perspectivas

Sexta-feira, 24 Abril 2015

Nuno Markl e Ricardo Araújo Pereira: dois pacóvios anormais armados em espertalhões

dois-pacovios

Comunicado da ProToiro:

“Nuno Markl e Ricardo Araújo Pereira surgiram num vídeo ( http://bit.ly/video_Markl_RAP ) da ANIMAL fazendo afirmações demagógicas que promovem falsidades e preconceitos contra a cultura taurina e os milhões de aficionados portugueses.

A Rádio Comercial surge nesta campanha pelo que pedimos que entrem no Facebook da Rádio Comercial em https://www.facebook.com/RadioComercial e deixem o vosso protesto, respeitoso, sobre a presença irresponsável desta marca na campanha e porque vão deixar de ouvir a Comercial.

picassoA primeira mentira tem que ver com o facto de que os “supostos” apoios milionários, que estes grupos anti-taurinos, falam não passarem de uma completa invenção. O próprio Ministério da Agricultura respondeu ao Bloco de Esquerda, no parlamento português, afirmando categoricamente que “Não existe qualquer apoio que seja atribuído aos touros de lide”, tal como o IAFP, organismo responsável pela atribuição de apoios agrícolas, confirmou não existir qualquer programa de apoio à tauromaquia.

A Tauromaquia movimenta milhões de portugueses anualmente e é tutelada pela cultura e, ao contrário do teatro, da música ou do cinema, não recebe um cêntimo do estado central. É a actividade cultural que mais retorno dá às autarquias e a única que se auto-sustenta. Além disso, esta é uma actividade cultural que cria riqueza, emprego e lucro para o estado, através dos impostos directos e indirectos que gera.

Segunda, toda presença de menores na prática do toureio é feita dentro dos preceitos da lei. Além do mais, as touradas são parte integrante do património da cultura portuguesa, sendo assim consideradas também pelo Estado português. Logo, cabe ao Estado a obrigação de promover o acesso de todos os cidadãos à cultura, tal como não pode deixar de suceder com as corridas de toiros. Razão pela qual os menores têm todo o direito de aceder à cultura taurina, cabendo ao pais a decisão de que espectáculos culturais frequentam os seus filhos.

Entretanto esta Federação vai pedir esclarecimentos à Media Capital, empresa detentora da Rádio Comercial, sobre o envolvimento desta marca nesta campanha lamentável. Enviem o vosso protesto para sec.administracao@mediacapital.pt e aitavares@mediacapital.pt.

A ProToiro, Federação Portuguesa de Tauromaquia, lamenta que duas figuras públicas venham de uma forma tão leviana, demagógica e irresponsável, promover preconceitos taurofóbicos sobre os milhões de portugueses que vivem e amam livremente a sua cultura.

PROTOIRO
Federação Portuguesa de Tauromaquia”

Quarta-feira, 15 Janeiro 2014

Diga “SIM” à arte da Tauromaquia

Filed under: Geral — O. Braga @ 12:44 pm
Tags:

 

SI AL ARTE DE LA TAUROMAQUIA

Terça-feira, 3 Setembro 2013

O Bloco de Esquerda controla o hospital público do Barreiro?

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 6:47 am
Tags: ,

«O Cavaleiro Tauromáquico Marco José que no passado Sábado no Montijo sofreu um traumatismo no joelho direito ainda em avaliação médica, foi surpreendido ao chegar ao Hospital do Barreiro de ambulância e ver ser-lhe recusada assistência pelo facto de não se fazer acompanhar de um documento de identificação, segundo disse o seu apoderado Pedro Pinto.

Na verdade, é inadmissível que permitam nos hospitais públicos pessoas a trabalhar que ou por pura estupidez, ou por convicções anti isto ou aquilo, deixem sem assistência alguém que acaba de sofrer um acidente, seja de que natureza for!»

Hospital do Barreiro recusa assistir Cavaleiro Marco José

A julgar pelo critério do hospital do Barreiro, qualquer pessoa que entre directamente para os cuidados intensivos do hospital tem que vir munido de Bilhete de Identidade – caso contrário fica à porta do hospital em morte lenta.

É claro que se trata aqui de uma discriminação ideológica e política, provavelmente por parte de um hospital que funciona em roda-livre: basta que um funcionário qualquer de serviço decida em um certo sentido para que todo o hospital seja comprometido por essa decisão. Mas, se em vez de um toureiro ferido, tivesse aparecido no hospital do Barreiro uma garina para abortar, as burocracias seriam sublimadas, não haveria lugar ao pagamento de taxa hospitalar e o aborto seria grátis – e com os cumprimentos da gerência.

%d bloggers like this: