perspectivas

Domingo, 21 Junho 2009

A mentalidade psicótica de esquerda

Se analisarmos este texto, verificamos a contradição de pessoas que se sentem orgulhosamente diferentes se sentirem na necessidade (sic) de mostrar que são iguais aos outros. A partir dele, podemos resumir “o problema” do nosso tempo: bastará a criação de condicionalismos sócio-económicos, a aplicação da técnica nas nossas vidas e, no caso concreto, a formatação do direito positivo, para que a vida humana seja valorizada ― sem necessidade e independentemente da reflexão de ordem moral, ética, estética e religiosa ? (1)

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Quarta-feira, 28 Janeiro 2009

Edmundo Husserl

Num dos últimos postais fiz referência à fenomenologia de Husserl que foi utilizada pela Utopia Negativa, pelo Existencialismo contemporâneo e pelo desconstrucionismo esquerdista..
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Segunda-feira, 26 Janeiro 2009

A mente revolucionária, o messianismo judaico, a Utopia Negativa e o fenómeno obâmico

O Cristianismo ― e principalmente a Igreja de Roma ― passou a ser um alvo a abater, e para que tal aconteça, existe um fenómeno nunca visto de união de contrários ideológicos ― a plutocracia judaica internacional, a judaico-maçonaria, o movimento comunista internacional, e o próprio Islão que está a ser instrumentalizado pelos outros três movimentos internacionais.

Se virmos o programa de acção social do títere Barack Obama, mais de metade do programa é dedicado aos gays, como se as carências sociais dos Estados Unidos se resumissem aos protestos e reivindicações esdrúxulas dos gays. Ao ler o texto, fica-se com a ideia de que praticamente as lacunas da justiça social norte-americana se prendem com a realidade gay. Todos nós sabemos que não é assim, mas se alguém se atreve a questionar o critério obâmico na política de acção social é imediatamente apodado de “ignorante” ou/e “fascista”, porque os políticos conservadores da Europa e dos Estados Unidos estão totalmente reféns de uma trama ardilosa montada através de décadas de pensamento laborioso totalitário e esquerdista. (more…)

Segunda-feira, 28 Abril 2008

Pierre Klossowski


“Jovem Travesti”, de Klossowski

Quando falei aqui sobre o artista sul-americano que expôs um cão a morrer à fome e sede como sendo um objecto de arte, e do alemão que colocou um moribundo nas mesmas condições, não me lembrei, neste post, de dar os nomes aos bois que precederam as duas bestas supracitadas: um deles, é Pierre Klossowski, e outro é Michel Foulcault — este último, amigo do primeiro e um pedófilo inveterado, orgulhoso desse facto e publicamente assumido. É desta merda de que se orgulha a cultura contemporânea.

Klossowski era um obcecado por imagens sadistas, tanto em desenhos que fazia, como nos livros que escreveu (por exemplo, “Sade, o meu próximo”). Como não poderia deixar de ser, Klossowski adorava Nietzsche.

Um dos desenhos de Pierre Klossowski (não confundi com Balthus, o seu irmão) ilustrava um monge a sodomizar um menino, o que encantou e entusiasmou Michel Foulcault. Noutro desenho, uma mulher nua estava amarrada numa cama enquanto um anão a fornicava; e dos livros que mais gostou de publicar, o “Baphomet” conta a estória do triunfo do anticristo sobre a ordem divina.

Estão a ver como a merda se transmite por via cultural? E pior: a cada geração que passa, o ar torna-se mais pestilento.

Os valores da lógica do Absurdo (1)

Filed under: cultura,Política — O. Braga @ 12:28 pm
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1. A utopia radical e o islamismo



A aliança Marx-Maomé

1.1 Existem três realidades ligadas de tal forma entre si que são inseparáveis: o darwinismo (o evolucionismo como filosofia), o ateísmo – que se radica numa visão estritamente evolucionista e materialista do universo, – e o movimento revolucionário mundial, cuja base filosófica se escora na conjugação dos dois primeiros pressupostos.

1.2 Para que possamos compreender o que se passa hoje na política e na sociedade em geral, temos que “rebobinar” a História – pelo menos – até à revolução francesa, embora algumas das ideias do século 19 sejam essenciais para a compreensão do nosso tempo. Quando um político actual adopta um tipo de acção, essa acção tem por base um repositório ideológico que constitui a súmula idiossincrática de (pelo menos) 200 anos de história das ideias. Contudo, essa acção pode ser fruto do inconsciente – quando o discurso é assimilado mecânica e culturalmente e reproduzido nessa condição – como parece ser o discurso de José Sócrates ou de alguns sacerdotes católicos “intelectuais” – ou consciente, quando o discurso é fielmente estereotipado e consentâneo com a linha ideológica que se mantém ao longo de décadas, ou mesmo de séculos (por exemplo, o discurso da “cassete” do partido comunista).

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Domingo, 16 Março 2008

Um cão não pode cagar no parque, mas a fornicação é livre

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Vondelpark

O governo holandês acaba de legalizar o sexo explícito e livre no parque Vondelpark, em Amesterdão. O pessoal chega ao parque, tira a roupinha e dá uma queca em público, e a polícia fica a ver o espectáculo.

Os ecologistas deveriam estar contra esta medida do governo holandês: uma queca mal dada no parque só serve para f**** a Natureza. E melhor do que fornicar no parque, seria legalizar a queca nos jardins zoológicos: faz mais sentido; misturados com os macacos e outros animais, seria muito mais interessante de ver.

Segunda-feira, 10 Março 2008

A esquerda e Habermas

A esquerda reclama Habermas a todo o transe. A ideia de que todas as normas sociais (moral), assim como toda a verdade, devem ser postas sistematicamente em causa e analisadas de modo crítico, só se aplica se as normas morais tiverem origem religiosa. Seguindo Habermas, a esquerda defende a ideia de que nenhuma verdade é definitivamente adquirida senão a verdade que insulte as convicções religiosas da maioria. A ética da tolerância e de livre comunicação entre cidadãos, made by Habermas, é aquela que manipula a ciência em nome da Utopia Negativa.


“The results of more than a century of anthropological research on households, kinship relationships, and families, across cultures and through time, provide no support whatsoever for the view that either civilization or viable social orders depend upon marriage as an exclusively heterosexual institution. Rather, anthropological research supports the conclusion that a vast array of family types, including families built upon same-sex partnerships, can contribute to stable and humane societies.”

Gostava de saber onde os antropologistas americanos alguma vez se depararam com uma “sociedade viável” onde o casamento entre pessoas do mesmo sexo parisse gente que tornasse viável o futuro dessa mesma sociedade. No entanto, é esta a verdade científica inquestionável, que a esquerda que idolatra Habermas dá graças à verdade “científica” definitivamente adquirida.

Terça-feira, 12 Fevereiro 2008

A Turquia despreza o multiculturalismo e o relativismo moral

A União Europeia hesita na questão da adesão da Turquia, impondo condições prévias em matéria de direitos e garantias, e o parlamento turco aprova uma lei que faz regressar o uso do véu islâmico das mulheres em instituições públicas, nomeadamente nas universidades. A mensagem dos políticos turcos é clara: a Turquia não se submete a chantagens económicas que pretendam subjugar e condicionar os turcos sob o ponto de vista cultural. O problema é que ninguém pode garantir que a Turquia não passará a defender o retorno ao califado mesmo depois de uma eventual adesão à UE.
A lei integrista turca que repõe o véu islâmico nas instituições públicas é uma resposta aos socialistas, marxistas culturais e libertários europeus: não adianta que tentem seduzir a Turquia com as benesses económicas que a adesão à UE pode implicar, em troca de concessões em sede de ética e da adopção institucional e cultural de um relativismo moral promovido pelo libertarismo europeu actualmente no poder.

Constatamos, assim, que o radicalismo integrista islâmico se opõe ao radicalismo libertário ocidental (com uma forte simbiose com o marxismo cultural). O verdadeiro “choque de civilizações” é este, e não o que hipoteticamente oporia cristãos a muçulmanos.
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Domingo, 30 Dezembro 2007

Dissertação sobre o fundamentalismo anti-teísta e a elite estupidificada

“No caso de Dawkins – e intra-muros, no caso de Saramago – assistimos a dois casos típicos de desonestidade intelectual. Ambos são intelectualmente desonestos na sua sanha irracional anti-religiosa.”

(texto com 1690 palavras)
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Terça-feira, 11 Dezembro 2007

A Utopia Negativa

Politicamente correcto

Politicamente correcto

Tentei definir aqui o Politicamente Correcto de uma forma que a maioria entenda, mas a verdade é que o politicamente correcto é muito mais complexo e varia de acordo com os tempos e com a cultura das elites.

No tempo de Salazar não deixou de existir o politicamente correcto, porque subjacente ao politicamente correcto, existe sempre uma utopia. No caso do Estado Novo, existia a utopia da Portugalidade e do Quinto Império. Tratava-se de uma utopia positiva, consentânea com a “utopia clássica” de Platão, Tomás Moro, Campanella, Fourier, etc., etc.

O marxismo cultural (ou politicamente correcto actual) trata-se de uma utopia negativa, porque se concentra na crítica dissolvente da nossa sociedade real. A Teoria Crítica da sociedade por parte do politicamente correcto é negativa porque não possui conceitos capazes de superar a distância entre o presente e o futuro, mas “pretende conservar-se fiel àqueles que deram e dão a sua vida pela Grande Recusa” (“O Homem Unidimensional”, de Herbert Marcuse). Quaisquer que sejam as possibilidades reais que a nossa sociedade actual apresenta de um futuro melhor, o marxismo cultural não nos revela quais são, limitando-se a negar totalmente o sistema em que se baseia a nossa sociedade, e na sua totalidade. Exemplos do marxismo cultural são as “picaretas falantes” do Bloco de Esquerda: destrói, destrói, critica e critica, bota-abaixo, mas ficamos sem saber muito bem quais são as alternativas que propõem para a nossa sociedade. Vejam o discurso do Francisco Louçã e reparem se não é verdade.

Por exemplo, a utopia que preside ao blogue “Arrastão” é parte da utopia negativa marxista cultural que procura sistematicamente a dissolução da nossa sociedade, e tem na procura dessa dissolução o seu único objectivo. Quando o Daniel Oliveira (e outros que tais) defende as posições das minorias a ponto de lhes dar privilégios que a maioria não tem, não o faz por piedade ou sede de justiça: fá-lo por pura ideologia socialmente destrutiva, que é seguida de uma forma irracional através de uma cartilha de lobotomia política definida.
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