perspectivas

Quarta-feira, 22 Agosto 2012

Do totalitarismo suave ao totalitarismo integral

Ezra Levant talks to a Canadian citizen named Allan Eintoss, who was accosted, handcuffed, and threatened with arrest on Saturday for walking his licensed, leashed, well-behaved dog in a public park in Toronto.

The reason? The occasion was the annual anti-Israel Al Quds Day rally, and a group of culture enrichers took exception to having an unclean animal come so close to their women.

via Man handcuffed for walking his dog in Toronto park in vicinity of Muslims.

Um cidadão canadiano foi detido e algemado pela polícia quando passeava o seu cão por um parque público na cidade de Toronto, no Canadá. A razão da detenção esteve ligada ao seu cão: acontece que naquele momento decorria uma Manif anti-Israel nesse mesmo parque, organizada por militantes radicais islâmicos; e como o cão é considerado pelo Islão como um animal impuro, o passeio canino pelo parque público foi considerado pela polícia canadiana como uma provocação.
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Terça-feira, 21 Agosto 2012

O tal Jorge Martins Ribeiro e a recusa da paternidade

«A lei portuguesa devia reconhecer aos homens o direito de recusar a paternidade de um filho nascido contra a sua vontade. A tese está contida na investigação A igualdade na decisão de procriar, defendida por Jorge Martins Ribeiro, no âmbito do mestrado em Direitos Humanos na Universidade do Minho.

Na óptica do investigador, é uma questão de igualdade. “Do mesmo modo que a mulher tem o direito legalmente reconhecido de abortar ou não abortar, perante uma gravidez não planeada, o homem deve poder decidir se quer ou não ser pai”, sustenta.»

via Homens devem poder recusar paternidade – Sociedade – PUBLICO.PT.

Estamos a falar de um indivíduo que está a tirar um putativo mestrado, embora de “mestrado” só tenha o nome. Por vezes, neste país confunde-se “mestrando” com “menstruado”.

A lógica do “menstruado” é esta: uma injustiça dá sempre direito a outra injustiça. Neste caso, o utilitarismo do crápula Ribeiro já não se aplica apenas e só ao aborto do nascituro: é também extensível à criança já nascida. Com jeitinho, o cabrão acaba a defender o infanticídio.

A cultura da irresponsabilidade faz parte intrínseca da academia. Academia = irresponsabilidade. Salvo raras excepções, quando se olha para um académico vislumbramos hoje o aborto intelectual, a besta humana, a cavalgadura doutorada, o facínora imaginativo e o psicopata com um alvará de inteligente.

Segunda-feira, 20 Agosto 2012

O Direito Positivo e o fim da república (Parte II)

Max Weber

Vimos no primeiro verbete que o sistema político da III república é irreformável, porque existe um unanimismo político-partidário actual (por razões diferentes, à esquerda e à direita) acerca da erradicação do Direito Natural e da prevalência absoluta do Direito Positivo no ordenamento jurídico português — ou seja, todos os partidos políticos estão de acordo quanto à prevalência do absolutismo do formalismo processual positivista (processualismo) no Direito. Neste quadro, o sistema político actual não é susceptível de reforma.
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O Direito Positivo e o fim da república (Parte I)

Quando passamos pela esmagadora maioria dos blogues portugueses, e sobretudo os mais “badalados” como, por exemplo, o Blasfémias, verificamos o efeito extremamente negativo que resulta do processo de degeneração política, cultural e jurídica que se iniciou com a positividade do Direito (Kelsen).

Podemos conceber a evolução da sociedade a partir de Kelsen como um processo de putrefacção do sistema político, social, cultural e jurídico. A sociedade foi apodrecendo lentamente.
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Sexta-feira, 17 Agosto 2012

O bem comum e a vida boa

Com o Iluminismo, a questão do “bem comum” [o bem da sociedade, enquanto tal] e questão da “vida boa” [felicidade, na terminologia aristotélica] foram separadas uma da outra [Kant].
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