perspectivas

Terça-feira, 2 Dezembro 2014

A pseudo-ciência do David Marçal

 

O David Marçal, que escreve no blogue rerum natura,  escreveu um livro sobre “pseudo-ciência”; mas o livro aplica-se a ele próprio.

No domínio do chamado “aquecimento global” — que agora mudou, em certos círculos, para “alterações climáticas” — tudo o que não corresponda a uma norma idealizada por uma certa comunidade “científica” comandada e controlada pela plutocracia internacional, é sinal de “culpa do ser humano”.

O David Marçal deu uma entrevista à Antena 1 1em que falou do Aquecimento Global Antropogénico (Aquecimento Global por culpa do ser humano). Para poupar ao leitor a audição da entrevista toda, oiça aqui em baixo a parte que interessa ao caso.

 

lund universityDesde logo, David Marçal é bioquímico; não tem qualquer autoridade, nem de direito, nem de facto, para falar em Aquecimento Global, e muito menos antropogénico. Estamos já no domínio do dogma, e não da ciência.

David Marçal acusa os cépticos do Aquecimento Global de serem pagos para serem cépticos. E quem paga a David Marçal para defender um dogma em nome da ciência? Pois bem: quem lhe paga, directa ou indirectamente, são os poderosos do mundo, os plutocratas como por exemplo Rockefeller, os Rothschild, Bill Gates ou George Soros, que são os que promovem, nos me®dia, a ideologia do Aquecimento Global Antropogénico no sentido da limitação da presença de seres humanos na Terra através do aborto e da eutanásia mais ou menos compulsivos.

David Marçal é um mercenário cientificista: faz política em nome da ciência. E a Rádio Renascença dá-lhe cobertura política! Não se deixe enganar, caro leitor: mantenha um espírito crítico que é próprio da verdadeira ciência!

Nota
1. Por lapso, tinha referido a Rádio Renascença em vez da Antena 1.

Sexta-feira, 18 Outubro 2013

Terá sido este?

“Um Santo é uma pessoa muito humana” — dito Rádio Renascença, Emissora Católica Portuguesa, a 16/10/2013.

Via: Ouvido de um Cardeal português, ex-membro da Alta Cúria Romana

Terça-feira, 28 Agosto 2012

A Rádio Renascença e o ‘cardeal colorido’

Filed under: A vida custa,ética — O. Braga @ 3:50 pm
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O Cardeal Colorido

«Duas mães em sobressalto, uma psicóloga e outra professora de ética, desabaram sobre mim as suas grandes preocupações sobre um programa de um canal televisivo, intitulado dancin’ days, patrocinado, segundo elas, pela Rádio Renascença (RR), e que parece estar a ter muito sucesso entre adolescentes e jovens.

Entre outras coisas relataram-me que havia um pai e um filho que partilhavam a mesma amásia, e também que os ditos episódios televisivos advogavam perversamente a homossexualidade.

Não saberei dizer se os meus amigos se recordam dos tempos em que a (RR), propriedade do Episcopado português, era Católica. Eu que sou (pelo menos mentalmente) contemporâneo de Matusalém, ainda me lembro.

A mim parece-me que, embora já houvesse claros sinais de degradação, a machadada fatal na sua identidade ocorreu quando a RR contribuiu activamente para a vitória do “sim” à liberalização do aborto aquando do último referendo. Desde então a sua putrefacção nauseabunda, disfarçada com o perfume de alguns programas bem cheirosos, tem vindo a alastrar. Trata-se de um quase cadáver coberto de gangrenas.»

via Logos: A RR, de novo – por Nuno Serras Pereira.

Sábado, 25 Fevereiro 2012

A Rádio Renascença precisa urgentemente mudar de rumo [e de direcção de informação]

Filed under: homocepticismo,politicamente correcto — O. Braga @ 5:47 pm
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“A rádio renascença (rr) no seu verosímil perseverante propósito de confundir, deformar, e escandalizar os católicos tem vindo a referir-se às pessoas do mesmo sexo que desconchavadamente se emparelharam como casais homossexuais.”

via Logos: RR – Mas que embirração!.

Penso que a actual direcção de informação da Rádio Renascença [e a julgar por todo um historial] ou se deve demitir, ou deve ser demitida. A informação de um meio de comunicação social como é o caso da Rádio Renascença que está dependente do arcebispo de Lisboa, não pode ser igual aos outros me®dia; a Rádio Renascença tem uma responsabilidade que os outros me®dia não têm.

Dizer que uma parelha de gays é um “casal” pode ser interpretado da mesma forma que dizer-se que uma parelha de muares é um casal — porque “casal” pressupõe diferença entre as partes que o compõem. Um casal de muares é composto por uma mula e por um macho. Já alguém viu um lavrador apontar para os seus dois burros e dizer: “tenho ali um casal de burros”…? normalmente, diria: “tenho ali um par de burros”. Ou não é?

Atenção que a nossa posição não se baseia em uma ideologia política: trata-se, antes, de reflectir no discurso a realidade e a natureza das coisas.

Um par de gays não é um “casal”. Podemos dizer que um elefante é uma girafa, mas não é pelo facto de nos convencermos disso que o elefante passa a ser girafa. A realidade não muda conforme os nossos desejos; podemos ter a ilusão de que a realidade e a natureza das coisas estejam de acordo com os nossos desejos, mas então entramos em delírio interpretativo.

O que se pede à Rádio Renascença é que tenha respeito pela lógica e pela natureza das coisas, uma vez que os outros me®dia não têm. Será pedir muito a uma emissora que se diz “católica”?!

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