perspectivas

Sexta-feira, 6 Janeiro 2017

¿O termo “casa da Mariquinhas” também já é proibido pelo politicamente correcto?

 

É inútil explicar à Fernanda Câncio que meter um pénis no ânus (por exemplo), para além de não ser natural (mas isso há outras coisas que não são naturais), faz mal à saúde. E mesmo usando preservativo, há doenças que não são evitáveis. Mas a Fernanda Câncio é daqueles casos em que “quem tem uma vagina, tem uma mina…”; mas o tempo encarregar-se-á de fazer esgotar a mina: a tudo se chega enquanto a vida dura.


O André Azevedo Alves tem razão.

O politicamente correcto é propaganda comunista em pequena escala. Nos meus estudos acerca das sociedades comunistas, cheguei à conclusão que o propósito da propaganda comunista não era o de persuadir ou convencer, nem sequer informar, mas era o de humilhar; e, por isso, quanto menos ela (a propaganda) corresponder à realidade, melhor serve o seu propósito de humilhar.

Quando uma pessoa é obrigada permanecer em silêncio quando lhe dizem as mentiras mais óbvias e evidentes, ou ainda pior quando ela própria é obrigada a repetir as mentiras que lhe dizem, ela perde, de uma vez por todas, o seu senso de probidade.

O assentimento de uma pessoa em relação a mentiras óbvias significa cooperar com o mal e, em pequeno grau, essa pessoa personifica o próprio mal. A sua capacidade de resistir a qualquer situação fica, por isso, corrompida, e mesmo destruída. Uma sociedade de mentirosos emasculados é fácil de controlar. Penso que se analisarem o politicamente correcto, este tem o mesmo efeito e propósito.”

Theodore Dalrymple

Domingo, 23 Outubro 2016

O prémio Nobel é histriónico

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:25 am
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Theodore Dalrymple escreve o seguinte sobre a “poesia” de Bob Dylan :

As to the supposed poetry, it seems to me not merely bad, but—except for an occasional line or two—authentically awful. It isn’t even funny like the verse of William McGonagall, a previous claimant to the honor of the worst poet of the English language. His most famous poem, “The Tay Bridge Disaster,” begins:

Beautiful Railway Bridge of the Silv’ry Tay!
Alas! I am very sorry to say
That ninety lives have been taken away
On the last Sabbath day of 1879,
Which will be remember’d for a very long time.

These are not necessarily the worst of McGonagall’s lines: As another poet, Gerard Manley Hopkins, put it (in a more existential context), “No worst, there is none.”


Perdemos o sentido das proporções: tudo passou a ser relativizado, e por isso, a hipótese de um “belo absoluto” é eliminada; e sem um ideal de belo absoluto, qualquer coisa pode ser considerada bela; deixa de haver qualquer critério de belo.

Quando a arte se subordina à política, quando os critérios de avaliação do belo se subjugam aos interesses políticos de circunstância, adoptamos um filinistinismo politicamente correcto — muito pior do que o filinistinismo burguês do século XIX, porque este, pelo menos, adoptava os critérios aristocráticos ou tradicionais de beleza.

Quarta-feira, 30 Dezembro 2015

O politicamente correcto é a burocracia do espírito

 

“Ontem.

O dia em que novamente, uma piada minha – repito, PIADA – foi censurada e apagada pelo Facebook. Não será com certeza a última vez.

Que existam atrasados mentais que não compreendem piadas e no meio da depressão e tristeza que representam as suas vidas, queiram calar o que não gostam, abafar o que não compreendem e moldar a sociedade ao reduzido tamanho das suas mentes, não me espanta. O Mundo é dos estúpidos e a sede da estupidez fica em Portugal.

Já o Facebook, tem sede nos Estados Unidos, a terra da Liberdade. Da civilização. Do progresso.

Por estes dias, o Facebook representa uma das organizações mais autoritárias, retrógradas e pidescas de que há memória.

A liberdade de expressão é um mito. A razão, uma sorte. O Salazar, ao pé do Zuckerberg, um menino.”

Rui Sinel de Cordes, no FaceBook


Há dias apareceu a seguinte imagem no FaceBook acerca da possibilidade do comentário:

lei da rolha

Se seguirmos à risca os critérios da possibilidade de comentário estabelecidos neste esquema, segue-se que ninguém comenta: desde logo porque se teria que se definir previamente se o comentário é “útil”; se o comentário é útil ou não, pertence ao domínio da subjectividade de quem comenta.

Depois, a condição do comentário é o de “não ofender alguém”; este critério também é impossível de se estabelecer de forma objectiva, porque existe sempre a possibilidade de alguém poder sentir-se ofendido por um qualquer comentário.

E por aí afora.

A imagem do esquema dos critérios do comentário” ilustra bem a burocracia do espírito que caracteriza o politicamente correcto; o politicamente correcto é fascizante. O politicamente correcto elimina qualquer tipo de humor, com a fobia de se “ofender alguém”.

A delitofobia é uma característica de uma sociedade sitiada pela burocracia do espírito imposta pelo politicamente correcto através da espiral do silêncio. Com medo de cometer algum delito de opinião, o cidadão tende a manter-se em silêncio.

Dado que o humor é também crítica social, qualquer tipo de crítica que não corresponda à burocracia do espírito é censurada. O humor é castrado pelo politicamente correcto.

As pessoas são, assim, convidadas ao silêncio; mas o critério da imposição do silêncio não é a racionalidade do comentário: em vez disso, é o medo em relação a uma possível verdade revelada em um qualquer comentário. A mera possibilidade de uma qualquer verdade apavora a burocracia do espírito, porque o politicamente correcto é uma forma de totalitarismo.


Theodore Dalrymple escreveu o seguinte acerca do politicamente correcto:

O politicamente correcto é propaganda comunista em pequena escala. Nos meus estudos acerca das sociedades comunistas, cheguei à conclusão que o propósito da propaganda comunista não era o de persuadir ou convencer, nem sequer informar, mas era o de humilhar; e, por isso, quanto menos ela (a propaganda) corresponder à realidade, melhor serve o seu propósito de humilhar.

Quando uma pessoa é obrigada permanecer em silêncio quando lhe dizem as mentiras mais óbvias e evidentes, ou ainda pior quando ela própria é obrigada a repetir as mentiras que lhe dizem, ela perde, de uma vez por todas, o seu senso de probidade.

O assentimento de uma pessoa em relação a mentiras óbvias significa cooperar com o mal e, em pequeno grau, essa pessoa personifica o próprio mal. A sua capacidade de resistir a qualquer situação fica, por isso, corrompida, e mesmo destruída. Uma sociedade de mentirosos emasculados é fácil de controlar. Penso que se analisarem o politicamente correcto, este tem o mesmo efeito e propósito.”


¿Por que razão o multimilionário Zuckerberg colabora com o politicamente correcto?

A resposta a esta pergunta é sintetizada no conceito do grupo dos trezentos, de Fernando Pessoa, que se mantém mais actual do que nunca. O lucro justifica tudo, incluindo o apoio aos comunistas.

Sábado, 2 Maio 2015

O Direito Positivo protege o prevaricador

Filed under: Justiça — O. Braga @ 1:45 pm
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Theodore Dalrymple chama aqui à atenção para uma situação de que já falei neste blogue: a justiça que favorece o desonesto e o prevaricador.

Por exemplo, se eu inventar factos contra alguém e lhe meter um processo judicial, e se eu perder a litigância judicial, apenas tenho que pagar as custas do processo em tribunal e ao meu advogado; os prejuízos morais e de tempo perdido, e as despesas com o advogado da pessoa a quem eu meti o processo judicial de forma gratuita e desonesta, não são da minha conta. De certa forma, a desonestidade compensa.

A justiça natural pune o prevaricador; o Direito Positivo protege-o.

Na justiça natural, o prevaricador — neste caso, eu próprio —, perdendo o processo, deveria pelo menos pagar todas as despesas da pessoa contra quem injustificadamente levantei um processo em tribunal. Se tivéssemos uma justiça natural, as pessoas teriam mais cuidado quando demandassem caprichosamente os tribunais.

Terça-feira, 14 Abril 2015

Theodore Dalrymple poderia dizer isto de outras pessoas na política

Filed under: Política — O. Braga @ 9:55 pm
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“Just as talent has little connection to character, it also has little connection to intelligence, beyond the basic cognitive abilities necessary for the talent to flourish.

isabel moreira-web

The ability, willingness, and desire to hate are keys to success for untalented persons because they lend to their conduct a ruthlessness that it might otherwise lack. Moreover, it serves as a moral justification for that ruthlessness. Everyone thinks that she is a good person, give or take an occasional fall from grace.

It follows, therefore, that those whom she hates must be bad persons, as must be those who are or whom she imagines to be her enemies. (Such a person hates her enemies, but not only her enemies.)

It also follows that ruthlessness becomes a moral duty, for otherwise the bad would triumph over the good. Did not Burke say that all that was necessary for evil to triumph was for good men to do nothing? Actually, it is not certain that he said it, but a moral aphorism’s truth does not depend upon its provenance. 

So in the minds of the untalented ambitious, their own ruthlessness becomes not a rather unpleasant human trait, occasionally but by no means often justified by the moral purpose that it serves, but rather a sign of their own purpose’s laudable seriousness. Only the ambition of others is bad, but that is because they are enemies or bad people. Hence, no quarter is due to them, and scruple becomes faintheartedness or cowardice.”

Triumph of the Mediocre

Segunda-feira, 6 Abril 2015

Theodore Dalrymple fala do caso do co-piloto Lubitz da GermanWings

 

O conhecido psiquiatra Theodore Dalrymple diz, acerca do co-piloto da GermanWings que despenhou o avião matando 150 pessoas (ele incluído), que o problema deste não tinha qualquer tratamento psiquiátrico possível porque se tratava de um problema de carácter.

Theodore Dalrymple corrobora a minha opinião expressa aqui anteriormente: grande parte — senão a maioria — dos problemas ditos “psiquiátricos” que afligem a sociedade ocidental são realmente problemas sociológicos, ou dito de outra maneira, problemas culturais (doenças da cultura antropológica).

É impossível que os psiquiatras, em geral, não saibam disto. Sabem, mas escondem para alimentar o negócio e o lóbi político da psiquiatria.

“It seems to me likely (though I could not swear to it in a court of law) that Lubitz’s problem was one of character rather than of illness, and therefore unsusceptible to so-called treatment. Indeed, the very notion of such treatment might have been an obstacle to his self-amelioration, in so far as it would have given him the impression that he was ill and it was therefore up to others to cure him. When they failed to do so, which was inevitable, he felt absolved of responsibility for his own state.”

A “psiquiatrização” — o determinismo pseudo-científico psiquiátrico — da nossa sociedade faz com que psicopatas de origem congénita, hereditária ou epigenética, se sintam livres de fazer o que seja, alegando que “a ciência não os conseguiu curar”.

Psicopatas sempre os houve: a diferença é que hoje eles andam em roda livre porque não existe qualquer censura cultural (censura da cultura antropológica, estigmatização dos comportamentos, e os preconceitos necessários são diabolizados pela classe política), por um lado, e por outro lado porque o cientismo psiquiátrico tende a inibir o indivíduo de qualquer responsabilidade moral. Aliás, a moral já não existe: hoje diz-se que “cada um tem a sua moral”; ora, os valores da moral, ou são universais, ou não existem de facto.

“He was by all accounts a narcissistic type; and, as with many another, his enthusiasm for fitness wasn’t for fitness for any end other than a purely self-regarding one”.

O narcisismo sempre existiu nos seres humanos, mas a sua expressão generalizada, incontrolada, exacerbada e sem censura é um fenómeno contemporâneo. A atomização da sociedade, que as elites políticas impõem hoje, gera fenómenos de narcisismo radical. Para os narcisistas, a condição de anonimato é insuportável.

“Moreover, he is reported to have had a severe chagrin d’amour – or rather, I suspect, a crise de jalousie – not long before he crashed the aircraft. He was also said to have been a man of swiftly-changing mood, as the jealous often are: one minute domineering to the point of violence, the next apologetic and dove-like in their promises of reform. Such jealous men do not love the object of their supposed affections, but rather themselves: they need a lover as a prop to their own conception of themselves”.

Para além do problema de carácter, que é congénito ou hereditário, há um problema da formação da personalidade que é cultural. A formação da personalidade tem a ver com a educação, e mormente com a educação moral. Uma boa formação da personalidade pode mitigar traços de mau carácter.

O relativismo moral imposto pelas elites políticas à sociedade pulverizou qualquer conceito de moral — sendo que o sentido de um conceito só é definido por meio de uma experiência concreta. Os conceitos não têm sentido no absoluto; a sua definição é apenas operacional. O relativismo moral transformou a ética e a moral em fenómenos abstractos a que nem sequer podemos chamar de “conceitos”.

“As for cultural influences, I cannot help but think that our culture is propitious to the promotion of narcissism of the type that I suspect that Lubitz suffered from – or made others suffer from. Such narcissism is not new, for where human frailty is concerned there is nothing new under the sun: it is the frequency of the respective frailty rather than its novelty that is at issue”.

Uma boa formação — leia-se, uma boa educação que inclui a educação moral e o desenvolvimento da sensibilidade social — pode levar a uma alteração parcial das características congénitas, epigenéticas ou hereditárias do mau carácter. Antigamente tínhamos as aulas de religião e moral obrigatórias e universais: hoje temos o exemplo social da ética libertina da classe política e das elites em geral.

Sábado, 28 Fevereiro 2015

Theodore Dalrymple, e a hipocondria como um problema religioso e filosófico

São psiquiatras como Theodore Dalrymple que metem outros — como, por exemplo, o Júlio Machado Vaz — no bolso mínimo das moedas das minhas calças de ganga.

“There is no doubt that hypochondriacs are boring; you fear to ask them how they are in case they should tell you.

But one cannot help but suspect that their excessive concern with the state of their health is a defence against something worse, an existential fear that life has no meaning beyond itself, and that therefore the achievement of health, the avoidance of illness, is the highest goal possible.

(..)

In the absence of a transcendent purpose in life, staving off death becomes all-important. Hypochondriasis, then, is in part a religious or philosophical problem.”

The cure for hypochondria

Domingo, 8 Fevereiro 2015

Theodore Dalrymple, Tocqueville e o Islão na Europa

 

Theodore Dalrymple ( aliás, Anthony Daniels) é um agnóstico que merece ser lido — coisa rara. Vale a pena ler este artigo dele acerca do romance “Submissão” de Michel Houellebecq.

A referência de Theodore Dalrymple à  Igreja Católica do “papa Francisco” é notória:

“but Catholicism having lost its faith and becoming, under Pope Francis, little more than transcendental social work to the hosannas of the right-thinking, there is no living faith in France except Islam for him to convert to. It is Islam, faute de mieux.”

Bingo!

O texto de Theodore Dalrymple faz lembrar um trecho do livro “Democracia na América” de Tocqueville, mas desta vez aplicado à  Europa e em um cenário incomparavelmente mais negro. Como escreveu Mark Steyn: “Europe is doomed!”.

Tocqueville constatou os perigos da democracia: por um lado a mentalidade individualista que paradoxalmente encoraja um conformismo generalizado; por outro  lado, a democracia apela à  centralização e reforço do Estado. Contra factos não há argumentos.

A democracia conduz à  atomização da sociedade se não existirem “contrapesos” no liberalismo político: a liberdade de associação, a imprensa livre, e a religião cristã. Sem estes três contrapesos, a democracia tem os seus dias contados. Tocqueville foi profeta.

Theodore Dalrymple segue a linha de pensamento de Tocqueville mas aplicando-a à  Europa actual: o vazio da existência humana em uma sociedade de consumo sem fé religiosa, sem projecto político (o centrão político acomodado que se alterna no Poder sem se diferenciar), e sem uma ténue garantia de continuidade cultural (invasão muçulmana), sociedade essa em que — graças à  abundância material e ao Estado Social — não existe uma razão real para lutar por um sentido de vida.

Paradoxalmente, o jornal Charlie Hebdo alegadamente representa (também) a liberdade de imprensa — um dos “contrapesos” de Tocqueville — mas representa também a crítica radical a qualquer religião incluindo a religião cristã — sendo que a religião cristã é um dos contrapesos do liberalismo político, segundo Tocqueville. Ou seja, os alicerces da democracia na Europa estão já em conflito uns com os outros.

Theodore Dalrymple escreve que o Iluminismo está na raiz do falhanço europeu actual. Tendo afastado da vida humana o mito e a magia, acabou por esmagar a fé — não só a fé  e a esperança religiosas, mas também a fé e a esperança na própria sociedade. A bravura e o entusiasmo, características da fé, deram lugar ao conforto e à conveniência (utilitarismo), e a degeneração e decadência da Europa são os resultados inevitáveis.

Theodore Dalrymple conclui que a Europa está doente, mas o Islão não cura a doença: pelo contrário, piora o estado de saúde da Europa.

Eu acrescento que a Front Nationale de Marine Le Pen em França não é solução porque o seu laicismo trata o Islão e a cristandade da mesma maneira; nem o UKIP (United Kingdom Independent Party) é solução para o Reino Unido pelas mesmas razões.

Ou seja, a Europa está doente mas nega o diagnóstico: está em estado de negação. Não aceita as razões objectivas para mudar de vida e curar-se. E a Igreja Católica do “papa Francisco” faz o papel do Pai de Santo do Umbanda que receita umas mezinhas para tratar uma metástase. 

Sexta-feira, 17 Agosto 2012

A geriatria adolescente

« Vivemos na Era do geriátrico adolescente, ou do adolescente geriátrico.» — Theodore Dalrymple

Sexta-feira, 21 Janeiro 2011

A nova barbárie política e o Novo Totalitarismo

Um blogue que deve ser seguido quase como uma obrigação, é o blogue das Famílias Portuguesas. Nele, aconselho a leitura de um artigo com título “O Inimputável”.

«A família transmite princípios, valores e directrizes morais que os defensores da modernidade abominam. Com efeito, é através da família que é imprimida na mente e no coração dos jovens uma ideia insubstituível e estruturante: a estabilidade.»

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Sábado, 4 Dezembro 2010

Democracia Directa e opinião pública

Perante a perplexidade em relação ao cariz das sucessivas “reformas”, e perante a impossibilidade da sua compreensão objectiva, a opinião pública entra em dissonância cognitiva, e as massas passam a obedecer sem pensar e sem espírito crítico.

O conceito — hoje, enviesado — de “opinião pública” tem sido utilizado para criar uma espécie de “ditadura democrática” politicamente correcta. O que existe realmente na sociedade é a opinião publicada, por um lado, e a opinião pública propriamente dita, por outro. A opinião publicada é institucional : jornais, revistas, rádio, televisão, livrarias, editoras, bibliotecas, alguns blogues, etc.. A opinião pública propriamente dita é a das conversas no metropolitano e nos transportes públicos em geral, a das tertúlias dos cafés, das conversas informais entre amigos, das conversas em família, das partilhas no FaceBook, etc.

As coisas sempre foram mais ou menos assim, mas hoje existem alguns problemas novos.


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