perspectivas

Quinta-feira, 25 Junho 2015

Depois de Edite Estrela, temos a Liliana Rodrigues

 

Depois de o parlamento europeu ter rejeitado o “relatório Estrela”, o Partido Socialista conseguiu fazer aprovar o “relatório Rodrigues”.

liliana-rodriguesO “relatório Rodrigues”, da autoria da deputada socialista Liliana Rodrigues, pode ser resumido em três pontos:

  • Imposição de uma suposta “igualdade dos sexos” por via política administrativa, através de uma lobotomia das crianças e imposição de um pensamento único e politicamente correcto nos professores.
  • Imposição da ideologia de género no ensino, a nível dos manuais escolares. Censura política da cultura (a introdução de uma polícia política do pensamento), nomeadamente a censura dos chamados “estereótipos” e “elementos sexistas na linguagem” (penso eu que se trata da eliminação do género feminino e do masculino na gramática), a proibição de publicação de contos infantis como por exemplo a Branca de Neve e os Sete Anões, censura geral a nível da música, filmes, literatura — alegadamente no sentido de “mudar atitudes”, e anular os comportamentos naturais e típicos dos rapazes e das raparigas.
  • Lobotomia dos professores. Incluir, na formação de professores, estratégias que coloquem em causa a própria identidade e valores dos professores.

LeonorLeonor Tamayo, presidente da instituição “Profissionais para a Ética”, mãe de nove filhos, declarou que o “relatório Rodrigues” viola o direito dos pais das crianças a serem os primeiros educadores dos seus filhos. O “relatório Rodrigues” é orwelliano.

Além disso, segundo Leonor Tamayo, o “relatório Rodrigues” foi adoptado pelo parlamento europeu sem qualquer base jurídica legal, e em total contradição com os Tratados europeus e internacionais, anulando totalmente o princípio da subsidiariedade da União Europeia, contrariando a Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Convenção Europeia dos Direitos do Homem, e indo contra o Pacto Internacional relativo aos direitos civis e políticos.

Segundo Leonor Tamayo, o “relatório Rodrigues” viola as liberdades de pensamento e de expressão e intromete-se na vida privada das pessoas, para além de violar o direito dos pais a serem os primeiros educadores das suas crianças. O “relatório Rodrigues” defende uma espécie de república de Platão.

“Não permitiremos que doutrinem as nossas crianças com a ideologia de género. Os pais são os primeiros educadores e este direito é reconhecido a nível das nações e a nível internacional. No “relatório Rodrigues” e nas suas recomendações, os valores das famílias numerosas e os modelos educativos, como a educação diferenciada, não têm qualquer lugar no sistema educativo”.

— Leonor Tamayo

Começamos todos a compreender por que razão a Esquerda defende a integração europeia: a União Europeia é vista pela Esquerda como uma forma de impôr, à revelia dos povos, uma ditadura orwelliana a nível europeu.

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Sexta-feira, 16 Janeiro 2015

Depois do “relatório Estrela”, vem aí o “relatório Tarabella”

 

Depois do “relatório Estrela” ter sido chumbado pelo parlamento europeu em Fevereiro de 2013, a Esquerda volta à  carga com o mesmo relatório, embora com outro nome: agora chama-se “relatório Tarabella”.

O “relatório Tarabella”, tal como acontecia com o relatório de Edite Estrela, pretende impôr a todos os países da União Europeia o princípio segundo o qual “o aborto é um direito humano” — o que é absolutamente contraditório: é língua de pau, linguagem orwelliana, porque um direito humano não serve para matar seres humanos.

Domingo, 18 Maio 2014

Parece que o Diogo Feio era politicamente incorrecto

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 5:24 am
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Um dia escrevi aos deputados do CDS/PP no parlamento europeu, Nuno Melo e Diogo Feio. Deste último recebi uma resposta; do primeiro ainda estou à espera da resposta, mas vou esperando sentado.

Um coisa é certa: a Nuno Melo nunca mais envio um email acerca de decisões políticas no parlamento europeu, para não ter que ficar sentado, à espera. E como Diogo Feio foi afastado da lista do CDS/PP por conveniência política, o CDS/PP fica sem uma representação real no parlamento europeu. Repito e sublinho: REAL; porque “palhaços” há muitos.

Domingo, 11 Maio 2014

Depois da Teoria de Género, temos agora a Teoria do Não-Género

Filed under: Europa,Política,politicamente correcto — O. Braga @ 6:46 pm
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É cada vez mais penoso fazer parte desta União Europeia.

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Sábado, 10 Maio 2014

O presidente da Comissão Europeia não é eleito

Filed under: Europa — O. Braga @ 8:49 am
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O presidente da Comissão Europeia não é eleito: é cooptado pelos chefes-de-estado ou de governo dos diversos países que compõem o Conselho Europeu. Depois de ser cooptado, o Conselho Europeu propõe o nome do novo presidente da Comissão Europeia ao parlamento europeu que não tem direito de veto.

A única alteração introduzida pelo Tratado de Lisboa é a de que “o Conselho Europeu deverá ter em conta o resultado das eleições para o parlamento europeu”, o que não significa que o representante do partido maioritário no parlamento europeu seja escolhido para presidente da Comissão Europeia.

Portanto, quando nós vemos nos me®dia escrito que “há dois candidatos à eleição para ao cargo de presidente da Comissão Europeia” (Juncker e Schulz), trata-se de uma falácia e de pura demagogia — porque não há nenhuma garantia de que um dos dois seja escolhido pelo Conselho Europeu.

Quinta-feira, 6 Fevereiro 2014

Digam-me francamente: ¿Isto é normal?!

Filed under: Política,politicamente correcto — O. Braga @ 1:10 pm
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O problema é que eu começo a não discernir a “normalidade”. Quando o parlamento europeu pretende perseguir os homófobos — embora não exista uma definição de “homofobia” — considerando-os “anormais”, ¿será que este tipo de atitude de putedo passa a fazer parte da “normalidade”? Vocês já viram o parlamento europeu condenar esta nova “normalidade”?

A União Europeia das engenharias sociais

 

“No sabemos lo que nos pasa, y eso es lo que pasa.” — Ortega y Gasset

Para as elites actuais, Ortega y Gasset foi uma espécie de burro; ao contrário do filósofo espanhol, as elites actuais não se consideram cegas, como estavam seguramente cegas as elites de 1937 a 1939. Não lhes passa pela cabeça que não sejam outra coisa que uma plêiade de iluminados prenhes de certezas. E é nisto que a História se repete: a memória dos povos é curta e as elites cometem sempre o mesmo tipo de erros, convencidos de que “sabem o que se passa”.

manif pour tousAs engenharias sociais que separam o homem, por um lado, da Natureza, por outro lado (e através da substituição da Ética pelo Direito Positivo), são produtos de convicções firmes das elites que destroem qualquer informação que as desminta — porque as elites têm a certeza de que “sabem o que se passa”. Como aconteceu na década de 1930, estamos hoje entregues a gente que tem a certeza absoluta da rectitude da sua acção política, e muitas vezes à revelia da vontade dos povos que nelas delegou o Poder através do voto.

Não adianta que os filósofos chamem à atenção para a necessidade de prudência na política: em vez disso, as elites tratam de erradicar a filosofia do ensino oficial, cortando o mal pela raiz — porque pensar é perigoso!; e porque as ideologias fazem explodir a razão e a informação, na medida em que a informação é endogenamente inimiga das ideologias. Tal como na década de 1930, hoje não há lugar para quaisquer dúvidas senão aquelas que incomodam as elites. Como dizia Lenine: “Os factos são teimosos”. E como os factos são teimosos, as elites que temos tratam de eliminar os “factos que teimam” em não se adequar à realidade delirante e psicótica por elas construída.

Voltamos ciclicamente à estaca zero. Todos os ensinamentos que retiramos do horror de uma época pretérita são esquecidos na época seguinte em nome de uma nova crença na possibilidade de um paraíso na Terra. O que muda é apenas a noção de “paraíso”, própria da moda coeva.

¿François Hollande tem legitimidade política para fazer o que está a fazer em França, acolitado pela elite maçónica e jacobina? É claro que não tem essa legitimidade. Mas faz o que faz, em nome do conceito abstracto de “Vontade Geral“. Ele não foi eleito para criar um clima de terror cultural no seu país, mas não hesitou um segundo em optar pelo terrorismo em relação à cultura antropológica do seu povo. Estamos todos a lidar com gente muito perigosa.


(more…)

Quarta-feira, 11 Dezembro 2013

Nuno Melo contraria a Lei de O’Sullivan

 

A Direita tem que começar a aprender uma coisa: tem que ser Direita, e não deve ser Não-esquerda. Pertencer à Não-esquerda não é a mesma coisa que ser de Direita. Ser da Direita não é ceder sistematicamente ao nacional-porreirismo e submeter-se à Lei de O’Sullivan. Por causa da Lei de O’Sullivan é que a Marine Le Pen está hoje mais perto do Poder em França.

Uma Direita forte nos princípios e decidida no combate à esquerda radical (passe-se a redundância, porque qualquer movimento político influenciado pelo marxismo é sempre radical) é a melhor forma de evitar o surgimento de movimentos revolucionários de sinal oposto, como acontece hoje em França, na Grécia, na Holanda, e em outros países da Europa.

Desta feita, Nuno Melo esteve bem: diplomaticamente, mandou a Edite Estrela à bardamerda — a propósito do famigerado “Relatório Estrela” que pretendia transformar o aborto em um “direito humano” — como se o acto de abortar um ser humano potencial e com potencialidades fosse, em si mesmo, um direito.

A propósito do “Relatório Estrela”, e no seguimento de emails que enviei a deputados europeus portugueses, tanto do Partido Social Democrata como do CDS/PP, recebi algumas respostas contrastantes dos dois partidos, o que revela bem as diferenças fundamentais entre eles.

Por exemplo, um email que recebi da deputada europeia do Partido Social Democrata, Regina Bastos1, que aparentemente fundamenta o “chumbo” da do “Relatório Estrela” apenas baseando-se no princípio da subsidiariedade; e, em contraponto, um email do deputado do CDS/PP, Diogo Feio2, que fundamenta a sua decisão negativa em princípios éticos claros e fundamentais. É esta a razão por que nunca mais votarei no Partido Social Democrata: José Pacheco Pereira tem razão: o Partido Social Democrata é um partido da Não-esquerda e faz parte do nacional-porreirismo.

É preciso fazer crescer o CDS/PP para se evitar uma possível “lepenização” em Portugal.

Notas
1. Regina Bastos.pdf
2. Diogo Feio.pdf

Quarta-feira, 27 Novembro 2013

“Relatório Edite Estrela”: escreva aos deputados portugueses do parlamento europeu

 

O abominável “relatório Estrela” vai ser votado novamente, sem quaisquer alterações, no plenário do parlamento europeu no dia 10 de Dezembro de 2013. Envie o seguinte email aos deputados do Partido Social Democrata e do CDS/PP ao parlamento europeu:


Ex mo(a) Senhor(a) deputado(a):

Na sequência da reprovação do famigerado “relatório Estrela” — que, entre outras enormidades, pretende institucionalizar de jure o acto de abortar como um “direito humano”, para além do facto de pretender restringir severamente o direito à objecção de consciência dos profissionais médicos e da área da Saúde — no plenário do parlamento europeu no pretérito dia 22 de Outubro, é público que o referido relatório irá ser apresentado novamente (e sem qualquer alteração em relação à primeira versão) ao plenário do parlamento europeu no dia 10 de Dezembro de 2013.

Independentemente das convicções ideológicas e políticas de V.Exa., apelo à Ética: transformar o aborto em um “direito humano” é uma contradição em termos, porque é um ser humano com potencial que é aniquilado por intermédio do acto de abortar. E restringir a objecção de consciência em questões éticas é próprio de um sistema político que caminha a passos largos para um novo tipo de totalitarismo e/ou para a construção de um leviatão.

Por isso, solicito a V. Exa. se digne expressar o meu sentimento de repulsa por um relatório que, não tendo força de lei nos países da União Europeia, servirá contudo como argumento político de imposição de uma aberração ideológica em Portugal.

Cumprimentos,
(Nome)


Os deputados são os seguintes (clique nos nomes para enviar email ou para copiar os endereços de email):

Partido Social Democrata: Paulo Rangel, Carlos Coelho, Regina Bastos, Maria da Graça Carvalho, Mário David, José Manuel Fernandes, Maria do Céu Patrão Neves, Nuno Teixeira.

CDS/ PP : Nuno Melo, Diogo Feio.

Segunda-feira, 25 Novembro 2013

Edite Estrela e os socialistas vão andar em maré de azar: o povo anda mais informado

 

A iniciativa “Um de Nós” contra o aborto já granjeou mais de 1,5 milhões de assinaturas nos países da União Europeia, e por isso, o Partido Socialista de António José Seguro e de Edite Estrela sentem-se ameaçados na sua agenda política radical contra o ser humano. E à medida em que o povo ande mais informado, os socialistas vão ficando mais desesperados.

one_of_us_logoPor isso é que a radical socialista feminazi e execrável Edite Estrela espuma de raiva: que o povo ande informado sobre o que a classe política anda a fazer, enche-a de revolta. Para Edite Estrela e para os socialistas de António José Seguro, o povo deve ser ignorante, à moda das ditaduras do passado. Edite Estrela está ligada à indústria do aborto em Portugal: segundo soube, ela tem interesses económicos no negócio. Mas não só ela: existe uma quadrilha de socialistas que a acompanham no negócio abortista em Portugal.

Só assim se compreende que um relatório nauseabundo da autoria da IPPF (The International Planned Parenthood Federation), e adoptado por Edite Estrela — relatório esse que defende, por exemplo, que seja ensinada a masturbação a crianças até aos 4 anos de idade — seja agora de novo apresentado no parlamento europeu depois de ter sido reprovado em plenário do dia 22 de Outubro de 2013. A abortista Edite Estrela e os socialistas de António José Seguro andam desesperados com o andamento do “negócio”: já não conseguem manter o povo totalmente ignorante.

A concepção de democracia de Edite Estrela e dos socialistas

 

“Il aura fallu à peine 15 jours pour que le rapport Estrela si controversé sur “La santé sexuelle et les droits sexuels et génésiques” soit annoncé pour la réunion du 26 novembre de la commission des Droits des Femmes. Le vote en plénière est prévu en décembre. Le texte soumis au vote des députés européens est rigoureusement le même que celui qui a été renvoyé en commission.

Pourquoi cette précipitation ?

Le rapport Estrela été renvoyé en commission des droits des Femmes, le 22 octobre par 358 voix pour et 319 contrebebe. Or la commission des Droits des Femmes propose un nouveau vote sans modification du texte, mardi 26 novembre, sans débat, sans réexamen sérieux qui prenne en compte les remarques des députés et des citoyens européens qui se sont exprimés en masse juste avant son rejet.

Ce refus de dialogue et de débat démocratique des partisans de ce rapport, ne fait pas honneur au Parlement européen, ni aux députés européens, à quelques mois de leur réélection.

L’expression “droits sexuels et génésiques” a été lancée dans les années 1990 par l’Organisation Mondiale de la Santé (OMS), mais n’a jamais été intégrée dans le droit international ou européen. Ce rapport concerne la contraception, l’avortement, le recours à la PMA, l’éducation sexuelle des enfants, l’égalité des genres…..

Ainsi, le rapport Estrela est contraire aux principes du droit européen, notamment le principe de subsidiarité, puisque ces questions relèvent de la compétence des Etats membres, pour traiter les questions de l’avortement ou du recours à la PMA (Procréation Médicalement Assistée). Ces questions sont de la compétence des Etats membres.”

Respigado aqui.

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Quinze dias depois do relatório de Edite Estrela ter sido vetado pelo parlamento europeu, Edite Estrela voltou a apresentá-lo para votação sem qualquer alteração do texto!

Votar no Partido Socialista? Nem pensar!

Essa gente leva um “não” do povo mas não desiste: volta à carga, ameaça, exerce coacção, chantageia, insulta — até que, vencido pelo cansaço e pela violência, o povo desiste e resigna-se ao absurdo socialista.

Quinta-feira, 31 Outubro 2013

O parlamento europeu pretende instituir privilégios para os invertidos

 

Defender os direitos humanos não é instituir privilégios de classe.

A deputada lésbica austríaca ao parlamento europeu, “butch” Ulrike Lunacek (Gouine comme un camion!), elaborou um Relatório de Iniciativa 1 — semelhante ao relatório da execrável Edite Estrela — que, a ser aprovado, instituirá uma forma de censura política pior do que a salazarista: a censura do pensamento. No tempo do Salazarismo, eram censurados os textos publicados contra o regime do Estado Novo; mas segundo o relatório da “butch”  Ulrike Lunacek, qualquer pensamento homofóbico deve ser censurado, o que significa a criação de uma polícia política do pensamento.

«Since January 2011, it has made this request ten times in various resolutions, asking the European Commission to produce a roadmap against homophobia and discrimination on grounds of sexual orientation and gender identity. This report sets out a draft canvas for such a comprehensive policy.»

Ulrike Lunacek web 300A partir do momento em que a “butch” lésbica Ulrike Lunacek confunde “homofobia”, por um lado, com “discriminação em função de orientação sexual”, por outro lado, entrou-se já no campo da subjectivização da lei que torna legais autos-de-fé mediante a falácia da interrogação e censura do pensamento. O movimento gayzista é mais perigoso do que a PIDE; e só é comparável à GESTAPO e/ou ao KGB.

Por outro lado, quando se fala em “discriminação” (por exemplo, no acesso ao trabalho) há que ter o cuidado de não deduzir daí a exigência de atribuição de privilégios. Não faz sentido que um fanchono tenha qualquer prioridade no acesso ao trabalho quando comparado com uma pessoa normal. O combate à discriminação não significa a atribuição de privilégios aos fanchonos. Defender os direitos humanos não é instituir privilégios de classe.

Nota

1.  Os Relatórios de Iniciativa do parlamento europeu não são vinculativos, ou seja, não obrigam os governos e Estados nacionais. Mas como a classe política europeia, em geral, tende para o extremismo político — por exemplo, o Partido Socialista e o Partido Social Democrata —, esses Relatórios de Iniciativa são, regra geral, imediatamente adoptados a nível nacional por uma classe política subserviente ao politicamente correcto.

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