perspectivas

Domingo, 30 Agosto 2015

O tonto Narciso Machado, e a proibição das touradas

Filed under: Política,politicamente correcto — O. Braga @ 12:57 pm
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“Os historiadores progressistas fizeram o possível para definir “civilização” como uma completa salvaguarda contra cerimónias cruéis. Nada mais falso.

Algumas das culturas mais civilizadas e melhor organizadas da História, como por exemplo Cartago no expoente máximo da sua riqueza, praticavam sistematicamente o sacrifício humano.

A cultura, assim como a ciência, não são protecção contra os demónios”.

(G. K. Chesterton)


Um tonto que dá pelo nome de Narciso Machado defende, no pasquim Púbico, a proibição das touradas (por lei, obviamente); isto numa altura em que a sociedade portuguesa legalizou o sacrifício humano através do aborto pago pelo Estado, e em que uma mulher que mata o seu próprio filho recém-nascido não vai para a cadeia.

Ou seja, todos os argumentos morais do tonto Narciso contra a tourada caem por terra, porque não passa pela cabeça de ninguém — senão pelas dos tontos — que a vida de um boi valha mais do que a vida de um ser humano.

Uma cultura sem tabus é um círculo quadrado.

O que se pretende com a proibição das touradas é a inversão cultural de tabus. Até há bem pouco tempo era tabu matar um ser humano indefeso, mas não era tabu espetar umas bandarilhas num touro.

O que as cavalgaduras como o Narciso pretendem é que passe a ser tabu lidar um touro na arena, mas que deixe de ser tabu matar um ser humano desprotegido — seja através do aborto, seja pela legalização do infanticídio, seja pela eutanásia compulsiva de idosos como já acontece hoje na Bélgica.

É esta a autoridade moral das bestas como o Narciso Machado na reivindicação da protecção dos direitos das bestas.

Ou seja, os filhos da puta (na esmagadora maioria de Esquerda) são contra a tradição das touradas, mas pretendem introduzir na cultura antropológica a “nova” tradição sacrificial do desrespeito pela vida humana. E mais: invocam os Papas da Igreja Católica para legitimar a inversão dos tabus na cultura antropológica. São filhos da puta refinados!

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Sábado, 2 Maio 2015

Proibir as touradas em Portugal é um acto de violência que merece resposta violenta.

 

Quando um libertário defende a proibição das touradas, apetece-me logo mandá-lo para a prisão — porque partimos do princípio de que um libertário é amigo da liberdade. E mais grave é quando os libertários se apoiam na máxima de Goebbels segundo a qual “uma mentira mil vezes repetida acaba por ser verdade”: toda a gente sabe que o Estado não financia as touradas, mas aquela gentalha pretende aldrabar o povo seguindo à risca o princípio propagandístico nazi da “mentira credibilizada”.

O Ludwig Krippahl é burro todos os dias; mas parece que ele anda pelos meandros académicos, e se a academia estiver infestada por gentinha daquela laia, temos explicada a decadência da alta cultura em Portugal. Vou explicar por que razão o Ludwig Krippahl é burro, para que a invectiva não seja um mero ad Hominem.

“Mas não é a pertença à cultura que torna algo bom. É precisamente o contrário. O que queremos é incluir na nossa cultura aquilo que nos ajude a ser melhores seres humanos, individualmente e colectivamente. É por isso que vamos mudando a nossa cultura. Proibimos o trabalho infantil em favor da escolaridade obrigatória para as crianças. Proibimos a escravatura e consagramos na Constituição liberdades inalienáveis. Proibimos a discriminação e defendemos a igualdade de direitos para pessoas de todas as raças, credos e sexos. Em vez de alegar que a tourada merece um estatuto especial por fazer parte da nossa cultura, os defensores deste espectáculo teriam de demonstrar que a tourada merece fazer parte da nossa cultura. O que não conseguem porque a tourada é uma barbaridade cruel que até repugnaria a maioria dos aficionados se a vítima fosse outro animal qualquer que não aquele a cujo sofrimento o hábito os dessensibilizou.”

Vamos dissecar este cadáver ideológico.

O “progresso” da sociedade é visto (pelo Ludwig Krippahl) como uma lei da natureza. Só um burro como o Ludwig Krippahl poderia conceber o progresso como uma lei da natureza. Só podemos falar de “progresso” na ciência; em tudo o resto é burrice. Basta uma geração de bárbaros, por muito bem intencionados que sejam, para fazer alterar a lógica de qualquer  “progresso”.

Partindo do princípio de que “o progresso é uma lei da natureza”, o burro vulgar da academia tem a tendência em cair na retrofobia: fobia ou aversão a tudo o que seja antigo, clássico, ou tradicional. E para fundamentar a retrofobia, o burro académico compara ou coloca no mesmo nível de análise, por exemplo, a tourada e a escravatura.

Por outro  lado, o estereótipo do burro académico tende a conceber a “sociedade ideal”, pura e asséptica; e esta sociedade pura e asséptica passa alegadamente também pela proibição das touradas. Estamos aqui em uma espécie de sociedade ideal totalitária da “República” de Platão, em nome de uma concepção puritana da sociedade. Acreditam que a tourada é um mal, e que a sociedade portuguesa sem a tourada seria mais perfeita. O que está aqui em causa é a ideia abstrusa de que é possível uma sociedade caminhando progressivamente para a perfeição.

Por exemplo, o Brasil não tem a tradição da tourada, mas tem mais de 50 mil homicídios por ano; na Bélgica e na Holanda não há touradas, mas a eutanásia já deixou de ser voluntária e passou a ser compulsiva; as sociedades ditas “perfeitas” do norte da Europa — o modelo politicamente correcto dos burros académicos — condenam a tourada, mas consideram o aborto um “direito humano”.

Portanto, temos que partir racionalmente do seguinte princípio: não existem, nem nunca existirão, sociedades perfeitas, e o progresso não é uma lei da natureza.

Se considerarmos válido este princípio, poderemos começar a aprender alguma coisa. Por exemplo, podemos começar a fazer escolhas éticas que sustentem critérios racionais de positividade dos valores em uma cultura antropológica.

Por exemplo, eu prefiro viver em uma sociedade que não proíba as touradas mas que critique o aborto na cultura antropológica — porque considero a vida humana superior ao valor da vida de um boi (parece certo que, para o Ludwig Krippahl, um bovino é equiparável a um ser humano).

Prefiro viver em uma sociedade que não proíbe as touradas do que viver em um outro que as proíbe mas tem a pena-de-morte; ou prefiro viver em Portugal com as touradas do que viver na Bélgica com a eutanásia compulsiva e sem a concordância do idoso. Prefiro viver em Portugal em que a tourada é uma festa da família, do que viver na Holanda onde a família natural vai sendo destruída pelas elites políticas.

Uma sociedade sem tabus é um círculo quadrado. É impossível uma sociedade sem tabus. Por outro  lado, não é possível uma cultura antropológica sem defeitos: não existe (nem nunca existirá) uma sociedade perfeita. A ideia segundo a qual  é possível uma sociedade perfeita só pode vir de um lunático ou de um filho-da-puta que age na política.

Se uma sociedade não pode ser perfeita, temos que ter cuidado com a mudança de tabus e com as engenharias sociais e culturais. Podemos ter a pretensão de criar um “mundo melhor” estando a gerar uma futura sociedade monstruosa, e muitas vezes sem que tenhamos consciência disso.

Portanto, de uma vez por todas, deixem as touradas em paz — porque, de contrário, haverá violência. Proibir as touradas em Portugal é um acto de violência que merece resposta violenta.

Sexta-feira, 1 Maio 2015

O arquétipo mental do Ricardo Araújo Pereira

 

“Quando falamos em abolição da tauromaquia todos sabemos que a mesma está nas mãos dos políticos. Políticos esses que são na sua grande maioria corruptos e tal como se vendem ao grande capital, também se vendem à máfia tauromáquica, máfia esta que tem muito poder porque grande parte de ministros e de deputados têm ligações ou pertencem a famílias tauromáquicas. Os tentáculos são mais que muitos e a única solução passa ou por mudar quem nos governa através de eleições ou por uma revolução”.

Os Bastardos da Nação

Aquele texto delirante traduz o “pensamento” — ¿será que ele pensa? — do Ricardo Araújo Pereira. Tudo se resume a uma frase de Hitler que essa gentalha adoptou: “Alles muss Anders sein!”.

Os novos puritanos, como o Ricardo Araújo Pereira, não condenam a tourada por causa do touro, mas antes porque dá prazer aos espectadores, e assume que esse prazer pelo espectáculo está ligado a um determinado tipo de cultura antropológica que é preciso banir em nome da construção do “Homem Novo”.

Naturalmente que neste contexto, “a tourada está ligada ao grande capital”. Quando a tourada à moda portuguesa surgiu em finais do século XVII, alegadamente “já existia o grande capital”. É assim que estas mentes anquilosadas “pensam”.

O Ricardo Araújo Pereira não tem culpa: quem é culpado é quem lhe dá a atenção que ele não merece.

A revolução do Ricardo Araújo Pereira e de quejandos passa pela mudança de tabus: por exemplo, a tourada terá que ser considerada tabu, mas levar no cu ou abortar à fartazana deixam de ser tabus e passam a ser vitórias da humanidade: é o Homem Novo que desponta triunfante no Fim da História!

Quarta-feira, 29 Abril 2015

Os animais divertem-se

Filed under: Política,politicamente correcto — O. Braga @ 9:30 am
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Parece que estes animais não têm mais nada que fazer. Enquanto o povo trabalha, esta gente anda a fazer cera pelas esquinas dos me®dia. É este tipo de animal que dita as leis morais neste país.

Sexta-feira, 24 Abril 2015

O racismo cultural e as anti-touradas

O racismo já não é hoje a crença na desigualdade das raças, nem a hostilidade de princípio em relação a uma determinada categoria de seres humanos — tudo isso pertence ao passado; em vez disso, o racismo é hoje considerado pelo politicamente correcto, e pela classe política em geral, como qualquer forma de apego a um modo de vida específico, a uma paisagem natal, e a uma identidade particular.

A ideologia dominante actualmente é uma ideologia universalista (maçonaria) que condena no fogo da nova Inquisição qualquer forma de enraizamento cultural e patriótico. É uma ideologia que privilegia a mobilidade irracionalizada, o desenraizamento cultural e político, um novo nomadismo bárbaro, a aceitação do “novo” como sempre melhor do que o tradicional (falácia ad Novitatem), a precariedade como um valor supremo, a instabilidade pessoal como modo de vida.

O conceito actual de “racismo” já não tem a ver com a cor da pele: hoje é classificado de “racista” quem preza a sua cultura e as suas tradições, e quem gosta do seu país e da sua nação. Estes são os novos racistas.

O patriota, para além de ser considerado “racista”, é considerado pelo politicamente correcto como tendo uma natureza corrompida. Quando as pessoas simples do povo dizem que preferem conservar as suas tradições em vez de se submeterem a culturas estrangeiras, os ditos progressistas vêm a terreiro bradar que “o povo é egoísta  e xenófobo”. Ou seja, o povo é racista e corrompido, e há que substituir o povo português por outro povo qualquer.

O culto do mestiço é a inversão do culto nazi da pureza da raça: assim como, para o III Reich, o ariano era o modelo ideal, o mestiço é o modelo ideal da nova ideologia que — tal como os nazis tinham —  têm hoje uma obsessão com a raça, uma mesma sobrevalorização da importância dos factores rácico e étnico na evolução das sociedades humanas. O contrário do racismo passou a ser um racismo em sentido contrário.

É neste ambiente irracional que se situam o Ricardo Araújo Pereira e o Nuno Markl. Ser “anti qualquer coisa” passou a ser a norma. Segundo aquelas mentes anormais, as tradições portuguesas são racistas e/ou desumanas, e o povo tem uma natureza corrompida. Por isso há que acabar com este povo e arranjar outro povo para o substituir. Neste contexto, ser “anti-touradas” assume uma semelhante significação em relação a ser “anti-racista”. 

Nuno Markl e Ricardo Araújo Pereira: dois pacóvios anormais armados em espertalhões

dois-pacovios

Comunicado da ProToiro:

“Nuno Markl e Ricardo Araújo Pereira surgiram num vídeo ( http://bit.ly/video_Markl_RAP ) da ANIMAL fazendo afirmações demagógicas que promovem falsidades e preconceitos contra a cultura taurina e os milhões de aficionados portugueses.

A Rádio Comercial surge nesta campanha pelo que pedimos que entrem no Facebook da Rádio Comercial em https://www.facebook.com/RadioComercial e deixem o vosso protesto, respeitoso, sobre a presença irresponsável desta marca na campanha e porque vão deixar de ouvir a Comercial.

picassoA primeira mentira tem que ver com o facto de que os “supostos” apoios milionários, que estes grupos anti-taurinos, falam não passarem de uma completa invenção. O próprio Ministério da Agricultura respondeu ao Bloco de Esquerda, no parlamento português, afirmando categoricamente que “Não existe qualquer apoio que seja atribuído aos touros de lide”, tal como o IAFP, organismo responsável pela atribuição de apoios agrícolas, confirmou não existir qualquer programa de apoio à tauromaquia.

A Tauromaquia movimenta milhões de portugueses anualmente e é tutelada pela cultura e, ao contrário do teatro, da música ou do cinema, não recebe um cêntimo do estado central. É a actividade cultural que mais retorno dá às autarquias e a única que se auto-sustenta. Além disso, esta é uma actividade cultural que cria riqueza, emprego e lucro para o estado, através dos impostos directos e indirectos que gera.

Segunda, toda presença de menores na prática do toureio é feita dentro dos preceitos da lei. Além do mais, as touradas são parte integrante do património da cultura portuguesa, sendo assim consideradas também pelo Estado português. Logo, cabe ao Estado a obrigação de promover o acesso de todos os cidadãos à cultura, tal como não pode deixar de suceder com as corridas de toiros. Razão pela qual os menores têm todo o direito de aceder à cultura taurina, cabendo ao pais a decisão de que espectáculos culturais frequentam os seus filhos.

Entretanto esta Federação vai pedir esclarecimentos à Media Capital, empresa detentora da Rádio Comercial, sobre o envolvimento desta marca nesta campanha lamentável. Enviem o vosso protesto para sec.administracao@mediacapital.pt e aitavares@mediacapital.pt.

A ProToiro, Federação Portuguesa de Tauromaquia, lamenta que duas figuras públicas venham de uma forma tão leviana, demagógica e irresponsável, promover preconceitos taurofóbicos sobre os milhões de portugueses que vivem e amam livremente a sua cultura.

PROTOIRO
Federação Portuguesa de Tauromaquia”

Quarta-feira, 25 Junho 2014

A Catalunha proibiu as touradas; e a arena Monumental de Barcelona vai ser transformada em uma mesquita

A Catalunha proibiu as touradas; e a arena Monumental de Barcelona vai ser transformada em uma mesquita.

monumental-de-barcelona
O emir do Catar pretende investir 2,2 mil milhões de Euros para transformar a arena Monumental de Barcelona em uma mesquita, a maior da Europa, com uma capacidade para 40 mil maomedanos. Irá ser construído um minarete com 300 metros de altura (o terceiro mais alto do mundo, a seguir aos minaretes da mesquitas de Meca e de Medina). A nova mesquita terá também uma madraça e alojamentos para 300 pessoas (por exemplo, pode ser útil para alojar terroristas islâmicos).

A ironia é a de que a Esquerda acabou com as touradas na Catalunha, mas ao mesmo tempo contribuiu para o fortalecimento do Islão — não só na Europa, mas sobretudo na Catalunha. As touradas, que faziam parte do património cultural espanhol e catalão, são proibidas, e o Islamismo, que é uma religião alienígena na tradição europeia e com contornos ideológicos radicais, fortalece-se através das opções políticas da “Esquerda laica” e politicamente correcta.

Quinta-feira, 1 Maio 2014

Vasco Graça Moura e a tourada

Filed under: cultura — O. Braga @ 2:40 pm
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Sexta-feira, 18 Abril 2014

Gabriel García Márquez e a tourada

Filed under: politicamente correcto — O. Braga @ 9:06 am
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gabriel garcia marques e a tourada

garcia marques

Imagens daqui.

Quinta-feira, 17 Abril 2014

Quero dar os parabéns à Câmara Municipal de Vila Franca

Filed under: cultura — O. Braga @ 4:11 pm
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A Câmara Municipal de Vila Franca apoia a realização de touradas na praça da cidade. Quero daqui felicitar a Câmara Municipal de Vila Franca por apoiar a arte, a cultura, o turismo e o desenvolvimento económico naquela cidade.

picasso e touros2

Domingo, 23 Fevereiro 2014

Armando Leandro deve ser sumariamente afastado das suas funções públicas

Filed under: Política,politicamente correcto — O. Braga @ 12:20 pm
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Armando Leandro foi aquele personagem que defendeu a retirada do filhos de Liliana Melo para adopção, alegadamente porque a mãe é pobre. Ora, é uma besta destas — que defende que os filhos devem devem ser retirados à mãe porque ela é pobre — que vem agora com um pensamento circular acerca das touradas: toma a premissa como a própria conclusão do seu raciocínio:

1/ As touradas fazem mal às crianças;

2/ Temos que averiguar as consequências das touradas nas crianças;

3/ E, depois, proibir a assistência das touradas por crianças, porque as touradas fazem mal às crianças.

O relatório da ONU que fundamenta a argumentação circular de Armando Leandro foi elaborada pelo alemão Franz Weber, que já se esqueceu do que os seus pais e avós fizeram a 6 milhões de judeus nos campos de concentração nazis, e incluindo milhões de crianças. É um filho/neto de um qualquer nazi que vem agora ditar ordens em Portugal e dar opiniões de como os portugueses devem lidar com as suas crianças.

Trata-se de uma tentativa de inversão dos tabus da nossa cultura antropológica.

É esta gente, que defende a adopção de crianças por pares de invertidos, que uma criança pode ter duas mães ou dois pais, que defende a legalização das “barriga de aluguer”, a procriação medicamente assistida para toda a gente, o tráfico internacional de crianças, etc. — que tenta agora branquear a sua imagem pútrida distraindo a atenção da opinião pública para ninharias como esta.

Segunda-feira, 10 Fevereiro 2014

Touradas: um recado para os me®dia portugueses: o povo não pode comer lagosta!

 

anti-tourada

Os me®dia portugueses alinham vergonhosa e despudoradamente à esquerda — principalmente aquele pasquim Púbico e gay de Belmiro de Azevedo. E é também por isso é que os portugueses cada vez menos lêem jornais. Por mim, jornais como o Público não fazem falta nenhuma: já deveriam ter fechado ontem.

A intoxicação me®diática politicamente correcta contra as touradas vem de uma pseudo-elite que diz que não come carne mas come certamente lagosta. Mas os estudos de opinião dizem que a esmagadora maioria do povo português come carne e não pode comer lagosta.

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