perspectivas

Domingo, 2 Abril 2017

¿A tua vida está completa? Então vai suicidar-te à Holanda!

 

«Last October we reported that the Dutch government were planning to expand their euthanasia law to include people who are not physically or psychologically suffering but who believe that their "life is complete."

The DutchNews.NL reported that the Dutch doctors association (KNMG) was not in favour of developing a section of the euthanasia law to prescribe lethal drugs for "completed life."»

Dutch doctors group rejects separate rules concerning euthanasia for "completed life."


O governo holandês prepara uma lei de “suicídio assistido”, pago pelo Estado, para as pessoas na idade de reforma, saudáveis mas que “sentem que a sua vida está completa” (sic). Trata-se de poupar o dinheiro das reformas, matando os idosos saudáveis.

Anseio pelo dia da instituição de um Estado islâmico na Holanda; vai ser um festival ver esses políticos enforcados na praça pública.

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Quinta-feira, 30 Março 2017

O André Abrantes Amaral é mais ao cheiro, porque parece ser surdo

Filed under: André Abrantes Amaral,Holanda,União Europeia — O. Braga @ 6:07 pm

 

O André Abrantes Amaral corrobora o Jeroen Dijsselbloem, falando em “cegueira geral”. Eu diria, em contraponto, que os flatos têm cheiro por causa de pessoas como o André Abrantes Amaral: é que ele parece ser surdo: de outro modo, se os flatos não fossem cheirosos, ¿como poderia ele saber o que é um peido?

Convém dizer o seguinte:

  • se o Jeroen Dijsselbloem se referiu (com “as putas e vinho verde”) à classe política corrupta portuguesa — a começar nos amigos de Cavaco Silva (Partido Social Democrata) e acabando nos amigos de António Costa (Partido Socialista) —, e às elites corruptas em geral (a chamada “ruling class”), então o Jeroen Dijsselbloem e o André Abrantes Amaral têm razão;
  • mas se o Abrantes (“tudo como dantes, no quartel de Abrantes”), teima em ser surdo e em dizer que o povo português, em geral, “era só putas e vinho verde”, e que (por exemplo) os desempregados se encontram sem trabalho por terem sido uns boémios putanheiros — então teremos que mandar o Roque e a Amiga à bardamerda.

Domingo, 26 Março 2017

Vasco Pulido Valente e a “dor de corno histórica” de Jeroen Dijsselbloem

Filed under: capitalismo,Europa,Holanda,Pedro Arroja,Vasco Pulido Valente — O. Braga @ 3:46 pm

 

Alguém explique ao Vasco Pulido Valente que Calvinismo não é a mesma coisa que luteranismo: ele mistura aqui alhos e bugalhos. E o Pedro Arroja vai logo atrás da “autoridade de direito” do Vasco Pulido Valente que cai na falácia ad Verecundiam.

“José Manuel Fernandes foi o único a perceber que o comentário do sr. Dijsselbloem era um comentário de calvinista. Infelizmente, acabou aí. Mas vale a pena continuar. Garton Ash já pediu em público aos seus amigos Merkel e Schäuble que não tratassem a crise do Euro como “um ramo da teologia” e, para uso dos zoilos, também já explicou que esta perversão vem das profundezas da cultura alemã.”

Ó Vasco: “calvinista” é o caralho! E mesmo que Jeroen Dijsselbloem fosse calvinista, Merkel e Schäuble seriam luteranos (e não calvinistas). E se não sabes a diferença entre Calvinismo e luteranismo, Vasquinho, mete a viola ao saco.

Ó Vasco: não é Calvinismo: é racismo. É uma “dor de corno histórica”.

É, por exemplo, o português e o espanhol como línguas literárias e internacionais, e o holandês que é uma língua de grunho. ¿Alguém fala holandês? Só os grunhos! ¿Que civilização nos têm para oferecer, os holandeses? ¿Tulipas e moinhos de vento? Até a pintura clássica era flamenga (influência belga), e não propriamente holandesa. A Holanda foi uma colónia secundária da Espanha dos Filipes, e só como colónia de Espanha granjeou alguma notoriedade na Europa. E depois foi colónia dos ingleses, no tempo de John Locke e depois da revolução inglesa do século XVII. E a seguir foi submetida sucessivamente pelos franceses (Luís XIV) e pelos alemães. E hoje é uma colónia da Alemanha de Merkel e Schäuble.

Ademais, a tese de Max Weber acerca do capitalismo — “A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo”, 1905 — é apenas uma teoria.

A verdade é esta: na Europa, os Bancos surgiram, em primeiro lugar, no sul católico (em França com os Templários século XIII, e mais tarde, em Itália com os Monti di Pieta, século XIV e XV). Só mais tarde surgiu na Alemanha a Liga Hanseática. O prémio de seguro de risco foi inventado pelos franciscanos menores em Itália do século XII. A renascença italiana não foi outra coisa senão a exuberância capitalista das cidades-estado.

O capitalismo nasceu no sul da Europa, católico.

O que não podemos fazer é confundir capitalismo, por um lado, com revolução industrial, por outro lado. A revolução industrial surgiu em Inglaterra (e não na Holanda) na sequência das guerras civis do século XVII que separaram o Estado, por um lado, e as diferentes religiões, por outro lado (ergo, desenvolvimento da Ciência e da Técnica).

Quarta-feira, 22 Março 2017

Jeroen Dijsselbloem: “No sul da Europa, é só putas e vinho verde”

Filed under: Euro,Europa,Holanda,Norte da Europa,União Europeia — O. Braga @ 11:19 am

 

Na década de 1980, quando pela primeira vez visitei Amesterdão e passeei pelas ruas com lanternas vermelhas à porta e montras com mulheres nuas, comentei com alguém: “aqui na Holanda, é só putas e cerveja belga”. Afinal e agora, o ministro holandês das finanças inverteu o sentido da coisa: agora é o sul da Europa — e já não a Holanda — onde há putas nas montras e com álcool à mistura.

Bem sei que, entretanto, a Holanda mudou. Agora, as mulheres holandesas necessitam dos homens muçulmanos imigrantes — porque os homens holandeses autóctones (por exemplo, Jeroen Dijsselbloem ou Geert Wilders) já não “dão conta do recado”. Ao Jeroen Dijsselbloem só lhe resta a cerveja belga, porque, de mulheres, estamos conversados.

O homens do norte da Europa sofrem hoje do “síndroma das putas e vinho verde”: por um lado, não produzem vinho verde (o clima não o permite); e por outro lado, já não têm pedalada para as suas próprias mulheres, a ponto de serem obrigados a importar machos islamitas para as cobrir.

 

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