Esta apostila do Pedro Picoito deveria ser de leitura obrigatória na medida em que posiciona a questão do “casamento” gay no sítio certo: o que os activistas gays pretendem não é o casamento mas a elevação da homossexualidade a um princípio moral. Por exemplo, é uma manifestação de um princípio moral pedir-se ao cidadão que seja honesto. De igual modo, o activismo gay pretende transformar o relacionamento homossexual não só num acto nobre, mas também e essencialmente elevá-lo a um princípio moral que, por isso, deve ser seguido por toda a sociedade ― trata-se de inserir o acto homossexual, considerado em si mesmo, como um princípio ético que em última análise e segundo a ética de Kant, se transformaria num dever.
Escreve o Pedro Picoito:
Esta visão política do Pedro Picoito está correcta, mas convém complementá-la com a interpretação ética da reivindicação do “casamento” gay. O activismo gay (e não os homossexuais em geral, porque existem homossexuais que não são activistas políticos gay; convém chamar os bois pelos nomes) pretende criar uma cultura virtual na sociedade em que a homossexualidade é celebrada através de uma alta condição ética ― comparável ao altruísmo e ao ágape. Senão, vejam este vídeo de propaganda política gayzista espanhola patrocinada e paga pelo governo de Zapatero (reparem na varinha mágica que diz “educação”: um eufemismo para “lobotomia”).
A ler:



RSS - Posts



[...] Através do “casamento”, a homossexualidade impõe-se como um princípio moral [...]
Pingback por Roger Helmer: a voz da Razão « perspectivas — Quarta-feira, 12 Agosto 2009 @ 6:21 am
[...] Através do “casamento”, a homossexualidade impõe-se como um princípio moral [...]
Pingback por “Casamento” gay: a irracionalidade abençoada « perspectivas — Quinta-Feira, 1 Outubro 2009 @ 11:32 am
[...] Através do “casamento”, a homossexualidade impõe-se como um princípio moral [...]
Pingback por Não há paciência para aturar frozôs « A vida custa — Quinta-Feira, 12 Novembro 2009 @ 8:35 pm