perspectivas

Domingo, 10 Junho 2012

O darwinismo utópico é uma religião maligna

No seu livro “O Relojoeiro Cego”, Richard Dawkins afirmou que se uma multidão, reunida numa igreja para assistir à missa dominical, vir a imagem [a estátua] da Virgem Maria sair do pedestal, no altar, pelos seus próprios meios, caminhar em passo estugado ao longo do interior da igreja, meneando as cadeiras, e sair pela porta fora — dizia eu, Richard Dawkins afirma no seu livro que, em presença de tão estranho comportamento da estátua da Virgem Maria, não devemos concluir que essa multidão testemunhou um milagre.

Em vez disso, Richard Dawkins diz que talvez tenha sucedido que “calhou” (sic) que todos os átomos da imagem da Virgem Maria se moveram nas mesmas direcções e ao mesmo tempo. Atenção que Richard Dawkins não estava a brincar: escreveu isto muito a sério!

Repare-se que é preciso ser muito mais religioso, e ter muita mais fé, para acreditar na validade da interpretação de Richard Dawkins acerca do alegado passeio atómico e apeado da estátua da Virgem Maria, do que a fé necessária para apenas constatar o milagre da Virgem Maria que saiu da igreja pela porta fora.

No seu livro “A Ideia Perigosa de Darwin”, Daniel Dennett compara os crentes religiosos a “animais selvagens” (sic) que deveriam ser detidos pela polícia e enviados para a cadeia; e os filhos dos crentes religiosos deveriam, segundo Daniel Dennett, ser separados coercivamente dos pais e entregues ao Estado para serem educados segundo os cânones darwinistas.

O ateísmo darwinista utópico é uma religião satânica.

Quarta-feira, 15 Fevereiro 2012

Richard Dawkins não sabe o nome do título do livro “Origem das Espécies”, de Charles Darwin

Num debate na rádio inglesa BBC4, Richard Dawkins não soube dizer o título completo do livro de Charles Darwin, a “Origem das Espécies”.

A pergunta acerca do título do livro de Darwin foi feita a Richard Dawkins por Giles Fraser, depois de Richard Dawkins ter afirmado que uma grande parte dos cristãos ingleses não sabia o nome do primeiro livro do Novo Antigo Testamento.

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Terça-feira, 19 Julho 2011

Richard Dawkins e a sua cabeça de galinha que põe ovos para procriação

«Uma besta moderna como Richard Dawkins, afirma implicitamente que, para além de não podermos encontrar provas da existência de Deus, podemos encontrar na beleza do universo, na sua harmonia grandiosa, um substituto.»

Os primórdios do ateísmo e a física quântica


O neodarwinismo, como teoria de explicação para a origem da vida, está morto; apenas os neodarwinistas ainda não se deram conta disso. Porém, convém dizer que pelo facto de neodarwinismo estar morto, isso não significa que o universo tenha tido o seu início há seis mil anos, como alguns criacionistas defendem… nem oito, nem oitenta!

As nano-máquinas intracelulares foram os testes de falsicabilidade da teoria neodarwinista, que se revelou falsa, por um lado, e a entropia genética foi o pesadelo dos darwinistas inteligentes — porque os burros ateístas continuam a ver elefantes cor-de-rosa —, por outro lado.
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Quarta-feira, 30 Março 2011

O erro de Espinoza (2)

Espinoza foi um homem que viveu e morreu sem grandeza porque não conseguiu ser diferente de uma árvore — não conseguiu vislumbrar a sua condição de miserável.

Quando Stephen Hawking, no seu último livro, afirmou que a causa do universo era o próprio universo, nada mais fez do que seguir, grosso modo, a metafísica de Espinoza. A diferença essencial é a de que Stephen Hawking baseia-se no conceito de Multiverso para justificar a infinitude material do espaço-tempo, enquanto que Espinoza concebia o universo como infinito porque não tinha os meios científicos suficientes para saber que, afinal, o universo teve um princípio e que, por isso, é finito.
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Domingo, 20 Março 2011

Energia Negra : lá se vai mais um argumento de Richard Dawkins pela pia abaixo !

Filed under: Ciência,filosofia — O. Braga @ 9:51 am
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Os astrofísicos chegaram à conclusão de que a chamada “Energia Negra” existe mesmo — é curioso como a ciência chegou à conclusão que a Energia Negra existe, mas ainda não conseguiu constatar o óbvio e auto-evidente: que Deus É.
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Segunda-feira, 14 Fevereiro 2011

O argumento de Richard Dawkins da religião como um mero mecanismo de sobrevivência

Se o primeiro objectivo da evolução não é a produção de crenças verdadeiras, então a crença de Richard Dawkins — segundo a qual o evolucionismo permite o discernimento da verdade — cai por terra.

Um dos argumentos neo-ateístas — e de Richard Dawkins — acerca da religião é o de que esta é um produto da evolução e surgiu como um mero mecanismo de sobrevivência. E segundo a neo-ateísta Patricia Churchland, a ética do ser humano resume-se a uma lógica de quatro éfes : Feeding, Fighting, Fleeing and Fucking.


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Sexta-feira, 7 Janeiro 2011

Richard Dawkins e a uniformização compulsiva do pensamento

Richard Dawkins já foi transformado pelos me®dia em um ideólogo político; a ideologia política é, assim, utilizada por Richard Dawkins para mascarar e disfarçar as insuficiências do neodarwinismo, ao mesmo tempo que serve os interesses do marxismo cultural que caracteriza a elite dos me®dia.
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Domingo, 2 Janeiro 2011

Abrindo uma excepção para comentar um comentário

Um leitor deste postal, de seu nome Nuno Dias, escreveu um comentário que foi parar à lista de SPAM — em rodapé explico por que razão os comentários do Nuno Dias são SPAM. No referido postal, eu escrevi o seguinte :

« No seu último livro “A Desilusão de Deus”, Richard Dawkins insiste nesta ideia: o universo é igual por toda a parte. »

O comentário do tal Nuno Dias é o seguinte :

«ora transcreve lá o que Dawkins escreveu. Será que não se refere às leis da física?»


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Sábado, 1 Janeiro 2011

Richard Dawkins estava errado acerca do “universo igual em toda a parte”

Um dos mitos da ciência — que é o suporte do materialismo ateísta de Richard Dawkins dos outros cavaleiros do apocalipse ateísta — é o de que “o universo é igual em toda a parte”, ou seja, quem vê uma parte do universo vê as mesmas características (físicas e químicas) no universo inteiro. Recentes pesquisas da astrofísica desmentem esse mito positivista.

No seu último livro “A Desilusão de Deus”, Richard Dawkins insiste nesta ideia: o universo é igual por toda a parte.

A ideia de que todas as galáxias eram semelhantes ou mesmo idênticas à nossa galáxia (Via Láctea) e em forma espiral, é falsa. Um terço das galáxias já descobertas têm forma elíptica, e não a forma em espiral da nossa galáxia. Por outro lado, as estrelas conhecidas pela designação de “anãs vermelhas” são muito mais vulgares e numerosas nas galáxias em forma elíptica do que nas galáxias em forma de espiral (como é a nossa). Portanto, o universo não é igual por toda a parte.

As estrelas anãs vermelhas têm apenas cerca de 1/5 do tamanho do nosso Sol e têm uma combustão interna muito mais lenta do que este. A pesquisa supracitada revelou que existem muito mais estrelas anãs vermelhas do que se supunha : existem cerca de 300 [10^21] estrelas anãs vermelhas — [300 X (1 seguido de 21 zeros)].

O mais curioso da investigação é que pressupõe que até a composição química das galáxias elípticas pode ser diferente da da nossa galáxia.

Portanto, 1) o universo é muito mais complexo do que o materialismo cientificista e ateísta supõe, e 2) o universo não é igual em todas as suas partes.

Quarta-feira, 27 Outubro 2010

A religião evolucionista e darwiniana dos biólogos actuais

Os biólogos actuais, e portanto, darwinistas na sua maioria, como é o caso do zoólogo Richard Dawkins, confundem filosofia com ciência. O bioquímico Michael Behe refere-se assim aos biólogos neodarwinistas:

«Por princípio, a maioria dos biólogos trabalha a partir de uma estrutura darwiniana e simplesmente assume aquilo que não pode ser demonstrado. Infelizmente isto pode levar a um hábito intelectual corrosivo que consiste em esquecer a diferença entre aquilo que é assumido e aquilo que é demonstrado.»

( “Edge of Evolution”, 2007).

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Domingo, 2 Maio 2010

O epicurismo

Existe um blogue português (no Blogspot.com) com o título “De Natura Rerum”. Este é o título de um poema de Lucrécio, um cidadão romano contemporâneo de Júlio César, que sofria de ataques de loucura a espaços e que se suicidou na sequência de um estado de loucura definitivo. Em suma, Lucrécio escrevia bem, mas era maluco — tal como Nietzsche. Lucrécio seguia a doutrina de Epicuro (o epicurismo), um grego de origem humilde e mesmo pobre que viveu entre o século IV e III a. C., e que criou a sua academia já na época helenística — ou seja, no tempo grego depois da morte de Alexandre.
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Quinta-feira, 25 Março 2010

Deus é Grande

Ontem ouvi na TSF, ao fim da tarde, uma parte da entrevista dada pelo ex-marxista Christopher Hitchens na sequência do lançamento em Portugal do seu livro “Deus Não é Grande”. Hitchens é um dos “cavaleiros das quatro-partidas”; os outros são Richard Dawkins, Daniel Dennett e Sam Harris.
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