perspectivas

Quarta-feira, 27 Julho 2016

Apagar a História

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 11:47 am
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“Atacar uma igreja, matar um Padre, é profanar a república” → François Hollande

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A maior parte dos sacerdotes católicos mártires franceses foram assassinados pela república.

Segunda-feira, 25 Janeiro 2016

Viva o progresso!

Filed under: Portugal — O. Braga @ 6:58 pm
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Pela primeira vez temos um presidente da república divorciado (não há primeira-dama).

O próximo presidente da república será uma lésbica “casada” com outra (uma marida com uma marida) e com um filho anónimo, produto de inseminação artificial (um filho-de-puta).

E depois teremos um gay poliândrico como presidente da república, que transformará o palácio de Belém em uma sauna gay. Há que ser moderno!

E para sermos ainda mais progressistas, iremos eleger para presidente da república um transsexual negro em uma relação poliamórica com 27 homens e mulheres de género neutro. Não há fome que não dê em fartura!

Ser progressista é fixe.


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Terça-feira, 23 Junho 2015

Qual a bandeira portuguesa mais bonita?

Filed under: Portugal — O. Braga @ 3:07 am
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Sexta-feira, 22 Maio 2015

A alma do republicano José Alberto Carvalho

Filed under: Política,politicamente correcto,Portugal — O. Braga @ 5:45 am
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“Informam-me que José Alberto Carvalho terminou o Telejornal da TVI em directo do novo Museu dos Coches ao lado do Landau do Rei Dom Carlos a citar o testamento do Buiça, louvando o facto de ele saber que ia dar a vida pelo futuro dos seus filhos ao assassinar um Chefe de Estado constitucional e o Príncipe Real (por sinal marido e filho da fundadora do Museu) como exemplo dos “valores republicanos”. Ainda há quem acredite na evolução da humanidade. Tenho o estômago revirado.”

Tenho o estômago revirado de nojo

Eu vi e ouvi o encómio ao crime. Lembrei-me então de Fernando Pessoa:

“O regime [republicano] está, na verdade, expresso naquele ignóbil trapo que, imposto por uma reduzidíssima minoria de esfarrapados morais, nos serve de bandeira nacional — trapo contrário à heráldica e à estética, porque duas cores se justapõem sem intervenção de um metal e porque é a mais feia coisa que se pode inventar em cor. Está ali contudo a alma do republicano português — o encarnado do sangue que derramaram e fizeram derramar, o verde da erva de que, por direito mental, devem alimentar-se.”

Domingo, 11 Janeiro 2015

O fascínio da república pelo Islão

Filed under: Europa — O. Braga @ 6:47 am
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“Maomé teve uma visão muito saudável, ligou bem o seu sistema político na medida em que o seu tipo de governo foi garantido pelos califas, e esta governação resultou exactamente naquilo que ele pretendia.”

→ Jean-Jacques Rousseau, “Contrato Social” (4,8).

Quarta-feira, 1 Outubro 2014

Uma dica para se resolver o problema dos bustos na Assembleia da República

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,Política,Portugal — O. Braga @ 8:40 pm
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Domingo, 29 Junho 2014

Quando os democratas são contra a democracia

Filed under: Maçonaria,Política,Portugal — O. Braga @ 10:06 am
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“Se Portugal hoje é uma Nação de rastos e incapaz de resistir à demência neoliberal que nos tomou a todos de assalto, é graças em grande parte à escumalha marxista que destruiu os alicerces económicos da soberania nacional logo durante o PREC.

Pessoas que não tinham a mínima noção de como um País se governa ou de como se gere uma economia, foram de um momento para o outro projectadas para o poder. Mercenários e traidores à Pátria que num outro qualquer País decente seriam presos ou fuzilados, não tardaram a apossar-se de cargos-chave essências ao funcionamento da Nação.”

Varela, Cravo e Canela

A Esquerda, em geral, utiliza hoje uma estratégia política similar à do partido republicano depois de 1890 (depois do Ultimato inglês) e até 1910; optou pela imbecilização da opinião. A imbecilização da opinião é feita por políticos — que se dizem democratas — que combatem a democracia em nome da democracia.

Por exemplo, em 1899 aconteceu um surto de peste negra na cidade do Porto, surto esse provocado pelo tráfego de navios do Oriente que traziam a doença. Depois de alguma hesitação, e para evitar a contaminação geral da doença, a cidade foi isolada e o comércio fechado.

O desemprego disparou na cidade; começou a fome; e o partido republicano dizia então que a culpa do surto da peste negra na cidade do Porto era do Rei Dom Carlos! Mas não se ficou por aqui! O republicano Afonso Costa declarou no parlamento1:

“Os cento e onze óbitos motivados pela epidemia [de peste negra] não valem os milhares de contos perdidos pelo comércio e pela indústria [da cidade do Porto], e os mil contos gastos com as medidas adoptadas”.

Colocar em uma mesma categoria de análise política a vida de seres humanos, por um lado, e o dinheiro gasto para a salvar ou para a proteger, por outro lado, é próprio de gente inqualificável eticamente — e foi esta gente que governou Portugal durante a I república e que ainda hoje são eminência parda do Poder que se esconde pelas lojas maçónicas do país.

E não é que a imbecilização da opinião deu resultado?! Nas eleições que se seguiram, o partido republicano conseguiu eleger, pela primeira vez, três deputados.

E se analisarmos o que se passou nos 16 anos da I república, não sabemos se rir ou chorar; mas podemos afirmar sem rebuço que foi vergonhosa! A I república foi uma vergonha nacional! Ao lermos a história da I república, temos a sensação de que estamos a ler uma obra de ficção — aquilo não pode ter sido real! — e uma tragicomédia que explora o absurdo até ao insuportável. Mas o absurdo da I república vem de quase todos os quadrantes da política portuguesa, incluindo algumas seitas de monárquicos: parecia que a política portuguesa se tinha transformado em um manicómio aberto ao público.

Nota
1. “História de Portugal”, José Hermano Saraiva, Volume VIII, Lisboa, 2004

Segunda-feira, 23 Junho 2014

O bi-partidarismo da monarquia constitucional e a entrada do Portugal republicano na I Guerra Mundial

Filed under: Europa,Maçonaria,Política — O. Braga @ 7:51 pm
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Este verbete no Corta-fitas “embrulha” uma série de ideias.

1/ A ideia de Pulido Valente segundo a qual “a monarquia caiu por duas razões. Primeiro, porque os partidos “rotativos”, o Regenerador e o Progressista, que não podiam sobreviver numa sociedade urbana (no fundo, Lisboa, e um pouco o Porto), se começaram a dividir no reinado de D. Carlos”, não está correcta, conquanto que a segunda razão esteja.

O bi-partidarismo, entendido em si mesmo, é um sistema tão bom ou melhor do que o multi-partidarismo (ver a opinião de Karl Popper acerca do bi-partidarismo). O problema da monarquia constitucional do século XIX esteve no tipo de cultura política, e não no sistema político entendido em si mesmo.

“A tirania do Senhor Dom Carlos procede de feras mais obesas: do porco. Que o porco esmague o lodo é natural. O que é inaudito é que o ventre de um porco esmague uma nação e dez arrobas de cebo achatem 4 milhões de almas”. — Guerra Junqueiro, publicado no jornal “Voz Pública”, de Lisboa.

O texto supracitado revela a cultura política dos intelectuais portugueses daquela época. “Liberdade” era sinónimo de “possibilidade de insulto público e publicado sem reservas e sem lei”. Aliás, a esmagadora maioria dos intelectuais portugueses ou era republicana, ou pertencia à maçonaria, ou as duas coisas. E quando não eram republicanos ou/e maçónicos, os poucos intelectuais portugueses faziam o jogo político do inimigo.

Por exemplo, em 1876, o partido Reformista, liderado pelo Bispo de Viseu, e o partido Histórico, liderado pelo duque de Palmela, celebraram o Pacto da Granja, através do qual os dois partidos se fundiam e fundavam um novo partido: o partido Progressista (um dos dois partidos do futuro rotativismo). Repare-se que os dois partidos eram liderados por um membro do alto clero português e por um alto membro da nobreza!

Nos dias seguintes ao nascimento do partido Progressista, o governo “caiu”, e o novo Partido Progressista tentou influenciar o Rei D. Luís no sentido de que preferisse a sua política à de Fontes Pereira de Melo; porém, o Rei optou novamente pelo Fontes. Seguiu-se que o partido Progressista, liderado por um Bispo e por um duque, entrou por uma série de impropérios publicados contra o Rei que fariam corar um carroceiro! Portanto, este é um dos muitos exemplos de como os monárquicos foram igualmente responsáveis pela queda monarquia.

Por outro lado, embora os dois partidos do rotativismo tivessem uma implantação nacional, a política real e efectiva era feita em Lisboa — e por isso é que a ideia segundo a qual os partidos “rotativos”, o Regenerador e o Progressista, que não podiam sobreviver numa sociedade urbana, é simplista.

2/ Estou de acordo com a segunda ideia de Pulido Valente: a corrupção do sistema político — a começar pela Casa Real na famigerada querela dos “adiantamentos”. Os monárquicos actuais (como eu) têm que reconhecer os erros próprios cometidos no passado. “A verdade liberta”.

3/ A ameaça da Alemanha (e outros países continentais) em relação aos territórios ultramarinos portugueses foi real, e foi a principal razão por que Portugal entrou na I Guerra Mundial.

“A Alemanha apossa-se de Quionga e o conde alemão de Azfeld entra em combinações com o ministro inglês Balfour sobre a partilha do nosso património (colonial português). Como os Estados Unidos também quisessem parte do espólio, sobretudo desejando o arquipélago açoriano de tão grande importância estratégica, a operação foi adiada para melhor oportunidade, não sem a intervenção do Marquês de Soveral, nosso ministro em Londres, imensamente facilitada por aquela pretensão da grande república. As ameaças não cessavam, todavia.

Alguns anos depois, quando, em 1904, decorria a guerra russo-japonesa, parece que um acordo secreto entre a Itália, França, Alemanha e Rússia, que procuravam evitar a intervenção da Inglaterra a favor do Japão, fazia de Portugal e da Bélgica os bodes expiatórios. A Alemanha ficaria com as nossas colónias, enquanto a Espanha nos limitaria na metrópole a soberania”.

→ “História de Portugal”, José Hermano Saraiva, 2004, volume VII.

É claro que a entrada do Portugal republicano — e independentemente das querelas com os monárquicos — na I Guerra Mundial teve como principal razão a manutenção das colónias.

Domingo, 18 Maio 2014

Monarquia, República, Nação e Estado

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 4:45 am
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Quando Mário Soares diz que “o Estado Novo não foi uma república”, tem, em parte, razão. A república pressupõe a existência dos partidos políticos e as eleições ao serviço do movimento revolucionário que tem a certeza do futuro (Historicismo: o progresso é visto como uma lei da natureza).

Parte-se do princípio de que o conceito de “república” assenta em princípios jacobinos (provenientes da revolução francesa), em que os partidos políticos e as eleições são meios políticos de transformação da sociedade rumo à criação do “Homem Novo”.

A república (propriamente dita) coloca a Nação ao serviço do Estado; a monarquia (propriamente dita) coloca o Estado ao serviço da Nação.

Por isso é que um monárquico não o pode ser apenas por tradição: há uma filosofia por detrás da monarquia: o rei, e exactamente porque não é eleito, é um símbolo da Nação (ninguém se lembraria de submeter a eleições, por exemplo, a bandeira nacional!, ou o hino nacional; e note-se que um plebiscito não é uma eleição); e o presidente da república, mesmo sendo eleito, é sobretudo um símbolo do Estado.

Sábado, 17 Maio 2014

Salazar: era ¿monárquico ou republicano?

Filed under: Política — O. Braga @ 6:21 am
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“(…) era certo que [Salazar] temia que o regime republicano viesse a descambar no sistema de partidos e na confusão de que nos libertáramos havia 30 anos. Mas tinha ainda mais dúvidas do que eu acerca da viabilidade e da idoneidade da Monarquia, pois às que eu formulara se juntavam as dele sobre a dinastia. Não lhe parecia que D. Duarte Nuno possuísse as qualidades necessárias para o reatamento do regime monárquico, e as provas até então dadas pelos filhos ainda eram piores.

No seu discurso [de Salazar], a referência à eventualidade de a solução monárquica vir a ser uma solução nacional queria dizer que poderia chegar um momento em que, à consciência da Nação, a restauração da Monarquia surgisse como forma única de salvaguardar a sua existência e o seu património moral. Nada mais do que isso.”

Marcello Caetano, “Minhas Memórias de Salazar”, Lisboa, 2006, página 733

Salazar, antes de ser um economista, era um professor de Direito na Universidade de Coimbra. Salazar foi bastante influenciado, na sua formação, pela Filosofia do Direito, de Hegel — como, aliás, a esmagadora maioria dos seus contemporâneos. Salazar substituiu o conceito de “Ideia” (imanente, e proveniente do protestantismo), de Hegel, pelo conceito católico e tradicional de “Providência” (transcendente). Ou seja, Salazar não seguiu exactamente a metafísica de Hegel, mas é certo que foi influenciado, de forma marcada, pela Filosofia do Direito do filósofo alemão.

(more…)

Quarta-feira, 14 Agosto 2013

A III república portuguesa não é regenerável pelos seus próprios meios

“Portanto – como sempre! -, não se busque nos outros a razão da nossa desgraça política. É dentro da direita que se consente esta corrupção de Estado. E é por causa da nossa debilidade moral – votação corrupta – que os socialistas mandam (é sempre «culpa nossa»). Não há redenção da direita sem limpeza da sua corrupção.”

Eu só não recomendo a leitura deste verbete porque está escrito “desconforme o desacordo ortográfico”; mas façam de conta que está escrito correctamente: a nossa imaginação não tem limites.

Existe um nexo causal entre o processo progressivo da perda da soberania para a União Europeia, por um lado, e por outro lado, a normalização paulatina da corrupção que se entranha nos costumes das elites.

Diz o texto que “não há redenção da direita sem limpeza da sua corrupção”. Ora, essa “limpeza”, efectuada dentro do e pelo sistema, é absolutamente impossível! O Direito Positivo apoia-se espontaneamente nos costumes, e no caso específico da política, nos costumes das elites; e o fundamento dos costumes das elites deve ser procurado nas tradições (boas ou más) mantidas vivas pela História, costumes esses que se manifestam de forma inconsciente na vida política.

A partir do momento em que o Direito Positivo se separou totalmente do Direito Natural – o que aconteceu já na III república, mas principalmente com a alienação progressiva da nossa soberania à União Europeia (e porque no tempo de Salazar ainda existia uma ligação entre os dois tipos de Direito) – o problema ético-político agravou-se. A alienação da soberania portuguesa desresponsabilizou a classe política nacional. Os portugueses vivem hoje num limbo, em que existe uma classe política dentro de num sistema que já não é soberano e que não pertence cabalmente a qualquer soberania. Portugal está à deriva.

A “limpeza da corrupção” não é possível nem à Esquerda nem à Direita – porque na esquerda também existe corrupção, embora diferente. Vemos o que se passa, por exemplo, no Brasil de Dilma Roussef governado à esquerda. Ou o que se passa em França socialista de François Hollande governado pela maçonaria. E se tivermos um governo do Partido Comunista ou do Bloco de Esquerda, a corrupção passa a ser escondida da opinião pública através de uma “ideologia de granito” que confunde a sociedade civil com o Partido, e este com o Estado – mas não deixará de haver corrupção.

Por outro lado, é uma ilusão falar em Direita em Portugal; estamos a enganar-nos a nós próprios! A política e a realidade não se reduzem à economia! Não existe “direita” em Portugal.

Quando o ethos que rege o Partido Socialista é essencialmente semelhante – senão idêntico – ao que rege a tal “direita”, essa “direita” simplesmente não existe. Qualquer “reviravolta” no ethos político português conduzir-nos-ia a uma versão nacional da democracia húngara, e nesse caso teríamos a União Europeia de Durão Barroso a condenar e a perseguir Portugal. Existe um nexo causal entre o processo progressivo da perda da soberania para a União Europeia, por um lado, e por outro lado, a normalização paulatina da corrupção que se entranha nos costumes das elites.

Dizer que é possível uma “limpeza da corrupção” dentro do actual sistema é equivalente a dizer que o teorema de Gödel está errado. O teorema de Gödel diz que é impossível demonstrar a não-contradição de um sistema pelos seus próprios meios, ou mediante meios mais fracos. O actual sistema político não pode logicamente demonstrar, pelos seus próprios meios, as suas contradições. A III república portuguesa não é regenerável pelos seus próprios meios.

Quarta-feira, 3 Julho 2013

Se cá nevasse fazia-se cá ski

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 10:00 pm
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Se tivéssemos um presidente da república que não fosse um palhaço fora do circo, teríamos um governo de iniciativa presidencial — que é o que eu tenho defendido desde Setembro de 2012 depois do fiasco da TSU a favor dos patrões.

Esta palhaçada toda a que assistimos todos e cujo protagonista principal foi o palhaço presidente da república, apenas nos demonstra a necessidade do fim do regime e da restauração da monarquia em Portugal.

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A família real portuguesa

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