perspectivas

Quinta-feira, 22 Maio 2014

A anulação do "casamento" gay

 

A anulação da legalidade do “casamento” gay nunca deverá ser objecto de anúncio prévio: só será anunciado depois do fait accompli. Toma-se o Poder e anula-se. Da mesma forma que a legalização do “casamento” gay não foi objecto de consulta popular, a sua ilegalização deverá ser apenas anunciada post facto.

Terça-feira, 25 Junho 2013

As diferenças de géneros são construções sociais

Camaradas!

O progresso da humanidade contra os reaccionários e fascistas católicos manifesta-se, por exemplo, na vitória do menino transexual de 6 anos de idade, de seu nome Coy Mathis, que ganhou o direito de usar saias na escola e de frequentar a casa-de-banho das meninas.

Os fascistas católicos não compreendem que uma criança de 6, 5 anos, ou mesmo acabada de nascer, pode ser transexual — porque os fascistas negam o facto científico segundo o qual o género é uma construção cultural e social.

Camaradas!

Desde logo, nunca devemos dizer “sexo” (masculino ou feminino), mas antes devemos dizer “género” (masculino ou feminino), porque “sexo” é a actividade que alivia a líbido, enquanto o “género” é o que diz respeito à ausência de sexo em função do combate aos estereotipo de género. Isto pode parecer complicado de entender, mas é muito fácil como veremos a seguir.

O género é maleável! – excepto quando o Bloco de Esquerda e as forças progressistas decidem que não é. Explicamos melhor:

Não existem quaisquer diferenças entre os meninos e as meninas: as diferenças de género são construções sociais e culturais. Por isso é que o menino Coy Mathis pode ser menina, usar saias e frequentar o WC das meninas – exactamente porque as diferenças de género são construções sociais! Entenderam, camaradas? Não? Então nós explicamos melhor:

Não existe absolutamente nenhuma contradição entre o facto de os géneros serem construções sociais, por um lado, e por outro lado o facto de o menino Coy Mathis querer usar saias e seguir o estereotipo feminino. Qualquer contradição só existe na cabeça dos fascistas católicos. E se vocês não entenderam, não se preocupem: limitem-se à vossa insignificância e a seguir as nossas instruções, porque nós representamos o povo e seguimos a ciência!

A luta continua! A vitória é certa!

Quinta-feira, 20 Junho 2013

A Natureza é heteronormativa e homofóbica!

Camaradas!

Como é do vosso conhecimento, a Bíblia diz que Deus criou a Natureza; e por isso é que a Natureza é heteronormativa e homofóbica. Se virmos bem, o facto de só a mulher poder parir e o homem não, é uma perversão de Deus que se reflectiu no modo como ele criou a Natureza. Como é óbvio, Deus é a favor da desigualdade entre o homem e a mulher, porque só a esta deu a faculdade de parir.

Por isso, é obrigação e obrigaçona de todos os progressistos e todas as progressistas e, principalmente e principalmenta, os militantes e as militantas do Bloco de Esquerda e da Bloca de Esquerdo, combater a Natureza porque é criação de Deus.

Face à obra reaccionária de Deus que é esta Natureza injusta, homofóbica e heteronormativa, devemos levantar-nos das cadeiras ao mesmo tempo e afirmar a nossa Grande Recusa e dizer: “Recuso a Natureza!”. E, a partir dessa Grande Recusa progressista, passamos nós próprios a criar a nossa natureza que é a de que cada um quiser.

Por exemplo, se um cidadão quiser ser cão, é uma injustiça que a direita reaccionária e fascista impeça esse indivíduo de ser cão, impondo-lhe o estatuto precário, retrógrado e bíblico de “ser humano”. O mesmo se passa com a vontade de um cidadão de ser veado: mesmo que faltem os chavelhos, devemos combater a Natureza e considerá-lo, nós próprios e independentemente da Natureza e de Deus, um chavelhudo.

Camaradas!

Essa coisa de o casamento ser entre um homem e uma mulher foi uma invenção da Igreja Católica aliada à Natureza, à Bíblia e a Deus. Portanto, devemos recusar essa ideia reaccionária segundo a qual o casamento é entre um homem e uma mulher. Por exemplo, um homem pode casar-se com um cão, e uma mulher pode casar-se com um veado; e todos eles podem casar-se uns com os outros formando uma grande família – porque nós, no Bloco de Esquerda, defendemos a ideia progressista segundo a qual a família é o que cada um quiser que seja.

Ao contrário do que dizem os reaccionários e a Igreja Católica, as famílias numerosas não dependem do número de filhos, mas antes dependem do número de pessoas casadas umas com as outras. Por exemplo, uma família que resulte de um casamento entre 10 homens e 13 mulheres, dois cães e três veados, é uma família numerosa.

Em função de tudo isto, o Bloco de Esquerda adere à Teoria de Género que é uma teoria científica contra a Natureza feita por Deus. Na medida em que foi Deus que criou a Natureza, a ciência deve também ser contra a Natureza e recusar as leis naturais. Um cientista que se preze como tal não deve aceitar, por exemplo, as leis da gravitação, porque também estas existem na Natureza e foram criadas por Deus. A Natureza é a granda inimiga a abater – até porque é sexista, na medida em que não existe Naturezo (no masculino), mas apenas Natureza (no feminino).

A luta contínua! A vitória é certa!

Domingo, 2 Junho 2013

Os desígnios do lóbi político invertido e da teoria de género: dinamitar a ordem biológica

 

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Pour les lobbies homosexuels et les promoteurs de la théorie du genre qui font cause commune pour dissocier corps sexué, procréation et orientation sexuelle, la technologie des cellules souches reprogrammées serait l’occasion rêvée de dynamiter l’« ordre biologique » à la base du modèle procréatif classique et d’affranchir la filiation de toute référence à l’altérité sexuelle.

En se servant de l’artifice des cellules iPS – ce qui conduit à détourner l’objet même de cette invention scientifique qui est celui de soigner des malades en évitant le recours à la recherche sur l’embryon -, on aboutirait à ce que la reproduction humaine elle-même devienne en quelque sorte asexuée. Deux femmes ou deux hommes pourraient « se reproduire » génétiquement.

Fabriquer artificiellement un enfant à partir de deux adultes de même sexe via les iPS ne serait finalement que l’aboutissement logique du projet constructiviste du mouvement « homosexuel » et des théoriciens du gender dont le but ultime est de désexualiser radicalement la filiation et d’inventer une humanité nouvelle libérée de « ses conditionnements biologiques ».

“Homoparentalité” : la piste des cellules souches (ler o resto)

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