perspectivas

Quinta-feira, 10 Maio 2012

O que a Esquerda anuncia é assustador

“In 2010, the World Economic Forum designated Sweden as the most gender-equal country in the world.

But for many Swedes, gender equality is not enough. Many are pushing for the Nordic nation to be not simply gender-equal but gender-neutral. The idea is that the government and society should tolerate no distinctions at all between the sexes.”

via Hen: Sweden’s new gender neutral pronoun causes controversy. – Slate Magazine.

Depois da política de “igualdade de géneros”, eis que nos chega o conceito de “neutralidade de género”. Tudo o que identifique culturalmente [símbolos] a existência objectiva dos dois sexos, passa a ser proibido pelo Estado.

A julgar pelos factos, ser de Esquerda é resultado de uma doença mental que se caracteriza por um desfasamento em relação à realidade, e mesmo uma recusa da realidade. O indivíduo de esquerda recusa a realidade — a “Grande Recusa”, da Utopia Negativa de Marcuse e Adorno.

A Esquerda, depois do desastre da queda do muro, começou por adoptar a Teoria Crítica de Marcuse e Adorno. A Teoria Crítica consiste em criticar — critica tudo e todos —, mas não sugere soluções para os problemas. E depois da acção política demolidora e picareta da Teoria Crítica, a Esquerda passou à adopção dos princípios da Grande Recusa, segundo a Utopia Negativa.


A “grande recusa”, segundo Marcuse, significa a não-aceitação [neognosticismo] da realidade inerente à mais fundamental condição humana. O gnóstico actual recusa a condição fundamental da realidade humana e pretende escapar dela, e nesse movimento de escape em relação à realidade fundamental da condição humana, o gnóstico actual assume a irracionalidade e o absurdo como base de acção política [“delírio interpretativo”, segundo o conceito de Paul Sérieux].

O gnóstico actual não consegue distinguir a injustiça, que pode ser corrigida, por um lado, e por outro lado, a condição fundamental da realidade humana que o gnóstico actual também considera injusta, mas que não pode ser mudada sem que o indivíduo e a sociedade sofram a espécie de horrores perpetrados pela mente revolucionária durante o século XX [nazismo, comunismo, eugenismo, totalitarismos em geral].


A Esquerda [ou politicamente correcto, ou marxismo cultural], começou pela “igualdade de oportunidades” entre os dois sexos, tendo como base o princípio da autonomia [Kant]; mas agora, a Esquerda entrou pela Grande Recusa e inicia, em nome da autonomia do indivíduo, a recusa da pré-determinação natural dos dois sexos.

Depois da política de “igualdade de géneros”, eis que nos chega o conceito de “neutralidade de género”. Tudo o que identifique culturalmente [símbolos] a existência objectiva dos dois sexos, passa a ser proibido pelo Estado. Por exemplo, em algumas escolas suecas já é proibido às crianças o uso das palavras “rapazes” e “raparigas”, como se a realidade da natureza não estipulasse, de um modo fundamental, que existem rapazes e raparigas.

Na realidade, o que se passa é que a política repressiva de “neutralidade de género” vai desembocar em uma outra cultura de “não-neutralidade de género” — só que ainda não podemos saber os contornos dessa nova cultura não-neutral em relação aos dois sexos; e nem os próprios esquerdistas têm hoje a noção das consequências da sua política de neutralidade de género.

Provavelmente, países como a Suécia podem desembocar numa sociedade matriarcal, mas neste tipo de sociedade também não existe neutralidade entre os dois sexos porque isso é uma impossibilidade objectiva. “Neutralidade de género” é uma falácia e um absurdo. Resta saber se a sociedade matriarcal é melhor do que a sociedade patriarcal; eu tenho dúvidas.

A política de “neutralidade de género” é como o multiculturalismo: um dia destes, um político sueco virá a público dizer que essa concepção política já não faz sentido. Mas entretanto, já existem erros que serão pagos pela sociedade com “língua de palmo”, e devido ao delírio interpretativo dos intelectuais de esquerda.

Sábado, 18 Fevereiro 2012

Na Suécia, quem criticar publicamente a sodomia vai para a cadeia

“Anyone challenging the homosexualist agenda in public in Sweden can be sent to prison, and the European Court of Human Rights (ECHR) has ruled that this does not constitute any violation of rights. In 2004, the Swedish government charged a group of pamphleteers with “agitation against a national or ethnic group,” a crime that carries a maximum penalty of 2 years in prison.”

via EU family roundup: Criticize homosexuality in Sweden and go to jail?: No problem for European court | LifeSiteNews.com.

Na Suécia, quem criticar publicamente o acto homossexual vai parar à prisão. Por exemplo, se eu fosse sueco e por escrever este mesmo postal, provavelmente iria dar com os ossos na pildra. E o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos concorda com a lei sueca, ou pelo menos não tem nada a opor-lhe.
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