perspectivas

Sexta-feira, 16 Março 2018

A censura por delito de opinião já é praticada sem vergonha por parte dos globalistas / esquerdistas

Quinta-feira, 15 Março 2012

A prática da teoria da conspiração

« Writing in The Daily Telegraph, Lord Brennan said, “familiar words such as ‘husband and wife’ and ‘mother and father’ are disappearing from the statute books in the small minority of countries that have begun the experiment in social engineering”.

He went onto explain that, in Spain, marriage was redefined in 2005 and, “the following year, it was announced that Spanish birth certificates would read ‘Progenitor A’ and ‘Progenitor B’ instead of ‘father’ and ‘mother’.”

“This kind of language is Orwellian. Can we expect the same kind of thing here if marriage is redefined?” «

via Labour Peer: Gay marriage could have Orwellian results | News | The Christian Institute.

Somos obrigados a reconhecer que o lóbi político gayzista é muitíssimo poderoso, e devemos levá-lo muito a sério e temê-lo. A prova disto é o caso do Reino Unido onde governa um primeiro-ministro dito “conservador”, David Cameron, que estabeleceu o “casamento” gay como uma prioridade máxima da sua governança, colocando-o mesmo acima da própria economia. O que leva um primeiro-ministro inglês e dito “conservador” a considerar o “casamento” gay mais importante do que a economia do seu país?! Realmente assustador…!
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Terça-feira, 15 Março 2011

Não sejas carneiro! Diz “NÃO” ao Censos 2011

Quarta-feira, 19 Agosto 2009

Eu sou madeirense!

Automóveis: Madeira recusa lei dos chips nas matrículas

chip“O Parlamento Regional invoca o receio de um Big Brother e as dúvidas da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) sobre as implicações relativas à privacidade dos cidadãos e respectivos direitos, liberdades e garantias. O decreto regional contesta a inclusão da Madeira prevista na legislação publicada a 18 de Maio, e segundo a qual a matrícula electrónica será obrigatória em todos os veículos automóveis a partir de 2010. O chip permite o controlo e a gestão de várias funcionalidades, que vão do pagamento electrónico de portagens – solução do governo para a cobrança nas scut (auto-estradas sem custos para o utilizador) – à fiscalização rodoviária e localização de veículos, a qualquer momento, para efeitos de segurança rodoviária e controlo de criminalidade.”

A segurança pública não pode depender da instalação de uma sociedade de Big Brother, em que é colocada em causa paulatina e seriamente a privacidade do cidadão; antes passa pelo controlo da imigração, pela revisão da lei penal no que respeita à celeridade da justiça e aplicação das penas, investimento a sério na Justiça e nas infraestruturas prisionais, e modernização das forças policiais.

Sexta-feira, 8 Agosto 2008

Fernando Pessoa e a Segurança na Sociedade

Eu devo confessar que sinto muitas dúvidas sobre se tudo teria sido feito pelos agentes da autoridade para que ninguém tivesse sido morto na operação policial de ontem. Penso que seria possível terem saído todos com vida, e os assaltantes seriam apanhados mais tarde num café em Montegordo, ou comendo tapas na Diagonal de Barcelona, ou bêbedos na Bierfest em Munique (1). A morte “in loco” revela a fraqueza da União Europeia em matéria de prevenção e controle da segurança no espaço Schengen, é sinónimo de que o Tratado de Schengen não funciona de forma a garantir uma segurança racional dos Estados e das nações.
Não conheço os detalhes das negociações entre a polícia e os assaltantes, mas mesmo assim mantenho as minhas dúvidas.

Hoje vou falar sobre o conceito de Fernando Pessoa sobre ordem e segurança. Nas suas obras em prosa, Pessoa critica o conceito comtista (Augusto Comte) de Ordem e Segurança.

“Evidentemente que por “ordem” os seus defensores não entendem a mera ordem material e ostensiva, aquela que a polícia guarda. Entendem a ordem nos espíritos também, a disciplina íntima de onde resulta o bom funcionamento, físico como psíquico, da engrenagem social. Eles compreendem, de resto, que não há ordem só material, que é nos espíritos que a ordem começa.”

Aqui, Pessoa critica os defensores extremistas (comtistas) da ordem e da segurança como defendendo não só a ordem de guarda policial, como a ordem dos espíritos, a ordem psíquica, isto é, Pessoa critica a ideia de uma ordem que antevê e procura um totalitarismo.

A ordem é nas sociedades o que a saúde é no indivíduo. Não é uma coisa: é um estado. Resulta do bom funcionamento do organismo, mas não é esse bom funcionamento. (…) Na sociedade, semelhantemente: quando aparece a desordem, a sociedade sã procura logo, não manter a ordem, que pode ser provisória e aparente, mas atacar o mal que produziu a desordem. A exclusiva preocupação com a ordem é um morfinismo social.
(…)
No indivíduo, a constante preocupação com a saúde é um sintoma de neurastenia, ou males psíquicos mais graves ainda. Na sociedade, paralelamente, a preocupação da ordem é uma doença de espírito colectivo.

O que se está a passar na nossa sociedade é exactamente aquilo que Fernando Pessoa criticou nos defensores do comtismo securitário do seu tempo (defesa comtista da “ordem” que desembocou no Salazarismo). A História não se repete, mas a essência das coisas existe independentemente daquela. O que assistimos ontem em directo pela TV é próprio de um Estado securitário com altos índices de totalitarismo comtista (científico, no seu pior sentido).

Fiquei com a sensação de que a exibição policial de ontem tem uma intenção, quis passar uma mensagem claríssima: “Cuidado! cidadãos deste país: hoje foi abatido um assaltante armado, amanhã será um delinquente que rouba um pão para comer”. Pode ser só sensação minha; queira Deus que assim seja.

(1) Bastava que polícia tivesse colocado um sinalizador GPS no carro que permitisse a fuga aos assaltantes.

(textos de Pessoa tirados de “O Preconceito Tradicionalista”)

Sexta-feira, 13 Junho 2008

Blogues “preocupam” União Europeia

Considerando que, apesar de os blogues serem um meio de expressão cada vez mais comum, utilizado por profissionais de comunicação social e por particulares, o estatuto dos seus autores e editores, nomeadamente o seu estatuto jurídico, não está definido nem é indicado aos leitores dos blogues, o que causa incertezas em relação à imparcialidade, fiabilidade, protecção das fontes, aplicabilidade dos códigos deontológicos e atribuição de responsabilidades em caso de acção judicial.

PROJECTO DE RELATÓRIO sobre a concentração e o pluralismo dos meios de comunicação social na União ( 7/3/2008 — ficheiro PDF )

A União Europeia anda preocupada com os blogues; anda preocupada com o blogue da Maria e com as “bocas” do Manel. Espero que a Irlanda opte pelo NÃO; caso contrário, vamos ter uma ASAE a actuar na blogosfera, a vasculhar os posts do Zé Povo, a aplicar o lápis azul a torto e a direito.

Essa coisa da “responsabilização da opinião” é um déjà vu; ainda existe na China.

via

Actualização (via) : Parlamento Europeu analisa estatuto da blogosfera


Actualização: 2008-06-14T13:26:45+00:00:

Sarkozy culpa os blogues pela fraca procura dos jornais impressos.


Adenda:

“Europa foi raptada por Júpiter”. Não só a Europa, mas Ganimedes.

Ganimedes era um “belo mancebo” ― segundo palavras de Heródoto ― filho de Treos, de quem houve nome Tróia; vivia numa Grécia esclavagista, guerreira, militarista, imperialista e, portanto, misógina. Nas expedições militares de vários anos consecutivos sem regresso à pátria, a homossexualidade passou a fazer parte da lógica militarista e imperialista. A mulher grega, cada vez mais afastada das grandes decisões da sociedade, encarna o papel de Hera, mulher de Zeus, que se revoltou contra o seu marido que tinha raptado Ganimedes para o sodomizar. Foi assim que os militaristas gregos justificaram a homossexualidade e a pederastia como sendo comportamentos divinos. Mais tarde, os nazis das SA (Sturmabteilung) de Ernst Roehm, fizeram exactamente o mesmo.

O mito de Ganimedes é hoje amplamente invocado pelos pederastas jupiterianos que controlam a União Europeia.

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