perspectivas

Segunda-feira, 11 Agosto 2008

Olavo de Carvalho e o marxismo

«A reacção espontânea do leitor ingénuo ante essas obras [as dos comunistas] é imaginar que tanta repulsa ao mal [o “mal” burguês] só pode nascer de um profundo amor ao bem. Mas é próprio do mal odiar-se a si mesmo, e simplesmente não é possível que a redução de todos os valores morais, religiosos, artísticos e intelectuais da humanidade à condição de camuflagens ideológicas de impulsos mais baixos seja inspirada no amor ao bem.
O olhar de suspicácia feroz que Marx e seus continuadores lançam sobre as mais elevadas criações dos séculos passados denota antes a malícia satânica que procura ver o mal em tudo para assim parecer mais suportável na comparação.»

“Mentira Temível”.

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