perspectivas

Terça-feira, 19 Maio 2015

Os rituais luciferinos do Novus Ordo Seclorum

Filed under: Política — O. Braga @ 3:45 am
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Vemos aqui no vídeo uma parte do funeral da esposa do presidente americano Lyndon Johnson, Lady Bird Johnson, que faleceu em 2007.

Note-se que o clero que está no palco não é católico, embora pareça: trata-se de clero anglicano (igreja episcopal americana), que inclui um Bispo. Repare-se no símbolo expresso com os dedos nas mãos erguidas, e no tipo de música do ritual fúnebre, despida da habitual espiritualidade cristã.

Não nos podemos esquecer de que se trata de um funeral da esposa de um presidente dos Estados Unidos. Não era uma pessoa qualquer.

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Quarta-feira, 3 Dezembro 2014

¿Qual a diferença entre Portugal e a Ucrânia?

Filed under: Europa,Política — O. Braga @ 6:12 pm
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Em Portugal, o ministro das Finanças, Vítor Louçã Rabaça Gaspar, saiu do governo português para ir para os Estados Unidos; na Ucrânia, a ministra das Finanças, Natalia Iaresko, veio dos Estados Unidos para ser a ministra das Finanças do governo ucraniano. De resto são dois países parecidos: só faz falta que Espanha invada o Alentejo.

A ministra das Finanças da Ucrânia é de nacionalidade americana. Natalia Iaresko fez parte da sua carreira política no Departamento de Estado (o ministério dos Negócios Estrangeiros dos Estados Unidos), antes de ir trabalhar para o sector privado americano. 

Para além da ministra ucraniana estrangeira das Finanças, o novo governo da Ucrânia tem mais dois estrangeiros: um lituano, Aïvaras Arbomavitchous, que assume a pasta da Economia do governo da Ucrânia. E Sandro Kvitachvili, um cidadão da Geórgia que passou a ser ministro da Saúde do Estado soberano da Ucrânia. É a Nova Ordem Mundial ditada pela plutocracia americana.

Quarta-feira, 24 Setembro 2014

Júlio Machado Vaz aplaude Emma Watson com as mãos atrás das costas

Filed under: aborto — O. Braga @ 9:06 am
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Júlio Machado Vaz é aquele tipo de pessoa que atira a pedra e esconde a mão. Este verbete é uma demonstração disso: colocou um vídeo da retórica de Emma Watson, mas não comentou. Júlio Machado Vaz é perigoso por isso mesmo: só se assume em monólogos: basta que haja contraditório e ele foge a sete pés.

Fazer uma análise crítica da retórica de Emma Watson é complicado, porque ela mistura alhos com bugalhos. Teríamos que analisar cada frase per se, porque não existe um nexo lógico que sirva de ligação entre a maioria das frases. Não é por acaso que, em juízo universal, as mulheres não são grande coisa em matemática.

Ela defende os direitos humanos que incluem a mulher, natural e ontologicamente, por um lado, e por outro lado defende a negação dos direitos humanos aos nascituros. E por isso ela diz que é feminista. E, simultaneamente, diz que o feminismo ganhou uma conotação negativa que não merece ter.

E Júlio Machado Vaz aplaude com as mãos atrás das costas.


O feminismo — tal como acontece com o homossexualismo — não quer igualdade: pretende a supremacia.

Se o feminismo quisesse de facto a igualdade, teria que assumir, em primeiro lugar, a condição feminina em tudo o que isso implica. Dizer que “o corpo é meu e faço dele o que quiser” (como disse Emma Watson), quando há um ser humano — único e irrepetível — em gestação com um ADN diferente do da mulher grávida, não é reivindicar “igualdade”: em vez disso, é reivindicar o direito ao acto gratuito.

Mas o Júlio Machado Vaz aplaude com as mãos atrás das costas.


Um acto gratuito é aquele que não é objectivamente motivado e que manifesta a existência de uma liberdade absoluta, próxima da liberdade da indiferença — por exemplo, um crime sem móbil é um acto gratuito (ver o filme de Alfred Hitchcock, “A Corda”). A vontade de provar a liberdade absoluta por intermédio de um acto sem móbil constitui em si mesmo um móbil.

No fundo, trata-se de um acto perpetrado em função de um capricho, embora um capricho reflectido e pensado, e representando o exercício de um arbítrio total. O objectivo do acto gratuito é o de afirmar uma liberdade total, contra toda a moral e mesmo contra a Razão. Em geral, o aborto é a expressão de um acto gratuito por parte da mulher.


Afirmar que “o corpo é meu e faço dele o que quiser” é reivindicar o direito ao acto gratuito — e isso já não é uma reivindicação de igualdade: antes, pretende-se que a supremacia do estatuto da mulher seja aceite culturalmente pelo homem (por isso é que Emma Watson diz que “a maioria dos homens não apoia o feminismo”). Obviamente que ao homem é sempre negado (e bem!) qualquer acto gratuito em relação a outro ser, incluindo a mulher; mas à mulher, o feminismo pretende a concessão do direito ao acto gratuito mediante um apelo hipócrita à emoção.

E o Júlio Machado Vaz aplaude com as mãos atrás das costas.

Quarta-feira, 25 Abril 2012

As ligações perigosas de Barack Hussein Obama ao globalista George Soros

Filed under: Globalismo,Obamacrimes — O. Braga @ 9:24 am
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Uma das razões por que não falei ainda aqui do problema da Síria, é a de que me parece que existe uma estratégia concertada pela administração Obama, em conluio com a agenda globalista plutocrática, no sentido de levar a instabilidade política ao Oriente Médio, e a qualquer preço. E a razão por que a Rússia tem colocado reservas à política obamista em relação ao Oriente Médio, prende-se também com a percepção de que existe uma promiscuidade política entre Obama, a agenda radical internacional de Esquerda, e a plutocracia globalista que controla hoje a ONU.

Este artigo revela as ligações perigosas entre a administração de Obama e a agenda política globalista de George Soros e comandita. Barack Hussein Obama acaba de criar um novo organismo ligado à Casa Branca, com o nome de White House Atrocities Prevention Board, e colocou à frente deste novo organismo a militante radical de esquerda Samantha Power. A principal função desse novo organismo é a de fundamentar, na ordem interna americana e do Direito Internacional, uma doutrina militar globalista que justifique a alteração do estatuto de soberania, que em vez de ser um “direito” dos povos, passa a ser uma “responsabilidade”.

Esta alteração do estatuto de soberania, de “direito” para “responsabilidade”, justificaria qualquer intervenção externa coordenada por forças militares globalistas, o mesmo quer dizer, forças militares norte-americanas — em última análise manipuladas por gente como George Soros. Basta que exista dinheiro suficiente para financiar a agitação política em um determinado país, causando uma reacção repressiva por parte do respectivo governo, para que a nova política globalista segundo a White House Atrocities Prevention Board possa justificar a intervenção militar estrangeira nesse país, alegando a violação dos direitos humanos e a acusando esse país de faltar ao dever de “responsabilidade” inerente ao conceito de soberania.

A Esquerda sempre criticou a ideologia dos neocons de “exportação à força” da democracia burguesa para o terceiro mundo, mas não vejo agora nenhuma crítica da Esquerda à obliteração do “direito” à soberania que justificará, no futuro próximo, e segundo a aliança política de Barack Hussein Obama e George Soros & Cia Lda., qualquer invasão militar estrangeira a um qualquer país do terceiro mundo.

Dou um exemplo muito claro: basta que largas dezenas de milhões de dólares, com origem em George Soros e gente da sua laia, sejam empregues nos Açores para financiar a independência desse território português, para que a repressão em relação ao movimento independentista açoriano seja visto — à luz do novo estatuto de soberania segundo Barack Hussein Obama e George Soros — como uma razão para uma intervenção militar estrangeira em território português.

Na Nova Ordem Mundial, quem tem dinheiro passa a ter o direito de pulverizar as nações, e baseando-se na alteração jurídica do conceito de soberania, de “direito” para “responsabilidade”.

Sexta-feira, 18 Março 2011

Crise moral: a ONU aprova ataque militar a um país soberano

Filed under: Política — O. Braga @ 9:36 am
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Damo-nos conta de que foi criado um precedente que justifica, a partir de agora, qualquer intervenção armada em um qualquer país soberano. Qualquer golpe de Estado em um qualquer país pode, a partir de agora, sofrer um ataque organizado a partir da ONU.

Já não se trata de invocar o combate ao terrorismo, como aconteceu no Iraque ou no Afeganistão: trata-se agora de legitimar qualquer intervenção militar em um qualquer país, apenas porque as grandes potências assim o entendem. O Direito Internacional está moribundo.

Não estou aqui a defender o Khadaffi: estou a criticar o desrespeito da ONU pelo princípio da soberania de alguns pequenos países (porque Cuba é intocável), enquanto que o Irão, China e outros, cometem atrocidades todos os dias e a seu belo prazer, e ninguém lhes toca. A ONU entrou em Moral Hazard.

Quarta-feira, 15 Dezembro 2010

A crise financeira de George Soros e dos Bilderbergers, a Wikileaks e a blogosfera

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Sexta-feira, 16 Outubro 2009

Bruxelas está preocupada com a opinião pública e com o futuro

Um tal Mário David ― que segundo esta notícia é um deputado português ao parlamento europeu pelo PSD e que foi o chefe de gabinete de Durão Barroso quando este foi PM de Portugal (antes de ter fugido para Bruxelas) ― defende (ver link acima) que deveriam existir aulas obrigatórias nas escolas para alunos adolescentes, aulas essas que lhes ensinassem “a maravilha que é a União Europeia”. Do que se trata aqui realmente é de lobotomia ideológica.

A doutrinação política de crianças sempre foi uma característica de movimentos revolucionários com tendências tirânicas. O que o tal Mário David revelou foi a faceta para-totalitária da União Europeia, por um lado, e a introdução de uma “História da União Europeia” nos curricula do ensino tendente a substituir a História de Portugal ― como referi neste postal sobre o Tratado de Lisboa ― por outro lado.
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Sábado, 3 Outubro 2009

A celebração do prenúncio do fascismo global

«60 anos de barbárie». O título é perfeito.
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Quinta-feira, 3 Setembro 2009

Sobre Hegel e o comunitarismo de Etzioni

Fiquei a saber através de um comentário neste postal da existência do Comunitarismo, o que prova a minha ignorância e o facto de estarmos sempre a aprender. Segundo parece, o ideólogo do comunitarismo foi o judeu Amitai Etzioni. Sobre o comunitarismo segundo Etzioni, ainda não tenho opinião formada, embora se sugira aqui que o comunitarismo tem origem em Hegel, o que é provável.

Hegel

Hegel

Ora bem, antes de mais, para se evitarem mal-entendidos que sempre acontecem quando o espaço é curto, convém dizer que “nacionalismo” não é o mesmo que “estatismo”. As pessoas confundem Nação com Estado. Eu sou nacionalista mas não sou estatista ― o que não quer dizer que seja anti-Estado, nem o poderia ser, porque o Estado existe como um meio e não como um fim; o Estado serve a Nação e não é esta que deve servir aquele.

aqui se falou como as ideias de Hegel degeneraram naquilo que é o marxismo cultural ou politicamente correcto. As ideias têm sempre uma história. Eu estou de acordo com algumas ideias de Hegel ― por exemplo na frase que parece um cliché: “O que é real é racional, e o que é racional é real”. Mas a aplicação da dialéctica hegeliana ao processo histórico é perfeitamente desastrosa.
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Quarta-feira, 2 Setembro 2009

O que está por detrás da Nova Ordem Mundial ?

Winston Churchill dizia da União Soviética que era “um quebra-cabeças envolvido num mistério, dentro de um enigma”. A eleição de Barack Hussein Obama e os desenvolvimentos da política globalista são um quebra-cabeças envolvido num mistério, dentro de um enigma. Para o cidadão com alguma estatura intelectual, e mesmo para os políticos de países mais pequenos como Portugal e países do terceiro-mundo, o que se está a passar nos areópagos internacionais é um quebra-cabeças envolvido num mistério, dentro de um enigma. O que é Nova Ordem Mundial?
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Quarta-feira, 26 Agosto 2009

O aquecimento global antropogénico e a maçonaria

A maçonaria é uma associação criminosa. Se tivermos que resgatar a dignidade humana encostando os maçons a um paredão de fuzilamento, é nossa obrigação fazê-lo.

Hoje, toda a gente já sabe que o aquecimento global não é devido ao CO2 antropogénico; toda a gente sabe que sempre existiram mudanças climáticas no planeta ainda antes do aparecimento da vida há 4 mil milhões de anos. Toda a gente sabe disso, mas a classe política e uma certa elite cientificista controlada pela política ― manipulando os me®dia ― fazem de conta de que toda a gente não sabe. Quando as elites se apercebem de que alguém se revolta contra os seus projectos de Poder, numa primeira fase fingem ignorar a revolta, numa segunda fase ridicularizam os revoltosos chamando-lhes “teóricos da conspiração”, e por último, quando as tácticas anteriores falham, utilizam a força bruta para impôr o seu projecto de Poder.

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Quinta-feira, 13 Agosto 2009

O mito social do dióxido de carbono

eco-fascism

O mito social do aquecimento global por efeito do CO2 começa a ser preocupante assumindo contornos de um ambientalismo misantrópico. Não é possível dissociar o fenómeno do misantropismo ambientalista de outros fenómenos que actuam em conjunto ao que parece ser uma estratégia articulada, a ver, as indústrias do aborto e da eutanásia, a Nova Ordem Mundial maçónica, e a elevação do niilismo gay a um princípio moral. Podemos dizer com toda a certeza que estamos em presença de um ecofascismo, de uma ideologia anti-humanista que assume contornos de uma periculosidade que é urgente combater.

Este artigo no Hora Absurda faz uma análise de um outro artigo me®diático do Público. Quem tiver um pouco de intuição ― e para além da manifesta sociopata misantrópica ― pressentirá o objectivo de um enorme negócio que, para além do lucro, terá a vantagem que moldar uma Nova Ordem Mundial através de um sistema de controlo fascista das nações, da imposição do aborto que alimenta uma indústria diabólica, da eutanásia como medida profiláctica “para salvar o planeta”, do infanticídio de crianças deficientes e da celebração do niilismo gay ― tudo isto para mitificar socialmente e impôr um negócio à escala global.

Primeira verdade: sempre existiram mudanças climáticas. O clima nunca foi sempre o mesmo no planeta.

Segunda verdade: as mudanças climáticas devem-se à actividade solar, e não ao CO2 na atmosfera. É muito mais prejudicial o próprio vapor de água na atmosfera do que o CO2.

Terceira verdade: o CO2 na atmosfera é essencial para a manutenção das nossas florestas ― assim se queira proceder ao reflorestamento do planeta.


Caro leitor(a): não se deixe enganar pelos me®dia como o Público. Denunciem esta farsa politicamente correcta. Passem palavra, com os amigos, no café, no trabalho. Não se deixem levar e manipular por uma cambada de chicos-espertos que querem fazer de si um(a) parvo(a).


Desde os anos 80, a expectativa de vida de um chinês passou de 65,3 para 73 anos, hoje. Na Índia, a expectativa de vida em 1980 era de 52,5 anos e passou para 67 anos, hoje.

O que está por detrás do mito social ecofascista e anti-humanista é a tentativa de controlo férreo — por parte do clube maçónico que controla a economia global a partir de Wall Street e da City de Londres — das potências emergentes.

Há uns anos atrás, a estratégia da Trilateral era a do endividamento externo extremo dos países emergentes; agora mudou a táctica porque a primeira não deu o resultado que queriam.
A judaico-maçonaria nunca perdoou a rebeldia insubmissa do islamismo na economia globalizada, e o ambientalismo misantrópico é uma das formas encontradas para justificar também o controlo dos países islâmicos.

Não é de todo paranóico afirmar que um dia destes serão impostas políticas draconianas de controlo populacional na sociedade tendo como justificação o dióxido de carbono ― o que é um absurdo monstruoso de um anti-humanismo que faria corar Adolfo Hitler. O clima tornou-se uma desculpa sempre pronta para se imporem crescentemente políticas de controlo social destinadas a impedir o desenvolvimento humano, e taxar com impostos absurdos a livre iniciativa na economia. O absurdo é de tal ordem que o mito social do ambientalismo misantrópico passa a personalizar a flora e a fauna ao mesmo tempo que despersonaliza os seres humanos mais vulneráveis.

Denunciem. Não se deixem manipular!

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