perspectivas

Sábado, 31 Agosto 2019

Viktor Órban, o primeiro-ministro da Hungria, esteve no santuário de Fátima

Filed under: Hungria — O. Braga @ 4:20 pm
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O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Órban, esteve há poucos dias no santuário de Fátima.

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Os me®dia portugueses calaram a visita, e um primeiro-ministro de um país da União Europeia (a Hungria) não foi sequer recebido por um qualquer membro do governo português (nem que ele fosse recebido por um qualquer sub-secretário-de-estado!).

Quarta-feira, 6 Abril 2016

Discurso de Viktor Orbán em Março de 2016 (legendado em português)

 

Domingo, 20 Março 2016

Discurso do primeiro-ministro húngaro, Viktor Órban, em 15 de Março de 2016

Filed under: Política — O. Braga @ 11:44 am
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Assino por baixo (com as duas mãos).

Terça-feira, 25 Junho 2013

A União Europeia é um óptimo utensílio político da esquerda mais radical

Filed under: Europa,politicamente correcto — O. Braga @ 4:58 pm
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O esquerdista radical e extremista português Rui Tavares é o responsável pelo chamado “relatório Tavares” que pretende expulsar a Hungria da União Europeia porque este país tem um governo conservador eleito pelo povo. Qualquer governo, de um país pequeno da Europa, que não seja de esquerda ou não esteja subordinado à esquerda, é perseguido pela União Europeia de Durão Barroso.

Entretanto, o governo conservador de Viktor Orbán já conseguiu reduzir o défice excessivo e reconduziu a Hungria à senda do crescimento económico; e as sondagens mais recentes dão o partido conservador de Viktor Orbán com 49% das intenções de votos, logo seguido dos 27% dos socialistas. Mas a União Europeia não aceita a democracia na Hungria.

Enquanto a União Europeia persegue literalmente a Hungria, o Portugal-colónia da União Europeia, com um défice excessivo e sem crescimento económico é o modelo de país preconizado pelo radical e extremista Rui Tavares.

Domingo, 14 Abril 2013

A perseguição da União Europeia à Hungria continua

Le président de la Commission européenne, José Manuel Barroso, a écrit hier au premier ministre hongrois, Viktor Orban, pour se plaindre une fois de plus des dernières modifications de la Constitution du pays. Une étude des services de la Commission confirme que celle-ci a « de graves inquiétudes quant à la compatibilité de la quatrième modification de la loi fondamentale hongroise avec les règles de l’Union européenne et avec le principe de l’Etat de droit ». (via)

Quinta-feira, 11 Abril 2013

A Hungria não está no Euro (obviamente!)

Filed under: economia,Europa,Portugal — O. Braga @ 3:46 pm
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“Portugal e Hungria têm áreas e população de dimensões em tudo semelhantes. São dois países da União Europeia (UE) que distam entre si 2390 quilómetros. O primeiro está no Euro e o segundo ainda possui moeda própria, o chamado florim húngaro.

Portugal quer terminar o ano de 2012 com um défice de 5% e uma dívida de 120% relativamente a um PIB que deverá cair 3%.

A Hungria, pelo contrário, deverá ter um défice de 2,5% e uma dívida de 78,4%, tendo como base uma economia que deverá recuar 1,2%. Bem-vindo ao mundo dos contrastes no seio da Europa dos 27.” — (via)

Terça-feira, 9 Abril 2013

A cruzada da União Europeia contra a Hungria

O povo da Hungria foi a votos e elegeu um parlamento e um governo.

Viktor Orban primeiro ministro da Hungria¿E o que diz a União Europeia? Diz que não existe democracia na Hungria.

¿E por que diz a União Europeia que “não existe democracia na Hungria”? Porque o parlamento e o governo da Hungria, eleitos pelo povo húngaro, não pretendem alienar a soberania do país aos desígnios psicóticos das elites da União Europeia controladas por uma nova estirpe do nazismo.

Portanto, segundo a União Europeia, um regime não é democrático se praticar o voto popular; antes, é democrático apenas e só se alienar a sua soberania e depositá-la à mercê de um bando de irresponsáveis elitistas que interpretam o mundo de uma forma delirante.

A escolha eleitoral do povo húngaro não merece o respeito das avantesmas reunidas em Estrasburgo e em Bruxelas. Para as bestas da União Europeia, o voto não conta: o que conta é o poder plenipotenciário e nepotista de uma classe política europeísta e não eleita, que representa submissa e incondicionalmente a plutocracia internacional mais decadente.

Quinta-feira, 7 Fevereiro 2013

O exemplo que chega da Hungria

Filed under: Europa — O. Braga @ 10:54 am
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« Há uns dias, li uma interessante entrevista a Viktor Orban, o primeiro-ministro da Hungria, na qual defende que se os países europeus não implementarem mudanças radicais, estão condenados a desaparecer.

Orban, que tem sido criticado por muitos dirigentes europeus, afirma que Bruxelas não pode ser igual a Moscovo no tempo da URSS: “Em Bruxelas, tem que haver debate, e as nações têm que representar os seus interesses. Se há interesses comuns, pomo-nos de acordo. Se não há interesses comuns, não pode ser Bruxelas a ditar o que temos que fazer”.

E acrescentou: “Sempre que há uma crise, Bruxelas impõe a mesma receita”. Viktor Orban explica que é possível fazer com que a crise não caia apenas sobre as pessoas. Por isso, e entre outras medidas, o seu Governo controla o preço da electricidade, da água e dos combustíveis. “Não permito que se aproveitem das pessoas”, justifica. Também baixou os impostos às pessoas com baixos rendimentos e aumentou os impostos aos bancos e às multinacionais que têm monopólio.

O certo é que, em 2010, altura em que assumiu o Governo, a Hungria estava pior do que a Grécia e, hoje, apresenta uma recuperação admirável. »

via O exemplo que chega da Hungria – alinhamentos.

Sexta-feira, 17 Fevereiro 2012

A Direita na Europa é um sistémico erro de casting

Falar em “Direita da Europa” é um eufemismo.
(more…)

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