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Quinta-feira, 11 Julho 2013

A ciência, as normas (ética) e a teologia cristã

Filed under: ética,Ciência — O. Braga @ 8:43 am
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Sobre este texto alegadamente de Olavo de Carvalho, que começa em “de novo a indistinção entre o normal, o natural, o saudável e o moralmente certo”, e acaba em “escrevo essas coisas em benefício apenas da clareza mental”, pretendo expressar uma pequena divergência, como segue:

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Sexta-feira, 31 Maio 2013

A escravatura e a homossexualidade

Esclavage et homosexualité

La vérité est que pour les descendants d’esclaves, l’homosexualité évoque d’abord les pratiques de certains colons, ou de leurs contremaîtres à l’encontre de leurs jeunes esclaves mâles. Pratiques qui avaient un caractère sexuel, bien sûr, mais qui étaient aussi le signe de leur condition humiliante dans la mesure où les esclaves n’avaient pas, de fait, le droit, de refuser les sollicitations des blancs.

C’est pourquoi le mariage homosexuel horrifie ben davantage les Antillais que les Africains pas enthousiastes certes, mais moins indignés.

Que l’homosexualité – et particulièrement la pédérastie qui veut dire, on le sait, en grec la relation érotique avec des enfants ou des adolescents, ait partie liée avec l’esclavage, constitue une des grandes réalités de l’histoire, aujourd’hui occultées, d’autant moins étonnante que la relation homosexuelle est rarement égalitaire.

Occulté également, le fait qu’elle ait été presque toujours dans le passé l’apanage des classes dominantes – et, souvent contraint et forcé, de leur environnement ancillaire. Combien de villages français au temps de Proust où on ne savait même pas de quoi il s’agissait ?

Pratiquement inconnue des sociétés primitives, relativement égalitaires, ignorant d’autant plus l’esclavage qu’on n’y laissait guère aux prisonniers la vie sauve, l’homosexualité apparait en Grèce et à Rome, non point aux temps primitifs, mais à l’époque de la puissance, dans des sociétés où l’esclavage est très répandu, surtout chez les plus riches.

Avoir à sa disposition un giton de condition servile, est alors rarement puni chez les jeunes aristocrates en mal d’amours juvéniles. Les initiations hétérosexuelles avec une jeune esclave existent aussi mais elles sont plus surveillées, aucun grand lignage ne souhaitant multiplier les bâtards. C’est pour cette raison que, de manière notoire, de personnages comme Alexandre, Pompée, Jules César furent bisexuels (pas Auguste en revanche, mais tous les successeurs de ce dernier : Tibère, Caligula, Claude et Néron). Ils n’étaient pas les seuls. Initiés, dans leur prime jeunesse grâce à des esclaves, les aristocrates grecs et romains pouvaient aussi avoir des relations homosexuelles avec des pairs : ce fut particulièrement le cas, on le sait, dans l’Athènes des Ve et IVe siècles.

Le recul de l’esclavage et l’avènement du christianisme (parallèle à l’apparition d’un paganisme tardif plus rigoriste) font reculer l’homosexualité à la fin de l’Antiquité.

Sexta-feira, 10 Maio 2013

Cumbersa com um ateu sobre o “casamento” gay e a adopção de crianças por pares de homossexuais

Este verbete vem na sequência destoutro.

1/ existe uma falácia lógica que dá pelo nome de sorites, que é normalmente utilizada quando alguém se encontra encurralado perante um argumento adversário em concreto, e que consiste em ir buscar toda ou parte da história do pensamento desse adversário para tentar assim rebater esse argumento em particular e em concreto. Por exemplo, se eu digo num verbete, em concreto, que é aquele que está sujeito a debate, que “o casamento é uma instituição”, o meu adversário vai buscar, como argumento contra, um outro verbete de há um mês em que eu escrevi que “o casamento decorre de um contrato”. Embora, neste caso concreto, as duas proposições não seja contraditórias entre si, não é honesto ir buscar como argumentário alguns textos que não sejam aquele que está em discussão.

2/ naturalmente que quando eu escrevi que as elites patrocinam “um determinado tipo de relacionamento sexual (a sodomia e o “casamento” gay), promovendo-a e impondo-a coercivamente a toda a sociedade através da força bruta do Estado”, falava de imposição cultural (cultura antropológica). Não me passaria pela cabeça que alguém pensasse outra coisa diferente disto e interpretasse o texto à letra, mas a verdade é que me enganei. Das duas uma: ou quem interpretou à letra o que eu escrevi é limitado de raciocínio, ou está de má-fé.

3/ o escriba ateu em questão confunde duas coisas diferentes, mas essa confusão só pode advir de uma má-compreensão, ou então de má-fé: diz ele (implicitamente) que por eu ser contra o “casamento” gay e contra a adopção de crianças por pares de homossexuais, isso significa que eu odeio os homossexuais enquanto pessoas. Seria como se alguém dissesse que por eu ser contra a poligenia (ou poligamia), isso significaria que eu odiaria qualquer pessoa em si mesma que se encontrasse numa situação polígama.

O ateu parece não saber distinguir o comportamento de uma pessoa, por um lado, e a pessoa em si mesma, por outro lado. Ora, isto é extraordinário! Perante isto, a ciência cala-se.

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Segunda-feira, 29 Abril 2013

Professor inglês banido do ensino por não concordar com o comportamento invertido

professor ingles banido do ensino robert hayes png 200 webUm professor inglês (Robert Haye, na imagem) foi banido do Ensino do seu país, porque, perante uma pergunta dos alunos em relação ao comportamento dos invertidos, afirmou que esse comportamento é “pecaminoso”.

Recorrendo aos tribunais, os juízes ingleses decidiram contra ele e afirmaram que um professor digno desse nome terá sempre que fazer a apologia do comportamento homossexual, ou seja, segundo os juízes ingleses, um bom professor deverá sempre dizer aos alunos que o comportamento fanchono é uma coisa muito boa.

Ou seja, segundo a lei britânica, ter um comportamento fanchono já não é apenas um direito negativo: passou já ao estatuto de direito positivo. A tolerância que até há pouco tempo existia em relação ao comportamento invertido é agora substituída, por força de lei, por uma intolerância em relação a quem não concorda com esse comportamento.

Segunda-feira, 15 Abril 2013

O salafismo gay pune o candidato presidencial equatoriano Nelson Zavala por delito de opinião

O ex-candidato presidencial do Equador, Nelson Zavala, foi expulso da actividade política e multado em cerca de 3.000 Euros por discordar publicamente da prática da sodomia.

Durante a campanha eleitoral para a presidência da república no Equador, que se realizou em Fevereiro passado, Nelson Zavala afirmou publicamente que “o comportamento homossexual é imoral”, o que é considerado proibido pela Ingaysição. Em função destas declarações, a Ingaysição e a Gaystapo, que controlam as instituições do país, multaram Nelson Zavala em cerca de 3000 mil Euros e proibiram-lhe qualquer actividade política durante um ano.

paradoxo gayzista

Sábado, 13 Abril 2013

Possível metanóia

Filed under: homocepticismo,Igreja Católica — O. Braga @ 9:42 am
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É possível que brevemente anuncie aqui a minha metanóia e iniciação na Igreja Ortodoxa Russa.

ortodoxia russa web

Das duas uma: ou os cardeais são estúpidos e não percebem que umas coisas estão ligadas a outras, ou não são estúpidos e sabem bem o mal que estão a fazer.

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