perspectivas

Sábado, 9 Abril 2016

Político norueguês foi violado por um imigrante e sente culpa pela sua deportação

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 10:52 am
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Um político norueguês, de seu nome Karsten Nordal Hauken, foi violado por um imigrante somali que foi depois deportado para o seu país de origem (a Somália).

Na sequência da deportação, o senhor Karsten Nordal Hauken — que se descreve a si próprio como um socialista, feminista e anti-racista — afirmou em um canal de televisão da Noruega, que sente culpa pelo facto de o imigrante que o violou ter sido deportado.

Convém dizer que o senhor Karsten Nordal Hauken considera-se heterossexual — não vá o leitor pensar que ele gostou de ser violado pelo imigrante somali. Ele apenas sente culpa pelo facto de o seu violador ter sido deportado para “as terríveis condições do seu país de origem”.

É pena que os mortos não falem; porque se falassem, teríamos políticos europeus de Esquerda, feministas e anti-racistas, dizendo que sentem culpa porque os seus assassinos imigrantes cumprem penas de prisão.

Sexta-feira, 7 Março 2014

As cagadeiras revolucionárias

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 12:32 pm
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as cagadeiras revolucionarias web

 

É arte. De um artista norueguês que dá pelo nome de Lars Ramberg. As cagadeiras revolucionárias estão instaladas frente ao parlamento norueguês, permitindo que o cidadão se lembre da Constituição Norueguesa sempre que for arrear a jiga.

Uma vez instalado na pia, e enquanto invoca os elementos para uma evacuação harmoniosa e revolucionária, o cidadão pode ouvir as vozes inspiradas e cagativas de De Gaulle, Roosevelt, Kennedy, entre outros — e também pode ouvir o hino nacional de três países: o problema só surge quando soa o hino nacional norueguês: o cidadão passa a cagar de pé!

Sexta-feira, 12 Outubro 2012

A prova de que as feministas odeiam os factos

Um jornalista independente norueguês levou a cabo uma investigação acerca da ideologia de género que fez alterar a política correcta e feminista na Noruega.

A investigação do jornalista — que se baseou em factos científicos que determinam que a diferença entre os sexos é biológica e manifesta-se desde tenra idade — fez com que o Estado norueguês acabasse com os subsídios e subvenções às ONG’s e associações norueguesas a favor da “igualdade de género”.

http://youtu.be/YTOFXLl7eh4

Adenda: O filme é longo. Desliguem o som porque a língua é norueguesa e atrapalha a leitura das legendas em língua inglesa.

Uma notícia em inglês sobre o assunto : Nordic Countries defund Gender Ideology

Sábado, 30 Julho 2011

O cristianismo no país de Anders Behring Breivik

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 8:02 pm
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A lista das igrejas cristãs queimadas na Noruega, o país de Anders Behring Breivik. Imaginem agora o ruído nos me®dia , se em vez de igrejas, fossem mesquitas islâmicas…

Norway Church Burnings

Quarta-feira, 27 Julho 2011

Anders Behring Breivik é a expressão real e concreta do movimento revolucionário

Muita gente que escreve nos me®dia ainda não percebeu (ou não querem perceber) que o que se passou em Oslo, no caso de Anders Behring Breivik, foi um acto neonazi. A confusão surge quando, por exemplo, o confesso assassino em massa norueguês afirma que é “pró-Israel”; e sendo que se ele se afirma a favor de Israel, os me®dia tendem a considerar que ele não pode ser neonazi, porque tradicionalmente os nazis não gostam de judeus…

Um exemplo de um conservador: Alexis de Tocqueville

Não se dão conta de que o facto de o partido nazi alemão não ter gostado de judeus, tratou-se de um acidente (na linguagem de Aristóteles). E a prova disso é que os judeus não foram as únicas vítimas do nazismo. É óbvio que o neonazismo não é igual ao nazismo; a História não se repete.

O partido nazi, sendo parte do movimento revolucionário, tende sempre a eleger inimigos ontológicos (inimigos entendidos como indivíduos) a nível interno, e inimigos ideológicos a nível externo: os inimigos internos são pessoas ou grupos de pessoas, e os inimigos externos são ideias ou sistemas político-ideológicos.

Uma das premissas aceites pelo movimento conservador é a de que um conservador não pode utilizar, na sua acção política, o mesmo tipo de meios que o movimento revolucionário habitualmente usa — ou seja: a violência. Um conservador que utilize a violência não é um conservador: é um revolucionário. Anders Behring Breivik é um revolucionário neonazi.

O que está a acontecer agora, no rescaldo da infausta notícia de Oslo, é que a esquerda revolucionária — que não usa a violência na acção política somente porque (ainda) não pode — está a utilizar este caso para tentar calar a oposição política e ideológica, tentando escamotear, por exemplo, o falhanço político do multiculturalismo na Europa, que está na génese de acções tresloucadas como a de Anders Behring Breivik. E quem fala no multiculturalismo, também pode falar na crescente islamização da Europa, sendo que o Islamismo não é apenas uma religião, mas também um princípio de ordem política.

A esquerda revolucionária sempre matou milhões e milhões (mais de 200 milhões de pessoas foram vítimas do movimento revolucionário, e só no século XX !), e em barda, e pretende agora fazer crer que um neonazi que matou 92 pessoas é um conservador (e cristão!). E pior do que isso, pretende fazer crer que a acção de Anders Behring Breivik decorre das ideias conservadoras, e não da políticas sociais e culturais, concretas e reais seguidas na Europa — em geral — pelo politicamente correcto determinado ideologicamente pela esquerda marxista.

A ler: Anders Breivik’s broken family

Domingo, 24 Julho 2011

Sobre o caso Anders Behring Breivik

Para além do horror dos 92 mortos causado por essa personagem de seu nome Anders Behring Breivik, este caso suscita-me algumas perplexidades e esclarecimentos que passo a enunciar.
(more…)

Terça-feira, 24 Junho 2008

O laicismo norueguês

As autoridades norueguesas estimam que existam cerca de 18.000 imigrantes clandestinos no país, na maioria de origem islâmica, mas o governo socialista norueguês pretende expulsar um missionário cristão americano que vive na Noruega há cinquenta anos, alegando que o missionário se encontra ilegal no país.

A new report from state statistics bureau SSB estimates that the number of undocumented immigrants in Norway is twice that previously thought. Meanwhile, an 80-year-old American immigrant is being told to leave the country.

18,000 illegal aliens, but missionary faces deportation


Domingo, 22 Junho 2008

O “laicismo” é sempre bom

O laicismo é uma coisa que umas vezes é boa, e outras vezes é boa. O laicismo é bom quando interessa, e também é bom quando interessa.
Quando a ICAR se deve afastar das escolas públicas, o laicismo é bom. Quando os crucifixos saem dos edifícios públicos, o laicismo é óptimo. Quando Lula, Zapatero e Sócrates criticam a religião e fazem a apologia do gayzismo, o laicismo é supremo.

Quando a igreja nacional norueguesa é obrigada pelo Estado laico norueguês a “casar” homossexuais, o laicismo continua a ser muito bom. (link) . O laicismo é sempre sacrossanto e coerente.

Via

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