perspectivas

Terça-feira, 26 Junho 2012

A sinificação: o novo fascismo

Do ponto de vista ideológico, o que aproxima Barack Hussein Obama de Angela Merkel é a preferência de ambos por um modelo de sinificação da sociedade, que constituiu uma nova forma de fascismo. Podemos dizer, como toda a segurança, que Barack Hussein Obama não é propriamente um socialista de tipo Mário Soares; e podemos dizer também com igual segurança que Angela Merkel não é propriamente uma democrata-cristã ou mesmo uma conservadora: ambos são neofascistas.

O que caracteriza a sinificação — tanto da União Europeia que conduz ao IV Reich, como dos Estados Unidos — é a adopção (grosso modo, mais ou menos, segundo as sociedades) do modelo social e económico chinês, em que a propriedade privada e os meios de produção são detidos por privados, mas são os políticos e os burocratas que tomam as decisões fundamentais em matéria de planeamento económico. Porém, a sinificação vai mais longe e passa a definir os critérios éticos e de moralidade da sociedade: estamos em presença de um novo tipo de fascismo.

Recordo que desde 1973 que o globalista Henry Kissinger defende publicamente a adopção do modelo chinês para todo o mundo.

O novo fascismo de Barack Hussein Obama e de Angela Merkel defende o controlo público da economia embora esta permaneça em mãos privadas. Isto é, exactamente, sem tirar nem pôr, o que aconteceu com o regime nazi — mais ainda do que com o fascismo italiano que era corporativista e, portanto, um pouco menos afoito ao controlo da economia por parte do Estado.
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