perspectivas

Domingo, 9 Dezembro 2012

Padre homossexual preso no Fundão por abuso sexual de menores

Filed under: Pedofilia — O. Braga @ 6:32 am
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Alguns habitantes do Fundão mostraram-se hoje surpreendidos e incrédulos com a detenção, pela Polícia Judiciária (PJ), do vice-reitor do seminário local por suspeita de abuso de menores.

O responsável pelo seminário, um padre de 37 anos, é o presumível autor de “vários crimes de abuso sexual de crianças e de menores dependentes sobre os quais detinha funções de educação e protecção”, refere a PJ em comunicado.

via Fundão surpreendido com detenção de padre por abuso de menores – Sociedade – Sol.

O acto pedófilo é, na maior parte dos casos, um fenómeno de violência intergeracional adquirida por aculturação: o pedófilo foi ele, muitas vezes, também vítima de abuso sexual continuado na sua infância ou pré-adolescência. Podemos dizer que se trata de um círculo vicioso maléfico e intergeracional, porque as vítimas de abuso, quando chegam a idade adulta, passam a ser os perpetradores do abuso sobre a nova geração de crianças.
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Sexta-feira, 10 Junho 2011

Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay!

É certo que não podemos dizer que todos os homossexuais são pedófilos, porque seria uma afirmação não científica. Tão pouco podemos dizer que todos os pedófilos são homossexuais, porque existem evidências de comportamento pedófilo por parte de pessoas que não se dizem homossexuais. Porém, é uma verdade incontestável que o movimento político gayzista é o único grupo político/cultural que assume a legalização da pedofilia como “orientação sexual”.

O candidato presidencial irlandês, David Norris — um militante de uma organização política gayzista irlandesa — defende a ideia segundo a qual não deve existir uma idade de consentimento sexual legal para as crianças.


«DUBLIN, June 9, 2011 (LifeSiteNews.com)
– Homosexualist Irish presidential hopeful David Norris is fighting to maintain his candidacy amidst even more revelations that he supports “classical pedophilia” and opposes any law specifying an age of consent for sex.

On its front page yesterday, the Irish Daily Mail ran the headline, “I don’t believe in an age of consent,” and said that Norris had given an interview last year in which he said (in the words of the paper) that “prostitution and all drugs should be legalised,” and “he was pro-abortion and advocated pederasty.”»

Domingo, 26 Dezembro 2010

O primeiro Pogrom do nazismo gay

A 6 de Maio de 1933, os Camisas Castanhas da SA ou Stürmabteilung, liderados pelo homossexual nazi Ernst Röhm, entraram no edifício do Instituto de Pesquisa Sexual em Berlim, destruindo o edifício e retirando todos os livros e documentos do Instituto. Quatro dias depois, os Stürmabteilung do gay Ernst Röhm organizaram uma enorme fogueira onde todos os livros e documentos do Instituto foram queimados.


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Domingo, 12 Setembro 2010

O pederasta assumido que coordena a oposição à visita de Bento XVI a Inglaterra

Quando vemos a oposição organizada à visita do Papa ao Reino Unido, não podemos deixar de pensar que o Mal se organiza. Eu, que penso que o mal é a ausência do bem, acabo por convir que, em determinadas situações, o Mal se comporta como uma força organizada.

O Mal organizado, que pretende que Bento XVI não possa visitar a Inglaterra, é simbolicamente representado pela figura de Peter Tatchell, um defensor do sexo com menores (H/T N.F.). Em uma carta enviada em 1997 por Tatchell ao jornal britânico Guardian, o activista de esquerda defendeu que a publicação de propaganda a favor da legalização do sexo de adultos com menores de idade, não deveria ser restringida nem proibida. Contudo, são esses mesmos esquerdistas, gayzistas, pedófilos e pederastas que insultam o Papa de pedófilo e pretendem proibir a sua visita a Inglaterra.

O grande e maior inimigo da decadência gayzista é a Igreja Católica. A Igreja Católica é a espinha entalada na garganta do pederasta gayzista e do radical esquerdista. O Tatchell vai buscar, como exemplo, uma tribo da Papua Nova Guiné em que, segundo ele, “as crianças e os jovens têm sexo com adultos e são todos felizes”. Pelo mesmo tido de argumento — e a julgar verdadeira a estória da tribo da Papua — deveríamos voltar todos ao paleolítico inferior, buscando assim a felicidade gayzista.

A organização do Mal em torno da contestação à visita de Bento XVI a Inglaterra tem a virtude de separar as águas: as pessoas, o povo, o cidadão comum, começam a perceber o que representam as ideias. Já ninguém pode dizer que não sabe o que a esquerda marxista cultural pretende; já ninguém se pode esconder por detrás de uma confortável ignorância.

Quinta-feira, 27 Maio 2010

Avança a morte silenciosa da nossa sociedade

Enquanto os me®dia nos entretêm com com sub-informação e pseudo-informação, Cavaco Silva dá de barato a lei do “casamento” gay, a direita política anda obcecada com a economia e a direita dos idiotas úteis dá palmadinhas nas costas à esquerda, a agenda política de alienação cultural segue de vento em popa.

O semanário “O Diabo” traz esta semana um relatório completo sobre a agenda política de sexualização da criança por via da politização da escola :

  • A escola passa a ensinar o aborto a crianças de 14 anos;
  • O governo obriga meninos e meninas de seis anos a ouvir 360 minutos de lições sobre sexo
  • A ética e o afecto vão ocupar apenas uma hora e meia em 18 anos de ensino;
  • Em Portugal, há cada vez mais mães sozinhas;
  • 36,8% das crianças nascem fora do casamento;
  • Psicólogos revoltados exigem mais valores e moral na escola.

Esta agenda política tem o dedo da maçonaria; não é por acaso que a actual ministra da educação pertence à “irmandade”. Mas é também fruto do encontro de vontades entre o marxismo cultural — que vê na família tradicional o princípio do capitalismo —, a direita hayekiana e neoliberal — que vê no casamento, que define a família tradicional, uma restrição da liberdade individual —, e a maçonaria — que vê em tudo que é da tradição europeia cristã um obstáculo ideológico à proliferação cultural da “irmandade”.

Por outro lado, a sexualização das crianças convém aos defensores da legalização da pederastia e da pedofilia. Sabemos que algumas lojas maçónicas, pelo menos em um passado recente, praticavam rituais de iniciação com sexo com menores de idade.

Em suma, existe um sincretismo ideológico nesta agenda política e cultural decadente. Perante a força desse “encontro de vontades”, a única oposição possível a esta agenda política decadente é a da acção necessária que a castre e a erradique. Não vejo outra solução para o problema;em matéria cultural, a voz da maioria da população já nada vale.

Quinta-feira, 8 Outubro 2009

Ainda sobre o caso Polanski: o ministro francês da cultura

Frédéric Mitterrand

Frédéric Mitterrand

Quando Roman Polanski foi recentemente preso na Suiça, o ministro francês da cultura, Frédéric Mitterrand — que é um membro destacado da maçonaria francesa e sobrinho do “mon ami Mitterrand” de Mário Soares — mostrou-se chocado com a detenção do pederasta.

Só podemos compreender a atitude do ministro francês quando lemos na imprensa inglesa o seguinte:

Frédéric Mitterrand admitted to paying for sex with ‘young boys’ in Thailand

Frédéric Mitterrand, France’s culture minister, was under pressure to resign after it emerged that he had admitted to paying “young boys” for sexual acts while on holiday in Thailand.

Entendem agora para onde vai a “cultura” maçónica e republicana ?!

Quarta-feira, 7 Outubro 2009

Ainda sobre o caso Polanski

Filed under: ética,Justiça — O. Braga @ 3:30 pm
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aqui escrevi sobre o caso Polanski. Sobre este postal sobre o caso, estou em desacordo com algumas ideias, a ver:

«É verdade que o castigo de um delito perde muito de sua efectividade e seu sentido quando já se passaram 32 anos. Não é em vão que a prescrição sempre teve seu papel no Direito. O tempo tem uma influência decisiva na vida de um homem, inclusive na esfera da extinção de direitos e responsabilidades. As pessoas mudam. O castigo tem um valor exemplar no momento do delito e não o tem com a mesma força depois de três décadas.»

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Quarta-feira, 30 Setembro 2009

O “Caso Polanski” e a elite cultural psicopata

Quando as elites culturais se movimentam em determinado sentido, podemos constatar as tendências da cultura em um futuro muito próximo. O caso de Roman Polanski é paradigmático.
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Terça-feira, 2 Dezembro 2008

É certo como o destino

Filed under: Portugal,Sociedade — O. Braga @ 3:22 pm
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Ouvi hoje (2/12/2008) na Antena 1 da RDP um comentário de um senhor que dá pelo nome de João Gobern (ou João Govern?), que embora eu não saiba quem é ― nem me interessa saber e nem isso é importante ― tem um lugar cativo no palanque dos me®dia que tentam formar opinião aculturada neste país. Dizia ele que o dia Primeiro de Dezembro não lhe dizia tanto por ter sido o dia da restauração da independência portuguesa em relação ao jugo espanhol, mas muito mais por ter sido o dia da morte (ou de nascimento?) de Oscar Wilde ― e dito isto com aquela pesporrência “intelectual” característica da indústria cultural lisboeta que desafia toda a lógica e transforma a realidade, em nome da necessidade de desconstruir a História.

Naturalmente que o dito João secundou Oscar Wilde na crítica à “moralidade que desrespeita a ética”, jogando assim com a verdade que deveria sempre acompanhar as palavras, e referindo-se à sociedade coeva de Wilde que, segundo o João-com-nome-de-estrangeiro, “perseguiu Wilde por ser homossexual”.

O que o João (“ou é tolo, ou bufão”, diz o povo) não disse ― escondeu por ignorância ou pior: mentiu por omissão ― foi o facto de Oscar Wilde ter sido um assumido pederasta (gostava especialmente de enrabar mocinhos dos 12 aos 16 anos) (more…)

Quarta-feira, 16 Julho 2008

A inconsequência causal

O argumento libertário mais utilizado para a extrusão legal dos seus próprios valores para substituição dos nossos valores civilizacionais e históricos colectivos, é o argumento da “inconsequência causal” do acto cultural.
Por exemplo, quando os libertários (de esquerda e de direita) defendem a legalização do consumo e venda das drogas leves (liamba, haxixe, etc.) fazem-no invocando o argumento da “inconsequência causal”: segundo este argumento, a legalização das drogas leves não leva necessariamente à legalização das drogas duras; a legalização da venda e consumo da liamba não significa, per si, que a heroína venha a ser legalizada, porque (dizem) não existe uma relação de causa-efeito entre as duas situações e não existe uma razão que justifique que a legalização de uma situação levaria à legalização de outra. Para ilustrar este argumento, os libertários recorrem ao caso da venda e consumo de álcool, que é legal, enquanto que a venda e o consumo de drogas, em geral, é ilegal.

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