perspectivas

Quarta-feira, 25 Junho 2014

A Catalunha proibiu as touradas; e a arena Monumental de Barcelona vai ser transformada em uma mesquita

A Catalunha proibiu as touradas; e a arena Monumental de Barcelona vai ser transformada em uma mesquita.

monumental-de-barcelona
O emir do Catar pretende investir 2,2 mil milhões de Euros para transformar a arena Monumental de Barcelona em uma mesquita, a maior da Europa, com uma capacidade para 40 mil maomedanos. Irá ser construído um minarete com 300 metros de altura (o terceiro mais alto do mundo, a seguir aos minaretes da mesquitas de Meca e de Medina). A nova mesquita terá também uma madraça e alojamentos para 300 pessoas (por exemplo, pode ser útil para alojar terroristas islâmicos).

A ironia é a de que a Esquerda acabou com as touradas na Catalunha, mas ao mesmo tempo contribuiu para o fortalecimento do Islão — não só na Europa, mas sobretudo na Catalunha. As touradas, que faziam parte do património cultural espanhol e catalão, são proibidas, e o Islamismo, que é uma religião alienígena na tradição europeia e com contornos ideológicos radicais, fortalece-se através das opções políticas da “Esquerda laica” e politicamente correcta.

Quinta-feira, 1 Maio 2014

Vasco Graça Moura e a tourada

Filed under: cultura — O. Braga @ 2:40 pm
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vasco graça moura e a tourada web

Sexta-feira, 18 Abril 2014

Gabriel García Márquez e a tourada

Filed under: politicamente correcto — O. Braga @ 9:06 am
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gabriel garcia marques e a tourada

garcia marques

Imagens daqui.

Quinta-feira, 17 Abril 2014

Quero dar os parabéns à Câmara Municipal de Vila Franca

Filed under: cultura — O. Braga @ 4:11 pm
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A Câmara Municipal de Vila Franca apoia a realização de touradas na praça da cidade. Quero daqui felicitar a Câmara Municipal de Vila Franca por apoiar a arte, a cultura, o turismo e o desenvolvimento económico naquela cidade.

picasso e touros2

Sábado, 1 Março 2014

A ignorância bárbara acerca das touradas

 

Repare-se na estupidificação da nossa cultura actual: as touradas existiram em toda a Europa”.

a ignorancia barbara acerca das touradas
As touradas existem em territórios e culturas europeias marcadas por uma religião antiga que já não existe, ou que se transformou em outras manifestações religiosas: o mitraísmo.

Assim como o carnaval é um fenómeno cultural estranho a muitas zonas da Europa ocidental, assim a tourada é estranha a outras zonas da Europa ocupada pelo império romano.

O que é espantoso é que a tourada seja considerada uma “tradição bárbara” em uma sociedade em que o aborto de seres humanos é permitido por lei. Pretende-se proibir a tourada e liberalizar o aborto: substituir um tabu por outro, porque uma cultura sem tabus é um círculo quadrado.

Domingo, 23 Fevereiro 2014

Armando Leandro deve ser sumariamente afastado das suas funções públicas

Filed under: Política,politicamente correcto — O. Braga @ 12:20 pm
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Armando Leandro foi aquele personagem que defendeu a retirada do filhos de Liliana Melo para adopção, alegadamente porque a mãe é pobre. Ora, é uma besta destas — que defende que os filhos devem devem ser retirados à mãe porque ela é pobre — que vem agora com um pensamento circular acerca das touradas: toma a premissa como a própria conclusão do seu raciocínio:

1/ As touradas fazem mal às crianças;

2/ Temos que averiguar as consequências das touradas nas crianças;

3/ E, depois, proibir a assistência das touradas por crianças, porque as touradas fazem mal às crianças.

O relatório da ONU que fundamenta a argumentação circular de Armando Leandro foi elaborada pelo alemão Franz Weber, que já se esqueceu do que os seus pais e avós fizeram a 6 milhões de judeus nos campos de concentração nazis, e incluindo milhões de crianças. É um filho/neto de um qualquer nazi que vem agora ditar ordens em Portugal e dar opiniões de como os portugueses devem lidar com as suas crianças.

Trata-se de uma tentativa de inversão dos tabus da nossa cultura antropológica.

É esta gente, que defende a adopção de crianças por pares de invertidos, que uma criança pode ter duas mães ou dois pais, que defende a legalização das “barriga de aluguer”, a procriação medicamente assistida para toda a gente, o tráfico internacional de crianças, etc. — que tenta agora branquear a sua imagem pútrida distraindo a atenção da opinião pública para ninharias como esta.

Segunda-feira, 10 Fevereiro 2014

Touradas: um recado para os me®dia portugueses: o povo não pode comer lagosta!

 

anti-tourada

Os me®dia portugueses alinham vergonhosa e despudoradamente à esquerda — principalmente aquele pasquim Púbico e gay de Belmiro de Azevedo. E é também por isso é que os portugueses cada vez menos lêem jornais. Por mim, jornais como o Público não fazem falta nenhuma: já deveriam ter fechado ontem.

A intoxicação me®diática politicamente correcta contra as touradas vem de uma pseudo-elite que diz que não come carne mas come certamente lagosta. Mas os estudos de opinião dizem que a esmagadora maioria do povo português come carne e não pode comer lagosta.

Quarta-feira, 5 Fevereiro 2014

ONU: “Não podes ser toureiro, porque é coisa feia. Mas podes ser paneleiro, que é coisa muito bonita!”

 

«O Comité dos Direitos das Crianças da ONU aconselha Portugal a criar legislação que restrinja a participação de crianças em touradas, quer como participantes quer como espectadores, mostrando preocupação com os efeitos na saúde física e mental dos menores.

“O Comité está preocupado com o bem-estar físico e mental das crianças envolvidas em treino para touradas, bem como com o bem-estar mental e emocional das crianças enquanto espectadores que são expostas à violência das touradas”, refere um relatório hoje divulgado por aquele organismo das Nações Unidas.

Por isso, é recomendado que Portugal tome medidas legislativas para proteger todas as crianças envolvidas em touradas, “tendo em vista uma eventual proibição”

ONU quer limitar participação de crianças portuguesas em touradas

 

toureiro

Sexta-feira, 4 Outubro 2013

Os brasileiros e as touradas

Filed under: A vida custa,cultura — O. Braga @ 7:00 pm
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Para além da esquerda radical portuguesa, os grandes inimigos das touradas são brasileiros, e comentários como o que se mostra na imagem — que diz respeito a este verbete — são vulgares aqui.

Brasil e as touradas

Mas trata-se de hipocrisia (quando falo em "brasileiros", estou a falar em juízo universal), conforme se demonstra a seguir.

  • a cidade de São Paulo e arredores têm cerca de 10 milhões de habitantes;
  • Portugal tem cerca de 10 milhões de habitantes;
  • as superfícies territoriais de São Paulo e de Portugal são semelhantes.
 
  1. em Portugal existe a tourada na cultura antropológica, mas o número de homicídios é cerca de 120 por ano;
  2. em São Paulo NÃO existe a tourada na cultura, mas o número de homicídios é superior em 37 vezes ao de Portugal.

Neste caso concreto: o que é melhor? Ter a tourada ou não ter a tourada?


Uma cultura é a soma de pequenas partes que constituem um todo — e esse todo é sempre imperfeito. É ilusão alguém dizer que é possível eliminar toda a imperfeição de uma cultura.

Por vezes, quando “mexemos” numa cultura, em vez de estarmos a fazer bem, estamos a fazer mal. É preciso ter uma extrema cautela — prudência! — quando lidamos com uma cultura antropológica.

Há determinados fenómenos culturais que justificam uma alteração, independentemente das possíveis consequências de desequilibro cultural. Por exemplo, a excisão feminina; ou o canibalismo; ou o aborto. Tudo o que coloque em causa o estatuto de excepcionalidade da vida humana deve ser colocado em causa.

Quinta-feira, 3 Outubro 2013

O parlamento espanhol declara a tauromaquia “património cultural”

Filed under: cultura — O. Braga @ 3:00 am
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«La Comisión de Cultura del Congreso de los Diputados ha aprobado este miércoles, con competencia legislativa plena, la proposición de ley para que la tauromaquia sea patrimonio cultural.»

El Congreso aprueba que la tauromaquia sea patrimonio cultural

toureiro

Terça-feira, 1 Outubro 2013

O novo puritanismo e as anti-touradas


“É eticamente aceitável criar um animal para o massacrar publicamente e ganhar dinheiro assim?”
— pergunta de Nuno Markl, respigado no FaceBook

Repare-se na ênfase da pergunta no “publicamente”. Esta pergunta só faz sentido se lá se colocar o “publicamente”, porque se o retirarmos de lá, embatemos de frente com a realidade dos matadouros. Naturalmente que vem, logo a seguir, o argumento: “nos matadouros, a morte do animal é rápida” — como se fosse possível julgar da vida e da morte de um ser qualquer a partir de uma hipotética e pressuposta valorização do seu sofrimento. Qualquer dia, e por este andar, o novo puritanismo proíbe a matança familiar do porco, no Alentejo, na Beira Alta ou em Trás-os-Montes.

(more…)

Segunda-feira, 19 Agosto 2013

Sr. Engº Belmiro de Azevedo: tenha vergonha !

Sr. Engº Belmiro de Azevedo: até quando vamos ter “notícias” destas no seu jornal (ver ficheiro em PDF)? Até quando o senhor vai continuar a patrocinar a negação sistemática do Estado de Direito através do seu jornal? Até quando o senhor vai continuar a alinhar com a esquerda radical travestida de jornalismo? Desde quando quem prevarica é considerado herói?

Ganhe vergonha, sr. Engº.!

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