perspectivas

Terça-feira, 28 Janeiro 2014

Os novos fascistas

 

Hoje saíram dois artigos de pressão política sobre o presidente da república: um do neofascista Miguel Romão, e outro do neofascista André Abrantes Amaral. E são neofascistas porque recusam liminarmente os mecanismos da democracia que incluem a figura do referendo.

Nenhum deles parece estar preocupado com o facto de nenhum partido dos dois que compõem o governo, e a maioria actual no parlamento, ter inserido no seu programa de governo a questão da adopção de crianças por pares de invertidos. Os neofascistas estão se cagando para a democracia.

Quando temos um professor de Direito que escreve isto, ficamos com a ideia clara da razão por que o Direito, neste país, se transformou em uma ideologia política.

Sexta-feira, 7 Junho 2013

Daniel Oliveira! Então?, faxisto?!!!

O Daniel Oliveira defende uma humanidade desumanizada – e depois vem dizer que a maioria do povo francês é fascista.

Na medida em que a maioria do povo francês não aprova o “casamento” gay e a adopção de crianças por pares de invertidos, considera o Daniel Oliveira que a maioria do povo francês é fascista, nazi, e uma cambada maioritária de homófobos. Podemos concluir da classificação de Daniel Oliveira que essa maioria do povo francês é uma aberração ontológica que, por isso, não deveria existir.

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Slogan dos ‘bloquistas’ franceses

Mas ele, Daniel Oliveira, diz ele próprio que não é fascista. Ele considera a maioria de um povo como sendo fascista, ao passo que ele, Daniel Oliveira, é uma boquinha d’anjo. Segundo o Daniel Oliveira, o facto de alguém considerar fascista a maioria de um povo revela “progressismo” da parte de quem assim julga.

Eu poderia entrar no mesmo tipo de burrice expresso por Daniel Oliveira, por exemplo, fazendo referência a muitíssimos actos de violência perpetrados por grupos de homossexualistas, como por exemplo este . Ou mesmo de assassínios perpretados por homossexualistas, como foi o caso de Mary Stachowicz que foi assassinada por um homossexual apenas porque ela lhe disse que não concordava com o comportamento dele. Mas não vou por aí.

Vemos o Daniel Oliveira a referir apenas um determinado acto de violência em Paris, com uma determinada conotação política, que enviou um homossexual para o hospital. Mas nunca, nunca, jamais, veremos o Daniel Oliveira mencionar os cerca de 100 mil cristãos assassinados todos os anos em todo o mundo, pelo simples facto de serem cristãos. Para o Daniel Oliveira, o assassinato anual de 100 mil cristãos é uma bênção que merece um silêncio ensurdecedor (a ver se se acaba com a raça dessa gentalha religiosa!).

O Daniel Oliveira talvez não seja racista pela cor da pele: antes, é um racista ideológico. Não discute ideias, mas entra só e apenas pela falácia ad Hominem (pelo ataque pessoal). Toda a gente que não concorda com as ideias dele é fascista. Até os conservadores, segundo Daniel Oliveira, têm obrigação de aceitar o “casamento” gay e a adopção de crianças por pares de invertidos; e têm que aceitar a procriação medicamente assistida indiscriminada e o sórdido negócio desumano das “barriga de aluguer”. O Daniel Oliveira defende uma humanidade desumanizada – e depois vem dizer que a maioria do povo francês é fascista.

A ler: L’hyperviolence des antifas

Terça-feira, 15 Março 2011

“Falar Claro”, no Porto TEDX

Vinha há pouco no carro e ouvi na Antena 1 da RDP o anúncio — com direito a entrevista — de um evento a realizar no Porto TEDX sobre o tema “Falar Claro”. A “coisa” é mais ou menos assim:

Uma vez que o nosso ensino está a formar analfabetos funcionais, é necessário reduzir a complexidade da linguagem escrita (a todos os níveis, incluindo a das instituições do Estado), de modo a que os novos analfabetos possam ser integrados na sociedade. Em vez de tentarmos elevar o nível cultural dos cidadãos, vamos baixar o nível e a complexidade da comunicação, através da redução da significação da linguagem ao mínimo possível.


Eu não conheço os promotores dessa conferência no Porto, e portanto, não vou fazer juízos de valor acerca das pessoas. Vou só analisar as ideias.

O cientista político dinamarquês Kresten Schultz-Jørgensen (ver página dele no FaceBook) escreveu recentemente um artigo com o título “Technology, Superficiality, and Fascism” (Tecnologia, Superficialidade e Fascismo). Eu não tenho tempo para traduzir o artigo, mas o leitor poderá fazer-me o favor de utilizar o tradutor do Google.

A certa altura do texto, Kresten Schultz-Jørgensen escreve o seguinte:

[A simplificação da linguagem] é um retrocesso, e George Orwell tinha razão : a dissolução da competência linguística com justificação na necessidade, leva à erosão do poder mental [do cidadão] e ao aparecimento de um fascismo auto-criado.

Menos palavras, menos espaço mental, mais preconceitos: os componentes-chave do fascismo.

A iniciativa “Falar Claro” faz parte de um projecto social-fascista, certamente ligado a uma Esquerda fascista protagonizada pelo Bloco de Esquerda e pelo Partido Comunista. Até que ponto os organizadores do tal evento têm a consciência disso, é secundário. O que interessa são os factos.

Domingo, 2 Janeiro 2011

O social-fascista Zapatero foge para a frente

O governo social-fascista de Zapatero acaba de radicalizar a lei anti-tabaco, com a particularidade de a nova lei ter duas características fascistas :

  1. é proibido fumar ao ar livre — em uma distância que se calcula de 500 metros mas que não foi definida pela lei — em redor de hospitais e outros estabelecimentos públicos;
  2. a nova lei social-fascista zapaterista permite e incentiva denúncias anónimas em relação a quem eventual e alegadamente estiver a fumar num local proibido.


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Sábado, 27 Novembro 2010

O social-fascismo jugular

Quando lemos o blogue jugular não nos devemos esquecer de que estamos em presença de uma ideologia social-fascista.
A mundividência do blogue Jugular é fascista e neonazi.

Uma psiquiatra radical de esquerda diz que “a dimensão espiritual e religiosa não é um acto terapêutico”. Desde logo, uma dimensão da realidade não é um “acto”; a psiquiatra não se sabe exprimir em português (“quem te manda a ti sapateiro, tocar tão mal rabecão”). Porém, é sabido que a inclusão da dimensão espiritual e religiosa na acção terapêutica é uma evidência científica; basta seguir o que se constatou em investigações científicas mais recentes.

O chavão “visão biopsicossocial da medicina” tem na sua base uma visão absurda da realidade: a sociobiologia. A sociobiologia pretende ser uma espécie de sociologia que engloba o ser humano e os animais em geral numa só área de investigação — ou seja, o ser humano é colocado, à partida, em pé de igualdade em relação a uma vaca, por exemplo. E é nesta equiparação e analogia que se espelha a concepção do mundo e da vida da referida senhora psiquiatra (o que, no caso dela, até compreendo).

É interessante constatar que a maior parte dos dementes sociopatas da esquerda radical estudaram ciências sociais — desde Francisco Louçã, ao gayzista-mor Vale de Almeida, até ao lesbianismo jugular.

A partir do momento em que o conceito de sociobiologia é considerado racional, legítimo e “científico”, a ética é minada por dentro, porque passa a ser legítima a utilização sistemática da falácia naturalista. O sofisma naturalista consiste em retirar conclusões morais a partir de um facto (natural) — por exemplo, os bonobos têm uma actividade homossexual constante, e portanto o comportamento homossexual nos seres humanos passa a ser moralmente válido; outro exemplo, o peixe-palhaço é transsexual, e por isso a transsexualidade passa a ser moralmente válida. A falácia naturalista, legitimada pela sociobiologia, elimina as hierarquias e categorias da ética e da moral, tornando-as totalmente arbitrárias.

E é baseando-se na falácia naturalista e na analogia (no nivelamento do ser humano pelos animais mais primordiais) do ser humano com um peixe-palhaço ou com um bonobo, que a psiquiatra diz que “a dimensão espiritual e religiosa não é um acto terapêutico”, porque é evidente que uma ameba não tem religião (pelo menos no sentido humano da palavra). O que a psiquiatra quer dizer é que o ser humano é uma espécie de “ameba evoluída”.

A mundividência do blogue Jugular é fascista e neonazi. Quando lemos o blogue jugular não nos devemos esquecer de que estamos em presença de uma ideologia social-fascista, o que significa uma nova estirpe das ideias nazis transmutadas e adaptadas ao nosso tempo. Resulta disto que o termo “feminazismo” faz todo o sentido quando aplicado ao blogue jugular.

Sábado, 16 Outubro 2010

A social-fascização dos Estados Unidos



O vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou que “Obama tem um cérebro maior do que a sua cabeça, e uma espinha dorsal como um pau”.

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