perspectivas

Terça-feira, 21 Setembro 2010

A derrota dos marxistas e gayzistas em Inglaterra e a vitória do Papa por KO ao primeiro assalto

A visita do Papa Bento XVI a Inglaterra constitui um marco histórico da vitória do bom-senso, na guerra cultural na Europa, movida pelo ódio da estranha e anti-natural aliança entre gays, marxistas e integristas islâmicos. Desta vitória de Bento XVI, e para além da derrota da aliança satânica gayzista / marxista / integrista, saíram também derrotados os me®dia.
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Domingo, 12 Setembro 2010

O pederasta assumido que coordena a oposição à visita de Bento XVI a Inglaterra

Quando vemos a oposição organizada à visita do Papa ao Reino Unido, não podemos deixar de pensar que o Mal se organiza. Eu, que penso que o mal é a ausência do bem, acabo por convir que, em determinadas situações, o Mal se comporta como uma força organizada.

O Mal organizado, que pretende que Bento XVI não possa visitar a Inglaterra, é simbolicamente representado pela figura de Peter Tatchell, um defensor do sexo com menores (H/T N.F.). Em uma carta enviada em 1997 por Tatchell ao jornal britânico Guardian, o activista de esquerda defendeu que a publicação de propaganda a favor da legalização do sexo de adultos com menores de idade, não deveria ser restringida nem proibida. Contudo, são esses mesmos esquerdistas, gayzistas, pedófilos e pederastas que insultam o Papa de pedófilo e pretendem proibir a sua visita a Inglaterra.

O grande e maior inimigo da decadência gayzista é a Igreja Católica. A Igreja Católica é a espinha entalada na garganta do pederasta gayzista e do radical esquerdista. O Tatchell vai buscar, como exemplo, uma tribo da Papua Nova Guiné em que, segundo ele, “as crianças e os jovens têm sexo com adultos e são todos felizes”. Pelo mesmo tido de argumento — e a julgar verdadeira a estória da tribo da Papua — deveríamos voltar todos ao paleolítico inferior, buscando assim a felicidade gayzista.

A organização do Mal em torno da contestação à visita de Bento XVI a Inglaterra tem a virtude de separar as águas: as pessoas, o povo, o cidadão comum, começam a perceber o que representam as ideias. Já ninguém pode dizer que não sabe o que a esquerda marxista cultural pretende; já ninguém se pode esconder por detrás de uma confortável ignorância.

Quarta-feira, 12 Maio 2010

O Papa em Lisboa

Filed under: Religare — O. Braga @ 9:01 pm
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