perspectivas

Sábado, 15 Abril 2017

Obama, a Esquerda, o feminismo, e o Estado-providência

 

 

O "casamento" gay é mais importante do que o terrorismo

 

A Helena Matos aborrece-se porque os me®dia praticamente não falaram do que aconteceu em Sevilha na Sexta-feira Santa passada — mas não é surpresa nenhuma: para os globalistas que nos comandam (e controlam os me®dia) , é mais importante impôr o "casamento" gay em todo o lado, do que combater o terrorismo islâmico em qualquer sítio.

D. Duarte Pio é o rei, e não um cortesão

Filed under: Adelino Maltez,D. Duarte Pio,monarquia,república — O. Braga @ 3:21 pm

 

Dizem que D. Duarte Pio é “o pretendente ao trono” de Portugal; ora, isto é absurdo: nasce-se rei, por direito natural; não se torna rei sem esse direito prévio senão por embuste. E dizem que “o trono é o poder político”, confundindo o poder, por um lado, e a autoridade, por outro lado. Ou seja, D. Duarte Pio não é o “pretendente ao trono de Portugal”: ele é o rei de Portugal. O facto de não estar sentado em um trono coroado é absolutamente irrelevante.

Sendo D. Duarte Pio rei de Portugal, é absurdo que ele seja cortesão de uma Corte que não seja a sua.

casal realA república está moralmente morta. E por isso não me admira que um maçon ultra-montano (mas hipócrita, como soe ser-se republicano) do calibre de Adelino Maltez defenda a inclusão de D. Duarte Pio em uma Corte republicana em que o rei é cortesão.

Ou seja, os republicanos corruptos e anti-patriotas precisam do rei para rejuvenescer a boa fama da ética republicana que caiu na lama e em que os portugueses já não confiam. Querem transformar o rei num cortesão que lhes dê algum prestígio que já não têm.

Surgiu uma petição que pretende que o rei seja equiparado a uma espécie de presidente da assembleia da república. Um monárquico com dois dedos de testa não assina essa petição; aliás, bastaria o Maltez tê-la assinado para nos colocar em estado de alerta: o maçon empedernido não dá ponto sem nó.

Se quiserem convidar o rei para qualquer cerimónia oficial, ele aceitará ou não, segundo critérios próprios. Mas transformar o rei em uma espécie de Ferro Rodrigues, é um insulto à memória histórica de Portugal.

Maomedanos em acção depois do levanta-cus de Sexta-feira

Filed under: Egipto,Islamismo,islamização,Islamofascismo,Islão,Oriente Médio — O. Braga @ 10:56 am

 

As imagens do vídeo abaixo revelam maomedanos saídos da mesquita, depois das rezas de Sexta-feira, atacando as casas de cristãos no Egipto, no dia 14 de Abril de 2017 (Sexta-feira Santa cristã).

 

Talvez não seja má ideia começar a fazer uma lista de endereços dos maomedanos que vivem em Lisboa.

Sexta-feira, 14 Abril 2017

Grande hipócrita, o Anselmo

Filed under: aborto,Anselmo Borges,marxismo cultural,politicamente correcto — O. Braga @ 12:10 pm

 

Escreve, o Anselmo Borges :

“Eu tive uma aluna muito inteligente, que é ateia. Na sua abertura de espírito, convidou-me uma vez para ir dar uma aula à sua universidade sobre Deus, a religião, a esperança. Depois, fomos jantar e voltámos a falar sobre a morte e a esperança. E ela: morremos, como é natural, como um gato também morre. E eu relembrei-lhe a Escola Crítica de Frankfurt e as vítimas inocentes e todos aqueles que morreram sem viver, esmagados pela violência, pela fome, pela guerra; há uma dívida de justiça para com essas vítimas – quem pagará essa dívida?”

E eu pergunto: ¿quem pagará as dívidas dos roubos infinitos 1 que são os abortos, de que o Anselmo apoiou a lei que destrói a nossa sociedade, física- e espiritualmente? [ver também ficheiro PDF].

Vejam o detalhe implícito: a aluna dele era inteligente porque era ateia; na mente distorcida do Anselmo, é inconcebível existir um ateu burro. E o Anselmo não se esqueceu de falar no marxismo cultural  da Escola de Frankfurt — esquecendo-se contudo de falar naqueles que morreram sem viver, por via da lei do aborto que o “teólogo” Anselmo Borges apoiou. Teólogo que apoia o aborto.

Grande hipócrita, o Anselmo.


Nota:

1. “O aborto não é, como dizem, simplesmente um assassinato. É um roubo… Nem pode haver roubo maior. Porque, ao malogrado nascituro, rouba-se-lhe este mundo, o céu, as estrelas, o universo, tudo. O aborto é o roubo infinito”.
Mário Quintana

Quinta-feira, 13 Abril 2017

Ter a fama e o proveito — retirando o direito de voto à mulher

 

O Huffington Post é um jornal cujo corpo editorial e direcção é exclusivamente composto por mulheres. Um artigo recente, assinado por uma tal Shelley Garland que se diz “estudante de filosofia”, defende a ideia segundo a qual deveria ser negado o voto aos homens brancos.

“Some of the biggest blows to the progressive cause in the past year have often been due to the votes of white men. If white men were not allowed to vote, it is unlikely that the United Kingdom would be leaving the European Union, it is unlikely that Donald Trump would now be the President of the United States, and it is unlikely that the Democratic Alliance would now be governing four of South Africa’s biggest cities”.

Could It Be Time To Deny White Men The Franchise?

corpo-editorial-huffington-post-webDigamos que, pouco a pouco, as posições vão-se tornando claras; e na minha qualidade de homem branco, eu defendo que se deveria negar o voto às mulheres, em geral.


A aberração do Estado Providência surgiu com o voto feminino — porque a mulher vive mais tempo do que o homem, e não quer depender deste: a mulher prefere o amante chamado “Estado” ao homem-marido. A mulher começou a votar em princípios da década de 1920; e bastaram 10 anos apenas para que surgisse o Estado-providência, por exemplo, na Suécia da década de 1930.

 

Hoje, na Europa (países nórdicos) e nos Estados Unidos (mulheres negras), mais de 50% das crianças nascidas não têm pai reconhecido: essas crianças são “filhas do Estado”, no sentido em que são filhas-de-puta. O voto da mulher conduziu o Estado à bancarrota, por um lado, e por outro lado, instituiu a figura icónica do filho de pai incógnito — e tudo isto realizado com orgulho feminista. E são essas mesmas desconchavadas morais que defendem agora a ideia de que “a culpa é do homem branco que não deveria ter direito a voto”. Pois que seja: chegou a hora de assumirmos que a mulher não pode votar.

zimbabwe-farmer-evicted-web

Na Zâmbia, onde uma grande parte dos agricultores são machos brancos, a produção agrícola atingiu máximos históricos em 2016:

“MAIZE output has increased to 3.3 million tonnes in the current harvesting season, the highest production recorded in Zambia’s history.

Agriculture minister Wylbur Simuusa said this afternoon that the production of rice, millet, groundnuts and tobacco has also increased this season compared to the last season.

He said the country’s maize production rose 32 percent in the 2013/2014 season from 2.5 million tonnes in the 2012/2013 season on the back of improved yields, area planted and increased investment in the sector, signalling a possible sharp drop in mealie-meal prices.”

Mugabe’s White Farmers Reap 3.3 Million Tonnes of Maize In Zambia While Zim Starves

Enquanto isso, no Zimbabué de Mugabe o povo passa fome depois da expulsão dos homens brancos agricultores. E, na África do Sul, prepara-se um movimento político de nacionalização das terras e expulsão os agricultores brancos, tal como reconhece a tal Shelley Garland:

“This redistribution of the world’s wealth is long overdue, and it is not just South Africa where white males own a disproportionate amount of wealth. While in South Africa 90 percent of the country’s land is in the hands of whites (it is safe to assume these are mainly men), along with 97 percent of the Johannesburg Stock Exchange, this is also the norm in the rest of the world.”

A mulher tem, em geral (salvo excepções) e em média, um coeficiente de inteligência baixo (ou mais baixo do que a média do homem). Por isso, o voto da mulher deve ser restrito.

Terça-feira, 11 Abril 2017

O Daniel Oliveira e o Síndroma Parasítico da Avestruz

 

Há [nomeadamente] duas criaturas me(r)diáticas que me causam asco: a Fernanda Câncio, no feminino, e Daniel Oliveira, no masculino.

Este último chegou à conclusão de que “existe gente melhor do que outra, em todas as gerações” — o que é espantoso, vindo de uma mente cristalizada no sistema ortorrômbico que é uma característica da mente revolucionária.

Por um lado, o Oliveira diz que a actual geração [de adolescentes] é “mais bem” preparada [ele deveria ter escrito: “melhor preparada”, mas isso sou eu, que não sou moderno] e informada do que a geração dele [enquanto adolescente]; e, por outro lado, o Oliveira diz que os “selvagens” que destruíram parte de um hotel em Espanha são semelhantes aos “selvagens” de todas as gerações desde há 40 anos:

“Parece que no final dos anos 70 houve uma viagem nacional de finalistas a Torremolinos de tal forma brutal que estas foram proibidas durante uns anos. Foi a desbunda da geração que agora se arrepia com a falta de civismo dos seus filhos e netos”.


Teremos que saber, em primeiro lugar, o que significa “estar mais bem preparado”.

daniel_oliveira-webjpg¿Será [segundo o Oliveira] que um indivíduo jovem que participa em orgias gay e tem orgulho em tomar no cu, está “mais bem” preparado do que um outro jovem homófobo de há trinta anos? ¿Será que, para o Oliveira, o “à vontade cultural” em tomar no cu é sinal de evolução positiva da sociedade?

¿Será que um adolescente actual finalista do ensino secundário, que não sabe quem foi [por exemplo] D. Sancho I, está “mais bem” preparado do que um outro indivíduo com a 4ª classe da década de 1960 que sabia de cor e salteado os nomes dos reis das quatro dinastias? Será que [segundo o critério do Oliveira], desconhecer a História de Portugal é sinal de que se está “mais bem” preparado?

Portanto, temos que saber o que é estar “melhor preparado”.

Em segundo lugar, há uma diferença enorme entre a natural irreverência da juventude, seja qual fosse a geração, por um lado, e a barbárie, por outro lado.

Quando o Oliveira parece nivelar tudo pela mesma bitola [as consequências da viagem dos estudantes dos anos 70, por um lado, e as desta última, por outro lado], incorre no Síndroma Parasítico da Avestruz [segundo o professor canadiano Gad Saad] — que consiste em não reconhecer quaisquer diferenças entre objectos ou fenómenos inseridos em uma mesma categoria [o que é característica do politicamente correcto. Ver exemplo neste vídeo].

O Síndroma Parasítico da Avestruz revela um problema cognitivo grave, e quiçá mesmo uma doença mental.

Segunda-feira, 10 Abril 2017

Testemunho de um jornalista britânico na Síria

 

 

Domingo, 9 Abril 2017

O feminismo é uma questão de classe social

 

“A Marta e o Pedro são dois dos meus melhores amigos. Tinham-me convidado para jantar em casa deles com um jornalista e autor brasileiro, que não me conhecia de lado algum e já ficara a saber que eu era “um porco machista”. Não foi bem isso que a Marta disse, mas foi ao que me soou. Aquilo feriu-me como um insulto”.

Feminismo. A obsessão do politicamente correcto

O que me fere não é o “machista”; em vez disso, o que me chateia é o “porco”. É que um machista que se preze anda sempre bem lavadinho e limpinho e, se possível, bem cheiroso com um “after-shave” caríssimo. Um homem porco, e simultaneamente machista, é uma contradição em termos. Ou se é porco, ou se é machista. O mesmo já não se passa com uma “vaca feminista”: o feminismo e gado vacum complementam-se (pela mesma ordem de ideias, também há por aí muitos machos com um par de cornos).

“Corri para o dicionário, talvez o equívoco fosse meu. “Machismo: ideologia que defende a supremacia do macho; atitude de dominação em relação à mulher baseada na não aceitação da igualdade de direitos”. Lida assim, em voz alta, a coisa soava mesmo feia.”

Ibidem

Se o machismo é uma ideologia, é a ideologia mais antiga que existe — quiçá terá a idade do homem de Neanderthal que é mais antigo que o homo sapiens. Assim, a ideologia machista terá aí 200 mil anos de idade, no mínimo. Já estou a ver um ancestral paleolítico do jornaleiro Nelson Marques a transcorrer filosoficamente acerca dos princípios norteadores da ideologia machista.

Não há a certeza sobre se o australopitecos pitecantropos já teria desenvolvido a ideologia machista; mas tudo leva a crer que a evolução já lhe tinha cobrado a factura da exigência do macho.

Mas a feminista Camille Paglia não concorda com a tese da “ideologia machista”: diz ela que os machos não têm culpa da frustração de determinadas mulheres — aquelas mulheres das classes mais altas que vivem em rede social (e não em comunidade, como acontece com as mulheres das classes mais baixas).

 

Sábado, 8 Abril 2017

O ataque químico na Síria foi filmado; mas não foi um “ataque químico”

Filed under: Donald Trump,Neocons,Síria — O. Braga @ 6:56 pm

 

SIRIA-FAKE NEWS
Esta “notícia” (da imagem acima) foi apagada do sítio https://de.sputniknews.com ; mas eu consegui recuperar o “cache” do Google. Podem traduzir a página para o inglês. Podem ler aqui o original, em alemão, em ficheiro PDF; ou podem ver aqui a tradução em inglês, também em PDF.

De acordo com especialistas, nenhuma destas crianças reveladas no vídeo de propaganda dos Capacetes Brancos (grupo financiado pelo governo do Reino Unido) morreu de ataque de gases químicos; as crianças estavam sobre efeito de opiáceos e morreram (foram mortas) por “overdose” de opiáceos.

Não se deixem levar pelos me®dia.

merdia-web

“Em política, o que parece, é!” → António de Oliveira Salazar

Filed under: Donald Trump,Marine Le Pen,Neocons,Nigel Farage,Síria — O. Braga @ 12:22 pm

 

Em relação a este verbete, alguém escreveu isto:

Bush-Cheney-Neocons-web“Desta vez discordo de si, apesar da recepção da notícia ter dado muito que pensar. Acho que o Trump acabou de realizar um golpe muito inteligente, este "ataque foi teatral" foi uma resposta directa a uma verdadeira e evidente "false flag". Ele estava pouco feliz quando falou aos Média, mas teve de ser:

•Com isso, calou a oposição interna dos Democratas e dos Média, sobre as imaginárias interferências e relações com os russos. Um verdadeiro contra-golpe mediático!

•Enviou uma mensagem para a China, cujo presidente estava de visita aos EUA, por assim dizer, na sala de visitas do Trump, na Flórida.

•Enviou, através da China, uma mensagem para a Coreia do Norte, sobre os testes contínuos de mísseis nucleares.

•Enviou uma mensagem para os países Árabes. Creio que poderá mesmo congelar os avanços da ISIS, segundo as intenções sempre referidas por Trump. Está toda a gente flutuando, sem saber como interpretar as contradições superficiais.

•Enviou uma mensagem para a Rússia de Putin, recompondo a posição de Trump mediante as intensas críticas internas, preparando a cimeira do Verão entre Trump e Putin. Aliás, a Rússia foi avisada 2 horas antes do ataque, o Assad foi avisado, o bombardeamento foi visado a uma base sem importância, os danos materiais foram negligenciáveis e o uso de mais de 50 tomahawk antigos (ao preço unitário de $100 milhões), parece um excesso que só pode justificar-se pelo aspecto teatral da acção. As queixas estão cheias de teatro.

Esta foi uma daquelas acções que é muito difícil de explicar ao público, antes de acontecerem os seus efeitos.”


“Depois de se alojarem em uma mente norte-americana, as ideias passam a saber a Coca-cola.”

→ Nicolás Gómez Dávila


Neoconed-web

Segundo o nosso grande mestre António de Oliveira Salazar, “o que parece, é!”. Portanto, em política, não valem a pena grandes exegeses e exercícios de hermenêutica à moda do Pedro Marques Lopes. Quem fez aquela interpretação dos factos “trumpistas”, poderia ter feito outra qualquer diferente. O que nos interessa é aquilo que é, e aquilo que é, é aquilo que parece ser.

Por exemplo, Marine Le Pen criticou Donald Trump; Farage anda calado acerca do assunto. O general Loureiro dos Santos disse que este ataque à Síria estava previsto desde o tempo de Obama; ou seja, o Donald Trump nada mais fez do que seguir a linha política de Hillary Clinton, George Soros e os globalistas, para ver se acalma as hostes republicanas que são maioritariamente neocons.

Hoje, nos Estados Unidos, ser republicano é (maioritariamente) ser Neocon; ser Neocon é seguir as ideias de Leo Strauss, por um lado, e por outro lado é negar a diversidade cultural dos diferentes povos do mundo.

Um Neocon que se preze pretende impôr a cultura americana, por exemplo, entre os nativos das montanhas da Papua Nova-Guiné, por um lado; e por outro lado, pretende que todas as ideias do mundo tenham sabor a Coca-cola.

Sexta-feira, 7 Abril 2017

A Oeste, nada de novo: os Estados Unidos de Trump apoiam o terrorismo islâmico no Oriente Médio

Filed under: Donald Trump,Síria,Trump — O. Braga @ 11:03 am

 

O Estado Islâmico aproveitou o ataque dos Estados Unidos à Síria para relançar a ofensiva na cidade de Palmyra. Os Estados Unidos não aprenderam absolutamente nada com a chamada “Primavera Árabe”; continuam a cometer os mesmos “erros” — ou melhor: erros propositados.

A ideia de um ataque com armas químicas por parte do governo da Síria sobre uma cidade do seu próprio país, em vésperas da conferência internacional para a paz na Síria, por um lado, e, por outro lado, quando o governo sírio está a ganhar a guerra — é uma ideia difícil de aceitar.

¿Quem ganhou com o ataque químico (se é que houve ataque químico)?: foram os terroristas islâmicos do Daesh, os Estados Unidos de George Soros e Hillary Clinton, e o Reino Unido que, entre outras coisas, financia os “Capacetes Brancos” na Síria.

Entretanto, os Estados Unidos atacam Mossul, no Iraque, e matam 278 pessoas, incluindo mulheres e crianças.

Trump comporta-se como um elefante em uma loja de porcelanas.

they-lied-web

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