perspectivas

Sábado, 3 Dezembro 2016

Em Portugal, até os mortos pagam impostos.

Filed under: Política — O. Braga @ 5:23 pm
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Em Portugal, até os mortos pagam impostos. O Estado ainda vai penhorar a Nação, por causa do imposto sucessório de D. Teresa em relação ao seu filho D. Afonso Henriques.

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Quarta-feira, 22 Junho 2016

Todos os cidadãos portugueses são criminosos em potência

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 1:04 pm
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Segundo o governo da geringonça, todos os portugueses são criminosos em potência:

“Até Julho de 2017, as Finanças vão passar a ter acesso aos dados sobre todas as poupanças bancárias portuguesas de cidadãos residentes e não residentes”.

É óbvio que a Esquerda faz isto “para nosso bem”; a geringonça preocupa-se com o “nosso bem”. E em vez de vasculhar as contas bancárias apenas em caso de indícios de crime, passou a considerar que todos os portugueses podem ser criminosos.

Trata-se da inversão do ónus da prova: é o cidadão vulgar que tem que provar que não é criminoso.

Esta lei da geringonça terá que ser revogada — nem que se tenha de criar um novo partido liberal. O problema não está na procura de prevaricadores em relação a lei; o problema está no princípio securitário e orwelliano de eliminação radical da privacidade do cidadão em geral.

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Domingo, 12 Junho 2016

O libertarismo de Esquerda é uma treta

 

“Entre um mundo sem qualquer forma de coerção e outro em que alguma (por vezes, muita) coerção é compensada por certos serviços e bens, a esmagadora maioria das pessoas preferirá o segundo”.

O nó górdio do libertarianismo

Os dados estatísticos dizem que a esmagadora maioria das mulheres preferem “a coerção do Estado compensada por certos serviços e bens”, e que uma minoria de homens tem essa preferência. Não quero com isto dizer que as mulheres não sejam “pessoas”: quero dizer que as “pessoas” são do sexo masculino ou do sexo feminino, e que os interesses dos dois sexos são diferentes.

Em qualquer seita, como em qualquer sociedade, um dos “segredos” do Poder está no controlo das mulheres: controlem as mulheres e os homens (em geral) seguem-nas de forma canina, mesmo que não concordem com elas. O que se passa hoje é que o controlo das mulheres é realizado através do fomento de uma “indisciplina cultural feminina”: a mulher é controlada (pela Esquerda) deixando-a em “roda livre”, porque se sabe que a mulher sacrifica a sua liberdade em favor da segurança do “guarda-chuva” do Estado.

A “liberdade da mulher”, propalada pela Esquerda, é apenas a tendência da mulher de se sujeitar ao Estado. igualdade-diversidade

Até há pouco tempo, eu pensava que a democracia fosse um sistema político racional — ou, pelo menos, mais racional do que os outros. Mas hoje verifico que a democracia conduz à negação da democracia, na medida em que o corolário do “caminho democrático para o socialismo” (porque as mulheres são maioritárias na sociedade e têm direito a voto, e porque o protagonismo das mulheres na política tem vindo a aumentar) significa, a prazo, a negação da democracia na medida em que o indivíduo se vai diluindo no colectivo.

Naturalmente que a Esquerda dita “libertária” diz que defende os “direitos do indivíduo” — o que nos causa alguma confusão: ¿como é possível que o Bloco de Esquerda, por exemplo, defenda os “direitos do indivíduo” e, simultaneamente, tenha uma visão colectivista da sociedade?

O reconhecimento social de toda a espécie de “direitos” e “liberdades” tem como contraponto o retraimento narcísico dos indivíduos e o seu desinteresse pela coisa pública, em que, finalmente, a omnipresente encenação da liberalização dos costumes encobre uma propensão para o mimetismo, um seguidismo, e um conformismo sem precedentes. Ou seja, o “libertarianismo” sob tutela do Estado pode levar ao anonimato e à indistinção do indivíduo — e a Esquerda sabe disso.

O que a Esquerda “libertária” está a criar é um aumento progressivo da tutela da organização burocrática do Estado em que, por um lado, se afirma a singularidade do indivíduo, mas por outro lado, esse indivíduo é concebido de forma abstracta e em um anonimato generalizado. Quando o Bloco de Esquerda diz que defende os “direitos do indivíduo”, nada mais faz do que aumentar o poder do Estado sobre o indivíduo — o que é uma contradição em termos.

Portanto, o libertarismo de Esquerda é uma treta.

Quinta-feira, 9 Junho 2016

O João César das Neves é incoerente

Filed under: Política — O. Braga @ 11:27 am
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“Vivemos hoje em Portugal uma das situações mais terríveis e perturbadoras da humanidade: a lenta gestação de uma catástrofe. No futuro, quando olharem para o nosso tempo, as pessoas terão muita dificuldade em entender a apatia nacional que conduziu ao colapso de 2017-2018. Nessa altura muitos perguntarão como foi possível tal cegueira, ignorando os verdadeiros problemas, até se cair na ruína? Nós temos a resposta a este terrível enigma em directo e ao vivo.

César das Neves, no DN


O João César das Neves perde a razão quando se coloca do lado do federalismo da União Europeia.

A União Europeia tem um discurso anti-nacionalista, mas defende uma “nação” europeia federalista: “o nacionalismo é mau” — dizem os burocratas da União Europeia; mas a “nação” da União Europeia é boa. No entanto, o mal-estar está já instalado na Europa, devido ao despotismo dos burocratas de Bruxelas.

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Aparentemente, a única razão por que a Esquerda diz que “a União Europeia não é socialista”, é devida à relação que a União Europeia tem com a propriedade privada. Mas, como escreveu G. K. Chesterton, ‘Demasiado capitalismo’ não significa a existência de muitos capitalistas, mas antes significa a existência de poucos capitalistas.

A União Europeia bloqueia o pequeno e médio capitalismo e protege os grandes monopólios plutocratas transnacionais — o que significa que a independência material dos cidadãos em relação ao Estado é transferida para uma dependência material em relação a oligarquias. Por exemplo, em França, apenas 5.000 pessoas controlam o país inteiro de 60 milhões de pessoas, ligadas pela academia e pelo casamento.

A luta final dos marxistas europeus consiste na transferência da dependência material dos cidadãos para o Estado (porque os outros pressupostos do socialismo, a destruição da religião e da família, na cultura antropológica, já foram atingidos na União Europeia). Mas o João César das Neves continua a ser europeísta.

O outro problema é a democracia, que alimenta o parasitismo social e uma cultura de irresponsabilidade. Ou seja, a democracia é o instrumento da Esquerda para submissão total do cidadão ao Estado, o que significa a negação da democracia.

O objectivo da Esquerda é acabar com a democracia, utilizando a democracia.


«A nossa civilização corre o risco de ficar submersa como a Grécia (Atenas) sob a extensão da democracia, de cair inteiramente nas mãos dos escravos, ou então de ficar como Roma, não nas mãos de imperadores filhos do acaso e da decadência, mas de grupos financeiros sem pátria, sem lar na inteligência, sem escrúpulos intelectuais e sem causa em Deus.

O único antídoto para isto é uma lenta aristocratização

→ Fernando Pessoa

Segunda-feira, 9 Maio 2016

A Esquerda anticatólica

 

“El presidente de Castilla-La Mancha, el socialista Emiliano García-Page, asistió el pasado jueves a la entrega de los Premios Internacionales de Traducción Rey Abdulá ben Adbelaziz, concedidos por Arabia Saudí, que en la edición de este año se han entregado en la ciudad de Toledo, cuya Escuela de Traductores se ha contado entre los galardonados en esta séptima edición”.

burka-socialista

Quinta-feira, 7 Abril 2016

A lógica socialista: Maduro proíbe trabalhar à Sexta-feira para reduzir consumo de energia

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 12:11 pm
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“El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, ha decidido reducir los días laborables del país de cinco a cuatro días por semana en el marco de un plan de 60 días para atender una emergencia nacional en materia de agua y energía”.

Maduro prohíbe trabajar los viernes para reducir el consumo de agua y luz

Não trabalhar é bom para o combate contra o Aquecimento Global. Maduro pode ser comparado aos progressistas socialistas da Escandinávia — porque essa coisa de “trabalhar” prejudica o meio-ambiente, consome energia e água.

O bom socialista e progressista não trabalha; vive da justiça que consiste em cobrar impostos aos porcos capitalistas que trabalham e que ainda não compreenderam as verdades do progresso.

singularidades da nossa revolução

Sábado, 9 Maio 2015

Tirem-me deste filme… e desta Europa!

Filed under: Europa,politicamente correcto — O. Braga @ 7:11 pm
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Um professor universitário da conceituada universidade britânica de Warwick afirmou, em uma entrevista à BBC (Bolshevik Broadcasting Corporation), que os pais que lêem estórias aos seus filhos deviam deixar de o fazer, porque estão a colocar em desvantagem os filhos dos outros:

“According to a professor at the University of Warwick in England, parents who read to their kids should be thinking about how they’re “unfairly disadvantaging other people’s children” by doing so.”

Professor: If You Read To Your Kids, You’re ‘Unfairly Disadvantaging’ Others

Nem na defunta União Soviética o Lenine se lembrou de uma coisa destas! Mao Tsé Tung ficaria fascinado com esta tese… e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, mandaria empalar todos os pais que contassem estórias aos filhos.

Se esta notícia chega ao Partido Socialista de António Costa e ao Bloco de Esquerda, vamos ter uma reforma do ensino em Portugal. Já o Partido Comunista não se importa com as estórias dos pais desde que sejam as da revolução.

Ainda vamos chegar a um ponto em que crianças inteligentes irão ser internadas em manicómios e afastadas da sociedade.

Sexta-feira, 6 Março 2015

A Espanha está f*did*!

 

Aquilo que me chateia no “pensamento único” é que o Estado se meta, através dele, na minha vida privada; se o pensamento único não tiver nada a ver com a força bruta do Estado, então não me preocupa grande coisa.

Se toda a gente pensar da mesma maneira mas que não se coloque o Estado a vasculhar a minha casa, por mim podem pensar como quiserem.

tu-quoqueEm Espanha, os socialistas dizem que os neoliberais seguem um “pensamento único”, e estes dizem o mesmo daqueles. A verdade é que os neoliberais aproveitam-se do socialismo para aumentar impostos; e os socialistas aproveitam-se do neoliberalismo para ir reforçando o poder do Estado com o aumento dos impostos. A diferença é que uns chupam o povo de uma maneira, e os outros “xuxam” no povo de outra maneira. O que há de comum entre eles é que ambos defendem — na prática e por razões diferentes — aumento de impostos.

Portanto, o “pensamento único” é o aumento de impostos — seja para pagar a dívida pública rapidamente porque os Bancos alemães andam aflitos (os neoliberais) e não podem esperar, seja porque “a dívida pública não é para pagar” (os socialistas) e o “necessário aumento de impostos” serve para reforçar o poder absoluto do Estado.

Enquanto não se quebrar este “pensamento único” comum a neoliberais e socialistas, não saímos da cepa torta; ou então saímos do Euro. Neoliberais e socialistas fazem parte do problema, e não da solução.

Razão tinha o Salazar: quando chegou ao Poder (na década de 1920) só ia pagando os juros da dívida pública: o pagamento da dívida propriamente dita ficou congelado até meados da década de 1950. Mas hoje a Alemanha não facilita pagamentos, não obstante tenha tido condições muito favoráveis para o pagamento da sua dívida contraída com a II Guerra Mundial. “Pimenta no cu dos outros é chupa-chupa”.

“Liberalismo económico” com brutal aumento de impostos, para pagar a dívida pública aos Bancos alemães em uma década, é abuso de poder.

Quarta-feira, 30 Julho 2014

¿Lembram-se quando a polícia pretendia controlar os CD’s caseiros no interior dos automóveis?

 

Aqui há alguns (poucos) anos esteve na moda uma pseudo-lei desta república das bananas que permitia que a polícia pudesse vasculhar o interior dos automóveis, à procura de CD’s com música gravada em casa.

Um dia a polícia fez-me parar o carro e quis ver os CD’s no interior do meu carro — “para proteger os direitos de autor”.

Perguntei-lhes: “¿Os senhores têm um mandato de busca? É que o interior do meu carro, do ponto de vista da lei, tem um estatuto semelhante ao da minha casa.” É claro que não entraram no meu carro, porque eu pedi logo a identificação dos agentes da autoridade (porque eles são “agentes da autoridade”, e não “a Autoridade”).

De vez em quando, as bananas da nossa república causam diarreias mentais nos nossos governantes. Retomando o espírito do vasculho no interior dos automóveis, alegadamente para proteger os direitos de autor, agora os bananeiros da república pretendem cobrar direitos de autor sobre a compra de telemóveis:

“A Secretaria de Estado da Cultura pretende cobrar uma taxa de direitos de autor, no âmbito da Lei da Cópia Privada, sobre telemóveis, tablets, pens e discos rígidos. Caso a lei seja aprovada, o consumidor pagará uma taxa até 25 euros, mais impostos, na aquisição destes equipamentos.

Na sua versão actual, a Lei da Cópia Privada refere-se a uma compensação equitativa pela reprodução de obras intelectuais, prestações e produtos legalmente protegidos. A quantia destina-se a beneficiar os autores, artistas intérpretes ou executantes, editores, produtores fonográficos e videográficos.

A nova proposta de Lei alarga o âmbito de aplicação aos equipamentos de fixação e reprodução digital.”

Estamos perante uma nova PPP (Parceria Público-privada), através da qual alguns privados privilegiados são beneficiários ilegítimos de colectas de impostos do Estado. Desta vez, a ilegalidade da polícia vasculhadora foi substituída pela ilegitimidade do roubo legal através da criação de uma PPP.

Domingo, 16 Fevereiro 2014

O verdadeiro conservadorismo em França

 

familias de frança web

Segunda-feira, 13 Janeiro 2014

Os tradicionalistas portugueses deveriam ler Durkheim

Filed under: Política — O. Braga @ 7:00 pm
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Durkheim é fraco em ética (devido à influência do Positivismo) mas muito bom em filosofia política. De uma determinada forma, o seu pensamento político identifica-se com o de Alexis de Tocqueville. Um livro de leitura obrigatória é “A Divisão Social do Trabalho” (Editorial Presença, 1977), e outro é “Solidarity” (“Solidarité”, no título original em francês), e que penso que não foi publicado em Portugal. Se não encontrarem estes livros à venda, procurem-no nos alfarrabistas de Lisboa e Porto.

Durkheim é um anti-liberal mas, simultaneamente, é contra as doutrinas que defendem o Poder do Estado. Ora, isto faz dele um “conservador” no sentido actual do termo, por um lado, e, por outro lado, vai ao encontro do pensamento político de Tocqueville. A ideia propalada por alguns esquerdistas segundo a qual Durkheim foi um socialista, é totalmente errada: podemos dizer que houve quem se aproveitasse do seu pensamento para elaborar em uma qualquer forma de socialismo teórico (por exemplo, o Solidarismo de Léon Bourgeois, foi buscar alguma coisa a Durkheim), mas o anti-liberalismo de Durkheim manifestava-se também contra o centralismo estatal que é uma característica do socialismo (e também do nacional socialismo alemão, que mais não é do que uma forma de socialismo).

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Sexta-feira, 11 Outubro 2013

A União Europeia é um manicómio

 

A liberdade não é para malucos. A maioria dos políticos europeístas ficaria muito bem internada em um manicómio de alta segurança.

human heart web 300Por um lado, os deputados do parlamento europeu pretendem abolir o direito à objecção de consciência em relação ao aborto e transformá-lo em um “direito humano”; mas, por outro lado, os mesmos deputados do parlamento europeu pretendem que o aborto selectivo — também chamado “genricídio” na novilíngua de pau — seja proibido.

Ora, se o aborto é um “direito humano”, por que razão não se pode abortar um feto em função do seu sexo?! Estamos perante loucos que induzem os povos da Europa em estimulação contraditória que, por sua vez, pretende impor a todas as sociedades uma dissonância cognitiva.

Nós, portugueses, e os cidadãos dos países da Europa em geral, estamos a ser governados por loucos. É gente que perdeu a razão, completamente demente e desaparafusada dos miolos. Diria mais: a Esquerda europeia, na esteira do Partido Socialista de François Hollande controlada pela maçonaria, é a hipostasia coetânea do nazismo: em cada socialista podemos ver um nazi esconso mas actual.

Nossa Senhora da Conceição, padroeira de Portugal, permita que um dia os portugueses possam sair desta União Europeia pelo seus próprios meios e tão breve quanto possível. Viver na União Europeia é uma experiência imoral; e o simples facto de termos que aturar malucos alcandorados no Poder, é uma provação que Deus terá em conta por intercessão de Nossa Senhora e do Seu Filho.

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