perspectivas

Quinta-feira, 21 Julho 2016

Deputados do Partido Social Democrata que votaram com o Bloco de Esquerda a lei da "barriga de aluguer"

 

Margarida Mano, Margarida Balseiro Lopes, António Leitão Amaro, Simão Ribeiro, Duarte Marques, Lima Costa, Sérgio Azevedo, Paula Teixeira da Cruz, Costa Silva, Teresa Leal Coelho, Álvaro Batista, Miguel Santos, Fátima Ramos, Ângela Guerra, Firmino Pereira, Luís Vales, Regina Bastos, Pedro Pinto, Rubina Berardo, Cristóvão Norte.

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Sábado, 2 Julho 2016

O assalto da maçonaria ao Partido Social Democrata

Filed under: Política — O. Braga @ 7:31 pm
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Política   Alternativa no PSD  Passos dá espaço a Montenegro

 

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Sexta-feira, 13 Maio 2016

A Esquerda no Partido Social Democrata

 

Pedro Passos Coelho, Paula Teixeira da Cruz, Teresa Leal Coelho, Jorge Moreira da Silva, Carlos Abreu Amorim, Miguel Santos, Sérgio Azevedo, Ângela Guerra, Berta Cabral, Luís Vales, Sara Madruga da Costa, António Leitão Amaro, António Costa Silva, Fátima Ramos, Firmino Pereira, Emília Cerqueira, Álvaro Baptista, Duarte Marques, Regina Bastos, Margarida Balseiro Lopes, Pedro Pinto, Margarida Mano, Rubina Berardo, António Lima Costa.

É muita esquerda no Partido Social Democrata. Esquerda a mais. Esquerda que escolheu cirurgicamente o dia 13 de Maio para aprovar a lei da procriação medicamente assistida para toda a gente e a lei da "barriga de aluguer".

Domingo, 1 Maio 2016

O José Pacheco Pereira sempre foi um marxista

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 12:31 pm
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“O que torna o Pacheco Pereira um traste moral não é as ideias que tem ou não tem. Passamos a semana inteira a ouvir coisas tão ou mais estúpidas do que aquelas que ele faz questão de repetir por todo lado em que lhe derem atenção, sem as acharmos, por isso, indignas. O que faz dele um traste é não ter a coragem de sair do PSD, e ir para Associação 25 de Abril, para o Bloco, para a Bloca, ou para onde lhe der na realíssima gana. Toda a gente tem direito de mudar.”

Insurgente

A ideia que o José Pacheco Pereira tem do Partido Social Democrata é a de que é um partido de esquerda. E ser de esquerda é sofrer de influência marxista.

jpp-marxOu seja, o José Pacheco Pereira é de opinião de que as experiências dos partidos comunistas (URSS, Cuba, etc.) não traduzem o desígnio de Karl Marx: foram erros históricos; e que o ideal marxista pode ser resgatado através do socialismo fabiano, em que o colectivismo vai sendo construído através da desconstrução do indivíduo — o individualismo radical que coloca o indivíduo isolado face ao Estado plenipotenciário; com o indivíduo isolado e atomizado, o reforço do Poder do Estado conduzirá ao colectivismo que o comunismo clássico não construiu de forma eficaz.

O José Pacheco Pereira sempre foi um marxista, embora relapso em relação ao comunismo soviético.

Nunca ouvirão de José Pacheco Pereira qualquer crítica às engenharias sociais propostas pelo Bloco de Esquerda e pela ala esquerdista do Partido Socialista. O José Pacheco Pereira é um gramsciano inconfesso, e por isso, hipócrita — pelo menos, o Bloco de Esquerda assume o estapafúrdio e o irracional. O silêncio de José Pacheco Pereira em relação à estratégia gramsciana de alienação do indivíduo na sociedade, faz dele um submarino marxista no Partido Social Democrata. Mas não é só ele: há muitos mais submarinos marxistas no Partido Social Democrata e no CDS/PP.

“Em 2013, a então maioria propôs que a expressão "Direitos do Homem" fosse substituída por Direitos Humanos. PS e BE votaram a favor, PCP e Verdes abstiveram-se”.

"Homem" não engloba as mulheres, disseram PSD e CDS em 2013

Alguém se admira que o Bloco de Esquerda quisesse alterar o Cartão de Cidadão para Cartão de Cidadania? O Partido Social Democrata e o CDS/PP defendem os mesmos princípios do Bloco de Esquerda.

A ideia de José Pacheco Pereira segundo a qual o Partido Social Democrata é um partido de Esquerda corresponde à verdade. E, como bom marxista, o José Pacheco Pereira não admite nem tolera que hajam correntes ideológicas divergentes dentro do Partido Social Democrata.

Domingo, 14 Junho 2015

É tudo uma questão de sexo sem responsabilidades

 

“Não pode haver trabalhadores à margem da protecção social. Eu conheço pessoas para quem o sexo é trabalho e, sendo trabalho, tem de haver direitos sociais.” É com estas palavras que o líder da Juventude Socialista, João Torres, defende a necessidade de legalizar a prostituição, questão levantada depois de o Bloco de Esquerda ter anunciado ao i, esta semana, que iria avançar com uma proposta nesse sentido já no programa eleitoral do partido. A JSD, ainda que com algumas reticências, também defende a legalização dos trabalhadores do sexo.

Na bancada socialista, Isabel Moreira concorda com a ideia dos jotas. A socialista tem vindo a criticar a falta de regulamentação numa actividade que apelida de “zona de ninguém”. “Não seria mais coerente os trabalhadores do sexo terem um contrato de trabalho comum, com descontos e impostos? Não seria melhor minorar as agressões por que esta gente passa numa zona em que o direito vira as costas e deixa andar?”, interroga-se a deputada.

JS, JSD e Isabel Moreira defendem a legalização da prostituição

Já imaginaram a esquerda a legalizar o trabalho doméstico da mulher/mãe de uma família com muitos filhos? Nunca!, porque uma mãe com muitos filhos dá a imagem “retrógrada” e “retrófoba” do sexo procriativo. Mas já o “casamento” gay, ou a prostituição, que são actividades sexuais niilistas, tem direito a todos os direitos e mais alguns.

Toda a actividade sexual sem qualquer assunção de responsabilidades tem o apoio da esquerda. Existe na esquerda uma obsessão contra qualquer código ético que implique o conceito de “transgressão moral”: tudo o que seja considerado imoral deve ser legalizado e objecto de direitos.

Um outro argumento clássico da esquerda é o de que “as prostitutas existem”. E se elas existem, então a actividade delas tem que ser legalizada. O mesmo se aplica, por exemplo, aos traficantes de drogas: se eles existem, o tráfico de drogas tem que ser legalizado.

Ou seja, se uma coisa existe, não compete à sociedade fazer juízos de valor sobre essa coisa. Em última análise e por absurdo, existem gatunos; e se existem gatunos, a gatunagem deve ser legalizada e pagar IVA e IRS.

Quando a agenda política da esquerda chegar ao fim, Portugal estará completamente destruído.

Sexta-feira, 17 Abril 2015

A “direita” já perdeu as próximas eleições

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 9:10 am
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O anúncio da intenção de cortar — ainda mais! — nas reformas dos cidadãos foi a machadada final: a “direita” já perdeu as próximas eleições.

Deixar a política de comunicação do CDS/PP a cargo de neófitas como Cecília Meireles é “a morte do artista”. Neste aspecto o Partido Social Democrata anda melhor: o porta-voz do partido é o Marco António Costa, que apresenta uma credibilidade e uma maturidade que a Cecília Meireles não tem.

Dizer que se pretende cortar 600 milhões de Euros em reformas implica necessariamente dizer claramente os termos concretos e os detalhes desse corte. Defender esse corte de uma forma abstracta, como fez a “direita”, é uma política de comunicação desastrosa que anuncia já uma derrota eleitoral estrondosa.

Infelizmente é a “direita” que temos. “Quem se deita com crianças acorda mijado”.

Sexta-feira, 13 Março 2015

O maniqueísmo do Partido Socialista e do Partido Social Democrata acerca dos pobres e reformados

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 12:41 pm
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Vamos tentar analisar este texto (aqui, em PDF).

Diz-se, no texto, que é preferível a ajuda em géneros (comida) aos pobres e reformados (defendida pelo Partido Social Democrata de Passos Coelho, e aparentemente também pelo CDS/PP de Paulo Portas), do que a ajuda através de prestações pecuniárias (em dinheiro), dadas aos mesmos pobres e reformados, pela SS (Segurança Social) — posição esta defendida pelo Partido Socialista de António Costa.

A posição do Partido Social Democrata é a de que a ajuda em géneros (comida) é mais justa e mais protectora dos pobres e reformados, quando comparada com a posição do Partido Socialista — em um contexto de gestão da pobreza que, alegadamente, decorre de escassez de recursos financeiros do país.

Ambas as posições partem do princípio de que pobreza é sinónimo de miséria, no sentido em que o pobre é aquele que vive apenas para não passar fome; nenhuma das posições reconhece ao cidadão (neste caso pobre e/ou reformado) qualquer potencialidade que possa ser útil à sociedade. Em ambas as posições, o pobre ou/e reformado é tratado como algo que poderia perfeitamente ser dispensável pela sociedade, como uma espécie de “imobilizado” contabilístico cuja despesa poderia ter sido evitada.

(more…)

Terça-feira, 3 Fevereiro 2015

Só nos faltava, neste governo, ter de aturar a Teresa Morais!

 

“Após ouvir as sugestões das empresas, nomeadamente, a importância de “sensibilizar os accionistas” que definem a escolha final nas administrações, a secretária de Estado considera que, tal como noutros países europeus, “não se pode descartar” a possibilidade de introdução de quotas de género nos conselhos de administração se as empresas portuguesas não aumentarem o número de mulheres em cargos de topo.”

Governo ‘ameaça’ empresas com quotas de género nos conselhos de administração

ceo-females1¿Agora o Estado vai impôr às empresas privadas os membros dos respectivos conselhos de administração? Mas que porra é esta?! Que PPD é este?! Se este partido é “liberal”, o que será o Partido Comunista?!

Tomem nota do nome: Teresa Morais — a “liberal” do Partido Social Democrata que alinha com o politicamente correcto.

Invocar ordens da União Europeia é falácia, porque a União Europeia deixa a cada Estado membro a liberdade de seguir ou não esta recomendação. A União Europeia recomenda; não impõe.

Continuem a votar no Partido Social Democrata… ou no Partido Socialista, que é a mesma trampa! Vai dar no mesmo!

Sábado, 24 Janeiro 2015

Teresa Leal Coelho, o preconceito contra os ricos, a adopção gay

 

Teresa Leal Coelho faz-me lembrar Helena Roseta: foi um erro de casting do Partido Social Democrata.

Nos anos da década de 1970 e princípio da década de 1980, Helena Roseta era a “coqueluche” do Partido Social Democrata — ela e Santana Lopes. Já em finais dos anos 80, Helena acabou no enxergão do Manuel Alegre. Pior do que Helena Roseta, só Basílio Horta.

“Quando discutimos a admissibilidade da co-adopção estamos a falar na necessidade de eliminar uma restrição que está concretizada na lei e que se aplica exclusivamente a situações que já existem. São crianças que vivem em determinada família. E, portanto, encontro na ordem jurídica portuguesa uma norma que proíbe a co-adopção no caso dos casais homossexuais. Essa restrição é discriminatória em relação à criança, porque fica menos protegida do que uma criança em iguais circunstâncias desde que o casal seja heterossexual.”

Teresa Leal Coelho: “Nos últimos 40 anos, a sociedade produziu muitos ricos, e alguns deles muito rapidamente”

O  Professor Doutor António Menezes Cordeiro refuta aqui a Teresa Leal Coelho. E o Professor Doutor Paulo Otero explica aqui por quê.

Sexta-feira, 23 Janeiro 2015

A ala marxista cultural do Partido Social Democrata

 

ala marxista cultural do psd
Sérgio Azevedo, Teresa Leal Coelho, Cristóvão Norte e Francisca Almeida fazem parte da ala marxista cultural do Partido Social Democrata.

Sérgio Azevedo diz que é “a nova ala liberal”, mas confunde liberalismo com igualitarismo. O que eu não tenho a certeza é se essa confusão é propositada (para enganar os parolos da política, o que é um erro) ou se é produto de ignorância que não se confunde com “erro”.

A igualdade liberal é a igualdade de direitos (ou igualdade cívica e política), ou seja, igualdade perante a lei: no caso liberal, a igualdade opõe-se aos privilégios. Este tipo de igualdade baseia-se em uma ideia de igualdade natural entre os homens — isto não significa que todos tenham o mesmo poder ou as mesmas características, mas que têm uma dignidade igual.

“Igualdade natural” não significa — para o verdadeiro liberalismo — que um homem possa ter o direito a ser uma mulher e vice-versa, ou não significa que uma criança possa prescindir de pai e mãe: pelo contrário, a igualdade natural faz a distinção entre igualdade, por um lado, e identidade, por outro  lado.

No marxismo clássico, confunde-se igualdade com identidade. O pensamento da igualdade orienta-se então na direcção de um igualitarismo que procura igualar os meios e as condições de existência.

No marxismo cultural, acrescenta-se a esta confusão marxista clássica entre igualdade e identidade, o conceito de “tolerância repressiva” de Herbert Marcuse, o que implica necessariamente a concessão de privilégios a determinados grupos sociais que são eternamente concebidos como “vítimas a sociedade”. Ora, a adopção de crianças por pares de invertidos é um privilégio, e não um direito natural. Ou seja, ou o Sérgio Azevedo é burro e não sabe que o conceito liberal de “igualdade” opõe-se a privilégios, ou então é burro quem o admitiu no Partido Social Democrata em nome do liberalismo.

O liberalismo acusou o igualitarismo marxista por confundir igualdade e identidade: a igualdade parte do princípio de que as pessoas têm uma natureza ou uma dignidade comuns, mas não que são semelhantes em todos os outros aspectos. Igualdade e diferença são, para o liberalismo, perfeitamente conciliáveis.

¿Votar no Partido Social Democrata? Nunca! Aquela gente confunde igualdade com identidade.

Domingo, 21 Dezembro 2014

Teresa Leal Coelho e a maçonaria

 

teresalealcoelho-webTeresa Leal Coelho faz parte do sistema político que a maçonaria coordena. O problema é que ela é feminista (no sentido de “feminazista”), e enquanto tal não pode tolerar o “sexismo da maçonaria”. 

O que incomoda Teresa Leal Coelho, no que diz respeito à  maçonaria, é a forma e não o conteúdo da associação secreta. Se as lojas maçónicas masculinas aceitassem mulheres e fizessem lá uns bacanais semi-públicos com elas, teríamos a Teresa Leal Coelho a defender a maçonaria no ”paralamento”.

O secretismo, na maçonaria, é uma norma — em relação à  qual se pode emitir um juízo de valor. Mas não é o secretismo da maçonaria, entendido em si mesmo, que incomoda a Teresa Leal Coelho: é o secretismo masculino que a incomoda.

Uma vez que o conceito de “secretismo feminino” é uma abstracção, Teresa Leal Coelho (na sua condição de “feminazista”) sente a necessidade de destruir qualquer tipo de secretismo.

Sexta-feira, 19 Dezembro 2014

A actual Direita portuguesa, no Poder, é revolucionária

 

o KapoUma característica da Esquerda é a de que não só respeita os mais velhos do seu grupo político, mas também aprende com a experiência deles. Por exemplo, vimos esse facto com o silêncio respeitoso da Esquerda em geral em relação às palavras escabrosas proferidas por Mário Soares quando foi visitar o seu (dele) amigo José Sócrates à prisão.

Já a Direita não segue o mesmo critério: a opinião dos mais velhos conta pouco.

Isto significa que é a actual Direita que é revolucionária, e que a Esquerda é conservadora — porque uma das características do conservadorismo é o respeito pela opinião, em princípio, mais experiente dos mais velhos.

Passos Coelho veio introduzir na política um espírito revolucionário que se opõe ao conservadorismo — a tal ponto que os prosélitos deste Partido Social Democrata de Passos Coelho (ou da ala de Paulo Portas do CDS/PP, o que vai dar no mesmo) tratam os seus compagnons de route mais velhos como “relapsos da revolução cultural”.

A actual Direita portuguesa, no Poder, é revolucionária.

passos-coelho-wrong-way-webA greve na TAP não tem justificação. Mas a teimosia do governo de Passos Coelho em não querer dialogar com os sindicatos também não tem justificação. Há três hipóteses em relação à privatização da TAP, a ver:

1/ uma questão puramente ideológica, da parte de Passos Coelho. Ele vê o mundo de certa forma, e essa mundividência é transformada em dogma: coloca uns antolhos e segue sempre em frente.

2/ a TAP não tem qualquer possibilidade de sobrevivência se não for privatizada a 100%. Esta hipótese já provou ser falsa, e por isso não passa de retórica de baixo coturno vinda do governo de Passos Coelho.

3/ há interesses obscuros, não só da parte do Passos Coelho, mas também de outros píncaros da actual coligação, que consiste em participação em negócio, tráfico de influências, corrupção e possível branqueamento de capitais.

Eu inclino-me mais para a terceira hipótese. Depois da TAP privatizada com dolo para os interesses de Portugal, vamos ver o Passos Coelho — e outros da actual elite política da Direita — na prisão de Évora a fazer companhia a José Sócrates.

E a democracia é isto.

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