perspectivas

Quinta-feira, 18 Dezembro 2014

¿Por que é que a “Gouine comme un camion” não apresenta queixa em tribunal?

 

gouine-comme-un-camionO taxista do Porto que alegadamente, e segundo a “Gouine comme un camion”, agrediu-a por ela ser lésbica, foi suspenso de comunicações via rádio por parte da cooperativa RadiTAxis. E o jornal Púbico congratula-se com a suspensão de um homem que é pai de família.

A pressão dos aberro-sexuais sobre a cooperativa de táxis foi de tal modo que já se acredita que o taxista possa ser deportado para o Tarrafal. 1

Mas pergunto: ¿por que razão a “Gouine comme un camion” não apresenta queixa em tribunal por agressão?

Penso que por uma razão: o Código Penal, no seu artigo 143, nº 3, alínea B, diz que o taxista não será culpado se tiver unicamente exercido retorsão sobre o agressor (nesta caso é a agressora: a Gouine). Ou seja, se o taxista reagiu a uma agressão da Gouine, não é culpado de nada.

Em vez de se recorrer aos tribunais, os aberro-sexuais unidos pretendem linchar o taxista na praça pública. Com a ajuda do jornal Púbico.

Nota
1. Este caso está a ser acompanhado aqui no blogue sob a etiqueta Gouine comme un camion

Domingo, 14 Dezembro 2014

Gouine comme un camion

 

“No último domingo à noite, saiu do bar no qual trabalha e foi tomar um copo. Seriam umas 7h30, talvez 7h40, quando entrou no primeiro táxi estacionado na Praça da República, no Porto. Estava a falar ao telemóvel. A colega que a acompanhava disse-lhe o quanto gosta dela e ela respondeu-lhe com um beijo na boca.”

“Temos direito de andar na rua sem medo”


Vamos contar a estória da lésbica de outra maneira. (more…)

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