perspectivas

Sexta-feira, 16 Agosto 2013

No que respeita à língua, do Brasil só vem merda

«Alguns podem pensar que ao escrever “penço” estou cometendo um erro de gramática. Não. O erro, isso mesmo, erro é ortográfico. Tanto já se comentou por aqui em acerto e erro, adequado e inadequado, que acredito que a confusão agora está completa.»

Marcia Meurier Sandri, Mestre em Língua Portuguesa UERI

Que me perdoem os amigos brasileiros, mas já não aguento mais! Puta que pariu! Em matéria de política da língua “portuguesa”, a grande diferença entre Portugal e o Brasil é que a de que a oposição ao Acordo Ortográfico, a existir no Brasil, não é organizada, ao passo que os defensores brasileiros do Acordo Ortográfico estão fortemente organizados – e a razão pela qual os putativos opositores brasileiros ao Acordo Ortográfico não estão organizados é a de que (apesar da aberração do Acordo Ortográfico) pensam que “o Brasil vai tirar vantagem”. Mas não vai.

Enquanto que os defensores portugueses do Acordo Ortográfico andam envergonhados, os defensores brasileiros do Acordo Ortográfico andam orgulhosos. E esta diferença faz toda a diferença.

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Domingo, 1 Julho 2012

Os factos desmontam os argumentos da cultura masoquista de Esquerda em relação ao colonialismo português

Using the 2000 population weights, the data and estimated coefficients indicate that 47% of the development outside of Europe is attributed to the share of European settlers during the early stages of colonization … it is striking how much of global development is associated with Europeans (not even considering the development of Europe itself).

via Oz Conservative: Did Western colonialism create economic inequality?.

A Esquerda portuguesa tem por costume crucificar a nossa cultura e a nossa História que, como sabemos, passou pelas colónias e pela colonização de territórios que hoje são independentes. Portugal colonizou a Guiné-Bissau, Cabo Verde, S. Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, a Índia Portuguesa, Malaca, Timor, Macau e o Brasil.

É interessante saber que 47% do desenvolvimento económico fora da Europa se deve aos colonos europeus durante o período colonial — o que significa, por exemplo, que se Moçambique teve uma aumento do PIB per capita de 1000 dólares entre o ano de 1700 e o ano de 2000, 470 dólares desse aumento de 1000 dólares é atribuível à presença dos portugueses em Moçambique. E se o Brasil tivesse tido uma maior ligação à economia europeia na década entre 1995 e 2005, o PIB per capita brasileiro seria hoje superior em 2000 dólares.

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