozinhar o bolo do “casamento” gay por motivos religiosos, contra o direito do par de gays em ser servido de um bolo para o seu “casamento”), quem ajuíza deve ter sempre presente a validade jurídica do “direito negativo” (desde que este esteja plasmado na lei) — o padeiro não está a impedir o “casamento” gay: apenas se recusa a colaborar com a realização de qualquer “casamento” gay. A essa recusa chamamos “direito negativo”, que em nada impede ou proíbe o direito dos gays à realização do seu (deles) “casamento” gay.

Porém, não existe na Constituição dos Estados Unidos nenhuma cláusula ou emenda constitucional que permita a uma empresa privada que preste serviço público discriminar cidadãos em função de meras opiniões pessoais.

Ou seja, não existe, na lei americana — incluindo na Constituição dos Estados Unidos — nenhuma disposição legal que autorize uma empresa privada que preste serviços públicos a praticar a censura em função de ideias políticas.

3/ Mas há por aí uns burros, que se dizem “libertários”, que pensam que a liberdade está acima da lei.

A ideia que anda por aí é a seguinte:

“O FaceBook, o Twitter, o YouTube, etc., são empresas privadas; e, por isso, têm o direito absoluto de censurar a opinião de quem muito bem entenderem, segundo critérios muito vagos e pouco objectivos, ambíguos, discricionários até.
O direito à propriedade privada é um direito absoluto; e por isso, essas empresas privadas podem censurar conteúdos em função de critérios que não tem necessariamente que ser públicos, e sem dar cavaco a ninguém”.

Porém, não existe, na lei americana, qualquer disposição legal que autorize uma empresa privada a discriminar os cidadãos em função das suas opiniões políticas. Pelo contrário, a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos proíbe a censura de opinião. Portanto, essas empresas privadas, ao censurar opiniões, não estão a respeitar a lei fundamental dos Estados Unidos.

4/ O que iremos assistir, infelizmente, é a regulamentação (por parte do governo de Donald Trump) da actividade dessas empresas privadas, por forma a que a Constituição dos Estados Unidos seja cumprida.

As empresas privadas não estão acima da lei. O direito à propriedade privada não é um direito absoluto.

5/ Na Idade Média, a propriedade privada não era considerada um direito: em vez disso, era um privilégio concedido pelo Rei e confirmado pelas Cortes.

Até finais do século XVIII, o “direito” à propriedade privada era controverso, como podemos verificar nos escritos de conservadores políticos, como David Hume ou Edmund Burke. Nem no tempo do liberalismo clássico (Adam Smith) o direito à propriedade privada era considerado absoluto. Foi só com o marginalismo que o direito à propriedade privada passou a ser considerado um direito absoluto.

Verdade, verdadinha…

Filed under: A vida custa,imigração — O. Braga @ 2:44 pm

 

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Agora já não se chama “vagina”: passa a ser “buraco frontal”

 

Na sua guerra contra a Natureza, a Esquerda pretende agora abolir o nome “vagina”, porque (alegadamente) o conceito de “vagina” é discriminatório em relação aos transgéneros.

Assim, a Esquerda pretende substituir o nome “vagina” por “buraco frontal”.

É assim que as esganiçadas do Bloco de Esquerda, por exemplo, passam a ter um “buraco frontal”.

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Segunda-feira, 20 Agosto 2018

Argentino desmascara Ideologia de Género

 

O Adolfo Mesquita Nunes é um espertalhão

 

Na política portuguesa há duas categorias de pessoas: os espertos, e os espertalhões. O Adolfo Mesquita Nunes encaixa na derradeira (como é notório).

Escreve o referido senhor que Marine Le Pen “consegue chegar a todos aqueles que, na sequência de uma crise internacional e na vertigem de uma nova economia digital, se sentem excluídos, a ficar para trás, sem oportunidades”.

Repare bem, caro leitor, como o espertalhão consegue reduzir a complexidade política e ideológica da aliança contra-natura entre marxistas trotskistas, por um lado, e globalistas e neocons, por outro lado (contra o Estado-Nação), a um problema de “nova economia digital”.


Eu sou insuspeito para abordar este tema porque prefiro (de longe!) Nigel Farage ou Donald Trump, a Marine Le Pen. Marine Le Pen é herdeira da metodologia política de Rousseau (com o seu conceito de "Vontade Geral", aliás também vigente em Portugal com a I república, com o Salazarismo ou II república, e com a III república actual), ao passo que os dois primeiros são herdeiros metodológicos de John Locke.


Esta forma espertalhona de colocar os problemas humanos e sociais, é repugnante: o espertalhão simplifica o que é complexo por sua própria natureza, e depois diz que “a Marine Le Pen é que é a ideóloga simplificadora”.

Num país — a França — onde 10% da população já é composta por gente de cultura islâmica (que atiraria o Adolfo Mesquita Nunes de um edifício abaixo por ele “encaixar na derradeira”, e talvez não se perdesse grande coisa), o espertalhão vem dizer que a causa da existência da Marine Le Pen é “uma nova economia digital”.

Mas nem todos os fanchonos são espertalhões: temos, por exemplo, o caso do inglês Douglas Murray, que é um indivíduo com muita classe (ver vídeo abaixo). Portanto, nem todos os fanchonos pensam que “encaixar na derradeira” lhes aumenta automaticamente o QI (coeficiente de inteligência).

 

O conservador Tucker Carlson, e a progressista e feminista Chelsea Clinton

Filed under: aborto,Esquerda,esquerdalho,Globalismo — O. Braga @ 1:10 pm

 

Domingo, 19 Agosto 2018

O fassista Donald Trump que os políticos portugueses odeiam

 

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Sábado, 18 Agosto 2018

António de Oliveira Salazar : um grande português

Filed under: Portugal — O. Braga @ 11:31 am

 

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