perspectivas

Segunda-feira, 18 Julho 2016

Portugueses e turcos nunca se deram bem

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:26 am
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Eu não simpatizo com o Erdogan; mas quando vemos o Bloco de Esquerda a atacá-lo, não podemos também gostar dos golpistas. Os turcos não têm uma cultura de matriz europeia. Ponto final.

O QI médio turco é de 89, o que aproxima a Turquia da ingovernabilidade. A cultura islâmica promove o casamento entre primos direitos, o que é uma das causas do baixo QI dos turcos.

erdogan

A arbitrariedade política turca é de tal forma que o Erdogan pretende reintroduzir a pena-de-morte para crimes do passado — o que vai contra o definido pelo Iluminismo no Direito (por exemplo, com Reimarus): uma lei punitiva não se aplica retroactivamente; não devemos criar uma lei hoje para punir um crime de ontem.

Portugueses e turcos nunca se deram bem. Os portugueses, sempre em minoria, causaram terror entre os turcos.

Terça-feira, 19 Abril 2016

Vêm aí os turcos! Apertem os cintos!

Filed under: Política — O. Braga @ 3:42 pm
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“Le Parlement européen a voté par 375 voix contre 133 l’initiative du président chypriote Nicos Anastasiades, qui a demandé à la présidence néerlandaise de l’Union d’ajouter le turc aux 24 langues officielles de l’UE, dans l’espoir de faciliter les efforts en faveur de la réunification de l’île.”

Le turc est devenu une « langue officielle de l’UE »

mulher-turca

Terça-feira, 29 Maio 2012

O turco não é burro

Filed under: aborto,ética,cultura,Europa — O. Braga @ 8:40 am
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« May 28, 2012 (LifeSiteNews.com) – Turkey’s Prime Minister Recep Tayyip Erdogan is making headlines in Europe for calling abortion “murder,” and linking it to an international population control agenda.

“No one should have the right to authorize it. Whether you kill the baby within the womb of his mother, or kill him after his birth, there’s no difference,” said Erdogan on Friday.The prime minister also said that the purpose of abortion is “to prevent this country’s population from growing further.” »

via Abortion is ‘murder’ for the purpose of population control, says Turkish prime minister | LifeSiteNews.com.

Ao contrário, por exemplo, de Dilma Roussef que pretende instaurar o abortismo no Brasil, o primeiro-ministro turco, Erdogan, não é burro. Ele sabe bem que os poderosos têm medo das famílias numerosas.

O argumento dos poderosos abortistas e eugenistas — organizados a partir da própria ONU — é o de que “o planeta tem gente a mais”, e que os flatos das crianças são uma das causas do aquecimento global. Porém, o turco não se deixa levar na conversa dos donos do mundo: ele sabe que a Europa, por este andar, vai-se tornar numa colónia turca e muçulmana. É uma questão de tempo.

Sábado, 19 Maio 2012

Isto tem que acabar!

Filed under: Europa,Islamismo — O. Braga @ 12:54 pm
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Ce manque de reconnaissance « rend difficile la vie de l’Église comme institution ». Un exemple : « Nous ne pouvons ouvrir un compte en banque au nom du diocèse, parce que le diocèse n’existe pas légalement. »

via « L’État turc ne veut pas d’une Église catholique turque », déclare le vicaire apostolique d’Istanbul | Talpa brusseliensis christiana.

O Estado turco não reconhece a Igreja Católica turca como uma instituição de direito privado. A Igreja Católica turca não pode sequer abrir uma conta bancária em seu nome! Mas o mesmo Estado turco pretende entrar na União Europeia e, por exemplo, François Hollande apoia essa entrada.

Nenhum país da Europa discrimina a religião islâmica, mas a Turquia — e os países islâmicos em geral — acham-se no direito de discriminar outras religiões, e principalmente a Igreja Católica. Isto tem que acabar: ou o mundo islâmico reconhece o princípio da reciprocidade, ou vamos ter que tratar o Islamismo na Europa da mesma forma que o mundo muçulmano trata o Cristianismo.

Segunda-feira, 14 Maio 2012

Sinceramente, a democracia assim não faz nenhum sentido

Hollande pretende reabrir o dossier de adesão da Turquia à União Europeia. A irresponsabilidade da Esquerda é inqualificável. Porém, o que mais incomoda é saber que a democracia deixa de ter sentido quando os políticos não têm em consideração a distribuição dos votos pelas diferentes sensibilidades políticas.

Hollande ganhou as eleições francesas por uma margem mínima e mais por um voto de protesto contra Sarkozy, o que não lhe dá o direito de deitar um consenso nacional francês maioritário em relação à Turquia pela pia abaixo.

Sábado, 25 Fevereiro 2012

A União Europeia é um manicómio em construção

Filed under: Europa — O. Braga @ 8:24 pm
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A Turquia anunciou solenemente que vai suspender as suas relações diplomáticas e oficiais com a União Europeia, a partir de 1 de Julho de 2012.

A razão alegada pela Turquia para o corte de relações com a União Europeia prende-se com o facto, considerado gravoso por aquele país, de o Chipre assumir a presidência rotativa da União Europeia no segundo semestre deste ano.

Existe aqui um problema bicudo: por um lado, a Turquia pretende aderir à União Europeia; e por outro lado, a Turquia não reconheceu Chipre como país independente. O que significa, em termos práticos e objectivos, que a Turquia pretende expulsar o Chipre da União Europeia com sua adesão a esta organização; ou seja: a Turquia arroga-se no direito de expulsar qualquer estado-membro da União Europeia, e quando o entender.

Quarta-feira, 10 Agosto 2011

Os turcos não esquecem a História, mas a Europa só vive no presente

A Turquia sempre negou o genocídio arménio, mas isso não impede que um alto político turco venha a terreiro exigir que a “islamofobia” seja considerada como um crime contra a humanidade.

Naturalmente que o turco não se referiu aos cerca de cem mil cristãos que são assassinados, em todo o mundo e todos os anos, às mãos dos islamitas; nem se lembrou a miserável condição feminina nos países islâmicos — para não falar na forma como os homossexuais são tratados nesses países. O turco apenas se serviu da tragédia perpetrada por Anders Behring Breivik para exigir ainda mais facilidade de imigração islâmica na Europa — naturalmente com o beneplácito da Esquerda mais radical.

Ainda estou para saber como é que o Bloco de Esquerda concilia, por exemplo, a sua defesa da livre imigração islâmica, por um lado, com a defesa dos direitos das mulheres, por outro lado; mas não vale a pena sequer tentar entender o Bloco de Esquerda.

Ao longo da História, os portugueses — com a única excepção, talvez, de José Sócrates, que apreciava particularmente os homens turcos, e até teve um “guarda-costas” turco — nunca se deram bem com os turcos. Onde existisse um português e um turco havia logo bordoada. E, pelo que se vê, a saga vai continuar.

Sexta-feira, 3 Dezembro 2010

A agenda política turca em relação à Europa

A Wikileaks cita o embaixador americano na Turquia, Eric Edelman, que escreveu ao governo americano a 30 de Dezembro de 2004:

«We have also run into the rarely openly-spoken — but widespread belief among adherents of the Turk-Islam synthesis — that Turkey’s role is to spread Islam in Europe, “to take back Andalusia and avenge the defeat at the siege of Vienna in 1683”, as one participant in a recent meeting at AKP’s main think tank put it.»

O partido AKP da Turquia é o partido político que está no Poder naquele país, e o partido que defende a entrada da Turquia na União Europeia. Enquanto que o Ocidente cristão se preocupa com o choque de civilizações, os turcos — e os islamitas em geral — promovem sem pudor esse mesmo choque de civilizações.

Terça-feira, 1 Junho 2010

A “frota humanitária” que declarou guerra a Israel

Filed under: Política — O. Braga @ 8:02 am
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Uma forma de eu mostrar em toda a vizinhança que o meu vizinho do lado é um bruto, pode ser a de colocar em causa os interesses particulares e mesmo vitais dele, esperar a reacção violenta dele, e depois gritar desalmadamente que fui agredido e que “o vizinho é um bruto”. Funciona sempre. E a liderança palestiniana, ao longo do tempo e desde 1967 (guerra dos seis dias), não tem feito outra coisa senão colocar o seu próprio povo em risco sistemático para satisfazer o mórbido voyeurism europeu e o seu complexo de culpa esquerdista.

Israel está em guerra com o Hamas. Podemos tentar racionalizar a guerra, tentar saber quem tem razão, embora “o tempo das armas não seja o tempo das leis” (Plutarco). O que não podemos é tentar justificar a acção de quem alimenta a própria guerra com um comportamento aparentemente pacifista. “Quem não quer ser lobo, não lhe veste a pele”. Israel ofereceu os seus portos para descarga da ajuda alimentar da “frota humanista”, com a garantia de que a ajuda alimentar chegaria à faixa de Gaza; os “humanistas” — que tinham armas de fogo a bordo — insistiram num acto de guerra que consiste em furar o bloqueio imposto por Israel.

Se os israelitas permitissem que esta frota “humanista” passasse e entrasse em Gaza, mesmo que desta vez não tivessem armas a bordo para alimentar a guerra do Hamas, nada garantiria que uma onda de “frotas humanistas” não chegassem em catadupa com armas pesadas a bordo para uso dos fundamentalistas islâmicos e destinadas a acções de guerra sobre a população civil de Israel.

Quanto ao papel da Turquia neste imbróglio, basta saber quem é o actual primeiro-ministro turco e qual é o cariz ideológico do actual partido no poder nesse país, para depois ficarmos a saber as razões da complacência política turca em relação à “frota humanista” que declarou guerra a Israel.

Sábado, 17 Outubro 2009

Obama está a perder a batalha da Europa

putin-hillary

O recente episódio do abandono de aviões da força aérea de Israel em manobras conjuntas da NATO na Turquia, é a ponta do icebergue de uma situação problemática que não só compromete a manutenção do nível tradicional da influência dos Estados Unidos na Europa, como pode ser entendida como um sinal da expansão dos interesses russos nessa região. Para além do problema da economia mundial e do financiamento da crise internacional, existem problemas políticos e geo-estratégicos que limitam naturalmente a influência americana na Europa, para além dos erros crassos que Obama tem cometido na sua política externa.
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Segunda-feira, 11 Maio 2009

Cavaco Silva afirmou o seu apoio à entrada da Turquia na União Europeia

Filed under: Europa,Islamismo — O. Braga @ 8:06 pm
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Quando os seus conterrâneos perguntaram a Xenófanes se deveriam oferecer sacrifícios e lágrimas por Leucoteia, ele respondeu com ironia: “Se a julgais uma deusa, não deveis chorá-la; se a não julgais como tal, não deveis oferecer-lhe sacrifícios”. Se o Tratado de Lisboa não é para ser aplicado, não concordo com a entrada da Turquia na UE; se é para ser aplicado, já concordo com a Turquia na UE, porque a sua entrada será certamente o princípio do fim da União Europeia.

Eu até percebo que Cavaco Silva defenda a adesão da Turquia à UE, com os seus 80 milhões de devotos muçulmanos. Cavaco teve uma educação tradicional que incluiu a religião. A adesão de 80 milhões de muçulmanos na UE não é coisa pouca para quem defende o ateísmo de Estado, como Mário Soares, Zapatero, Tony Blair e Gordon Brown, etc.. A ideia de que é possível transformar o Estado turco num Estado ateu, é delírio de revolucionário.

Com 80 milhões de muçulmanos na UE, deixa de existir um denominador comum dos países que compõem a UE, que consiste na sobreposição do leviatão europeu ao Império Romano, não só geograficamente, como culturalmente ― incluindo o factor essencial que é a herança cultural do Cristianismo.
Já estou como Xenófanes: é para aplicar o Tratado de Lisboa? Sim? Então venha de lá a Turquia, para a malta se divertir um pouco com as argoladas dos políticos e com o desmoronar do leviatão.

Terça-feira, 13 Janeiro 2009

Ainda sobre Mário Soares e a Turquia

Filed under: Europa — O. Braga @ 2:45 pm
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Ainda a propósito deste postal sobre Mário Soares, existe a ideia de que a Turquia tem um Estado laico, e que a adesão da Turquia islâmica à União Europeia será um exemplo para os outros países da região ― uma espécie de cenoura que se dá aos burros para eles se mexerem. Esta é a ideia da esquerda maçónica em relação à adesão da Turquia à UE.
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