perspectivas

Quinta-feira, 18 Março 2021

A diferença entre racismo e racialismo

A actual situação humilhante da minoria branca na África do Sul permitiu que a comunidade negra, entendida aqui a nível internacional, alimente a ideia segundo a qual é possível humilhar (em geral) o homem branco — em uma espécie de “redenção histórica” de soma zero, de uma vingança contra o homem branco.

Por exemplo, na África do Sul actual, é praticamente impossível a um homem branco arranjar um posto de trabalho qualificado que possa ser ocupado por um negro: em primeiro lugar estão os negros; e só depois, os brancos. O governo negro da África do Sul já nem disfarça o seu racialismo ideológico.

hitler-mamadou-webÉ neste contexto de corporização do ideal da supremacia da negritude sobre o homem branco — o racialismo, que é uma das características da África do Sul do apartheid suave contra os brancos — que surge também a diabolização da maioria branca nos Estados Unidos.

O racialismo (sustentado ideologicamente pela evolução do marxismo cultural e do pós-modernismo, até aos nossos dias, e que se materializa na Teoria Crítica de Raças) distingue-se do mero racismo por aquele ser racionalizado — ao passo que o racismo é, em larga medida, irracional; é uma espécie de fobia. Em contraponto, o racialismo é um racismo “racionalmente” fundamentado, expresso em uma qualquer teoria crítica da raça.

Em geral, os seres humanos são (instintivamente) racistas. Trata-se de uma característica natural inerente à própria condição humana.

Por exemplo, durante séculos existiu em Portugal um determinado racismo em relação aos espanhóis (“De Espanha, nem bom vento, nem bom casamento”, diz o povo português); e ainda hoje esse racismo anti-espanhol permanece adormecido no subconsciente dos portugueses (em geral).

Na década de 1980, eu fui objecto de discriminação em um restaurante de uma aldeia recôndita da França provençal, porque me tomaram por alemão: os proprietários do restaurante recusaram-se terminantemente a servir-me uma refeição; e quando eu lhes disse que era português, pediram-me desculpa pelo equívoco e serviram-me a comida.

Por toda a Europa, existe racismo entre os próprios brancos.

O racismo é um fenómeno social natural. Mas o racialismo já não é natural: é fabricado pelos ideólogos marxistas e pós-modernistas (o marxismo cultural, próprio da actual Esquerda), tirando partido da fragilidade natural da condição humana.

Em Portugal, temos também ideólogos do racialismo; por exemplo, o Bloco de Esquerda, ou o Mamadou Ba. É gente que fundamenta “racionalmente” a necessidade de discriminação em relação à cultura europeia (contra a “cultura dos brancos”, um certo racismo anti-branco “racionalizado”), na esteira do ideário político do comunista Gramsci.

O racismo é um fenómeno social e individual natural, porque é instintivo (faz parte do instinto humano).

O racialismo é uma postura de acção política “racionalmente” fundamentada que vê em um determinado tipo de discriminação rácica as virtudes de um futuro utópico e redentor. O racialismo é próprio da mente revolucionária.

Quarta-feira, 11 Março 2020

A pretalhada não é racista

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 9:12 pm
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Terça-feira, 31 Maio 2016

A “diversidade” e a “inclusão” progressistas

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:31 am
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O europeu não faz parte do futuro. É uma raça a eliminar.

diversidade

Sexta-feira, 27 Novembro 2015

¿Qual é o problema da cor da pele?

 

Eu cresci em Moçambique, lá no interior norte, entre os macuas, em uma pequena aldeia chamada Malema, a meio caminho entre Nampula e Cuamba. A minha mãe era professora primária no tempo de Salazar, e a turma da escola onde eu aprendi a ler e a escrever tinha muito mais pretos do que brancos.

macuaHabituei-me a comer xima com peixe seco, todos os dias, directamente com as mãos, na companhia dos pretos. Para mim, “preto” não é insulto: é uma característica física, como por exemplo “olhos castanhos”, “olhos azuis”, e “cabelo carapinha” são características da pessoa. Preto é preto, chinês é amarelo, índio é vermelho, branco é branco ou moreno dependendo da zona da Europa, mulato é mulato e a mulata é a melhor mulher do mundo, etc..

A minha experiência diz-me que o racismo é um problema cultural, e não propriamente da cor da pele. É um problema de enquistamento das culturas que o multiculturalismo politicamente correcto alimenta. A pior forma de racismo é a que alimenta o enquistamento de culturas em uma mesma sociedade, ou seja, é o multiculturalismo defendido pela Esquerda. Não há pior racista do que o esquerdista.

Devemos pensar que Francisca Van Dunem é Ministra de Portugal porque é competente, e não por ser negra. Seria inimaginável que, por exemplo, um ministro de Moçambique fosse ministro por ser branco: seria eventualmente ministro porque seria competente. Este paternalismo de Esquerda em relação às diferenças físicas das pessoas, mete nojo; é de facto uma forma sofisticada de racismo.

E não devemos confundir as características físicas naturais de uma pessoa, por um lado, com o seu comportamento, por outro lado.

Quando a Esquerda compara um preto com um gay, essa comparação é de facto um insulto para os pretos. O preto nasceu preto, e trata-se de um facto da Natureza, assim como é um facto da Natureza que um chinês nasceu amarelo, ou um português nasceu moreno. Mas um gay não nasceu gay; o gay toma no cu porque quer.

Quarta-feira, 8 Julho 2015

O semanário SOL é racista

Filed under: Política,politicamente correcto — O. Braga @ 6:59 am
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Um artigo publicado no semanário SOL deveria ser censurado. Faço um apelo ao Bloco de Esquerda, ao Partido Comunista e ao Partido Socialista para a criação de uma nova PIDE para censurar os me®dia racistas.

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“Uma irlandesa publicou um vídeo na sua página de Facebook onde conta a sua história de violência doméstica e alerta outras mulheres que são vítimas desta situação.
               
Emma Murphy, mãe de duas crianças, publica regularmente vídeos e fotografias sobre nutrição e fitness na sua página de Facebook. Mas ontem, publicou um vídeo, onde se pode vê-la com o olho negro, a chorar, e com o filho atrás de si. Na legenda, diz que pensou muito antes de fazer esta publicação e incita as mulheres que estejam a passar pelo mesmo a divulgar este vídeo.”

→  Testemunho viral de uma vítima de violência doméstica [vídeo]

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Se o agressor fosse um macho branco, o SOL seria progressista. Mas como é um preto, o SOL é racista.

Sexta-feira, 24 Abril 2015

O racismo cultural e as anti-touradas

O racismo já não é hoje a crença na desigualdade das raças, nem a hostilidade de princípio em relação a uma determinada categoria de seres humanos — tudo isso pertence ao passado; em vez disso, o racismo é hoje considerado pelo politicamente correcto, e pela classe política em geral, como qualquer forma de apego a um modo de vida específico, a uma paisagem natal, e a uma identidade particular.

A ideologia dominante actualmente é uma ideologia universalista (maçonaria) que condena no fogo da nova Inquisição qualquer forma de enraizamento cultural e patriótico. É uma ideologia que privilegia a mobilidade irracionalizada, o desenraizamento cultural e político, um novo nomadismo bárbaro, a aceitação do “novo” como sempre melhor do que o tradicional (falácia ad Novitatem), a precariedade como um valor supremo, a instabilidade pessoal como modo de vida.

O conceito actual de “racismo” já não tem a ver com a cor da pele: hoje é classificado de “racista” quem preza a sua cultura e as suas tradições, e quem gosta do seu país e da sua nação. Estes são os novos racistas.

O patriota, para além de ser considerado “racista”, é considerado pelo politicamente correcto como tendo uma natureza corrompida. Quando as pessoas simples do povo dizem que preferem conservar as suas tradições em vez de se submeterem a culturas estrangeiras, os ditos progressistas vêm a terreiro bradar que “o povo é egoísta  e xenófobo”. Ou seja, o povo é racista e corrompido, e há que substituir o povo português por outro povo qualquer.

O culto do mestiço é a inversão do culto nazi da pureza da raça: assim como, para o III Reich, o ariano era o modelo ideal, o mestiço é o modelo ideal da nova ideologia que — tal como os nazis tinham —  têm hoje uma obsessão com a raça, uma mesma sobrevalorização da importância dos factores rácico e étnico na evolução das sociedades humanas. O contrário do racismo passou a ser um racismo em sentido contrário.

É neste ambiente irracional que se situam o Ricardo Araújo Pereira e o Nuno Markl. Ser “anti qualquer coisa” passou a ser a norma. Segundo aquelas mentes anormais, as tradições portuguesas são racistas e/ou desumanas, e o povo tem uma natureza corrompida. Por isso há que acabar com este povo e arranjar outro povo para o substituir. Neste contexto, ser “anti-touradas” assume uma semelhante significação em relação a ser “anti-racista”. 

Segunda-feira, 26 Agosto 2013

Quem te manda, a ti, sapateiro…?

O blogue http://blog.5dias.net/ não tem feed disponível; ou seja, não é possível seguir regularmente o que lá é publicado. Até o azelha informático José Pacheco Pereira tem feed disponível no seu Abrupto.

O Daniel Oliveira deve estar de férias

Quando o negro americano Trayvon Martin foi assassinado, em legítima defesa, pelo meio-branco George Zimmerman, o Daniel Oliveira e o Arrastão – secundado pelo pasquim Público – choraram baba e ranho e rasgaram as respectivas vestes.

Quando o negro James Edwards assassinou recentemente o australiano branco Christopher Lane, nem o Daniel Oliveira, nem o Arrastão , nem o pasquim Público fizeram uma qualquer referência ao caso. Devem estar todos de férias.

Terça-feira, 9 Abril 2013

Passos Coelho entrou em derivas fracturantes

Filed under: Passos Coelho,Pernalonga,politicamente correcto — O. Braga @ 5:19 pm
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«O executivo quer acrescentar à actual lei “recusa ou condicionamento de venda, arrendamento ou subarrendamento de imóveis”»
Governo quer duplicar tecto máximo de multas por discriminação racial

Em desespero de causa, o governo de Passos Coelho e o grupo parlamentar do Partido Social Democrata parecem querer entrar nas questões fracturantes da cultura.

Não tarda nada que, para desviar as atenções do cidadão em relação à sua má governação, o governo de Passos Coelho crie uma lei da eutanásia nos hospitais públicos “a pedido do cliente”, e que legalize o “direito” da mulher a matar a sua cria já nascida. Nada mais eficiente do que as causas fracturantes para esconder a incompetência do governo.

Eu acho muito bem que se combata o racismo, mas há aqui um problema: eu não sou obrigado a vender, alugar ou subarrendar a minha propriedade imóvel a uma determinada pessoa só porque é branco, preto ou amarelo. O que vai acontecer, com esta lei, é uma data de queixas “porque ele não me alugou o apartamento porque sou chinês”.

Eu — como qualquer cidadão — tenho do direito de alugar o meu imóvel a quem quiser e a quem me der na real gana, e tenho mesmo o direito de escolher, entre os candidatos possíveis ao aluguer, quem me dê à partida mais garantias de que não vai escavacar o imóvel que é meu.

Quarta-feira, 6 Fevereiro 2013

¿ As raças existem ?

Alguém, brasileiro, escreveu o comentário seguinte neste meu verbete, comentário esse que publico aqui apenas por razões pedagógicas:

“Este texto não tem nada a ver, parece que pessoas ainda continuam na Idade da Pedra e não conseguem entender quando os conceitos são modificados pelas evidências. Definitivamente não existem raças cientificamente entre os seres humanos, o projecto Genoma, deixou claro que NÃO EXISTEM GENES RACIAIS, raça é um conceito social e não científico, retirar a palavra raças não é mais nada menos do que seguir as evidências científicas.

O conceito de raças que não tem nenhuma importância real nas ciências, só deve ser considerado quando se tratar de violações de direitos humanos ou de necessidade de igualdade, pois este termo foi usado constantemente para denegrir povos em todo o mundo em beneficio de classes dominantes. Não vejo nenhum mal e nem erro, pois raças não precisam desaparecer, pois já não existem sob o ponto de vista racional, somente pelo ponto de vista racista. Que o conceito inútil social siga o seu papel de reparo, mas nada mais que isto.”


Antes de analisar o texto, vamos fazer algumas perguntas:

  • ¿ reconhecer a existência de raças significa que se é racista?
  • ¿ será que dizer “genoma humano” é a mesma coisa que dizer que “só existe uma única categoria de características genéticas e independente de raças” ?

(more…)

Quarta-feira, 8 Agosto 2012

Na África do Sul, o governo diz que “os relâmpagos são racistas”, porque só matam pretos

«Following a spate of deaths from lightning in the province of Natal, Nomsa Dube of the Provincial Executive Council promptly called on the National Department of Science and Technology to investigate what causes lightning:

“We will do an investigation and talk to the department of science and technology on what is the cause of the lightning, and if it only happened to the previously disadvantaged, as I have never seen any white people being struck by lightning.”»

via A Great South African & A Horrible South Africa – Taki's Magazine.

O politicamente correcto sul-africano não diz a palavra “preto”; em vez disso, adoptou a expressão “previously disadvantaged” [tradução: “anteriormente desfavorecidos”].

Sexta-feira, 25 Maio 2012

O racismo dos negros

Filed under: A vida custa,cultura,politicamente correcto — O. Braga @ 8:43 am
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« I believe that blacks will take this Obama victory as a mandate, not to straighten out the mess in their own backyards, but to continue the job of “fixing” white folks. This means stepping up the crusade designed to keep whites in the habit of working to exterminate the “guilt” and “shame” that supposedly taints their hearts and souls. And it will not matter how you label these blacks. You may call them “liberal” or “radical” or even “conservative,” but their quest will be the same. If there is one thing that unites blacks across all politics, religious attachments, and classes, it is the desire to control the attitudes and behavior of whites. »

via The Thinking Housewife › Elizabeth Wright on The Everlasting Quest to Transform Whites.


“In South Africa, the word racist has lost it’s original meaning and now only get’s used to describe a white person doing something a black person doesn’t like.”

via I Luv SA: I am a racist.

Nos Estados Unidos de Obama — assim como na África do Sul —, em vez de apaziguar as tensões raciais, a política correcta está a exacerbá-las.

O cidadão branco é considerado racista só porque é branco, a não ser que seja humilhado perante a cultura negra. Se um branco não segue os padrões culturais da negritude, então é racista; mas mesmo que siga esses padrões culturais da negritude, nunca é considerado um cidadão de pleno direito, mas antes é classificado como cidadão inferior ou de segunda classe.

Qualquer reparo feito a um negro é imediatamente classificado de “racista”. Não se pode criticar o mau comportamento de um negro sem ser chamado de “racista”. O negro é senhor de fazer o que lhe der na real gana, e quem o criticar ou contradizer é imediata e logicamente… um racista!.

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