perspectivas

Domingo, 2 Janeiro 2011

O social-fascista Zapatero foge para a frente

O governo social-fascista de Zapatero acaba de radicalizar a lei anti-tabaco, com a particularidade de a nova lei ter duas características fascistas :

  1. é proibido fumar ao ar livre — em uma distância que se calcula de 500 metros mas que não foi definida pela lei — em redor de hospitais e outros estabelecimentos públicos;
  2. a nova lei social-fascista zapaterista permite e incentiva denúncias anónimas em relação a quem eventual e alegadamente estiver a fumar num local proibido.


Contradição cognitiva

Recentes sondagens em Espanha dão ao partido social-fascista de Zapatero uma diferença de 20 pontos percentuais em relação e a favor do Partido Popular de Rajoy. Note-se que esta diferença de popularidade não se deve ao mérito de Rajoy, que é um perfeito banana e incarna a ambiguidade em pessoa; a diferença nas sondagens deve-se aos enormes erros cometidos pela governança social-fascista de Zapatero.

Uma das características dos governos social-fascistas e populistas (como são os casos, por exemplo, de Zapatero em Espanha, José Sócrates em Portugal, Hugo Chàvez na Venezuela e Lula/Dilma no Brasil) é a imposição de leis absurdas como meio de condicionar a reacção da populaça em relação ao descalabro da governação.

Desde 2005, Zapatero conseguiu manter-se a um nível aceitável de popularidade utilizando dois tipos de ferramentas políticas : a estimulação contraditória e a dissonância cognitiva.

  • A estimulação contraditória consiste na imposição de leis absurdas tirando partido de uma natural autoridade de direito aceite pela maioria da população em função de um governo democraticamente eleito.
  • A dissonância cognitiva decorre da coerção psicológica das massas que resulta da estimulação contraditória : perante o absurdo das leis, as massas entram em uma dissonância cognitiva que se traduz na recusa do exercício da opinião acerca da legislação absurda. Como escreve Olavo de Carvalho, as massas entram em “atonia mental que predispõe à subserviência passiva”.

Perante o desespero nas sondagens, Zapatero deita mão das ferramentas tradicionais do marxismo cultural; e isto não fica por aqui: até às eleições, vamos concerteza ver mais acções políticas de estimulação contraditória tendo em vista a dissonância cognitiva das massas.

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