perspectivas

Sábado, 24 Janeiro 2015

Teresa Leal Coelho, o preconceito contra os ricos, a adopção gay

 

Teresa Leal Coelho faz-me lembrar Helena Roseta: foi um erro de casting do Partido Social Democrata.

Nos anos da década de 1970 e princípio da década de 1980, Helena Roseta era a “coqueluche” do Partido Social Democrata — ela e Santana Lopes. Já em finais dos anos 80, Helena acabou no enxergão do Manuel Alegre. Pior do que Helena Roseta, só Basílio Horta.

“Quando discutimos a admissibilidade da co-adopção estamos a falar na necessidade de eliminar uma restrição que está concretizada na lei e que se aplica exclusivamente a situações que já existem. São crianças que vivem em determinada família. E, portanto, encontro na ordem jurídica portuguesa uma norma que proíbe a co-adopção no caso dos casais homossexuais. Essa restrição é discriminatória em relação à criança, porque fica menos protegida do que uma criança em iguais circunstâncias desde que o casal seja heterossexual.”

Teresa Leal Coelho: “Nos últimos 40 anos, a sociedade produziu muitos ricos, e alguns deles muito rapidamente”

O  Professor Doutor António Menezes Cordeiro refuta aqui a Teresa Leal Coelho. E o Professor Doutor Paulo Otero explica aqui por quê.

Quarta-feira, 24 Dezembro 2014

Ai dezanove, dezanove!, deus queira que empatem!

 

“Observador foi eleito Média do Ano pelo Dezanove. As deputadas Isabel Moreira (PS) e Teresa Leal Coelho (PSD) são distinguidas e o chumbo da co-adopção é o acontecimento nacional.”

As personalidades e projectos LGBT de 2014

 

isabel moreira web

Domingo, 21 Dezembro 2014

Teresa Leal Coelho e a maçonaria

 

teresalealcoelho-webTeresa Leal Coelho faz parte do sistema político que a maçonaria coordena. O problema é que ela é feminista (no sentido de “feminazista”), e enquanto tal não pode tolerar o “sexismo da maçonaria”. 

O que incomoda Teresa Leal Coelho, no que diz respeito à  maçonaria, é a forma e não o conteúdo da associação secreta. Se as lojas maçónicas masculinas aceitassem mulheres e fizessem lá uns bacanais semi-públicos com elas, teríamos a Teresa Leal Coelho a defender a maçonaria no ”paralamento”.

O secretismo, na maçonaria, é uma norma — em relação à  qual se pode emitir um juízo de valor. Mas não é o secretismo da maçonaria, entendido em si mesmo, que incomoda a Teresa Leal Coelho: é o secretismo masculino que a incomoda.

Uma vez que o conceito de “secretismo feminino” é uma abstracção, Teresa Leal Coelho (na sua condição de “feminazista”) sente a necessidade de destruir qualquer tipo de secretismo.

Quarta-feira, 15 Outubro 2014

Teresa Leal Coelho e o Direito casuístico

 

“Teresa Leal Coelho, que esteve esta terça-feira numa conferência sobre direito da família e dos menores na Universidade Lusíada de Lisboa, explicou que, quando tiverem de decidir sobre casos concretos, mesmo com a lei actual, os juízes podem sempre alegar que a proibição de co-adopção pelos casais do mesmo sexo viola a Constituição.”

Teresa Leal Coelho desafia juízes a permitirem co-adopção

Uma coisa é a opinião pessoal que Teresa Leal Coelho tenha da Constituição; outra coisa é a defesa da aplicação casuística do Direito.

A casuística actual é um retorno ao pior da Idade Média. Por exemplo, S. Bernardo de Claraval defendeu a ideia segundo a qual seria legítimo que um homem se deitasse com a mulher de outro, “se assim fosse o desígnio de Deus”. Ou seja, cornear o parceiro não seria eticamente reprovável se correspondesse aos “desígnios de Deus”. O problema é o de saber se, neste caso, os desígnios de Deus são verdadeiros e, por isso, se são legítimos.

A casuística é isto: cada um pode invocar um qualquer “deus” para justificar subjectivamente uma excepção à regra normativa. No caso da casuística de Teresa Leal Coelho, os deuses são os juízes.

Eu não sei se a Teresa Leal Coelho é burra ou se é uma espécie de peça de decoração de um lupanar de banlieue.

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