perspectivas

Quinta-feira, 7 Maio 2009

A táctica do comuna

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 12:10 am
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José Saramago coloca explicitamente a hipótese de S. Nuno de Santa Maria ter sido um traidor à Pátria (que a terra lhe seja pesada…não a D. Nuno; ao outro).

Adenda:

Saramago sabe as respostas correctas às seguintes perguntas:

  • Qual a nação que auxiliou a tropa portuguesa do Mestre de Avis comandada pelo Condestável, na guerra contra Castela?
  • Com quem casou o Mestre de Avis, futuro D. João I?
  • Com que personagem estrangeira o Condestabre Nuno Álvares manteve contactos pessoais e especiais na Corte em Lisboa, e correspondência assídua toda a sua vida depois da guerra com Castela?

saramago

José Saramago sabe as repostas a estas perguntas, e por isso é que a ilação que ele tira do trecho da “Crónica de D. João I” de Fernão Lopes, é profundamente desonesta. O que Saramago nos quer meter pelos olhos dentro é que D. Nun’Álvares, depois de ter passado metade da vida a combater Castela, iria pedir asilo precisamente ao rei castelhano. Esta ideia revela a perversidade da estupidez de José Saramago.

Como todos os ideólogos comunas, Saramago é intelectualmente desonesto. É necessário que o povo português compreenda que Saramago não serviu Portugal, antes serviu-se de Portugal ― tirou partido pessoal deste bom povo, desta cultura milenar e desta língua. Saramago já fede antes de morto. Paz à sua alma.

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Terça-feira, 29 Abril 2008

José Saramago

Filed under: cultura,Sociedade — O. Braga @ 11:07 pm
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Saramago

Para quem tem (ainda) dúvidas do que é Saramago como pessoa, aconselho a leitura desta posta.

Domingo, 30 Dezembro 2007

Dissertação sobre o fundamentalismo anti-teísta e a elite estupidificada

“No caso de Dawkins – e intra-muros, no caso de Saramago – assistimos a dois casos típicos de desonestidade intelectual. Ambos são intelectualmente desonestos na sua sanha irracional anti-religiosa.”

(texto com 1690 palavras)
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Quinta-feira, 6 Dezembro 2007

“Que vida lixada, José Saramago”

Filed under: cultura,Portugal — O. Braga @ 4:00 pm
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saramago-traidor

Quando Sousa Lara desancou em Saramago em pleno parlamento por casa do seu Cristo e da sua cruz pessoal, eu – que até sou da “direita cristã social-progressista” – arrepiei-me. Lembro-me de ter pensado: mas o que é que aquela infeliz criatura tem a ver com aquilo que Saramago publica ou deixa de publicar, a ponto de sugerir a proibição da venda do livro?
Depois do caso “Sousa Lara”, Saramago amuou – não só com Sousa Lara: com a direita, com a esquerda, com o centro, e com todos os portugueses. Saramago culpou todos os portugueses pela derrocada das suas convicções políticas ortodoxas, e emigrou para um país onde a ortodoxia das suas convicções políticas estava ainda mais longe da realidade. Saramago culpa Ad AEternum os portugueses pelo falhanço da sua utopia pessoal e pelas suas misérias idiossincráticas.
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