perspectivas

Sábado, 24 Dezembro 2016

Se o PNR (Partido Nacional Renovador) incomoda os me®dia, talvez comece a votar nele

Filed under: Política — O. Braga @ 1:03 pm
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contrapnr
Parece que a opinião do PNR (Partido Nacional Renovador) é censurada pelos me®dia.

“É vergonhoso que pessoas com carteira de Jornalista não tenham o menor código de ética, deontológico, e pratiquem a mais descarada e consciente censura. Tal é a posição manifestada na referida conversa, por Sónia Cerdeira, Liliana Valente, Sílvia Caneco, Bárbara Baldaia, Adriano Nobre, Joana Haderer e Miguel Marujo, jornalistas de órgãos de comunicação social como o Público, Expresso, Diário de Notícias, Sol, Visão, TSF e Lusa.”

Vou ter que repensar as minhas opções políticas.

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Terça-feira, 29 Março 2016

Segundo a “direita nacionalista”, o Pedro Arroja não tem razão porque é um “beato”

 

Leio esta pérola no blogue “O Gládio”:

“A observação de P. Arroja foi cretina e a raiar o insulto, sobejamente foleira, num tom misógino mas sem texto formalmente misógino, mas caso a contenda dê nas vistas, ainda se vem a divulgar mui mediaticamente como o fulano é beato e depois junta-se essa imagem ao escandalozito do cartaz bloquista dos dois pais de JC (que, por ironia das coisas, até é uma ideia de um grupo cristão, dos EUA) e mais heróico-mártir parecerá Arroja aos olhos dos mais ingénuos, facilmente haverá pelas esquinas quem diga o Arroja teve arrojo em dizer e repetir «verdades»…”

Fiquei a saber que os cabeças rapadas não são “misóginos”; os misóginos são os “beatos” que têm mulher, filhos e netos. É esta a “direita nacionalista” que temos — PNR (Partido Nacional Renovador); e também por isso é que Portugal não sai da cepa torta.

Sexta-feira, 19 Fevereiro 2016

Confusão de grelos, e Cristianismo

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 1:05 pm
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Quando comentamos textos incongruentes, estamos a alimentar a visibilidade da incongruência. Muitas vezes, a incongruência é utilizada como um meio para atingir qualquer fim; outras vezes, a incongruência é concebida como um fim, em si mesma. No primeiro caso, é ideologia; no segundo, é estupidez.

Portanto, não costumo comentar textos incongruentes, a não ser em casos excepcionais em que estou convencido de que se trata de ideologia, e não somente de estupidez. Parece que o autor deste “post” é licenciado em História, e por isso parto do princípio de que não escreveu o que escreveu devido à sua ignorância: o que ele faz é deturpar propositadamente os factos históricos, o que revela desonestidade intelectual — a não ser que tenha tirado o curso de História “à pressão”.

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Sábado, 28 Novembro 2015

O “paganismo nacionalista” do PNR (Partido Nacional Renovador)

Filed under: Portugal — O. Braga @ 11:24 am
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Escreve-se aqui o seguinte:

“O Cristianismo perdeu a “magia” que em tempos teve e na Europa depara-se hoje com um sério problema. É que o mais do que evidente ressurgimento dos nacionalismos e identitarismos na Europa faz um apelo directo às raízes da tradição europeia e isto em termos religiosos constitui um grave problema para os cristãos, pois as raízes religiosas da Europa nunca foram nem o Judaísmo, nem o Cristianismo, mas sim o Paganismo politeísta que no caso europeu se divide em inúmeras “famílias” de cultos pagãos, cada qual com a sua identidade e tradições próprias”.

Vamos analisar este trecho.

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Segunda-feira, 7 Abril 2014

Marine Le Pen e o laicismo

Filed under: Democracia em perigo,Europa — O. Braga @ 5:38 am
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A diferença essencial entre Marine Le Pen (e o PNR português), por um lado, e François Hollande, por outro lado, é a de que a primeira é nacionalista, ao passo que o segundo é internacionalista. Em tudo o resto não há grande diferença.

Um homem da Direita propriamente dita não pode aceitar que o Estado se meta na acção das organizações e instituições da sociedade civil em geral, e das religiões em particular. Se eu fosse francês, Marine Le Pen não teria o meu voto.

Quinta-feira, 7 Novembro 2013

É impossível a um cristão branquear a ideologia nazi

Filed under: religiões políticas — O. Braga @ 8:24 pm
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Alguém que tente branquear (e já nem digo “adoptar”!) a ideologia e o comportamento nazi — como fazem, por exemplo, determinados membros do partido PNR — e o anti-semitismo, não podem ser cristãos. E muito menos católicos. Em todos os seus aspectos, a ideologia nazi, ou outra qualquer sua corruptela, é incompatível com o catolicismo.

Qualquer grupo político que se diga “católico” e, simultaneamente, tente branquear o nazismo, é “lobo com pele de cordeiro”. De "católico" não tem nada!

Quinta-feira, 16 Maio 2013

Muitos portugueses estão encurralados

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 7:16 pm
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Há muitíssimos portugueses que, nomeadamente, pensam o seguinte:

  • Portugal tem direito à sua soberania que não deve ser alienada a favor da soberania de outros países, nomeadamente da Alemanha que comanda esta União Europeia. Portugal não deve ser transformado numa colónia.
  • Há determinados costumes que advêm da lei natural que não podem ser colocados em causa pelo Direito Positivo, nomeadamente, o direito de uma criança a ter um pai e uma mãe, e a conhecer a sua árvore genealógica e as linhagens de pai e mãe.
  • O aborto livre é um atentado à vida humana e prejudica objectivamente o futuro nacional.
  • A legalização da eutanásia, para além de provocar um mimetismo na cultura antropológica com suicídios em cadeia, vai contra a lei natural.

Acontece que nenhum partido político português representado no parlamento defende simultaneamente todas estas premissas. Por exemplo, tenho notícia de que o CDS/PP dá liberdade de voto aos seus deputados em algumas das áreas supracitadas, nomeadamente no que diz respeito à adopção de crianças por pares de homossexuais.

A esses portugueses, encurralados pelo espectro político existente, não resta outra alternativa senão o voto no PNR (Partido Nacional Renovador) que, por sua vez, terá que “polir” algumas ideias por forma a que consiga representação parlamentar nas próximas eleições legislativas. Note-se que eu nunca votei nesse partido, mas estou seriamente a considerar não só o voto, mas também o apoio neste blogue.

Pelo que vemos, o CDS/PP e o Partido Social Democrata já não se distinguem grande coisa do Partido Socialista. As diferenças são formais, e não de conteúdo.

Quinta-feira, 8 Setembro 2011

O PNR parece ser um partido político revolucionário

Filed under: Política,Portugal,religiões políticas — O. Braga @ 7:53 pm
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Este texto em PDF foi escrito, em um comentário no FaceBook, por um apoiante do PNR.
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Sábado, 3 Setembro 2011

A necessidade de reforma do PNR ou da criação de um novo partido político

A actual deriva neoliberal do governo do PSD do Pernalonga está a hipotecar o futuro de Portugal, dos nossos filhos e netos, aos interesses exclusivos estrangeiros. Por exemplo, num país periférico europeu, como é o caso de Portugal, a privatização de algumas empresas — privatização que se traduz, na prática e em alguns casos, da mudança do monopólio do Estado para um monopólio privado —, como por exemplo, a REN, a TAP ou as Águas de Portugal, constituem em si mesmas uma manifestação de uma ideologia política que relega para segundo plano a realidade da vida concreta do povo português.

A política do actual governo é totalmente assimétrica, ou seja: tudo para um lado (para os interesses da estranja) e nada para outro lado (para os interesses de Portugal), o que significa que a adesão de Portugal ao Euro, por exemplo, parece ter sido um logro devidamente planeado e delineado para se chegar ao estado a que chegamos. Ou seja: o actual descalabro económico e financeiro português foi meticulosamente planeado pela classe política portuguesa em geral, com o patrocínio dos países do directório da União Europeia.

Por exemplo, a recente visita privada de José Sócrates a Merkel, imediatamente antes da chanceler alemã receber oficialmente o próprio primeiro-ministro de Portugal, Passos Coelho, revela, sem qualquer espécie de dúvida, que existe uma concertação entre os vários partidos políticos portugueses no sentido da prossecução da actual política de total aniquilação da soberania portuguesa e da sua total submissão incondicional, de uma forma assimétrica e sem quaisquer reservas, aos interesses estrangeiros.

Não se trata aqui de permuta ou de partilha de soberanias: trata-se da exigência da total aniquilação da soberania portuguesa e sem qualquer contrapartida de relevo.

Por isso, existe a necessidade da criação de um partido político credível a nível da opinião pública, que defenda alguns valores conservadores e nacionais — partido esse que não existe: o PNR não tem sido esse partido político necessário e maturado, na medida em que se concentrou no acessório e esqueceu o essencial.

Segunda-feira, 28 Setembro 2009

O que se está a passar agora no PSD é uma vergonha!

Uma das características do partido republicano de finais do século XIX era a de que era um partido de bases, e não era um partido de quadros. Em contraponto, os partidos do rotativismo monárquico eram partidos de quadros mas não eram partidos de base, e portanto, a partir do momento em que os quadros abandonaram os partidos do rotativismo ― e logo que se implantou a república ― os partidos extinguiram-se. Naturalmente que os partidos que evoluíram a partir do velho partido republicano ― como por exemplo, o partido democrático e o partido evolucionista ― rapidamente se transformaram em partidos de quadros também, e por isso foi possível o Sidonismo e a ditadura de 28 de Maio de 1926 que deu origem ao Estado Novo de António de Oliveira Salazar.

Tudo isto para dizer que as acusações que são feitas a Pacheco Pereira responsabilizando-o pela “derrota” do PSD são a manifestação típica de um partido de quadros perante um revés eleitoral. Quem critica Pacheco Pereira são os quadros do PSD ― aqueles que se mudam de um lado para o outro enquanto o diabo esfrega um olho.
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Sábado, 26 Setembro 2009

Finalmente, temos em Portugal uma direita sem complexos de esquerda

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 2:46 pm
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moral-direita

Uma coisa positiva que os últimos quatro anos de exercício político do PS trouxe ao país ― do ponto de vista do povo menos esclarecido ― foi a erosão do preconceito (culturalmente implantado depois do 25 de Abril de 1974) segundo o qual a esquerda seria a detentora de uma superioridade moral intrínseca. Não só os muitos casos de suspeitas fundamentadas corrupção e tráfico de influências (como no caso de José Lello e o cônsul honorário de Portugal no Brasil que foi preso) como a defesa, por parte da esquerda, do aborto livre e da eutanásia, levou a que o povo menos letrado compreendesse que a esquerda não detinha o monopólio da moralidade. Pelo contrário, as agendas culturais de direita compagináveis com visão da moral cristã fizeram com o que o povo menos esclarecido começasse agora a perceber, embora de forma ainda rudimentar, que existe uma moral teleológica ― a de esquerda ― e uma moral ontológica ― a de direita.

Pela primeira vez, depois da hegemonia cultural da esquerda desde 1974, a direita deixou de ter vergonha de assumir como tal. Aquela direita envergonhada e complexada já não tem razão de existir, porque nem o povo compreenderia a não-assunção dos seus princípios e valores.

Naturalmente que, do ponto de vista formal, não existe um só “direita”, assim como não existe uma só esquerda. Porém, e pela primeira vez desde a “revolução dos cravos”, o PSD assumiu-se nesta campanha eleitoral clara e descomplexadamente como pertencendo ao centro-direita keynesiano; já vão longe os tempos em que Sá Carneiro teve que engolir e aplaudir o marxismo, e parecem estar afastados os pruridos e os complexos de culpa de Pacheco Pereira quando, não vai muito tempo, solicitamente definiu o PSD como “um partido da não-direita que não é de esquerda”.
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Terça-feira, 15 Setembro 2009

Ronda televisiva dos partidos não representados no parlamento

Confesso que não ouvi ontem até ao fim o debate entre os partidos políticos que ainda não têm representação no parlamento, porque normalmente durmo com as galinhas e acordo com o galo (salvo seja). Porém, da primeira parte gostaria de destacar o seguinte:
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