perspectivas

Quinta-feira, 31 Outubro 2013

O parlamento europeu pretende instituir privilégios para os invertidos

 

Defender os direitos humanos não é instituir privilégios de classe.

A deputada lésbica austríaca ao parlamento europeu, “butch” Ulrike Lunacek (Gouine comme un camion!), elaborou um Relatório de Iniciativa 1 — semelhante ao relatório da execrável Edite Estrela — que, a ser aprovado, instituirá uma forma de censura política pior do que a salazarista: a censura do pensamento. No tempo do Salazarismo, eram censurados os textos publicados contra o regime do Estado Novo; mas segundo o relatório da “butch”  Ulrike Lunacek, qualquer pensamento homofóbico deve ser censurado, o que significa a criação de uma polícia política do pensamento.

«Since January 2011, it has made this request ten times in various resolutions, asking the European Commission to produce a roadmap against homophobia and discrimination on grounds of sexual orientation and gender identity. This report sets out a draft canvas for such a comprehensive policy.»

Ulrike Lunacek web 300A partir do momento em que a “butch” lésbica Ulrike Lunacek confunde “homofobia”, por um lado, com “discriminação em função de orientação sexual”, por outro lado, entrou-se já no campo da subjectivização da lei que torna legais autos-de-fé mediante a falácia da interrogação e censura do pensamento. O movimento gayzista é mais perigoso do que a PIDE; e só é comparável à GESTAPO e/ou ao KGB.

Por outro lado, quando se fala em “discriminação” (por exemplo, no acesso ao trabalho) há que ter o cuidado de não deduzir daí a exigência de atribuição de privilégios. Não faz sentido que um fanchono tenha qualquer prioridade no acesso ao trabalho quando comparado com uma pessoa normal. O combate à discriminação não significa a atribuição de privilégios aos fanchonos. Defender os direitos humanos não é instituir privilégios de classe.

Nota

1.  Os Relatórios de Iniciativa do parlamento europeu não são vinculativos, ou seja, não obrigam os governos e Estados nacionais. Mas como a classe política europeia, em geral, tende para o extremismo político — por exemplo, o Partido Socialista e o Partido Social Democrata —, esses Relatórios de Iniciativa são, regra geral, imediatamente adoptados a nível nacional por uma classe política subserviente ao politicamente correcto.

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