perspectivas

Sexta-feira, 5 Fevereiro 2016

A qualidade intelectual da elite globalista reunida em Davos (14)

Filed under: Geral — O. Braga @ 1:05 pm
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A qualidade intelectual da elite globalista reunida em Davos (13)

Filed under: Geral — O. Braga @ 1:02 pm
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O povo português vai ficar vacinado

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 12:15 pm
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O erro do anterior governo dito de centro-direita foi a arrogância e a pesporrência. Por exemplo, “Os portugueses que não sejam piegas!”; “ ¿Os jovens? Que emigrem!”. Há quem diga que foi um erro do comunicação; eu penso que foi a arrogância e a pesporrência de um primeiro-ministro debutante e impreparado.

Outro erro de Passos Coelho foi o de impôr medidas de austeridade sem uma estratégia de comunicação racional que demonstrasse a probabilidade de vislumbre de “luz ao fundo do túnel”. Por isso é que a palavra-mestra da Esquerda, “estratégia de empobrecimento”, se vinculou na opinião pública. Em vez de uma estratégia de comunicação, o anterior governo funcionava em termos de fé: havia a fé que o desemprego iria baixar, a fé de que a economia iria crescer, etc..

Ora, a fé é parte de uma ideologia qualquer. Como bem viu Agostinho da Silva, “os portugueses sempre adoraram o concreto: entendem o abstracto, mas procuram traduzi-lo imediatamente em concreto.” A fé ideológica não convence os portugueses; precisam de factos, ou de demonstração de factos. os-malandros-web

Ora, o actual orçamento de Estado, do governo dos malandros radicais, é baseado também em uma fé ideológica; mas, ao contrário do que acontecia com o governo de Passos Coelho, os malandros têm uma boa estratégia de comunicação (com o apoio incondicional dos me®dia, em geral). Ou seja, a estratégia de comunicação dos malandros parece convencer agora os portugueses de que existe uma “luz ao fundo do túnel”.

O pior acontecerá quando vier a decepção, quando os portugueses verificarem que a estratégia de comunicação da malandragem nada mais foi do que um chorrilho de mentiras. Nessa altura, António Costa tentará descolar da Esquerda radical e colar ao centro, ou seja, colar à direita. Mas irá tarde.

É muito possível que, nas próximas eleições, o povo vacinado vote esmagadoramente à direita — estou a falar em percentagem acima dos 65%, em uma espécie de “hungarização” da política portuguesa. Neste cenário, das duas uma: ou o Partido Socialista desaparece e o Bloco de Esquerda ocupa o seu lugar, ou vice-versa. Não há espaço para os dois partidos políticos. Marcelo Rebelo de Sousa e Manuela Ferreira Leite, por exemplo, continuarão a pregar no deserto contra a bipolarização da política, porque pretendem conciliar o que é inconciliável.

Os ricos que paguem a crise

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 11:08 am

Quinta-feira, 4 Fevereiro 2016

Tempo de antena do MRPP

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:42 pm
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H/T

O liberalismo europeu e a “liberdade cognitiva”

 

Segundo os liberais europeus — a Esquerda e a Direita dita “liberal” —, o acesso livre ao consumo de quaisquer drogas é um direito consignado no artigo 9º da Convenção Europeia dos Direitos do Homem através do conceito de “liberdade cognitiva”.

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Em nome da “liberdade cognitiva”, o consumo e o comércio de todas as drogas devem ser legalizados — alegadamente porque a “liberdade cognitiva” é um “direito humano”. A liberdade de pensamento, prevista no Artº 9 da Convenção Europeia dos Direitos do Homem, legitima o direito cognitivo do indivíduo “pedrado” e com uma “ganda moca”.

A logomaquia psicótica do Paulo de Almeida Sande

 

O Sande ensandeceu.

“Foi assim (lição de História): a crise conhecida como dos refugiados, com epicentro em 2015, levou vários países europeus a pôr em causa o princípio fundamental da livre circulação das pessoas no espaço europeu”.

Paulo de Almeida Sande

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Para o Sande ensandecido, o tratado de Schengen — embora assinado apenas por alguns países europeus — aplica-se ao mundo inteiro: qualquer imigrante vindo da Conchichina ou da Papua pode entrar em qualquer país europeu ao abrigo do tratado de Schengen.

Ou seja, segundo o critério ensandecido do Sande, a partir do momento em que um imigrante das ilhas Galápagos entra ilegalmente no espaço Schengen, passa a ter os mesmos direitos dos cidadãos dos países que aderiram ao tratado.

A narrativa sandia do Sande é uma logomaquia psicótica. Por exemplo, estabelece uma relação causal entre o fim do Euro, por um lado, e a restrição da imigração, por outro lado.

¿Como é que um sandeu deste calibre tem tanta visibilidade nos me®dia?!

(via)

A hermenêutica académica

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 3:38 pm
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“A totalidade social não tem vida própria acima do que é por ela concatenado, e de que ela própria é constituída.

Ela produz e reproduz-se através dos seus momentos singulares. Tão pouco é de dissociar esse toda da vida, da cooperação e do antagonismo social, tão pouco pode um elemento, qualquer que seja, ser entendido meramente no seu funcionamento, sem o discernimento do todo, que tem a sua própria essência no movimento individual. Sistema e singularidade são recíprocos e só podem ser entendidos na reciprocidade”.

→ Habermas, “Polémica do Positivismo”


Vamos “traduzir” este trecho de Habermas:

A sociedade é constituída por relações sociais. As diferentes relações produzem, de qualquer modo, a sociedade. Entre essas relações encontra-se a cooperação e o antagonismo; e uma vez que a sociedade é constituída por tais relações, não pode ser dissociada delas. O inverso é igualmente válido: nenhuma relação pode ser entendida sem as outras.


Uma característica da academia, em geral, transformada em missão, é a de complicar aquilo que é simples e de dificultar o que é fácil. Vejam, por exemplo, este texto da Helena Damião: foi assim que ela aprendeu, e é assim que ela escreve e ensina.

Nem todos os ateístas são politicamente correctos

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 2:22 pm
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“Os homens sacrificaram-se e mutilaram-se física- e emocionalmente para alimentar, acolher e proteger as mulheres e as crianças. Nem uma das suas dores ou conquistas são registadas pela retórica feminista, que os retratam como opressores e exploradores insensíveis”.

Camille Paglia (ateísta)

A qualidade intelectual da elite globalista reunida em Davos (12)

Filed under: Geral — O. Braga @ 1:53 pm
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A qualidade intelectual da elite globalista reunida em Davos (11)

Filed under: Geral — O. Braga @ 1:50 pm
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A qualidade intelectual da elite globalista reunida em Davos (10)

Filed under: Geral — O. Braga @ 1:47 pm
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