perspectivas

Domingo, 17 Julho 2016

O aldrabão Daniel Oliveira e as vítimas do terrorismo na Europa

 

Em um determinado programa de televisão de ontem, o Daniel Oliveira afirmou o seguinte acerca do terrorismo:

  • nas décadas de 1970, 1980 e 1990, houve muitas mais vítimas de ataques terroristas na Europa do que nas décadas depois de 2000;
  • temos que nos habituar ao terrorismo, porque ele sempre existiu, e apenas aumentou a sua visibilidade devido aos me®dia e à Internet.

Podemos ver neste gráfico abaixo (fonte) que, de facto, nas décadas de 1970, 80 e 90, houve mais vítimas de terrorismo na Europa (de cor azul), mas tratou-se do terrorismo da ETA do país basco, do IRA da Irlanda, e do Baader-Meinhof na Alemanha — ou seja, tratou-se de um terrorismo direccionado principalmente contra as elites políticas e/ou contra as forças policiais ou militares.

terror-split2

daniel_oliveira-webjpgA ETA, o IRA ou o Baader-Meinhof não atacavam deliberadamente crianças e mulheres inocentes: atacavam polícias, militares e dignitários políticos; e não existia, durante essas três décadas, o terrorismo suicida islâmico, que é o que mais sofisticado que podemos conceber em termos de terror.

Vemos a vermelho na imagem, os ataques terroristas islâmicos na Europa que, a partir da década de 2000, aumentaram geometricamente e que implicam, na maior parte dos casos, a figura do kamikaze islâmico, por um lado, e por outro lado o ataque indiscriminado às populações em geral, incluindo mulheres e crianças.

Note bem: uma coisa é um ataque do IRA a um quartel de tropas britânicas na Irlanda que faz 100 mortos; outra coisa é o recente ataque islâmico de Nice que faz outras tantas mortes, mas em que as vítimas não são militares e muitas delas são crianças e mulheres. Não é possível confundir estes dois tipos de terrorismo, e só a mente perversa do Daniel Oliveira poderia misturar as duas coisas.

Uma coisa é a guerra convencional em que as populações inocentes são, em geral, poupadas; outra coisa, bem diferente, é uma guerra islâmica em que o inimigo é a população em geral. E dizemos, “não”: a este tipo de guerra não ficaremos habituados nem indiferentes, nem que passemos a deportar muçulmanos e o Daniel Oliveira também.

Terça-feira, 19 Outubro 2010

O mito e o tabu gayzistas (2)

O grande problema da narrativa do Tuga é o facto de normalmente ser difusa; normalmente temos a tendência para as introduções gerais que depois dão em nada. Mas vou tentar dissecar este texto de uma tal Palmira Silva, que são sei quem é exactamente, nem me interessa saber.

O princípio do argumento crítico parece ser este: a maioria dos católicos diz-se católica quando não conhece as bases doutrinárias/teológicas que sustentam a sua religião.
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Quarta-feira, 1 Setembro 2010

A próxima presidente do Brasil

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Sábado, 26 Dezembro 2009

A Espanha de Zapatero é um Estado terrorista

É preciso que os portugueses se recordem de que “de Espanha, nem bom vento, nem bom casamento”. Espanha transformou-se em um Estado pária e sujeito a chacota internacional, tornando-se numa espécie de “Irão europeu” ― trata-se de um Estado terrorista controlado pela maçonaria.

Quando aconteceu um atentado à integridade física do Papa e aparece na Internet um clube de apoio à mulher que tentou agredir o Papa, torna-se cada vez mais difícil exigir aos católicos (e às pessoas religiosas em geral) a tolerância em relação à violência que lhes é movida.

Se alguém cria um site em que apoia a violência física sobre gays, levanta-se um clamor de protestos e o sítio é fechado ou por iniciativa judicial, ou por auto-censura do servidor hospedeiro. Se alguém cria um site em que se apoia a violência sobre o Papa ― o que significa o apoio à violência sobre os católicos em geral ―, sai a notícia nos me®dia e nada acontece. Retira-se daqui a conclusão de que se prepara, na Europa, uma “guerra civil” assimétrica e de baixa intensidade, em que a violência é implícita e subliminarmente considerada legítima quando proveniente do lado do politicamente correcto, e ilegítima quando vinda do lado tradicionalista e conservador da sociedade.

A Espanha é, para já, o único país europeu que entrou numa “lógica chinesa”, não só de repressão das liberdades individuaiscomo é o caso da proibição da objecção de consciência em relação ao aborto ― como instalando o terror na estrutura da Justiça ― o que já acontece em Portugal, de uma forma ainda mitigada, com a tentativa de manipulação da justiça por parte do socretinismo. José Sócrates e os socialistas portugueses, controlados pela maçonaria, são bons alunos e vão tentando seguir à risca o exemplo dos radicais espanhóis instalados no poder.


A Inquisição Gay espanhola

No sítio http://www.juezcalamita.com conta-se a história de um juiz espanhol, de seu nome Fernando Ferrín Calamita, que foi condenado pelo tribunal supremo espanhol a dez anos de inabilitação de exercício das suas funções de magistrado (sem remuneração, naturalmente), por ter tentado cumprir a lei da adopção de crianças ― tal qual ela se aplica aos casais naturais (heterossexuais) ― no caso do requerimento da adopção de uma criança por parte de uma dupla de lésbicas.

Este caso ― e outros ― que aconteceu em Espanha serve de exemplo para que não deixemos cair a nossa bandeira de exigir para os gays uma condição jurídica diferente da que se relaciona com o casamento propriamente dito (o casamento natural e portanto heterossexual), e com a consequente adopção de crianças.
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