perspectivas

Quarta-feira, 13 Janeiro 2016

A agressividade política é exclusiva da Esquerda

Filed under: Política — O. Braga @ 6:01 pm
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Quem nomeia os líderes partidários são os me®dia, como podemos verificar em quase toda a opinião me®diática acerca do novo líder do CDS/PP. Temos aqui um exemplo:

“Nuno Melo e Assunção Cristas têm maneiras diferentes de estar na política: enquanto ele tem um discurso muito agressivo, ela é calma, embora firme”.

Entre Melo e Cristas, prefiro a segunda

Quando se trata da Esquerda, a agressividade política não só não é importante, como até é bem-vinda; e também não conta, na Esquerda, o percurso académico.

Temos, por exemplo, as esganiçadas do Bloco de Esquerda: a Catarina Martins que é uma vulgar licenciada e uma actriz de teatro, agressiva quanto baste, e não consta que tenha um qualquer doutoramento universitário; ou a Marisa Matias que é de Alcouce e socióloga com um doutoramento feito “à pressão” — o que interessa não é a inteligência: em vez disso, o que interessa é um alvará de inteligência.

Ou o Jerónimo de Sousa do Partido Comunista, que mal sabe ler e escrever, e que, a julgar pela opinião do jornaleiro do semanário Sol, de agressivo tem quase nada (calmo todos os dias!). 

Mas, segundo os me®dia e o jornaleiro Eduardo Ferreira, quando se trata da Direita os líderes têm que ser calmos. Não convém que à Direita haja agressividade; convém uma Direita calminha, domesticada, obediente à Esquerda e ao politicamente correcto. Por isso é que “a Assunção Cristas é melhor do que o Nuno Melo”.

Quarta-feira, 11 Dezembro 2013

Nuno Melo contraria a Lei de O’Sullivan

 

A Direita tem que começar a aprender uma coisa: tem que ser Direita, e não deve ser Não-esquerda. Pertencer à Não-esquerda não é a mesma coisa que ser de Direita. Ser da Direita não é ceder sistematicamente ao nacional-porreirismo e submeter-se à Lei de O’Sullivan. Por causa da Lei de O’Sullivan é que a Marine Le Pen está hoje mais perto do Poder em França.

Uma Direita forte nos princípios e decidida no combate à esquerda radical (passe-se a redundância, porque qualquer movimento político influenciado pelo marxismo é sempre radical) é a melhor forma de evitar o surgimento de movimentos revolucionários de sinal oposto, como acontece hoje em França, na Grécia, na Holanda, e em outros países da Europa.

Desta feita, Nuno Melo esteve bem: diplomaticamente, mandou a Edite Estrela à bardamerda — a propósito do famigerado “Relatório Estrela” que pretendia transformar o aborto em um “direito humano” — como se o acto de abortar um ser humano potencial e com potencialidades fosse, em si mesmo, um direito.

A propósito do “Relatório Estrela”, e no seguimento de emails que enviei a deputados europeus portugueses, tanto do Partido Social Democrata como do CDS/PP, recebi algumas respostas contrastantes dos dois partidos, o que revela bem as diferenças fundamentais entre eles.

Por exemplo, um email que recebi da deputada europeia do Partido Social Democrata, Regina Bastos1, que aparentemente fundamenta o “chumbo” da do “Relatório Estrela” apenas baseando-se no princípio da subsidiariedade; e, em contraponto, um email do deputado do CDS/PP, Diogo Feio2, que fundamenta a sua decisão negativa em princípios éticos claros e fundamentais. É esta a razão por que nunca mais votarei no Partido Social Democrata: José Pacheco Pereira tem razão: o Partido Social Democrata é um partido da Não-esquerda e faz parte do nacional-porreirismo.

É preciso fazer crescer o CDS/PP para se evitar uma possível “lepenização” em Portugal.

Notas
1. Regina Bastos.pdf
2. Diogo Feio.pdf

Segunda-feira, 21 Julho 2008

Palhaços!

Eis a prova de que o regime da III República faliu: mesmo contra a opinião popular expressa em sondagens e petições, a classe política — cada vez mais longe do povo — consuma um crime lesa-Pátria.

Queria saudar daqui os seguintes deputados (apparent rari nantes in gurgite vasto) : Manuel Alegre, PS, Nuno Melo e António Carlos Monteiro (CDS) e a deputada não inscrita Luísa Mesquita (ex-PCP).

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