perspectivas

Segunda-feira, 21 Outubro 2013

O problema da imigração, e Israel

Filed under: A vida custa — orlando braga @ 10:38 am
Tags: , , , ,

 

O problema da imigração deve ser analisado a partir de duas perspectivas diferentes: por um lado, o fenómeno migratório em si mesmo, e por outro lado, o tipo de reacção das populações autóctones ou locais à imigração. E vem isto a propósito deste verbete.

(more…)

Sexta-feira, 28 Dezembro 2012

Peter Higgs, John Lennox, ambos contra Richard Dawkins

Filed under: Ciência — orlando braga @ 4:10 pm
Tags: , , , , ,

«Higgs boson theorist says he agrees with those who find Dawkins’ approach to dealing with believers ‘embarrassing’».

via Peter Higgs criticises Richard Dawkins over anti-religious 'fundamentalism' | Science | The Guardian.

peter higgs kodachrome web

Peter Higgs é o físico teórico que anunciou há cerca de trinta anos o bosão de Higgs. Peter Higgs defende a ideia da coexistência da ciência e da religião, e critica o “fundamentalismo” de Richard Dawkins.

“O que Richard Dawkins faz muitas vezes é concentrar o seu ataque nos fundamentalistas (religiosos). Mas há muitos crentes que não são fundamentalistas” – declarou Peter Higgs, nunca entrevista ao jornal espanhol El Mundo. “O fundamentalismo é outro problema. Ou seja, Richard Dawkins é de certo modo um fundamentalista de outro tipo”.

john lennox web

John Lennox é um matemático e filósofo das ciências, actualmente professor de matemática na universidade de Oxford. Numa conferência em que estiveram presentes mais de dois mil jovens, John Lennox afirmou:

“Os novos ateus querem-nos fazer crer que não somos mais do que uma colecção aleatória de moléculas, um produto final de um processo sem uma orientação. Se esta concepção fosse verdadeira, colocaria em causa a racionalidade de que necessitamos para fazer ciência. Se o cérebro fosse, na realidade, apenas o resultado de um processo sem orientação, então não existiriam razões para acreditar na sua capacidade de nos revelar a verdade.

Para mim, a beleza das leis científicas só reforça a minha fé de uma maneira inteligente. Quanto mais compreendo a ciência, mais creio em Deus pela maravilha da sua amplitude, sofisticação e integridade da Sua criação. Longe de estar em desacordo com a ciência, a fé cristã tem um sentido científico perfeito”.

richard dawikins web

Segunda-feira, 22 Outubro 2012

Peter Hitchens: um homem “às direitas”

Filed under: ética,cultura,educação — orlando braga @ 12:52 pm
Tags: ,

The author’s great merit is his honesty. “Drug-taking,” Hitchens writes, “is the purest form of self-indulgence,” for it severs the link between hard work and reward, making “deferred gratification appear a waste of time and a foolish rejection of readily available delight”.

He regards all forms of self-stupefecation as morally wrong, and unlike others who make the case against drugs on legal or medical grounds is quite candid: this is ultimately, he says, a moral argument. The downside is that once he has stated this position, there is not much more to say. It would barely sustain a column, let alone a book; you either agree with him, or you do not. So he is drawn into making all sorts of arguments based on health, science and judicial statistics, none of which stands up.

via Peter Hitchens: 'I don't believe in addiction. People take drugs because they enjoy it' | Books | The Guardian.

Segunda-feira, 15 Outubro 2012

O novo slogan comercial da Swiss: “A Cruz é um Trunfo”

Filed under: Islamismo — orlando braga @ 1:03 pm
Tags:

Parece que os muçulmanos, estaurofóbicos, andam revoltados com o slogan. Um dia destes, os suíços vão ser obrigados, pela ONU, a mudar a sua bandeira nacional.

Domingo, 12 Agosto 2012

Os Jogos Olímpicos e o culto da igualdade

Egalitarianism, rooted in the delusions of the pseudo-Enlightenment and first given bloody expression in the French Revolution, is the deadly enemy of civilisation and freedom. The Austrian political scientist Erik von Kuehnelt-Leddihn analysed the phenomenon 60 years ago in his book Liberty Or Equality. He maintained that all democracies eventually produce tyranny – a transition we are experiencing today in Europe and North America – because they are rooted in manipulation of popular sentiment, the seedbed of totalitarianism.

The cult of equality is a mental illness, derived from the psychosis that is liberalism, reaching pandemic proportions in western society. Every corporation has an “equality” division; every area of life, now including marriage, is to be engineered in the interests of equality. When a Conservative-led government has an equalities minister, who can seriously claim we live in a post-Marxist era? Ever since the charlatan Rousseau penned his Big Lie – “Man is born free, and everywhere he is in chains” – narcissistic egalitarianism has caused the violent deaths of millions. The same hypocrite and founder of sentimental “child-centred” education abandoned his own children; but his deluded theories rule British classrooms today.

The one class exempted from the constraints of equality is the plutocracy: nobody tugs the forelock to billionaires with more servility than the apostles of enforced equality. Banks that are pillaging the world proudly flaunt equality and diversity codes. Human beings are not equal physically, intellectually, morally or in any other respect; on the contrary, they exhibit as many distinctions as there are individuals on the planet. To pretend otherwise is pushing water uphill. Do not be surprised, though, if the British team at the next Olympics is based on quotas, with inclusive representation of electronically tagged ­offenders and the clinically obese.

via Gerald Warner: Scourge of equality will throw Britain off the podium – Comment – Scotsman.com.

Sábado, 26 Maio 2012

Sobre o argumento de que ‘a filiação não faz parte do casamento’

“O casamento é uma instituição que se caracteriza pela aliança entre um homem e uma mulher com a sucessão das gerações.” 1

É uso corrente negar que a filiação seja essencial ao casamento, recorrendo a dois sofismas: ou se afirma que a prole não é o fim obrigatório do casamento (o que é verdadeiro), ou se diz que os filhos podem legitimados por outra via que não mediante o casamento.

Porém, tanto um como o outro argumento não retiram, em absolutamente nada, ao facto de o casamento ser antropologicamente — e ainda hoje, no direito da maior parte dos países — o começo de uma nova família.

O argumento segundo o qual a prole ou a filiação não faz parte do casamento é, como disse acima, um sofisma. Vamos aqui fazer uma analogia entre a formação legal e jurídica de uma sociedade [uma empresa], por um lado, e o casamento, por outro lado.

¿Uma sociedade desactivada deixa de ser, por esse facto, uma sociedade legal e legítima? Claro que não.

Uma empresa desactivada é legal e legítima, não obstante estar desactivada. De uma forma semelhante, um casamento que não “produz filhos” [segundo a noção de casamento em epígrafe] — ou porque um dos cônjuges é infértil [ou mesmo ambos], ou porque o casal não quer ter filhos, ou por uma outra impossibilidade objectiva ou subjectiva qualquer —, também não deixa de ser casamento.

Pelo facto de não ser obrigatório ter filhos, isso não significa que os filhos não façam parte da definição de casamento — e é nisto que consiste o sofisma. Embora não seja obrigatório ter filhos, ter filhos é um dever do casal e, por isso, a filiação é inerente ao próprio casamento como instituição.


1) a chamada “união-de facto” heterossexuada [e não “heterossexual”; o termo “heterossexual” é uma redundância] é, de facto e em termos práticos, uma forma de casamento; e por uma razão óbvia: do ponto de vista antropológico, uma união-de-facto não deixa de ser casamento.

O problema da distinção jurídica entre casamento propriamente dito [segundo a definição em epígrafe] e a união-de-facto heterossexuada, consiste na sua carga cultural e ideológica que se reflecte na linguagem e na semântica do discurso político e jurídico, e que tende a convencer os cidadãos de que não se tratam de coisas semelhantes e antropologicamente idênticas.

Por outro lado, a lei portuguesa favorece as uniões-de-facto em detrimento do casamento, uma vez que uma mulher com filhos, e que viva com um homem em união-de-facto, é considerada “mãe solteira” e, por isso, beneficia de um regime fiscal mais favorável do que se fosse casada. Tudo isto são perversões jurídicas e ideológicas que têm muito pouco a ver com a realidade antropológica.

A ler: O Direito Positivo é análogo à geometria pura

Quinta-feira, 24 Maio 2012

Definição de casamento

Filed under: ética,cultura,Vamos Endireitar — orlando braga @ 9:57 pm
Tags: ,

I have asserted that if sex did not naturally lead to children, no one would ever have conceived the idea of marriage.

My claim may be obvious to most people, but we live in a world in which people who never intend to have children get married; so, of course, do some people who want children but are infertile. In generations past, we felt compassion for those who married but did not have children, because it was presumed that they wanted children, since, after all, they married one another. No longer can we presume this. The era of contraception and surgical sterilization has altered the face, so to speak, of the childless couple, and consequently the face of the married couple.”

via MercatorNet: A thought experiment about marriage.

Sábado, 23 Abril 2011

França declara as corridas de touros como “património cultural imaterial”

Filed under: Tuitando e blogando — orlando braga @ 10:47 am
Tags: , , ,

Quarta-feira, 25 Agosto 2010

Casamento

Filed under: cultura — orlando braga @ 6:58 am
Tags:

As religiões abençoam o casamento, mas não o inventaram. O Direito pode pretender redefini-lo, mas não o altera.

Sexta-feira, 14 Novembro 2008

Elton John é contra o “casamento” gay

Filed under: Gayzismo — orlando braga @ 11:20 am
Tags: , , ,
Clique na imagem

Clique na imagem

Naturalmente que segundo a lei portuguesa de União-de-facto (7/2001) — e segundo a maioria da legislação europeia — duplas de gays em união-de-facto não podem adoptar crianças, e é isso que importa realmente.

Sexta-feira, 17 Outubro 2008

Provas científicas de que o aborto conduz ao cancro da mama

Filed under: aborto — orlando braga @ 3:17 pm
Tags: , , ,

Entrevista de Joel Brind, Ph.D., realizada pela Dra. Maria João Leitão, médica pediatra.

Joel Brind dá-nos conta das ultimas investigações científicas que confirmam definitivamente de que o aborto é a causa principal do aumento de casos de cancro da mama.

Quarta-feira, 1 Outubro 2008

A verdadeira direita

Filed under: Política — orlando braga @ 10:39 pm
Tags: ,

Texto de Olavo de Carvalho
O Globo, 5 de novembro de 2000

A verdadeira direita

Nazismo e fascismo não são extrema-direita, pela simples razão de que não são direita nenhuma: são o maldito centro, são o meio-caminho andado, são o abre-alas do sangrento carnaval socialista. Os judeus, perseguidos em épocas anteriores, podiam usar do poder económico para defender-se ou fugir: o socialismo alemão, estatizando seus bens, expulsou-os desse último abrigo. Isso seria totalmente impossível no liberal-capitalismo. Só o socialismo cria os meios da opressão perfeita.

Se nas coisas que escrevo há algo que irrita os comunas até à demência, é o contraste entre o vigor das críticas que faço à sua ideologia e a brandura das propostas que lhe oponho: as da boa e velha democracia liberal. Eles se sentiriam reconfortados se em vez disso eu advogasse um autoritarismo de direita, a monarquia absoluta ou, melhor ainda, um totalitarismo nazifascista. Isso confirmaria a mentira sobre a qual construíram suas vidas: a mentira de que o contrário do socialismo é ditadura, é tirania, é nazifascismo.

Um socialista não apenas vive dessa mentira: vive de forçar os outros a desempenhar os papéis que a confirmam no teatrinho mental que, na cabeça dele, faz as vezes de realidade. Quando encontra um oponente, ele quer porque quer que seja um nazista. Se o cidadão responde: “Não, obrigado, prefiro a democracia liberal”, ele entra em surto e grita: “Não pode! Não pode! Tem de ser nazista! Confesse! Confesse! Você é nazista! É!” Se, não desejando confessar um crime que não cometeu, muito menos fazê-lo só para agradar a um acusador, o sujeito insiste: “Lamento, amigo, não posso ser nazista. No mínimo, não posso sê-lo porque nazismo é socialismo”, aí o socialista treme, range os dentes, baba, pula e exclama: “Estão vendo? Eis a prova! É nazista! É nazista!”
(more…)

Página seguinte »

The Rubric Theme. Blog em WordPress.com.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 450 outros seguidores