perspectivas

Domingo, 1 Maio 2011

Chegamos a Deus pela razão, e não só pela fé (3)

Vimos no postal anterior que existe uma limitação finística do conhecimento. O Homem não consegue penetrar nas coisas particulares no sentido de as conhecer “por dentro”. O conhecimento científico é sempre feito na terceira pessoa, enquanto que o conhecimento pessoal — o conhecimento que é próprio do Eu — é um conhecimento directo. Não se quer dizer com isto que a ciência não tenha mérito; pelo contrário, a nossa experiência pessoal e subjectiva sabe e constata o facto de que a ciência assume uma enorme importância nas nossas vidas.
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Sábado, 30 Abril 2011

Chegamos a Deus pela razão, e não só pela fé (2)

A teoria de conhecimento finística

S Tomás de Aquino baseou a sua teoria do conhecimento em duas premissas fundamentais: a primeira, a de que o Homem abstrai-se do particular para poder conhecer, e a segunda, decorrente da primeira, a de que ao Homem é impossível conhecer a substância do particular. Na Idade Média, dizia-se da “substância” que era aquilo que constituía o “lado interior” das coisas e do ser humano.
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Sexta-feira, 29 Outubro 2010

Sobre o conhecimento e a limitação humana

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:49 pm
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«Se você afirma que o ser humano não tem capacidade de conhecer quase nada, você automaticamente se coloca numa posição sobre-humana.»

Esta proposição foi publicada no Twitter. Devemos ter em atenção, antes de mais, os seguintes detalhes da proposição :

  • fala-se em ser humano em geral, e depreende-se que se refere à condição humana, e não a um grupo social especifico, situado em qualquer tempo;
  • quando se fala em “conhecer”, quer-se dizer “conhecer a verdade”;
  • falta definir “quase nada”.

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