perspectivas

Quarta-feira, 24 Outubro 2007

Zeitgeist

O caro amigo “Matrix”, visita deste meu humilde tugúrio, chamou-me à atenção do Zeitgeist, um documentário anti-religioso. Devo dizer que não vi o documentário todo – nem metade; deixei de ver quando quiseram atribuir a origem das religiões modernas à adoração do homem primitivo ao Sol. Já não tenho pachorra para argumentos falaciosos repetidos Ad Eternum (ver este post sobre o Politicamente Correcto).

Daquilo que eu vi, e do que adivinhei no restante, o filme é muito básico nos seus argumentos, e não constitui nada de novo desde o tempo de Nietzsche.
Na série de posts que escrevi sobre a “Fé Racional”, chamei à atenção para a necessidade de reformularmos a nossa postura perante a religião, de maneira retirarmos determinado tipo de argumentos a essa gentalha.

Vamos começar pelo título do filme: Zeitgeist. Não vejo conexão entre o conteúdo do filme e o seu título. Zeitgeist é uma palavra alemã composta: Zeit + Geist, que significa “tempo” e “espírito”. Traduzindo, seria “o espírito do tempo”. Dá a sensação que o título foi escolhido para criar impacto, e sem conexão necessária com o conteúdo. Mas como eu não vi a maior parte do filme, não posso ter a certeza de que não exista uma coerência entre o título e o filme. Parece-me, contudo, que o título tanto poderia ser Zeitgeist, como Opel Astra, Coca-cola, ou Adidas.

Impõem-se, desde já, duas perguntas:

a) A doutrina de Jesus Cristo, ou de Buda, tem alguma coisa relacionada com a adoração do Sol, como insinua o filme?

Eu acho que nem valeria a pena responder a esta pergunta, de tão absurda que é. Já aqui falei de Immanuel Kant, que é considerado pela maioria dos académicos como o maior filósofo moderno, da sua “Crítica da Razão Pura” e a introdução do “Penso, logo conheço”, em contraponto ao “Penso, logo existo”, baseando-se no conceito “a priori” da “subjectividade transcendental”; Schopenhauer estudou o Budismo e o Hinduísmo. Fichte desenvolveu a concepção do “Eu infinito”, o homem na pureza e no grau absoluto da sua essência, o Ser como sendo algo infinito, Deus como sendo o Absoluto, e o Eu como sendo a auto-consciência, o saber tornado em imagens, cópias ou manifestações do Absoluto. Fichte é de tal modo importante, que o próprio Hegel sintetizou a sua filosofia. Fichte vai de encontro à filosofia quântica moderna, o que fez dele um visionário muito mal compreendido pelos seus pares na sua época.
Tantos foram os filósofos que abordaram com empatia as temáticas da religião e da transcendência, que seria prolixo estar aqui a enumerar todos. O que filme faz, no fundo, é afirmar que todos esses filósofos e académicos eram uns idiotas.

A pergunta em epígrafe remete para a religiosidade humana, inerente ao ser humano, e que só nele pode ser encontrado. Naturalmente que o Sol foi objecto dessa religiosidade humana num tempo em que os humanos davam os primeiros passos no Conhecimento, mas seria totalmente absurdo comparar uma religião que tem uma Ética e uma Moral, com o culto do Sol, da Lua, ou de uma pedra.

b) Qual a ligação entre as religiões e a astrologia?

Depois, o filme confunde a génese da astrologia com a génese da religião; no mínimo trata-se de desonestidade intelectual, porque a astrologia, conforme a conhecemos hoje, nasceu entre os caldeus como uma ciência empírica, e não como uma religião. Os sumérios e caldeus construíram observatórios planetários em forma piramidal para melhor poderem observar os astros, ao mesmo tempo que adoravam os seus deuses (Baal, entre outros) que nada tinham de relação com as observações astrológicas que faziam. Foram mesmo as religiões budista e hindu que, mais tarde, influenciaram a astrologia, e não o contrário. Por exemplo, os nódulos lunares, a Roda da Fortuna e a interpretação cármica, que podemos ver na astrologia, foram nela introduzidos pelos astrólogos budistas e hindus, e nada existe nessas religiões que tivesse origem na astrologia dos caldeus.
Muito sinceramente, ou eu não estou a ver bem o ponto de vista do filme, ou ele não faz qualquer sentido.

Depois, temos outras perguntas:

c) Devemos interpretar o Antigo Testamento “à letra”?

O Antigo Testamento foi escrito para ser interpretado à luz do Conhecimento de uma determinada época. Muitas vezes, os Criacionistas ideológicos confundem “Génesis” com “génese”. No Génesis bíblico está inscrita uma verdade simbólica, e os criacionistas levam esse simbolismo “à letra”, dando um trunfo importantíssimo para quem coloca em causa a ideia do Criacionismo. Isto é, os criacionistas dão constantemente tiros nos seus próprios pés.

Nos Estados Unidos, algumas religiões interpretam de tal maneira o Antigo Testamento “à letra”, que anunciam aos seus fiéis que o mundo foi criado há 10 mil anos, e que os dinossauros habitavam a Terra até há cinco mil anos. Como pode uma religião sobreviver se não tem em conta a realidade?
A ignorância da maioria não é só aproveitada pelos que pretendem transportar, de uma forma literal, conceitos bíblicos com mais de 10 mil anos para o tempo moderno; a ignorância da maioria também é aproveitada pelos que querem denegrir a imagem das religiões. Chegou, pois, o tempo de as religiões começarem a “jogar limpo”, demarcando-se dos princípios argumentativos orientadores do ateísmo mais abstruso. Há que dizer claramente às pessoas: a verdade da Bíblia é simbólica, é uma forma de transmitir a verdade de uma forma que toda a gente entenda, o que não quer dizer que tenha que ser interpretada “à letra”.

O Criacionismo científico é uma visão crítica do racionalismo dogmático darwiniano. Da mesma forma que Kant colocou em causa o “inatismo” racionalista de Descartes, o Criacionismo científico coloca em causa o darwinismo, e não há mal nenhum nisso. Pelo contrário, abrem-se as portas para que as “certezas” do antropocentrismo ideológico que governou o século XX sejam temperadas com a dúvida que refreia a deificação do Homem. Quando o Homem se considera como sendo Deus, aparece gente como o Hitler, Mao, Estaline, Pol-pot e outros. Como escreveu Dostoyevsky, “ Se Deus não existe, tudo é permitido” – incluindo arrancar olhos.

d) Devemo-nos ater às datas e efemérides religiosas de tal maneira que coloquemos em causa a mensagem da religião? O que é mais importante: ter a certeza que Jesus nasceu a 25 de Dezembro, ou ter a certeza que Jesus pregou a paz entre os homens?

Madre Teresa de Calcutá nasceu num determinado dia, e só foi registado o seu nascimento no Registo Civil albanês, três meses depois. Há 50 anos ou mais, era uma prática comum, mesmo em Portugal, que a data oficial de nascimento não coincidisse com a data natural de nascimento. Será que, por este facto, podemos colocar em causa a personalidade, as virtudes e a obra de Madre Teresa de Calcutá?

Segundo cálculos modernos, Jesus de Nazaré terá nascido em Setembro (provavelmente, dia 8 de Setembro), e não no ano Zero da nossa Era. Cálculos comparativos com eventos oficiais da época, propõem uma data de nascimento de Jesus entre 6 e 3 a.C.
A atribuição do dia 25 de Dezembro para o nascimento oficial de Jesus foi decidida no Concilio de Niceia, presidida (não oficialmente e não presente, como é obvio) pelo Imperador Constantino, e ter-se-á feito coincidir a celebração da data do nascimento de Jesus com as festas pagãs do solstício de Inverno. Pergunto: em que é que este facto desvirtua a mensagem de Jesus Cristo?
As insinuações do filme são de manifesta má-fé, e atingem a irracionalidade. Seria como se dissemos que Madre Teresa de Calcutá era uma mentirosa, porque os pais dela só registaram o seu nascimento três meses depois de ela ter nascido. Um típico exemplo de ataque Ad Hominem, um completo absurdo.

e) Poderemos considerar como sendo “estranho” ou como sendo uma “cópia religiosa”, que algumas leis morais do Budismo sejam coincidentes com leis morais do Cristianismo, do Islamismo ou mesmo da religião dos índios americanos?

O filme diz-nos que os 10 mandamentos de Moisés são uma “cópia” de alguns mandamentos da religião politeísta egípcia. Não sei se a informação é correcta, mas não acho estranho que existam coincidências de leis morais e éticas em todas as religiões.
“Não matarás” é uma lei moral que existe até na religiosidade dos esquimós ou no animismo africano. Porque é que o filme insinua um “plágio” religioso em sede da Ética?

Para além disso, eu próprio já escrevi aqui sobre as relações íntimas entre os semitas e os Impérios Antigos, da Babilónia ao Egipto. Em que é que essas relações culturais beliscam o Judaísmo? É bem provável que tenham existido influências mútuas em matéria de religião. Mas qual é o problema dos autores do filme nesta matéria? São contra o ecumenismo religioso? Não toleram o intercâmbio cultural e religioso? Não admitem que uma religião se transforme, se modifique, fruto da evolução do pensamento humano? O que é que querem provar? Sinceramente, não percebi.

f) Existem ligações simbólicas entre o paganismo e o catolicismo?

Estamos cansados de saber que existem. As “virgens negras” da Europa de Leste são imagens pagãs, que foram recuperadas pelo cristianismo. A noite de S. João é a noite pagã do solstício de Verão, cujos rituais pagãos foram assimilados pela Igreja Católica com a celebração do dia do apóstolo. O dia 25 de Dezembro está próximo do solstício de Inverno. E por aí fora.
O que é que estas sobreposições de datas tem a ver com a mensagem de Cristo? Em que é que a mensagem de Cristo sai prejudicada nesta “recuperação” de efemérides por parte da Igreja Católica? Será que os autores do filme consideram mais importante os aspectos formais da religião do que o seu conteúdo? Foi o que me pareceu.

Em tudo o resto, daquilo que vi do filme, pareceu-me a “venda da banha da cobra” (literalmente). Trata-se de mais uma “americanada”, desta feita, libertária marcusiana e marxista cultural.

Actualização: para que conste, acabei por ver o documentário várias vezes — fiz até o “download” da série para o eu computador — e mantenho exactamente tudo o que escrevi aqui, e ainda acho que poderia ter escrito mais sobre a paródia marxista que é este documentário.
Mais informo que não se admitem comentários insultuosos: discutam-se as ideias sem insultos. Obrigado.

Adenda: a ler Zeitgeist e a vontade de acreditar

30 comentários »

  1. é, acho que voce deveria ver o documentário todo pra poder fazer uma crítica, não acha?

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    Comentar por Renato — Quarta-feira, 31 Outubro 2007 @ 7:54 pm | Responder

  2. De facto, não vi o comentário todo. Mas se eu estiver errado, agradeço encarecidamente que me digam.

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    Comentar por Orlando — Sexta-feira, 2 Novembro 2007 @ 1:34 pm | Responder

  3. Você deveria ver o documentário.
    Simplesmente descartou os argumentos segundo seu ponto de vista.

    Está errado afirmar que é uma americanada. Trata-se do questionamento de mitos e não de crítica anti-religiosa.

    Você sabia que o mito questionado na parte II é o 11/09?
    Ora, se fosse americanada ou pura crítica anti-religiosa você acredita que isso seria tema do documentário?

    Perguntas que só podem ser respondidas se assistido todo o documentário.
    A questão central do documentário é: OS MITOS SERVEM A QUE PROPÓSITO? O DA DOMINAÇÃO. –

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    Comentar por Martus — Sexta-feira, 2 Novembro 2007 @ 2:34 pm | Responder

  4. O que está em questão é o arroge de simbolismos denotando-lhes novas roupagens encarando essa nova “verdade” como algo indelével, absoluto e exclusivo. Porém tal fato sequer configura um problema a quem é temente, pois apenas expôe a frágil credibilidade de uma compilação de escritos, selecionados e falsificados à conveniência do Concílio, que legitimariam a adequação das doutrinas concernetes ao mártir do cristianismo aos moldes imperiais do Sacro Império Romano. Constituir-se-ia, dessa forma, respaldada na inspiração divina daqueles homens que escreveram os 72 livros constuidores da bíblia, a Igreja Católica Apostólica Romana, a instituição mais eficiente de persuasão e coerção físico-doutrinária das dissidências durante a idade média, moderna e, porque não, “pós-moderna”.(sugiro que assista ao vídeo como um todo). O que se vê no filme é uma crítica incisiva às instituições legitimadas pela ignorância dos persuadidos, não à moral “cristã-primitiva”. Aliás, condiz apenas à primeira parte do vídeo essa crítica à religiões hegemônicas e institucinalizadas, nesse caso específico o cristianismo apostólico romano.

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    Comentar por Richard Althoff — Terça-feira, 6 Novembro 2007 @ 3:27 am | Responder

  5. […] seguimento aos comentários deste post, cheguei à conclusão de que, não tendo eu visto o filme documentário “Zeitgeist” até ao […]

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    Pingback por Zeitgeist (2) « per-espectivas — Sábado, 10 Novembro 2007 @ 7:57 pm | Responder

  6. Imagino que os produtores do filme admitam o sincretismo religioso. Quem não admite isso são os religiosos cristãos que encaram o cristianismo como a única forma de salvação e Jesus o único representante de Deus na terra, sendo ele, ao mesmo tempo, o próprio Deus.
    O que você não entendeu é que o filme não é contra os ensinamentos de Jesus. Apenas defende a idéia que Jesus não existiu. Tese muito provável tendo em vista que não temos evidências da existência dele. E o fato da história do cristianismo ser muitíssimo parecida com várias mitologias pagãs só fortalece essa tese.

    E de onde você tirou a pérola “racionalismo dogmático darwiniano”?
    O evolucionismo não tem dogma meu amigo. Ciência não tem dogmas. Se tiver não é ciência.
    O evolucionismo está amparado por toneladas de evidências. Não se estabeleceu por decreto aos moldes do concílio de Nicéia quando foi criado o mito de Jesus. Foi lá que inventaram que jesus e Deus eram o mesmio bicho.
    Pura invensão meu amigo.

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    Comentar por Straub — Domingo, 11 Novembro 2007 @ 7:09 pm | Responder

  7. Como se vê, eu tinha razão sobre a americanada do Zeitgeist. o Zeitgeist é uma americanada para combater ideologicamente outras americanadas criacionistas. A ideia de que a ciência não tem dogmas é um mito moderno; se há pessoas que acreditam nisso, têm todo o direito de acreditar.

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    Comentar por Orlando — Terça-feira, 13 Novembro 2007 @ 6:14 pm | Responder

  8. parte I:
    Já vi vários documentários que falam a mesma coisa… o sincretismo religioso da época e a propagação dos mitos como forma de domínio do homem.
    A propósito todos esses mitos estão devidamente documentados nas paredes de luxor no egito.

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    Comentar por EDGAR — Quarta-feira, 14 Novembro 2007 @ 11:38 am | Responder

  9. Concordo plenamente com o Straub: “O que você não entendeu é que o filme não é contra os ensinamentos de Jesus. Apenas defende a idéia que Jesus não existiu.”

    Ninguém no seu perfeito juízo produziria um documentário a negar a mensagem de paz atribuída a Cristo. O facto dele ter existido ou não de modo nenhum desvirtua os seus ensinamentos.

    De certa forma, eu diria que tu até estás de acordo com o que o documentário transmite, pelo menos levando em conta o que dizes:

    “No Génesis bíblico está inscrita uma verdade simbólica, e os criacionistas levam esse simbolismo “à letra”, dando um trunfo importantíssimo para quem coloca em causa a ideia do Criacionismo. Isto é, os criacionistas dão constantemente tiros nos seus próprios pés. Nos Estados Unidos, algumas religiões interpretam de tal maneira o Antigo Testamento “à letra”, que anunciam aos seus fiéis que o mundo foi criado à 10 mil anos, e que os dinossauros habitavam a Terra até há cinco mil anos. A ignorância da maioria não é só aproveitada pelos que pretendem transportar, de uma forma literal, conceitos bíblicos com mais de 10 mil anos para o tempo moderno; a ignorância da maioria também é aproveitada pelos que querem denegrir a imagem das religiões.”

    Pois é precisamente nesse sentido que o filme é de certa forma uma “americanada”: é dirigido aos “ignorantes” que foram enganados pelos cristãos fundamentalistas, tal como referes. A meu ver isso não é argumentar a favor do ateísmo, mas sim a favor da interpretação da mensagem pura das religiões, sem os adornos desnecessários e prejudiciais dos dogmas impostos por homens que pretendiam a dominação dos povos. O que as pessoas têm que entender é que quer seja Jesus, Hórus ou Buda (ou nenhum) o suposto autor das mensagens que o religiões como o cristianismo transmitem, aquelas não perdem a sua validade nem a beleza, nem, portanto, a susceptibilidade de serem seguidas religiosamente.

    Mas pelo que já li dos teus posts e comentários, não espero que entendas o meu ponto de vista. Talvez um dia se conseguires atingir uma mente mais aberta e e uma atitude menos defensiva em relação à religião. Afinal, conhecer (e reconhecer) as nossas fraquezas é o que nos dá o potencial para sermos fortes 🙂

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    Comentar por Waldir — Sexta-feira, 16 Novembro 2007 @ 9:34 pm | Responder

  10. […] interessante a opinião da populaça de que 1) a ciência não é dogmatizável, e 2) de que os mitos modernos não existem, porque […]

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    Pingback por A ciência e o mito « per-espectivas — Sábado, 17 Novembro 2007 @ 1:31 pm | Responder

  11. seu texto está muito bem escrito e “coerente”, dentro de uma certa ordem.

    mas vc não deu a devida atenção ao que o filme fala exatamente…ele requer um pouco mais de paciência.

    como alguém bem colocou aqui, ele é mais sobre o questionamento de mitos do que anti-religião.

    ele usa e abusa de criticar algumas coisas podres presentes nos EUA e não podemos esquecer que por lá religião e política se misturam como no Oriente Médio. Exatamente da mesma forma, mas com uma abordagem católica.

    acho que por isso o filme começa por ai, e não é uma critica necessariamente a Jesus Cristo. ele analisa a questão da passagem das eras…

    enfim, acho que vale a pena ver ele todo, independente se vc vai gostar ou nao.

    abçs

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    Comentar por Felipe Barbirato — Quinta-feira, 22 Novembro 2007 @ 10:38 pm | Responder

  12. Vi a primeira e a segunda parte deste filme/documentario, a primeira para mim foi mais assombrosa, já que a segunda ja havia ouvido falar, achei muito interessante, e para nao cair de cabeça nas ideas, pesquisei um pouco sobre as informações, ainda nao conclui meu ponto de vista, mas deixo aqui um treicho que achei num site, derrepente seja importante para quem esteja na mesma direção que eu, no final do comentario tem o link de onde foi retirado, nele poderá ver o filme sem a necessidade de fazer download… até!


    “Embora um bocado de coisas no Zeitgeist tenham um fundo de verdade, muita coisa ali foi manipulada para criar uma “outra verdade”, bem ao estilo Illuminati.

    Quanto à parte de religião em específico, boa parte das atribuições a Hórus que aparecem no vídeo não têm fundamento histórico. A religião egípcia era politeísta, o nascimento de Hórus foi miraculoso mas não virginal, não há registros de 12 discípulos e assim vai… http://www.egyptianmyths.net/horus.htm (só um exemplo de fonte neutra)

    O pessoal do Zeitgeist também não inventou aquela informação, mas retiraram de uma fonte bem duvidosa: Acharya S, uma autora que escreve livros sobre conspiração e que é totalmente desacreditada no meio científico (e por científico, falo do meio laico),”

    fonte: http://vincentklein.blogspot.com/2006/10/zeitgeist.html

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    Comentar por Valacio — Sábado, 8 Dezembro 2007 @ 11:51 pm | Responder

  13. Estou de acordo com o Valacio.

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    Comentar por Orlando — Segunda-feira, 10 Dezembro 2007 @ 10:57 am | Responder

  14. “racionalismo dogmático darwiniano” prove isto e voce ganhará um Nobel!!!

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    Comentar por Liber — Quinta-feira, 20 Dezembro 2007 @ 5:30 pm | Responder

  15. @Liber: em relação ao Darwinismo dogmático,ler este blogue de um compatriota seu:

    http://pos-darwinista.blogspot.com/

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    Comentar por Orlando — Sexta-feira, 21 Dezembro 2007 @ 3:29 pm | Responder

  16. “Quando o poder do amor se sobrepuser ao amor ao poder, o mundo conhecerá a Paz” – Jimmi Hendrix (citação no final do filme Zeitgeist)

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    Comentar por Andreia — Sexta-feira, 8 Fevereiro 2008 @ 4:27 pm | Responder

  17. […] montes de críticas, a maioria delas ordinárias (no sentido de comuns), mas outras, não obstantes discordantes, extremamente […]

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    Pingback por A maior e mais velha história já contada « Palavras Sussurradas — Sexta-feira, 8 Fevereiro 2008 @ 7:07 pm | Responder

  18. Um amigo me recomendou que eu assistisse ao documentário, e como o autor deste sítio, eu não consegui assistir nem mesmo ao começo. Sou professor de filosofia e concordo que a filosofia do idealismo e romantismo alemão emprega outro significado ao termo “Zeitgeist” que possui um significado pontual e intrínseco ao contexto de tal filosofia.
    O teor do filme, como diria o filósofo Wittgenstein, não passa de uma tentativa do ser humano empregar um sentido e uma forma à vida que, em suma, ela não possui. Em outras palavras, trata-se apenas do desespero humano perante o assombro da finitude. “Das rätzel gibt es nicht” (O enigma não existe). Tudo o que aconteceu na história do mundo, se visto de maneira contextualiazada, possui uma explicação empírica. Até mesmo os dez mandamentos podem ser interpretados como um código político. As pessoas precisam entender que as “verdades” expressas na Bíblia são verdades de fé, e não verdades históricas, por mais que alguns fatos sejam históricos. Quando Jesus nasceu? Isto não importa, o que preciso ser levado em conta é a mensagem que trouxe. Em toda a bíblia é assim, a estória do dilúvio, por mais que seja uma fábula ou um mito, possui uma mensagem que é atemporal e que possui uma “paidéia”: Noé começou a construir a Arca antes do início da chuva, e isto é um preceito de economia que pode ser aplicado como uma arte prudente em qualquer tempo ou lugar, independente do dilúvio ter ocorrido ou não. O que interessa, no caso das religiões, é a mensagem expressa através do dito, que pretende dar um rumo à existência do fiel que aceita tal mensagem livremente.
    No caso do 11/09 WTC, acreditar que as torres foram derrubadas de propósito é desejar, como diria Nietzsche, que as coisas tenham um valor maior do que realmente possuem. Repito: não há mistério, e acreditar que existe “alguém por trás da cortina” é apenas o desespero evidente perante a finitude, ou como diria Giambatistta Vico “O homem, pela natureza ilimitada da mente humana, onde quer que refocile na ignorância, erige-se a si próprioa como regra suprema de todo o universo”. As vezes as coisas simplesmente acontecem, sem nenhuma propósito maior ou interesse supremo de controle do universo. Acreditar que estão tentando dominar o mundo até nas mínimas coisas e em todos os momentos é viver no mundo Marvel de HQ. Filosofia não é isso.

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    Comentar por Maurício Fernando Bozatski — Domingo, 17 Fevereiro 2008 @ 12:02 am | Responder

  19. […] com lucidez q.b. Arquivado como: Religare — Orlando @ 7:20 pm Tags: Zeitgeist Sobre o Zeitgeist, eis um comentário a […]

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    Pingback por Enfim, alguém com lucidez q.b. « perspectivas — Segunda-feira, 18 Fevereiro 2008 @ 7:20 pm | Responder

  20. É mais fácil tapar os olhos para não ver e pensar que se tapou o céu. O filme, a única coisa que traz de novo, é o ser um filme; de resto, a começar pelo mito do cristianismo, não fez mais nada que estabelecer relações existentes entre registos históricos da mitologia e a suposta existência de Cristo. É mais cômodo perguntar se o que mais importa foi a mensagem cristã ou a data de nascimento de Cristo, e não se quer ver que por a mensagem ser boa não significa que se tenha que acreditar na mentira; porque razão o Concílio de Nicéia só aceitou 4 evangelista como fiáveis e donos da verdade? Actualmente, em Portugal e, quicá, em Ingleterra e mais outros sítios, está-se a fazer muitos livros sobre Madeleinne McCain (perdão, se me enganei na grafia do nome), e cada um desses livros contém teorias e versões diferentes. Imaginemos que 90 anos depois um grupo pense que pode controlar a massa santificando a Madaleinne o que se vai fazer é o mesmo que se fez no caso dos evangelhos, procurar os livros existentes e tentar suprimir os outros. Alguém aí já leu o 1984 de George Orwell, como se alterava a história conforme convinha? Ainda não temos poder para tanto, felizmente; mas faz-se de alguma forma. Entretanto, pela analogia que fiz acima com o caso Madaleinne, parece que aceitei a existência de Cristo como um facto, no entanto, não. O que se fez foi apenas reinvertar o mito pagão. Nero queimou Roma e acusou os cristãos? Pode ter sido, pode não ter sido.
    São cristãos, por isso defendem a existência de Cristo dizendo, se não tivesse existido milhões de pessoas não teriam acreditado nele, mas não pensam que os gregos acreditaram na existência dos seus deuses durante muitos anos, os hindus ainda continuam a acreditar nos seus, os budistas no buda, os maias têm até desenhos de Quetzacoatl. O mito alimentado sobrevive e acaba por se confundir com a verdade.

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    Comentar por Pentacúspide — Segunda-feira, 3 Março 2008 @ 8:43 pm | Responder

  21. As verdades de fé não precisam necessariamente coincidir com fatos empíricos. Estes são do âmbito da Ciência Natural (Naturewissenchaten). O fato de alguém ter manipulado algo ou não, não torna o produto da fé em uma mentira. Não se trata de pressupostos lógicos de falisdade ou verdade, mas apenas do resultado final que o exercício da fé pode produzir naquele que crê. Se por um lado, a crença dogmática pode alienar, por outro, a fé tem o poder de demover e converter um assassino, já presenciei os dois casos.
    Já as mensagens dos mitos gregos tinham dois sentidos essenciais, explicar o mundo natural através de mecanismos sobrenaturais, – a filosofia dos pré-socráticos naturalistas surge para mudar o foco da questão para respostas racionais (logos) e naturais (physis)-, e por outro lado, os mitos serviam para educar, formar, dar exemplos de conduta. É bem provável que nenhum grego acreditasse na existência de Apolo como uma fato empírico e é provável também que eles não se preocupassem com a possiblidade de Hesíodo ou Homero terem modificado a lenda original, contudo a mensagem era utilizada como instrumento pedagógico (paidéia). Esse é o sentido estrito de uma verdade de fé. Se preocuparmo-nos com evidências empíricas teremos que remontar à época dos ancentrais do humano que viviam em cavernas e acreditavam que o sonho era uma forma de existência tão real quanto a existência no momento de vígilia.
    Assim, observa-se que a fé surgiu a partir do assombro perante a finitude, tal assombro existe ainda hoje, seja por questões psicológicos ou oriundas do âmbito das tecnologias, e a fé presta o mesmo serviço para o qual foi utilizada no momento de sua gênese, orientar e confortar o homem aflito diante de sua existência e finitude.
    Os mistérios órficos são outro exemplo de que a religião surgiu para gerar perspectivas para o humano e, destarte, orientar a conduta. A crença na metempsicose era compartilhada por escravos anônimos e filósofos como Tales, Platão e Pitagóras. Eles não tinham provas empíricas da reencarnação, mas a simples perspectiva de que os atos que faziam em vida ecoavam na eternidade levou tais gênios a desenvolver questionamentos acerca da Ética e da Justiça que são princípios norteadores da ação para o povo ocidental ainda hoje. Ninguém questiona Platão ou simplesmente refuta suas idéias porque não tem acesso aos Diálogos manuscritos originais. As pessoas apenas estudam Platão supostamente no original grego, escrevem suas teses e passam a ser considerados doutos.

    Já questionar a religião, seja ela o judaísmo, islamismo ou o cristianismo é apenas um modismo usado, normalmente perto da Páscoa, do Natal ou do Ramadã, pela imprensa com único propósito: vender mais através do mecanismo da polêmica sobre assuntos de interesse geral do senso comum. Ou como diríamos no Brasil, é apenas “para dar Ibope”.

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    Comentar por Maurício Fernando Bozatski — Quinta-feira, 6 Março 2008 @ 1:56 am | Responder

  22. Assistí ao documentário, e não sou doutor em nada. Não sou estudioso de filosofia, nem ao menos leio muito sobre o assunto. Não conheço nada de Nietzche ( nem sei escrever o nome direito ), não sei nada sobre Ciracionismo ou Evolucionismo. Sei que Darwin foi e ainda é importante pelos seus estudos e suas descobertas. Não conheço a Bíblia em profundidade, nem estudei religiões egípcias. Assim, encontro-me na posição de comum, como a grande maioria manipulável.
    Caros amigos, posso afirmar que toda forma de manipulação é possível quando não se consegue encontrar condições de esclarecimento. E verdades religiosas científicas ou de qualquer outra natureza, são verdades porque argumentos críveis nos levam ao questionamento do que tínhamos anteriormente como sendo o verdadeiro.
    Creio que estamos em uma época histórica em que a massificação das informações e a facilidade de acesso às mesmas tornam os questionamentos cada vez mais comuns. Nesse contexto, saber distinguir o que é sério do que é apenas manipulação é essencial para nossa evolução. Esses questionamentos das verdades podem tanto nos levar para cima quanto para baixo.
    E não pensem que não existem grupos de pessoas, sociedades, confrarias ou qualquer outro tipo de reunião social objetivando ‘dominar o mundo’. Existem, e ainda vão existir por tempos, enquanto não mudarmos nosso meio de vida. É preciso que a cooperação supere a competição.

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    Comentar por Sidney Moura — Quarta-feira, 19 Março 2008 @ 7:29 pm | Responder

  23. Was ist das??? Naturewissenchaten ??? Ich glaube viele besser “Naturwissenchaften”, oder nicht?? Ich denke, wann konnen sie deutsche sprechen, als sie schreiben hier auch!!!! Wann konnen sie auf filosophie sprechen auch!! Zeitgeist foi panfletário para poder atingir de forma contundente uma massa de ignorantes que só entendem o “CRÉU”, de outra forma cientifica e elaborada, essas muitas verídicas denúncias continuariam guardadas nas gavetas e na irresponsabilidade humana da maioria dos filósofos e pensadores que caminham por aí. Que conseguem, como a maioria dos criticos musicais, escrever sobre a qualidade de um trabalho musical, sem escutar um disco por completo… “Leia-se Eduardo Galeano – Mundo ás avessas” – desculpa a sinceridade, mas esse teu post foi um absurdo exatamente deste nível…

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    Comentar por Rauber — Segunda-feira, 19 Maio 2008 @ 3:53 am | Responder

  24. Ah, porque esse filme não poderia ser chamado “Coca-cola”

    segue abaixo:

    Zeitgeist. Essa palavra alemã vai aparecer na sua vida nas próximas semanas. Com ela, muitos cientistas políticos vão procurar explicar o fenômeno Lula.

    Para muitos analistas cultos, de dentro e fora dos comitês eleitorais, Lula conseguiu encarnar o zeitgeist do Brasil hoje. E aí, não tem marqueteiro, discurso político, denúncias, ataques, afagos ou qualquer outro recurso político que possa dobrá-lo.

    Zeitgeist, 1997 óleo sobre tela

    Zeitgeist é um substantivo composto alemão que se tornou um conceito de psicologia social e de filosofia, usado literalmente em outras línguas (inclusive entre intelectuais brasileiros). Zeit quer dizer tempo. Geist quer dizer espírito. Zeit + Geist = espírito do tempo, o sentimento de uma época, o pensamento de um momento histórico. Segundo o dicionário Webster, o “aurélio” da língua inglesa, “the general intellectual, moral, and cultural climate of an era” (o clima intelectual, moral e cultural geral de uma época).

    Além de expressar movimentos políticos, manifestações de psicologia coletiva em certos momentos da história, zeitgeist também é usado para expressar fenômenos culturais arrebatadores. Nesse sentido, os Beatles encarnam o zeitgeist,; o movimento contra a guerra do Vietnã foi o espírito da época no início dos anos 1970; a Bossa Nova foi a manifestação do tempo carioca e brasileiro dos anos JK; a Jovem Guarda, O Menudo na década de 80 com o “Não se reprima”. O CD novo do Racionais “Nada como um dia após outro dia”, também é um exemplo; a frase que pegou no Brasil todo que foi inventada pelo Nuno Mendes locutor da 105 FM: “É nóis na fita”. Tudo isto também é zeitgeist.

    O zeitgeist teve alguns momentos fortes na política, a Revolução de Outubro de 1917 na Rússia, a queda do muro de Berlim, as Diretas Já, o Fora Collor, etc. O zeitgeist opera como uma onda que empurra tudo o que se coloca em seu caminho: Quem estiver com ela, surfa sobre sua crista; quem estiver contra ela é massacrado, toma caldo.

    O zeitgeist pegou Serra e nada que ele fez (e talvez nada que pudesse ter feito) alterou isso. Lula sintonizou o sentimento deste momento da vida brasileira, talvez de toda a América Latina e possivelmente até de uma boa parte do mundo. Os primeiros sinais dessa onda talvez tenham se manifestado nos grandes protestos contra a globalização que quase inviabilizaram todos os mais recentes encontros de líderes políticos e econômicos do Primeiro Mundo. Se antes a zeitgeist anterior era a globalização, a privatização, as ondas das massas se viraram contra isso e Lula de bermudão e prancha surfou neste novo vagalhão, representando uma nova alternativa, mostrando que o Consenso de Washington que dominou o mundo nos anos 90, fracassou historicamente, entrando no século XXI como uma política que as massas querem deixar para trás. “Atrasado” hoje é quem defende as idéias desses tecnocratas e especuladores de mercado financeiro.

    A derrota de Serra não quer dizer, necessariamente, que ele ou seus assessores não soubessem que o espírito das massas estava contra ele. Eles sabiam. Tanto é que Serra procurou não se associar muito a Fernando Henrique e seu mote foi sempre a “mudança”.

    Mas Lula, cuidado, afinal, o zeitgeist pode mudar nesses quatro anos (ou mesmo antes). No curto prazo, porém, o zeitgeist não dá sinais de parar. Ele vem como um tsunami (as ondas japonesas também chamadas de maremotos) para arrebatar consciências e corações, que foram feridos nos últimos anos pelos neoliberais.

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    Comentar por Rauber — Segunda-feira, 19 Maio 2008 @ 3:59 am | Responder

  25. Sehr G. Herrn Rauber: Man muss nicht ausgesprochen blöd sein, um Ihre Schreibe zu lesen, aber es erleichtet die Sache ungemein! Naturalmente que Zeitgeist tem um significado clássico definido pela filosofia, mas o que eu quis dizer é que não se compreende a sua utilização neste filme em particular, que aborda várias épocas — desde a antiguidade até aos tempos modernos.

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    Comentar por Orlando — Segunda-feira, 19 Maio 2008 @ 6:38 pm | Responder

  26. prezado alguém… não encontrei seu nome aqui… de certo vc tem todo o direito de discordar do documentário, mesmo pq eu mesmo achei ele com uma certa paranóia infantil, mas o fato dele atacar a religião em si e colocar a situação toda em cima da crença da divindade solar não retira o valor de nada… tem uma frase logo no início que fala… “Eu não sei o que Deus é… mas sei bem o que Ele não é”. O objetivo do documentário é elucidar ao que se chama de conspiração… e pegar mitos ou fatos e distorce-los isso já foi tarefa muito bem feita da própria religião… quanto mais um documentário… não acho que ele fale a verdade, mesmo pq isso é um tanto quanto ridículo a discussão sobre a mesma, mas ele mostra fatos e conseqüências um tanto pesadas para se deixar passar… realmente deveria sempre, independente do que seja procurar ver as coisas até o final… sou esotérico e nem por todo aquele início deixei de ver o valor do mesmo… achei até poético ver na vida aquele que criou tudo… muito melhor do que ver no dinheiro… e vale ressaltar… Deus pra mim realmente não é um bufão no céu vendendo promessas e milagres… e arrecadando dinheiro feito um banco mundial… ridículo isso, mas o pior é que se explora muito esse detalhe nos cultos por aí afora…

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    Comentar por djaysel — Sexta-feira, 15 Agosto 2008 @ 5:22 pm | Responder

  27. concordo, estudo história da arte há três anos e depois de ter estudado a maioria das religiões que existiram desde os nossos primórdios, sei que muito do que se diz neste video é quase uma associação forçada e uma teoria da conspiração contra as religiões modernas, acho ridiculo e desnecessário.

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    Comentar por cátia — Quinta-feira, 22 Janeiro 2009 @ 1:40 pm | Responder

  28. Tem mais fatos comprovando a não existência de Jesus neste documentário, que em 2010 de cristianismo.

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    Comentar por Jimmy — Domingo, 28 Fevereiro 2010 @ 8:19 pm | Responder

  29. O que é realmente importante no documentário é o facto de nos levar a questionar o que sempre pareceram verdades absolutas, no entanto parece-me mais um marxismo encapotado que outra coisa. Tudo o que nos leva a reflectir sobre a nossa sociedade, os nossos valores é positivo mas Zeitgeist parece saído de uma mente infantil que não aceite o Homem como um animal que vive e faz História. De repente fez-se luz e um iluminado encontra a solução para um final feliz? Pela educação conseguiremos certamente pensar e pôr de pé um mundo melhor.

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    Comentar por Maria Helena — Terça-feira, 6 Abril 2010 @ 7:05 pm | Responder

  30. Eu que assisti o filme todo tenho a dizer o seguinte: apesar das críticas à religião o filme termina com uma visão teosófica da religião. O que se pretendia no início do filme é questionar as religiões estabelecidas como dogmas, pois são instrumentos da manipulação politíca que vai ser criticada em seguida. Embora eu não concorde com os argumentos, que por sinal são baseados em um livro do século xix que forçou muito a coisa, tenho que concordar que os 10 mandamentos são um resumo de leis do livro egípcio dos mortos(eu pude conferir num exemplar do livro dos mortos), mas, apesar de estarem lá, como vc disse são leis essenciais em toda as culturas, parecem programadas no instinto do homem, tanto que daí decorre a idéia de direito natural( que pode se dizer dado por Deus). No mais a associação astrológica de significados e entidades espirituais a astros constelações etc.. não é coisa estrita do hindus, tanto que em israel já foi encontrado em escavações representações do zodíaco ao redor da estrela de davi, e a nossa astrologia é muito menos hindu do que grega, romana, judia etc… basta olhar o nome das constelações dos planetas dos signos etc(não conheço nenhuma constelação que chamemos de vishnu, krishna etc…) o que não prova que o cristo não tenha existido e seja apenas um representação astrológica, com certeza ele existiu.

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    Comentar por ubiratan — Quinta-feira, 5 Agosto 2010 @ 12:54 pm | Responder


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