perspectivas

Segunda-feira, 14 Dezembro 2009

Leo Strauss, o modernismo e a democracia directa

A “intrusão” da democracia directa na democracia representativa, através de um sistema misto que condicione esta última, tem o condão de restringir a discrecionariedade política dos governantes, responsabilizar os governados, e de criar uma aristocracia natural e não-hereditária.

Uma das características do chamado “neoconservadorismo” ― de onde deriva o termo “neocon” do conservadorismo pós-moderno que foi o esteio das políticas dos Bush pai e filho ―, é o de considerar que é possível combater a revolução jacobina e as suas réplicas contemporâneas com outro tipo de revolução, criando-se um “conservadorismo revolucionário”, o que, na minha opinião, é auto-contraditório. Em Leo Strauss podemos verificar essa tendência.

Neste postal no Mídia sem Máscara podemos ver a expressão do “conservadorismo revolucionário” de Strauss, e é sobre assunto que versa o meu comentário.
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