perspectivas

Quinta-feira, 30 Setembro 2021

O globalista Macron, a construção paulatina do leviatão da União Europeia, e a sovietização da política na Europa

Filed under: França,Globalismo,Macron,União Europeia — O. Braga @ 9:45 am

O estudante de 19 anos que atirou um ovo ao Macron (que desperdício!) na passada Segunda-feira, em Lyon, foi internado compulsivamente em um hospital psiquiátrico.

Paulatinamente, a Europa (e o Ocidente, em geral) cada vez mais se parece com a defunta URSS.

Putin certamente que se ri com estes idiotas globalistas — e o idiota euro-federalista Paulo Rangel deve andar feliz e contente com o exemplo do Macron.

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Quinta-feira, 23 Setembro 2021

A questão dos submarinos franceses cancelados pela Austrália, é uma grande treta do porco Macron

Filed under: Estados Unidos,França,Macron — O. Braga @ 8:10 pm
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  • Os submarinos franceses cuja compra foi cancelada pela Austrália, eram submarinos movidos a diesel / baterias.
  • Os submarinos vendidos pelos Estados Unidos à Austrália são submarinos movidos a energia nuclear, com uma autonomia incomensuravelmente maior do que os submarinos movidos a diesel.
  • Os Estados Unidos venderam os seus submarinos nucleares praticamente ao mesmo preço unitário dos submarinos a diesel franceses. Se eu fosse australiano, não hesitava um segundo em mudar de negócio.

Sexta-feira, 3 Setembro 2021

Macron; e a cidade de Marselha — “Capital Europeia da Cultura”.

Filed under: França,Globalismo,Macron — O. Braga @ 9:58 pm

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Macron, fotografado (em baixo)  na sua recente visita a Marselha — a alegada

Capital “Europeia” da Cultura.

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Sexta-feira, 13 Agosto 2021

O prometeanismo de Emmanuel Macron, o totalitarismo suave em França, e o abaixamento do QI da população

A França do Macron transformou-se em uma sociedade em que a elite política (a que está ligada a Macron) é presentista; tem o maior desprezo pelo passado (histórico), e revela (ironia do destino!) um sincretismo ideológico entre o globalismo neoliberal, por um lado, e o marxismo cultural, por outro lado (sinificação).

numeros-romanos-webTrata-se de um presentismo que vê no passado (na História) uma ameaça ao prometeanismo pós-religioso da sociedade que se pretende construir, controlada pelo globalismo neoliberal, em aliança tácita com uma certa minoria elitista, caceteira, autóctone e marxista.

Tanto os marxistas culturais como os globalistas (não confundir “globalismo” e “globalização”), acreditam que o mundo é feito pelo ser humano, e que nada lhe é dado, à partida. Esta ideia tem raízes em Francis Bacon.

Para o ser humano prometaico, o passado (histórico) não passa de uma colecção de crimes e de loucuras, e o mundo é a matéria-prima da conquista humana (futura) da perfeição — não existem limites para o destino/futuro do Homem, nem limites para a maleabilidade da Natureza Humana; e não existe uma dimensão trágica da vida humana.

Segundo a mente prometaica (que, basicamente, é, por assim dizer, uma versão alargada da mente revolucionária), o ser humano pode fazer, de si próprio, o que quiser e é, por isso, passível de se tornar perfeito; ou seja: partindo do pressuposto de que “o Homem é aperfeiçoável”, o prometaico conclui (ou infere) que “o Homem tem que se tornar perfeito” (trata-se de uma obrigação ontológica e moral que decorre de uma condição prévia).

Esta perfeição prometaica não é espiritual: é uma perfeição Hic et Nunc (aqui e agora), inerente ao mundo material (presentismo).

A libertação — para o prometaico Macron, por exemplo — é a conquista da felicidade imutável, permanente e total; em que os escolhos (culturais) provenientes do passado, e os inconvenientes existenciais (como, por exemplo, a morte, ou os conflitos inerentes à Natureza Humana) são banidos.

É o LIMITE, entendido no Absoluto Simples, que o prometaico rejeita — e não um qualquer pequeno “limite”, subordinado, e em particular.

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Segunda-feira, 9 Agosto 2021

O Macron vai obrigar os não-vacinados a andar com a sineta de leprosos

Filed under: França,Macron,vacinas — O. Braga @ 8:24 pm
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Tal como acontecia na Idade Média com os leprosos, Macron irá certamente obrigar os não-vacinados do COVID-19 a andar com uma sineta, para avisar os seres humanos puros e saudáveis da proximidade de outros, alegadamente impuros e pútridos.

Enquanto isso, um imigrante ilegal que tinha posto fogo na catedral de Nantes, não foi expulso do país — porque, a julgar pelo regime de Macron, é o povo autóctone francês que tem que ser reprimido e oprimido, e não os imigrantes ilegais. E esse mesmo imigrante ilegal ruandês, não sendo nem preso nem deportado, acabou por assassinar um Padre católico.

Para o Macron, o problema francês são os novos leprosos que andam  por aí sem sineta — porque a matança do povo e a destruição da sua  cultura antropológica, às mãos de imigrantes ilegais, não passa (para ele) de um dano colateral no esforço globalista de destruição sistemática do Estado-Nação.

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Domingo, 9 Maio 2021

Em França, 1 nova mesquita é construída a cada 15 dias

Em França, 1 nova mesquita é construída a cada 15 dias; e uma igreja ou capela cristã é destruída nesse mesmo período de tempo.

Entretanto, a socialista Ana Catarina Martins escandalizou-se, no paralamento, quando André Ventura defendeu a ideia segundo a qual a imigração islâmica para Portugal deve ser evitada a todo o custo.

São estas as “socialistas feministas”.

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Terça-feira, 27 Abril 2021

A situação de guerra civil iminente em que a Esquerda e os “liberais” colocaram a França

macron-uniao-europeia-islamismoSer “liberal” é hoje exactamente o oposto do defendido pelo  liberalismo clássico; e a mudança de paradigmas, do liberalismo para o “progressismo” actual, começou exactamente com o “liberal”  John Stuart Mill.

Hoje, ser liberal, é defender o reforço do poder do Estado sobre os cidadãos — o que está nos antípodas ideológicos do defendido, por exemplo, por John Locke.

“O mundo burguês — os actuais liberais — trata de modo diferente os seus principais inimigos: vomita para cima dos da Direita tradicionalista, e absorve e recupera os da Esquerda”.

Nicolás Gómez Dávila 

A situação actual de potencial desintegração da unidade territorial de França, causada pela massiva imigração islâmica incentivada pela Esquerda e pelos “liberais”, levou a que 20 generais franceses (e 80 outros oficiais das Forças Armadas de França) escrevessem uma carta aberta ao povo francês, alertando para a eventual falência do Estado de Direito democrático se nada for feito pela governança francesa.

Os “liberais” andam a brincar com o fogo; e a fazer o jogo político da Esquerda marxista.

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Sexta-feira, 16 Outubro 2020

Os terroristas muçulmanos deveriam ser esquartejados (um membro de cada vez)

Filed under: França,Islamismo,islamização,Islamofascismo — O. Braga @ 9:37 pm

Quando começarmos a aterrorizar os terroristas muçulmanos, então ganharemos a guerra que os filhos-de-puta islamitas nos movem.

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Sábado, 18 Julho 2020

A aliança entre Marx e Maomé, contra catolicismo (com a ajuda do Francisco)

Filed under: França,Igreja Católica,islamização,Islamofascismo — O. Braga @ 6:39 pm

Quinta-feira, 23 Abril 2020

A União Europeia que temos: as igrejas fechadas até Junho, mas o Ramadão islâmico pode ser celebrado

Em França, o “liberal” Macron (de acordo com o Chico do Vaticano) mandou fechar as igrejas católicas até Junho; mas o Ramadão pode ser celebrado nas mesquitas sobre pretexto de que “os muçulmanos podem visitar-se uns aos outros”.


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Segunda-feira, 9 Março 2020

A França do Macron soçobrou e já caiu

Terça-feira, 24 Setembro 2019

É legítimo eliminar fisicamente os políticos que defendem a imigração desordenada

Filed under: Europa,França,Globalismo,imigração,Macron,União Europeia — O. Braga @ 6:38 pm

As imagens que vemos (acima) são de Paris; imigrantes ilegais africanos, amigos do Macron, assassinam cidadãos franceses que se recusem a ser roubados em plena via pública.

Os responsáveis políticos pelo inferno social e moral por que passam hoje os cidadãos europeus (em geral) terão que pagar pelos actos que cometeram.

E dado que não é possível uma condenação judicial — porque o sistema judicial está corrompido até à medula —, segue-se que se torna legítimo a eliminação física dos principais responsáveis políticos pela catástrofe social, económica, cultural, que a imigração desordenada trouxe aos países da União Europeia.

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